Um bandido se deu mal na manhã desta terça-feira (16) ao tentar roubar um pedestre, no bairro Vila Moreninha, em Campo Grande. Ele foi flagrado pela guarda municipal quando ia cometer o crime.

Informações do boletim de ocorrência são de que por volta das 5h15 da manhã desta terça (16), uma viatura da guarda municipal passava pela Rua Patioba, quando flagrou o momento em que o ladrão armado com um revólver ia em direção a vítima, que caminhava na via.

Os guardas deram voz de prisão ao bandido, que não conseguiu cometer o assalto. O comparsa dele acabou fugindo em uma motocicleta. Rondas foram feitas na região, mas ele não foi encontrado.

Fonte: Midiamax

Haddad é o mais associado à defesa dos pobres, dos trabalhadores e das mulheres

Apesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra que a maioria do eleitorado do País identifica o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, como o principal representante dos interesses dos ricos, dos bancos, agricultores e dos empresários no segundo turno, enquanto Fernando Haddad (PT) é o mais associado à defesa dos pobres, dos trabalhadores e das mulheres.

O Ibope perguntou aos entrevistados "quem representa melhor os interesses" de uma série de setores. Em relação aos ricos, 65% responderam Bolsonaro, contra 22% de Haddad. Entre os eleitores que ganham mais de cinco salários mínimos, o presidenciável do PSL é visto por 70% como o representante da elite.

Já o candidato do PT lidera como defensor dos interesses dos eleitores de menor poder aquisitivo, com 48% a 37% de Bolsonaro. No segmento com até um salário mínimo de renda, o porcentual atribuído a Haddad chega a 62%.

O Ibope avaliou ainda a imagem dos candidatos como defensores dos seguintes temas: agricultura (42% Bolsonaro ante 40% de Haddad), defesa do meio ambiente (40% Bolsonaro e 39% para Haddad), aposentados (39% para Bolsonaro, 44% para Haddad) e jovens (46% Bolsonaro, ante 39% de Haddad).

Essas diferenças de imagem também se manifestam em relação à defesa dos empresários, dos bancos e dos trabalhadores. De acordo com o Ibope, Bolsonaro é considerado pela maioria um defensor dos interesses do empresariado (65%) e dos bancos (54%), enquanto seu rival é mais relacionado a pautas dos trabalhadores (47%).

Perfil

O perfil de cada candidato indicado pela pesquisa vai ao encontro do resultado da votação do primeiro turno das eleições. Enquanto o capitão reformado liderou em cidades com índice de desenvolvimento mais alto, ou seja, mais ricas, o petista teve o eleitorado concentrado em municípios com IDH menor. Historicamente, o voto antipetista se concentra mais entre eleitores brancos, mais escolarizados e de renda mais alta.

Com a rejeição maior de Bolsonaro entre o eleitorado feminino, Haddad é visto pela maior parte como o principal representante dos interesses das mulheres: 48% tem essa imagem do candidato do PT, ante 37% do PSL.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo Nº BR-01112/2018. Os contratantes foram o Estado e a TV Globo.

Repercussão

Para o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os números do Ibope mostram que Haddad só conseguiria vencer a eleição se retirar votos de Bolsonaro. "Mesmo se Haddad conseguisse reverter a totalidade de brancos, nulos e indecisos, Bolsonaro venceria mesmo assim. O mercado eleitoral disponível para Haddad parece ser bem pequeno. Ele tem de ir atrás mesmo é do eleitorado de Bolsonaro", disse Pimentel.

De acordo com o Ibope, votos em branco e nulos somaram 9%, enquanto 2% dos consultados se mostraram indecisos.

Já o professor Antonio Alkmim, da PUC-RJ, diz ver um quadro praticamente definido a favor de Bolsonaro. Em sua opinião, apenas um fato novo e de forte impacto poderia tirar a diferença entre os dois candidatos a 13 dias da votação.

"O que podemos ver é que existe aí um teto do Bolsonaro, se compararmos com as pesquisas da semana passada. Ao mesmo tempo, a rejeição dele cai, enquanto a de Haddad aumenta. Faltando 13 dias para a eleição, existe um quadro quase que consolidado, a não ser que ocorra algo de forte impacto na campanha."

