Além deles, compareceram Geraldo Alckmin (PSDB), Cabo Daciolo, Henrique Meirelles, Alvaro Dias e Guilherme Boulos

Em crescimento nas últimas pesquisas de intenção de voto, o candidato petista Fernando Haddad tornou-se o principal alvo de debate promovido por Folha de S.Paulo, UOL e SBT nesta quarta-feira (26). Seus concorrentes Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) investiram incisivamente contra Haddad.

Além deles, compareceram Geraldo Alckmin (PSDB), Cabo Daciolo, Henrique Meirelles, Alvaro Dias e Guilherme Boulos. Bolsonaro recupera-se no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após ter recebido facada em ato de campanha no início do mês.

No primeiro bloco do debate, em que os candidatos fizeram perguntas entre si, a interação entre Haddad e Marina foi o grande ponto de tensão.

Ao questionar Marina sobre a revogação ou não da PEC do teto de gastos e a reforma trabalhista, Haddad ouviu que o Brasil está no "fundo do poço" em função da "corrupção de PT, MDB e PSDB". Segundo a candidata, o plano dela seria recuperar a credibilidade do país desgastada pelo PT com auxílio de Michel Temer (MDB), que tornou-se uma espécie de "batata quente" dos candidatos, um atribuindo proximidade com o presidente ao outro.

"Quem botou o Temer lá foram vocês. O Temer traiu a Dilma e não conseguiria chegar lá sem a ajuda de vocês", disse Haddad, referindo-se ao apoio de Marina ao impeachment da ex-presidente."Não defendo terceirização de atividade-meio nem o teto feito pelo Temer. Engraçado você falar de impeachment depois de pedir bênção ao Renan Calheiros (MDB), que apoiou o impeachment. São dois pesos e duas medidas. O PT faz o discurso dos trabalhadores e leva o país ao buraco com o Temer", disse Marina, que foi congratulada por Ciro Gomes após a resposta.

No bloco seguinte, em que os candidatos responderam a questões de jornalistas, foi a vez do pedetista trocar farpas com Haddad. Perguntado sobre a maneira que comporia seu governo se fosse eleito, Ciro disse que "se puder governar sem o PT, eu prefiro". Ele disse reconhecer os méritos das gestões passadas do PT, mas disse que o partido ajudou a criar uma "estrutura de poder odienta, que criou essa figura horrorosa que é o Bolsonaro". Ciro disse que sabe dialogar e pode acabar com a contradição entre PT e Bolsonaro "que está levando o país para a violência".

Pouco depois, Haddad referiu-se à fala de Ciro de maneira irônica ao dizer que fora convidado pelo concorrente para ser vice de sua chapa, que então teria chamado a dupla de "dream team".

Cobrado também por sua proximidade com Lula, Haddad seguiu estratégia desenhada pelo ex-presidente de enfatizar a geração de empregos em seus discursos. Além disso, o petista também enfatizou números de sua passagem como ministro da Educação do governo Lula.

Líder nas pesquisas de intenção de voto, o ausente Bolsonaro foi lembrado apenas pontualmente. Além da citação de Ciro, outra menção relevante foi feita por Boulos, que relembrou de episódio em que o capitão reformado do Exército defendeu o direito de empresários pagarem menos a mulheres do que a homens. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Ana Cristina Valle afirmou ao Itamaraty, em 2011, que o hoje presidenciável queria matá-la

Cinco brasileiros que vivem na Noruega e conviveram com Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro (PSL), confirmaram à reportagem o relato que consta em documento oficial do Itamaraty, redigido em 2011.

O registro diplomático informa que ela afirmou ao vice-cônsul naquele país que havia sido ameaçada de morte pelo ex-marido e que por isso havia fugido do Brasil.

O caso foi revelado pela Folha de S. Paulo, nesta terça (25). Logo após a publicação da reportagem, Ana Cristina divulgou vídeo nas redes sociais no qual negava ter falado sobre o assunto com a embaixada brasileira, rechaçava ter sido alvo de qualquer ameaça e defendia Jair Bolsonaro, atacando a imprensa.

