Ninguém estava no imóvel no momento do desabamento

Um incêndio causou o desabamento de um prédio comercial no Pari, região central de São Paulo, na noite da sexta-feira, 28. Antes do colapso da estrutura de quatro andares, uma pessoa havia sido resgatada com ferimentos decorrentes das chamas. Cerca de 30 viaturas dos bombeiros foram acionadas para o local e, até o início da madrugada deste sábado, 29, os agentes permaneceram no local realizando atividades de rescaldo.

De acordo com a assessoria de comunicação da corporação, uma pessoa foi atendida com ferimentos decorrentes do incêndio e encaminhada para atendimento no Hospital das Clínicas.

O prédio atingido fica localizado na Rua Carnot, na altura do número 500.

A corporação não havia informado até o horário de publicação desta matéria quais seriam as causas para o início das chamas nem o grau de comprometimento da estrutura dos prédios vizinhos.

Imagens da TV Globo mostram o momento em que os andares superiores da estrutura desabam.

Não havia ninguém no interior do prédio no momento do colapso da estrutura. Autoridades da

Prefeitura e do Corpo de Bombeiros estão avaliando os danos causados ao imóveis próximos. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Noticias ao minuto

Ninguém estava no imóvel no momento do desabamento

Um incêndio causou o desabamento de um prédio comercial no Pari, região central de São Paulo, na noite da sexta-feira, 28. Antes do colapso da estrutura de quatro andares, uma pessoa havia sido resgatada com ferimentos decorrentes das chamas. Cerca de 30 viaturas dos bombeiros foram acionadas para o local e, até o início da madrugada deste sábado, 29, os agentes permaneceram no local realizando atividades de rescaldo.

De acordo com a assessoria de comunicação da corporação, uma pessoa foi atendida com ferimentos decorrentes do incêndio e encaminhada para atendimento no Hospital das Clínicas.

O prédio atingido fica localizado na Rua Carnot, na altura do número 500.

A corporação não havia informado até o horário de publicação desta matéria quais seriam as causas para o início das chamas nem o grau de comprometimento da estrutura dos prédios vizinhos.

Imagens da TV Globo mostram o momento em que os andares superiores da estrutura desabam.

Não havia ninguém no interior do prédio no momento do colapso da estrutura. Autoridades da

Prefeitura e do Corpo de Bombeiros estão avaliando os danos causados ao imóveis próximos. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Noticias ao minuto

Policia Militar de Novo Horizonte do Sul, prendeu na noite de sexta (28) um homem de 55 anos, após ameaçar companheira e efetuar disparo com arma de fogo artesanal.
A equipe policial foi acionada via 190, recebendo a denúncia que no conjunto Novo Habitar, teria ocorrido um desentendimento e logo após um disparo de arma de fogo e a moradora não foi mais vista mais a residência.

No local os policiais, em contato com o suspeito, descobriram que houve um desentendimento mas disse que já estava tudo bem, segundo o proprietário da residência, que apresentava sinais de embriaguez. Ao entrar na residência para verificar a situação, a equipe encontrou em cima de uma mesa, uma arma de fogo artesanal (garrucha), calibre .22, com uma munição intacta.

Indagado sobre quem morava na residência com ele, o autor respondeu que mulher havia saído para a casa de sua filha. Em contato com a companheira do autor, esta relatou que sempre sofre ameaças de morte pelo autor, e disse que sua filha estava em sua residência, em um churrasco com uns amigos do autor e que o mesmo estava ingerindo bebidas alcoólicas, e quando estavam somente ela, o autor e a filha no local, o homem começou a chamar para que entrasse, e quando a vítima entrou, verificou que ele estava com a arma na cintura, e quando ele pegou a arma ambas saíram correndo. Ainda de acordo com a vítima, o autor apontou a arma na direção das mulheres e efetuou um disparo.

Diante do flagrante foi dada voz de prisão ao autor, que foi conduzido para a Delegacia de Polícia de Ivinhema, juntamente com a arma de fogo.

Fonte: Assessoria de comunicação Social do 8º BPM

A Policia Militar de Novo Horizonte do Sul, prendeu na tarde de sexta (28) um homem de 50 anos, procurado pela justiça.