Para ele, a possível migração de votos de outros concorrentes, como Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), já ocorreu em direção ao petista e é raro que as intenções de voto mudem de trajetória no segundo turno. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao minuto

O presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, confirmou, na tarde desta segunda-feira (15), a conclusão das negociações do vereador de Campo Grande Odilon Júnior com o ex-governador André Puccinelli, na prisão, sobre aliança do MDB com o PDT no segundo turno das eleições para governador. Dagoberto disse ainda que o presidente de honra do partido, João Leite Schimidt, foi quem começou o acordo com o MDB. Odilon Júnior apenas terminou de selar a aliança com André.

Diante da repercussão sobre as negociações feitas na prisão com o ex-governador, cada um apresenta versão diferente dos fatos. O pai do vereador e candidato a governador, juiz Odilon de Oliveira, disse em live pelo Facebook que o filho foi colega de André Puccinelli Júnior na vida acadêmica e não foi ao presídio para negociações. Mas o filho, Odilonzinho, como é mais conhecido, disse outra coisa. Ele explicou ter ido ao presídio a convite do ex-governador para dar orientação jurídica sobre o caso dele. Puccinelli está preso desde o dia 20 de julho, com o filho, em razão dos desdobramentos da Operação Lama Asfáltica.

Só que André já tem os melhores advogados do Brasil na sua defesa, como o criminalista Antônio Mariz e Cézar Bitencourt, além de Renê Siufi, em Mato Grosso do Sul.

Pela manhã, o vice-presidente regional do partido e ex-deputado federal, Antonio Carlos Biffi, declarou que Odilon Júnior foi ao Centro de Triagem de Campo Grande “alinhar o que já estava costurado”.
Ontem à tarde, Dagoberto se reuniu com o juiz Odilon. O dirigente partidário não estava disposto a falar muito com os jornalistas. O juiz saiu pelos fundos do seu escritório particular para não dar entrevistas. Pelo comportamento de Dagoberto, sempre acessível à imprensa, ele parecia tenso. Ele vem sendo ignorado pelo juiz e admitiu, na semana passada, a existência de racha no partido.

Mas essa crise não foi admitida pelo vice-presidente, Antônio Carlos Biffi. Ele tentou mostrar unidade inexistente dentro do PDT. “Quem conduziu aliança com MDB foi o João Leite Schimidit antes e também depois do primeiro turno. O acordo era de que quem passasse para o segundo turno apoiava o outro”, disse.

A aliança dos dois partidos, de acordo com Biffi, foi alinhada, propositalmente, anteriormente. “Você pode até ganhar eleição sozinho, mas você não governa sozinho. MDB é o fiel da balança assim como foi em 2014; Delcídio [do Amaral] perdeu porque não conseguiu apoio do MDB”, justificou Biffi. Com relação às reuniões da legenda realizadas ontem, Odilonzinho se explicou dizendo que foram necessárias para alinhar os militantes. “A Executiva do PDT se reuniu pela manhã para definir como poderá contribuir mais com a campanha do juiz Odilon. À tarde, nos reunimos com Dagoberto para tratar como seria essa ajuda, qual seria o papel de cada um eleito e das pessoas do partido”.

Mas as conversas com os filiados ao partido não acabaram. “Ficou definido que hoje vamos ter outra conversa com o pessoal do partido para delimitar as funções, como quem vai ajudar a coordenar cada região, determinar quem vai auxiliar para fechar mais alianças, pois nem todas foram fechadas, e qual a função do deputado federal para falar com a Câmara Federal”.

Questionado sobre o que foi fazer no Centro de Triagem, o vereador contou ter ido visitar Puccinelli a pedido dele. “Fui visitar a pedido dele, na condição de advogado, para dar orientação sobre o caso dele. Não estou advogando, foi a convite dele para um parecer. Não posso falar sobre o que foi, pois tem que preservar sigilo entre cliente e advogado”, afirmou.

Na saída da reunião, Dagoberto relatou insegurança por parte do PDT em relação à campanha. “Estamos administrando para arrumar isso. Vamos fazer uma reunião grande com o PDT do Estado inteiro. Vou ajustar isso para saber se vai ser na quinta ou sexta, para todos eles estarem aqui”.

Fonte: Correio do Estado

Imagens de pesquisas eleitorais com resultados falsos ou fora do contexto circulam pelas redes sociais e aplicativos de mensagens após o 1º turno das eleições presidenciais, realizado no último dia 7 de outubro. Os posts são #FAKE.

Uma das imagens que circula se refere a uma pesquisa eleitoral que jamais foi divulgada pela GloboNews. Na imagem, a data que aparece é o dia 14 de outubro deste ano (um domingo) e o Datafolha como fonte. A pesquisa citada considera os votos válidos para a contagem. Não houve nenhuma divulgação de pesquisa na data.