Dos cinco brasileiros que aceitaram falar com a reportagem, quatro disseram que só o fariam sob anonimato, com medo de represália. Uma decidiu se identificar.

Simone Afonso, ainda reside na Noruega e conta que conheceu Ana Cristina em 2009, quando ela deixou o Brasil.

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"Ela tentou asilo político aqui, o que foi negado pelo departamento de imigração local. Dizia que estava sendo ameaçada pelo ex-marido, o Jair Bolsonaro, que ele havia tirado a guarda do filho dela", contou.

"Todo mundo aqui em Oslo sabe que o discurso dela era: estou aqui por medo do meu ex-marido", continuou. "E se você quiser, a gente pode fazer uma lista de pessoas daqui que sabem dessa história."

As outras quatro testemunhas relatam o caso da mesma forma. Segundo elas, Ana Valle, como ela é conhecida por lá, chegou à Noruega muito fragilizada e se aproximou de um grupo de brasileiros.

Segundo os relatos dos brasileiros, ela costumava repetir que a "minha cabeça vale R$ 50 mil". Como não tinha fluência na língua local e falava com dificuldade o inglês, Ana dependia das pessoas que acabara de conhecer.

Simone Afonso contou que Ana chegou a morar na casa de um brasileiro em Oslo. Fernando Xavier, disse ela, teria alugado um quarto para a ex-mulher de Bolsonaro até que ela pudesse se estabelecer no país.

Em suas redes sociais, Xavier compartilhou a reportagem da Folha de S. Paulo desta terça (25). "Olha as verdades surgindo do teatro de vampiros!!!! (sic) Chegou ameaçada e ficou anos sem ver o filho!!!", escreveu. "Eu sou testemunha e muitas outras pessoas da sociedade de Oslo!!!"

Uma das pessoas ouvidas pela reportagem disse que, em maio deste ano, Ana Cristina esteve no país afirmando que iria disputar uma vaga de deputada federal pelo Podemos.

Quando ainda morava no exterior, a ex-mulher de Bolsonaro contou aos brasileiros detalhes da disputa judicial que travou com o ex-marido pela guarda do filho do casal, Renan.

Uma das pessoas com as quais a reportagem conversou disse ter enviado para Ana Cristina, no Brasil, a certidão de nascimento com a qual ela conseguiu tirar o filho do país sem a autorização de Bolsonaro -foi isso o que levou o deputado a mobilizar o Itamaraty.

A ex-mulher do presidenciável usou um documento antigo, anterior ao reconhecimento da paternidade. Nele, apenas seu nome constava como responsável pelo menino. Essa mesma pessoa diz que presenciou a ligação do vice-cônsul que consta no telegrama reservado arquivado no Itamaraty.

REAÇÕES

O vídeo em que Ana Cristina Valle nega a ameaça de morte relatada ao Itamaraty e revelada pela Folha de S. Paulo está sendo compartilhado entre os brasileiros que conviveram com ela na Noruega. De acordo com os relatos, ninguém entende o apoio repentino ao ex-marido, de quem ela dizia que tinha medo.

Muitos deles foram até as redes sociais dela para questioná-la. Dizem que quem conviveu com ela sabe do que chamam de história verdadeira. "Por que, de repente, ela está apoiando a candidatura?", pergunta Simone Afonso. "Ninguém que é ameaçado de morte quer depois carregar o sobrenome dessa pessoa."

Ana Cristina foi procurada para comentar os relatos, mas não respondeu até o fechamento desta reportagem. No vídeo publicado na terça para rebater a reportagem, ela disse que estava indignada. "Venho aqui muito indignada desmentir a suja Folha de S.Paulo, que publica que o Jair me ameaçou de morte. Nunca."

"Pai do meu filho, meu ex-marido. Ele é muito querido, por mim e por todos. Ele não tem essa índole", ela disse. "Espero que vocês acreditem que essa mídia suja só quer denegrir a imagem dele, porque ele está em primeiro lugar nas pesquisas e assim vai ficar." Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Um acidente na tarde desta quarta-feira (26) por volta das 15h20min deixou um homem ferido na rodovia MS-276 Km 96, entre Ivinhema a Deodápolis, próximo a entrada da Fazenda Auxiliadora.