A equipe policial realizava rondas ostensivas e preventivas pela rua Teotonio Monteiro quando avistou um homem que ao perceber a aproximação da viatura passou a apresentar comportamento suspeito.

Os policiais abordaram-no e após consulta no sistema policial foi constatado que havia um mandado de prisão em seu desfavor.

Diante do flagrante foi dada voz de prisão ao procurado, que foi conduzido para a Delegacia de Polícia de Ivinhema onde ficou à disposição da justiça.

Fonte: Assessoria de comunicação Social do 8º BPM

Uma mulher de 46 anos procurou a polícia no início da tarde desta sexta-feira (28), em Anastácio, cidade a 140 quilômetros de Campo Grande, após quase ser atropelada pelo ex-namorado na Rua Afonso Paim.

Ela disse à polícia que desviou do carro e se esconder em um matagal, pois o homem dizia que iria matá-la. De acordo com o site O Pantaneiro, eles namoraram por sete meses, mas o autor não aceita o fim do relacionamento.

A vítima disse que estava em casa, quando recebeu ligação de um amigo para que ela fosse buscar algumas coisas na casa dele. No caminho, ela foi vista pelo autor que estava em um bar. “Quando eu estava atravessando o campo, ele veio do bar gritando, jogando o carro em cima de mim”, disse ela que ficou bastante assustada com a situação.

 

Para não ser atropelada, ela se escondeu em mata próxima e acionou a polícia. O homem, que é natural de Campo Grande, mas estaria vivendo em uma casa no Jardim Aeroporto, fugiu. Ela disse que já havia sido agredida em outras ocasiões e que o homem tentou estuprar a filha dela, de 10 anos. Por este motivo, ela solicitou medidas protetivas, pois está com medo.

Fonte: Midiamax

Haddad (PT) consolidou-se em segundo lugar na corrida eleitoral

A nove dias do primeiro turno da eleição presidencial, Fernando Haddad (PT) subiu seis pontos e consolidou-se em segundo lugar na corrida eleitoral, com 22%.

Ela segue sendo liderada por Jair Bolsonaro (PSL), que se manteve estável com 28%, mas perdeu fôlego nas simulações de segundo turno, sendo derrotado em todas elas. A dupla lidera também no quesito rejeição do eleitor, indicando a polarização na disputa.

Os dados estão na nova pesquisa do Datafolha. Nela, Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) empatam tecnicamente no terceiro posto. Marina Silva (Rede) murchou para um distante quarto lugar.

O instituto ouviu 9.000 eleitores em 343 cidades de quarta (26) a esta sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A pesquisa anterior havia sido feita nos dias 18 e 19.

Haddad, o preposto indicado por Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer em seu lugar, já que foi declarado inelegível por ter condenação em segunda instância, cresceu de 16% para 22% nas intenções de voto estimuladas. Nas menções espontâneas, também cresceu seis pontos, chegando a 17%.

Ele teve seu mais forte crescimento nas regiões Nordeste (12 pontos) e Norte (13 pontos). No tradicionalmente lulista e populoso Nordeste, ele lidera com 38% das intenções de voto. Ali, Bolsonaro registra seu pior desempenho regional, com 16% de intenções de voto, empatado com Ciro Gomes (PDT), que tem 15% no seu território de origem.

O período da pesquisa coincidiu com uma zona de turbulência na campanha do capitão reformado, que se recupera internado de uma facada recebida no dia 6. Na quarta, a Folha de S.Paulo revelou um documento do Itamaraty relatando uma ameaça de morte atribuída a Bolsonaro por uma ex-mulher, que hoje nega ter dito isso. Na quinta, surgiu a fala de seu vice, Hamilton Mourão (PRTB), criticando o 13º salário, e mais acusações contra o deputado no processo de divórcio divulgadas pela revista Veja.

Bolsonaro segue com os mesmos 28% que recebeu no levantamento anterior, na pesquisa estimulada. Na declaração espontânea, oscilou positivamente um ponto, para 25%.