Na verdade, a última pesquisa Datafolha, registrada no TSE com o número BR-00214/2018, teve seus resultados divulgados no último dia 10 de outubro. Nos votos válidos, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos, os índices foram: Jair Bolsonaro (PSL), com 58%, e Fernando Haddad (PT) com 42%.

Desde o fim do primeiro turno, essa foi a última pesquisa realizada pelo Datafolha divulgada. Ou seja, os números do post não batem com os resultados oficiais.

Em outra imagem compartilhada, um print de uma pesquisa para presidente com a logo da Band News mostra Haddad com 53% e Bolsonaro com 47%. O crédito da pesquisa é o Índice Band. Há também a seguinte mensagem na parte inferior da imagem: “Isso a Globo não mostra”. Os números que aparecem na imagem compartilhada batem com uma simulação de 2º turno apresentada no dia 29 de setembro. Ou seja, os números se referem a uma pesquisa de intenção de voto feita antes da realização do primeiro turno e não tem relação com o contexto atual.

Post fora do contexto que tem circulado; imagem se refere a pesquisa realizada no dia 29 de setembro, data anterior ao primeiro turno Foto: Reprodução

Já outra imagem semelhante e também com a logo da Band News apresenta os dois candidatos com outros índices: Bolsonaro com 73% e Haddad com 27%. Essa é totalmente falsa, segundo a assessoria da Band News.
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Fonte: Extra

Em uma operação nas propriedades rurais do município de Novo Horizonte do Sul, Policiais Militares Ambientais de Batayporã autuaram hoje (15) no final da manhã, um proprietário rural por derrubada de árvores para exploração ilegal de madeira e plantio de lavoura em sua propriedade.

A PMA localizou diversas árvores nativas das espécies angico-branco, farinha-seca e pau-terra derrubadas em área de 20 hectares na fazenda, para limpeza e plantio de mandioca sem autorização ambiental. O fazendeiro também exploraria a madeira da vegetação derrubada.

As atividades foram paralisadas e a madeira apreendida. O infrator (50), domiciliado em Londrina (PR), foi autuado administrativamente e multado em R$ 4.500,00. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena seis meses a um ano de detenção. O pecuarista foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.

Fonte: Ivinoticias

A margem de erros é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, abriu 18 pontos de diferença do seu adversário Fernando Haddad (PT).

Segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira, o deputado tem 59% dos votos válidos e Haddad, 41%.

A contagem, que exclui brancos, nulos e indecisos como a Justiça Eleitoral faz no dia da eleição, confirma a onda conservadora que quase deu a vitória em primeiro turno ao presidenciável do PSL.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.A sondagem do Ibope, de âmbito nacional, ouviu 2.506 eleitores entre os dias 13 e 14 de outubro.

A margem de erro da pesquisa, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o levantamento tem o registro BR01112/2018 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O intervalo de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Em 2013, o deputado federal Jair Bolsonaro, então no PP-RJ, apresentou ao Congresso Nacional um projeto de lei para retaliar o Ibama após ter sido multado pelos fiscais do órgão por pesca irregular em Angra dos Reis (RJ).

Bolsonaro pretendia desarmar todos os fiscais do Ibama em ações de campo, o que contrariava seu discurso de defesa do armamento da população.

O deputado foi multado em R$ 10 mil pelo Ibama em janeiro de 2012 por pesca ilegal numa estação ecológica protegida por lei. O processo administrativo resultou em uma investigação preliminar na PGR (Procuradoria-Geral da República), em Brasília. Em outubro de 2013, o então procurador-geral, Rodrigo Gurgel, apresentou denúncia contra o parlamentar -o caso depois foi arquivado pelo STF.

O projeto de lei de Bolsonaro tocava num ponto sensível da atividade de campo dos fiscais do Ibama, instituto federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

Como eles sofrem risco ao fiscalizar áreas perigosas, distantes de centros urbanos e insalubres no interior do país, Bolsonaro propôs impedir a posse e uso de quaisquer armas de fogo pelos servidores públicos "no exercício de ações fiscalizatórias ambientais". Ele queria revogar o artigo de uma lei de 1967, um decreto presidencial e uma portaria do Ibama de 2009 que autorizavam armamento para os servidores.