Conforme apurou o Site Ivinoticias, a condutora do carro Gabriela da Silva de 23 anos seguia com o veiculo Fiat Siena com placas de Nova Andradina, sentido Deodápolis a Ivinhema quando perdeu o controle do carro e saiu da pista, vinda a capotar.

No carro também estava o pai da condutora, o senhor Edimo Junior de 43 anos, que com o impacto do acidente teve um corte contuso na cabeça e foi socorrido pelo corpo de bombeiros de Ivinhema e encaminhado para o Hospital Municipal.

A Policia Militar Rodoviária da base operacional de Amandina, também esteve no local para atender a ocorrência.

Fonte: Ivinoticias

Elias Santana teria sofrido traumatismo craniano, além de lesões na coluna e pescoço

O peão de rodeio Elias Santana da Silva Júnior, de 29 anos, morreu após ser arremessado contra a arena durante o evento e ainda ser atingido pelo chifre do touro em seguida. Natural do município de Aparecida do Taboado, o atleta participava do rodeio na cidade de Rubinéia (SP) na madrugada de sábado (22) e estava internado até a tarde de ontem (25), quando morreu no hospital.

Conforme o site Informa Mais, Elias teria sofrido traumatismo craniano, além de lesões na coluna e pescoço. Após primeiros socorros, o peão foi transferido por Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel para São José do Rio Preto (SP).

Já no hospital de São José, Elias passou por cirurgia neurológica e permaneceu na UTI com cuidados intensivos.

Mesmo após as tentativas e cuidados, o peão não resistiu e morreu na tarde de ontem. Elias era casado e deixa um filho de 3 anos de idade.

Fonte: Correio do Estado

A Polícia Militar de Nova Andradina por meio da equipe de força tática, prendeu na noite de terça (25) um homem de 41 anos, por violência doméstica na rua José Batista Vieira.


Os policiais foram acionados pelo 190, onde a vítima de 37 anos relatou que possui medida protetiva em desfavor de seu ex-esposo e que pela manhã havia sido agredida com socos tapas. A vítima informou que logo após o fato foi até a delegacia da mulher para registro.

Ainda segundo informes da agredida, por volta das 19:00 horas o autor retornou até sua residência e após agredi-la novamente, sacou uma faca e ameaçou-a de morte, pegando a bicicleta da ex companheira e fugiu do local.

A equipe policial realizou diligências nas proximidades da residência e localizaram o autor que após abordagem e busca pessoal foi flagrado com uma faca na cintura.

Ao receber voz de prisão, o autor resistiu, sendo necessário o emprego de força para detê-lo encaminhá-lo para Delegacia juntamente com a faca encontrada.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do 8º BPM

Alegando ser segurança, Marcos Antônio Freire dos Santos de 27 anos, foi preso nesta noite (25) ao ser flagrado com uma arma de uso restrito das forças policiais, na MS-379, área rural de Douradina, a 196 quilômetros de Campo Grande.

O suspeito foi abordado pela PM (Policia Militar) enquanto seguia em uma motocicleta Yamaha YBR, prata, com uma bolsa volumosa. Durante a revista os policiais então localizarão uma pistola calibre 45 carregada com 8 munições.

Ele alegou aos policiais prestar serviços de segurança em uma fazenda na região e que não possuía a documentação do armamento. Contudo o suspeito foi encaminhado com o armamento e a motocicleta a Delegacia de Douradina onde foi autuado em flagrante.

Fonte: Campo Grande News

Karola (Deborah Secco) vai ser nacionalmente desmascarada em “Segundo sol”. Luzia (Giovanna Antonelli) e Galdino (Narcival Rubens) conseguem que as imagens da transa de Karola e Remy (Vladimir Brichta) sejam exibidas no telão de um show especial de Beto (Emilio Dantas), que está sendo televisionado.