No terceiro pelotão, a disputa está embolada entre Ciro, que oscilou negativamente dois pontos e tem 11%, e Alckmin, que subiu dentro da margem de 9% para 10%. No caso do pedetista, o forte crescimento de Haddad no seu quintal eleitoral, o Nordeste, ajuda a bloquear seus movimentos. Já o tucano, apesar de contar com o maior tempo de propaganda eleitoral gratuita, viu sua campanha mais incisiva por um voto útil contra Bolsonaro e PT fracassar em lhe auferir apoio.

Já Marina confirmou a tendência de queda livre e oscilou mais dois pontos para baixo, atingindo 5% na pesquisa estimulada. A candidata da Rede está agora um pouco acima do bloco dos nanicos eleitorais, integrado por João Amoêdo (Novo, 3%), Alvaro Dias (Podemos, 2%), Henrique Meirelles (MDB, 2%), Vera (PSTU, 1%), Guilherme Boulos (PSOL, 1%) e Cabo Daciolo (Patriota, 1%).

As simulações de segundo turno trazem más notícias para Bolsonaro. Se nas duas semanas seguintes ao ataque de Juiz de Fora ele viu seu desempenho melhorar nos embates com os principais adversários, agora ele perde para todos com uma curva desfavorável.

Ciro ampliou a vantagem sobre o deputado, que batia por 45% a 39% na pesquisa anterior, derrotando-o por 48% a 38%. O pedetista segue sendo o único a vencer todos os embates nas simulações de segundo turno.

Haddad saiu do empate em 41% e supera Bolsonaro por 45% a 39%, melhorando também seu desempenho contra o PSDB: empata com Alckmin em 39%, o que dificultará a ideia tucana de vender o candidato como alguém que venceria o PT com certeza no segundo turno. Questionados sobre mudança de voto, 18% dos apoiadores do tucano optariam pelo capitão.

A raiz da dificuldade de Bolsonaro é sua rejeição, que paradoxalmente é a principal fraqueza também de Haddad, hoje seu principal oponente. Ambos os candidatos são os que registram a maior taxa de "não voto de jeito algum" da pesquisa.

O deputado subiu de 43% para 46% e o petista, de 29% para 32%, confirmando o caráter plebiscitário e polarizado da disputa. Isso também se nota na convicção de seus eleitores, superior à dos outros candidatos: 79% dos bolsonaristas e 78% dos pró-Haddad dizem não mudar de opção.

A rejeição ao candidato do PSL segue forte entre as mulheres, objeto da campanha #elenão. O rejeitam 52% das eleitoras. Na pergunta estimulada, seu eleitorado feminino é de apenas 21%, contra os 37% que alcança entre homens. Jovens de 16 a 24 anos (55%) e os mais pobres (52%) são outros grupos que lideram a tendência de descartar o voto nele.

Já Haddad é mais rejeitado pelos eleitores que ganham mais de dez salários mínimos (59%), com nível superior (48%) e do sexo masculino (39%). A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08687/2018. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de "comportamento explosivo" e "desmedida agressividade" do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

As informações constam de um processo de cerca de 500 páginas obtido pela revista Veja e revelado na noite desta quinta-feira (27).

No documento, Ana Cristina Siqueira Valle acusou seu ex-marido de ocultar milhões de reais em patrimônio pessoal na prestação de contas à Justiça Eleitoral em 2006, quando foi candidato a deputado federal -e eleito em seguida.

Ana Cristina também acusou o ex-marido de furtar US$ 30 mil e mais R$ 800 mil -sendo R$ 600 mil em joias e mais R$ 200 mil em dinheiro vivo- de um cofre que ela mantinha em uma agência do Banco do Brasil, em 26 de outubro de 2007. O caso resultou em um boletim de ocorrência registrado na 5ª Delegacia de Polícia Civil, no mesmo dia.

A ex-mulher também disse no processo que a renda mensal do deputado na época chegava a R$ 100 mil. Para tal, Bolsonaro recebia "outros proventos" além do salário de parlamentar -à época, segundo a Veja, de R$ 26,7 mil como parlamentar e outros R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não especificou quais seriam as fontes extras.