Na prática, o projeto deixaria os fiscais totalmente expostos à violência de garimpeiros, madeireiros e caçadores de animais silvestres. Quando os fiscais chegam a uma região onde são cometidos crimes ambientais, logo se tornam focos de tensão e ameaças.

Em 2006, por exemplo, em Roraima uma equipe do Ibama sofreu uma emboscada de caçadores de tartarugas. Eles assassinaram a tiros o guia da equipe do Ibama. Há um ano, em Humaitá (AM), a população atacou e incendiou veículos e prédios do Ibama após uma ação de fiscalização.

Bolsonaro escreveu em seu projeto de lei que os fiscais poderiam "exercer seus ofícios com apoio de órgãos de segurança estaduais e federais, quando a situação assim o exigir".

A proposta, se aprovada, causaria o retardamento ou mesmo o cancelamento das fiscalizações, pois as forças policiais nos estados muitas vezes são contrárias à repressão de crimes ambientais pela sua ligação com os moradores da região.

O projeto tramitou na Câmara -em 2014, foi debatido na Comissão de Segurança Pública. A reportagem obteve uma fotografia da época na qual Bolsonaro aparece conversando com um grupo de fiscais do Ibama que foi acompanhar a discussão sobre o projeto na Câmara.

A reportagem falou com três dos presentes na reunião. Um deles contou que Bolsonaro sugeriu, na conversa, que poderia retirar o projeto de lei contra os servidores do Ibama caso o episódio da multa tivesse um desfecho. Outro presente à conversa disse à reportagem que Bolsonaro afirmou que só tiraria o projeto da Câmara se a presidência do Ibama viesse "explicar como funciona [a multa]".

Bolsonaro resolveu então retirar o projeto de lei da pauta do Congresso, o que foi oficializado em 2015. Ele argumentou que a retirada da proposta "visa ao atendimento das demandas da sociedade nos dias atuais, em que o aumento da criminalidade e da sensação de impunidade induz a uma realidade em que determinadas categorias profissionais, cujas atividades laborais ofereçam consideráveis níveis de risco, tenham a possibilidade da utilização da arma de fogo para defesa e garantia de sua integridade física".

MULTA

Em discurso após o primeiro turno, Bolsonaro voltou a prometer o fim da "indústria de multas" emitidas pelo Ibama e o ICMBio: "Vamos botar um ponto final em todos os ativismos do Brasil. Vamos tirar o Estado do cangote de quem produz".

A promessa tem sido vista como um aceno ao agronegócio, além de atrair grileiros, garimpeiros e madeireiros. Agentes ambientais, no entanto, atribuem os repetidos ataques aos dois órgãos à multa aplicada em Bolsonaro.

Em 25 de janeiro de 2012, às 10h50, segundo os autos, vestindo uma camiseta comprida e uma sunga branca, Bolsonaro foi flagrado por agentes do Ibama pescando sobre um bote inflável na ilha de Samambaia, dentro da Esec (Estação Ecológica) de Tamoios, categoria de área protegida que não permite a presença humana, na região de Angra dos Reis (RJ).

Ao ser abordado, Bolsonaro, segundo relatos de quem participou da operação, alegou ter uma carta de autorização da ex-ministra da Pesca Ideli Salvatti (PT), que havia ocupado o cargo no primeiro semestre de 2011, início do primeiro governo Dilma Rousseff (PT).

Sem conseguir convencer os agentes, o capitão reformado ligou de seu celular para o sucessor de Ideli na pasta, o também petista Luiz Sérgio, ex-prefeito de Angra e hoje deputado federal. Mas ele disse que nada podia fazer e o orientou a deixar o local, sempre de acordo com relatos.

Apesar de reconhecido, Bolsonaro se recusou a mostrar os seus documentos pessoais e orientou seus acompanhantes a fazerem o mesmo. Um eles era Edenilson, apontado por moradores da região como seu caseiro e marido da funcionária parlamentar Walderice Santos da Conceição, a Wal, caso revelado por reportagem da Folha de S.Paulo em janeiro.

Finalmente, antes de sair da Esec, unidade administrada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), mas sujeita a fiscalização do Ibama, Bolsonaro teria, aos gritos, chamado os agentes de petistas e prometido voltar ao local no dia seguinte, o que não ocorreu.

Mais tarde, os agentes do Ibama descobriram que a carta de Salvatti era, na verdade, um requerimento do próprio Bolsonaro ao Ministério da Pesca perguntando sobre locais abertos à pesca na região de Angra.