Karola, que está fazendo um discurso, demora a perceber o que está sendo exibido atrás dela. Karola se desespera e diz que não é ela. O público começa a vaiar, xingar e a jogar latinhas, sacos de água e objetos nela.

Karola enfrenta a plateia: “O que vem de baixo não me atinge! Pode jogar! Joga a mãe!”. As pessoas passam, então, a tacar comida, bebida e sorvete, deixando Karola imunda. “Tão me julgando, é? E vocês, são quem mesmo pra me julgar?? Um bando de morto de fome, de baranga, bando de homem brocha, gente mal vestida, cabelo ruim, gentalha, gente feia, pobre, burra, fedida. É, catinguenta, mal amada!”, diz ela. Nesse momento, atiram um saco com líquido suspeito que atinge a cabeça dela. “O que é isso? Seus porcos! Seus pobres! Seus nojentos! Gentinha! Bando de bagaceira!”, grita ela, desesperada, saindo do palco.

Fonte: Extra.globo

 

Candidato arrecadou, até o momento, R$ 998 mil, em doações

Cerca de um terço da arrecadação do candidato à presidência Jair Bolsonaro é destinado a doações para outras campanhas, a maior parte, para os seus dois filhos, Flávio Bolsonaro (PSL), concorrente ao Senado pelo Rio de Janeiro, e Eduardo Bolsonaro (PSL), que tenta a reeleição como deputado federal por São Paulo.

Bolsonaro arrecadou, até o momento, R$ 998 mil em doações, de acordo com informações do UOL. Destes, R$ 345 mil foram doados a campanhas de terceiros, sendo R$ 300 mil para os dois filhos. Os outros R$ 45 mil foram destinados ao "afilhado" político, Hélio Fernando Barbosa Lopes, que se lançou com a alcunha "Hélio Bolsonaro". O valor é maior do que os R$ 240 mil gastos com a produtora Mosqueteiro Filmes.

O candidato que lidera as intenções de voto até o momento também recebeu aproximadamente R$ 117 mil em doações em nome de pessoa física (como empresários, apoiadores e o irmão, Renato Bolsonaro) e não faz uso do fundo eleitoral do PSL.

Fonte: Noticias ao minuto

Relatórios despachados de Oslo, na Noruega, para a sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, revelam que Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), alegou ter sido ameaçada de morte pelo deputado federal, em 2011.

Os telegramas, como os textos datados de julho de 2011 são chamados no jargão diplomático, mostram os movimentos do capitão reformado do Exército para tratar de um assunto pessoal, a localização da mulher, com quem se relacionou por 10 anos, e do filho deles, Jair Renan, então com 11 anos de idade. Na época, ao explicar os motivos que a levaram a sair do país, Ana Cristina disse que “havia sido ameaçada de morte pelo pai do menor”, no que o vice-cônsul completou: “Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político naquele país”.

 

No documento, consta o nome do embaixador brasileiro na Noruega na época, Carlos Henrique Cardim. Diplomata e professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília UnB), ele atesta o diálogo entre a ex-mulher de Bolsonaro e o vice-cônsul Mateus Henrique Zóqui, apesar de informar que não participou do diretamente do caso. Segundo Cardim, Bolsonaro fez contato com ele naquele período para tratar do caso envolvendo o filho Renan. “Mas a embaixada não trata desses casos, no que indiquei o chefe do setor consular.” Na sequência, o embaixador entrou de férias e, por causa de assuntos pessoais, preferiu deixar o cargo no país europeu, assumindo logo depois o cargo de assessor internacional do Ministério dos Esportes.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada na semana passada, revelou os detalhes de como Bolsonaro mobilizou a estrutura do Ministério das Relações Exteriores para atender interesses pessoais, envolvendo a relação com a ex-mulher. O documento, ao qual o Correio também teve acesso, demonstra os detalhes das conversas entre Ana, representantes e representantes do Itamaraty. De acordo com o memorando, ao ser informada que poderia responder, no âmbito da Convenção de Haia, pelo sequestro internacional de menores, a advogada considerou que o vice-cônsul estava agindo em nome de Bolsonaro.