As acusações descritas no processo incluem o caso revelado nesta semana pela Folha de S.Paulo sobre a disputa da guarda do filho do casal, Jair Renan.

Ana Cristina afirmou em documentos obtidos junto ao Itamaraty que ela sofria ameaças de morte de Bolsonaro. Em 2009, ela teria fugido para a Noruega por medo do deputado. A narrativa de Ana Cristina foi confirmada à Folha por brasileiros que conviveram com a ex-mulher de Bolsonaro naquele país.

A disputa de guarda entre o ex-casal acontecia em paralelo ao desenrolar do caso do cofre. Segundo a revista Veja, enquanto a ex-mulher o acusava de furto, o deputado dizia que Ana Cristina tinha sequestrado Renan.

Atualmente Ana Cristina, ex-servidora da Câmara Municipal de Resende (RJ), usa o sobrenome Bolsonaro e é candidata a deputada federal pelo Podemos. Ela atualmente nega as acusações e defende o ex-marido. Disse apoiar a candidatura de Bolsonaro ao Planalto e considerou "superado" o episódio na Noruega.

Ana Cristina também reagiu de forma negativa à reportagem da Folha que revelou as ameaças de morte relatadas por ela ao Itamaraty.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de "sujo" e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar o próximo presidente do Brasil.

A separação oficial de Bolsonaro e da ex-mulher ocorreu em 2008, depois de dez anos juntos.

Questionada pela revista Veja, Ana Cristina se esquivou de comentar as informações da reportagem. Ela também não explicou sobre como resolveu o litígio com Bolsonaro e passou a apoiá-lo publicamente.

"Quando você está magoado, fala coisas que não deveria", limitou-se a dizer à revista.
Sobre as joias, a ex-mulher afirmou: "era coisa minha, que juntei. Coisas do meu ex-marido, joias que ganhei do Jair".

Questionada sobre por que não atendeu às convocações para depor na polícia, Ana Cristina respondeu: "Não lembro. Fiquei quieta". Por quê? "Não me sentia à vontade. Iria dar um escândalo para ele e para mim. Deixei para lá", disse à revista Veja.

O hoje candidato pelo PSL também foi questionado, mas não se manifestou.

Fonte: Correio do Estado

A questão financeira e a falta de opções no mercado pesaram na escolha de Dorival Junior como substituto de Barbieri, demitido pelo Flamengo nesta sexta-feira. Técnico demitido nos primeiros três meses da gestão Bandeira, Dorival processa o clube e pede R$ 11 milhões em pagamentos atrasados. O caso está na Justiça e a dívida será equalizada com a proposta aceita para assumir o time até o fim do ano, com 12 jogos pela frente no Campeonato Brasileiro.

A solução foi um plano B da diretoria do Flamengo, que procurou Abel Braga mais uma vez, mas o treinador não aceitou a proposta novamente. Os motivos alegados foram o desejo de começar trabalho do início. Abel lamentou inclusive que Barbieri tenha tido o trabalho interrompido.

 

Dorival foi o único que aceitou assumir o Flamengo até o fim do ano, em um contrato de três meses. Em baixa no mercado, o treinador tem a experiência como fator favorável em relação a Barbieri. O nome de Levir Culpi também circulou na Gávea, mas o favorito era Abel Braga, que declinou e pode voltar ao cenário em 2019, após as eleições.

Segunda passagem na Era Bandeira

Esta será a segunda vez que Dorival Júnior vai treinar o Flamengo na Era Bandeira de Melo. Ele chegou em meio ao Brasileiro de 2012, em substituição a Joel Santana, quando Patrícia Amorim ainda era a mandatária. Como Bandeira venceu a eleição no fim daquele ano, o treinador permaneceu até março de 2013, quando foi demitido.

No total, Dorival comandou o time em 37 jogos, com 15 vitórias, 12 empates e 10 derrotas (aproveitamento de 51,3%). Ele será o único treinador com duas passagens pelo clube durante a gestão de seis anos de Bandeira de Mello, que trocou 14 vezes de treinador em dois triênios.