Apesar de ter sido fotografado no local do crime ambiental e da presença de seis agentes, Bolsonaro recorreu da multa sob o argumento de que não era ele a pessoa presente no local da multa.

Em defesa protocolada no Ibama em 22 de março, Bolsonaro afirmou que estava decolando do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, na hora da autuação.

"Não se pode acreditar que alguém que estivesse no local descrito na autuação às 11h pudesse se deslocar em tão pouco tempo para o local de embarque, considerando ainda a antecedência exiqida pelas companhias aéreas", escreveu o deputado.

Mas o argumento se baseou na data do auto de infração, 6 de março, e não no dia da ocorrência, de janeiro. A demora na emissão ocorreu porque Bolsonaro não quis mostrar os documentos, dificultando a aplicação da multa.

FUSÃO E MULTAS

Procurada pela reportagem sobre a acusação de Bolsonaro a respeito de uma "indústria de multas", a presidente do Ibama, Suely Araújo, disse que o órgão realiza cerca de 1.400 operações de fiscalização por ano, previstas no Plano Anual de Proteção Ambiental (PNAPA).

"Essas operações têm assegurado a proteção da Amazônia e de outros biomas e combatido a degradação ambiental causada por atividades ilícitas nos últimos 30 anos. [...] Os fiscais aplicam as multas em atendimento à legislação em vigor, cumprindo sua missão institucional e muitas vezes colocando em risco a própria vida. Além disso, os autuados têm amplo direito de defesa no âmbito do processo administrativo próprio."

Suely disse ainda que os recursos das multas pagas "não se destinam ao Ibama" e "na verdade, poucos pagam". A média histórica de pagamento é de aproximadamente 5% do valor total das multas aplicadas.

Os choques entre Bolsonaro e o Ibama antecipam uma batalha na área ambiental. O candidato já prometeu que irá fundir o Ministério do Meio Ambiente com o da Agricultura o que, para especialistas, representa um conflito evidente de interesses.

Nessa configuração, o ministro da Agricultura teria amplos poderes sobre o setor do governo justamente encarregado de fiscalizar a ação de agricultores, descompensando o sistema de freios e contrapesos da administração pública.

Membros de sua equipe reforçaram a disposição do candidato de mexer na estrutura ambiental da União. Nesta quinta-feira (11), responsável pelas propostas de infraestrutura na campanha de Bolsonaro, o general da reserva do Exército Oswaldo Ferreira disse ao jornal O Estado de S. Paulo: "Quando eu construí estrada, não tinha nem o Ministério Público nem o Ibama. A primeira árvore que nós derrubamos (na abertura da BR-163), eu estava ali... derrubei todas as árvores que tinha à frente, sem ninguém encher o saco. Hoje, o cara, para derrubar uma árvore, vem um punhado de gente para encher o saco".

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro não respondeu a um pedido de contato.

Fonte: Correio do Estado

Suspeita que o fogo tenha sido criminoso.

Uma casa de madeira localizada na Rua Arthur Costa e Silva, na esquina com a Rua José Domingo, ficou destruída após ser consumida pelo fogo durante a madrugada de ontem em Nova Andradina.

Segundo foi apurado pelo site Nova Noticias, as chamas que atingiram a casa, aconteceu por volta das 04horas e segundo o apurado na casa não morava ninguém, mas no local funcionava uma marcenaria e suspeita que o incêndio tenha sido criminoso.

A polícia militar informou que ainda ontem, mas no período da noite, o acusado de ter colocado fogo, de 30 anos voltou na casa do irmão e proprietário do imóvel, de 41 anos, quando ambos vieram a entrar em vias de fato.

Os dois com ferimentos foram levados para o Hospital Regional de Nova Andradina, para receberem atendimento médico.

Fonte: Nova Noticias

Devido à ação, são esperadas interdições de vias e o controle do espaço aéreo, com restrição para aeronaves civis

Militares e policiais federais fazem hoje (15) uma operação no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. As forças federais fazem incursões dentro da comunidade e um cerco no entorno.

As ações, que envolvem 1.070 militares das Forças Armadas e 30 policiais federais, também incluem revistas de veículos e pessoas. Blindados e aeronaves estão sendo usados na operação.

Devido à ação, são esperadas interdições de vias e o controle do espaço aéreo, com restrição para aeronaves civis.Desde julho do ano passado, militares fazem operações em favelas e rodovias no Rio de Janeiro. A segurança pública do estado está sob intervenção federal desde fevereiro deste ano. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao Minuto

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