No entanto, no decorrer da conversa, ela foi ganhando confiança e informada que também poderia recorrer a assistência consular. Ana disse então que “havia deixado o Brasil há dois anos por ter sido ameaçada de morte pelo pai do menor”. Em conversa com a reportagem do Correio, Ana Cristina negou ter feito as acusações ou ter sido contatada pelo consulado brasileiro. “Nunca fui ameaçada de morte por ele. Eu não fui contatada pela embaixada na época. O governo da Noruega que ligou para o meu marido, que hoje mora comigo aqui no Brasil. Hoje eu mantenho uma relação boa com Bolsonaro. Toda separação é meio difícil. Existem mágoas, um pouco de brigas, e na minha não foi diferente. Mas hoje em dia estamos muito bem”, afirmou.

Procurado pelo Correio, por meio de sua assessoria, o deputado Jair Bolsonaro não atendeu as ligações da reportagem, tampouco respondeu as mensagens. Zóqui, funcionário do Itamaraty, também se recusou a dar detalhes sobre o ocorrido. O Itamaraty não quis se pronunciar.

Em campanha

Na época, ao ser informado sobre a ida da ex-mulher com o filho para a Europa, Jair Bolsonaro procurou o setor do Itamaraty que é destinado ao atendimento das demandas dos parlamentares. Para receber atenção da pasta, os assuntos devem estar ligados diretamente ao exercício do mandato legislativo. De acordo com o próprio site do Itamaraty, o órgão não pode “interferir em questões de direito privado, como direitos do consumidor ou questões familiares”.

Bolsonaro também ingressou com um processo na Justiça. Atualmente, Jair Renan vive no Brasil, com a mãe. Ana Cristina é chefe de gabinete na Câmara de Vereadores de Resende, no Rio de Janeiro. Ela é candidata a deputada federal pelo Podemos, e utiliza as redes sociais para fazer campanha. Apesar de não ter adotado o nome do candidato à Presidência, ela se identifica nas redes sociais e nos materiais eleitorais como Cristina Bolsonaro. “Eu tenho um pensamento muito parecido com o dele. Ele me incentivou a fazer faculdade e comecei a atuar no direito militar”, disse.

Fonte: Midiamax

Ainda com seus direitos políticos, ex-presidente que votar no próximo dia 7

Padrinho da candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) para poder votar na eleição de outubro.

Ele está preso desde abril na superintendência da Policia Federal, em Curitiba. Em maio, seus advogados entraram com ação no TRE-PR para pedir a instalação de uma seção eleitoral no local e garantir que ele pudesse votar.

No entanto, o pedido foi negado pela Justiça Eleitoral em agosto, porque não haveria eleitores suficientes para justificar a seção -seria preciso contabilizar ao menos 20 eleitores na superintendência da PF. A regra é estabelecida no Código Eleitoral, a fim de não comprometer o sigilo do voto.

Nesta terça-feira (25), seus advogados entraram com novo recurso, um mandado de segurança, para tentar garantir o voto do petista. "Lula pleiteia unicamente o que resta a ele: seu singelíssimo direito a voto na condição de preso provisório", escrevem os advogados do escritório de Luiz Fernando Casagrande Pereira.

Eles pedem que o tribunal garanta os meios materiais e técnicos para o exercício do direito de voto de Lula na carceragem da superintendência da Polícia Federal, ou que permita que o petista vote em São Bernardo do Campo (SP), seu domicílio eleitoral.

Segundo a defesa, Lula "corre o risco de lesão permanente a seu direito constitucional ao voto", que está garantido pela Constituição e assegurado pelo TSE.

Como a sentença de Lula ainda não transitou em julgado, o petista não teve os direitos políticos suspensos, e por isso pode votar.

"Como comprovado documentalmente, Lula manifestou sua vontade de exercer o voto em maio de 2018, dois meses antes do prazo para abertura das seções especiais, como manda a resolução", diz o documento assinado pelos advogados do petista.

Fonte: Correio do Estado

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