Fonte: Extra.globo

O comandante do 8º Batalhão de Nova Andradina, Tenente Coronel Josafá Pereira Dominoni, reuniu-se na quinta (27) com vereadores de Novo Horizonte do Sul. A visita foi realizada em continuidade às ações do comando do batalhão, que vem conhecendo e apresentando os programas e projetos a serem implantados pela Polícia Militar no Vale do Ivinhema , para as autoridades e lideranças locais.

A visita teve como objetivo apresentar o plano de policiamento e manutenção da parceria entre a Polícia Militar e poder legislativo além de discutir assuntos relacionados à segurança pública do município.

Foi ainda apresentada as atividades que os legisladores podem desenvolver para auxiliar nas ações de segurança pública, como aprovação de leis e o apoio ao Conselho Comunitário de Segurança, além de auxiliar na implantação e operacionalização da Delegacia de Polícia Civil.

Desde que assumiu o comando, o TC Dominoni vem buscando contato com autoridades e lideranças municipais, procurando conhecer as características da cidade e realizando um levantamento da realidade social, para elaborar um plano de policiamento voltado para os problemas locais, intensificando o policiamento ostensivo e preventivo, realizando uma saturação das áreas onde a incidência de crimes e delitos são praticados, bem como da presença de usuários de drogas.

Fonte: Assessoria de Comunicação 8º BPM

Ainda não há previsão de quando o plenário do Supremo analisará o recurso de Lula

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta quinta-feira, 27, para julgamento um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato. No recurso, Lula tenta reverter a decisão do plenário do Supremo que, em abril deste ano, negou por 6 a 5 conceder habeas corpus ao petista, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no caso do triplex do Guarujá.

Ainda não há previsão de quando o plenário do Supremo analisará o recurso de Lula. Em despacho assinado nesta quinta-feira, Lewandowski também pediu ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que paute "o mais brevemente possível" duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) que tratam da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Cabe a Toffoli, na condição de presidente do STF, definir quais matérias serão apreciadas pelos 11 ministros da Corte.

Na avaliação de Lewandowski, o ideal é que o STF analise o mérito das ADCs - tratando da execução antecipada de pena de maneira ampla e abrangente, ou seja, valendo para todos os acusados - antes de se debruçar especificamente sobre a situação de Lula. "Trata-se, a meu ver, de oportunidade única oferecida a este Supremo Tribunal para uma correção de rumos", frisou Lewandowski.

"Permita-me sugerir a Vossa Excelência que restabeleça a ordem natural das coisas, pautando as ações declaratórias de constitucionalidade 43 e 44 o mais brevemente possível, na linha da jurisprudência cristalizada nesta Suprema Corte, no sentido de que a análise de processo de controle concentrado sempre deve preceder o exame de processos de índole subjetiva sobre o mesmo tema", completou Lewandowski, em despacho dirigido a Toffoli.

No dia 14 de setembro, Lewandowski pediu vista (mais tempo para análise) do julgamento do recurso de Lula, que ocorria no plenário virtual da Suprema Corte. Quando Lewandowski suspendeu o julgamento já havia sete votos contrários ao pedido de Lula.

Pilares

A possibilidade de prisão após condenação em segunda instância é considerada um dos pilares da Operação Lava Jato. Toffoli pretende evitar polêmicas no início de sua gestão, mas planeja levar para julgamento pelo plenário, no primeiro semestre do ano que vem, as ações que tratam da possibilidade de execução antecipada da pena.

A sua antecessora no comando da Corte, ministra Cármen Lúcia, sofreu pressão dentro e fora do Supremo para levar o tema para apreciação do plenário.

"Este é um tema que não será pautado esse ano, inclusive com a concordância do relator, ministro Marco Aurélio (relator das ações que tratam da possibilidade de execução provisória de pena). Discutiremos no ano que vem um momento adequado para colocar o tema em pauta", disse Toffoli durante café da manhã com jornalistas na semana passada.

Outro recurso

Na última quarta-feira, 26, Lewandowski pediu vista em outro julgamento que ocorria no plenário virtual da Suprema Corte, também envolvendo um recurso de Lula.

Nesse segundo recurso, a defesa de Lula quer usar um comunicado do Comitê de Direitos Humanos da ONU para afastar a condenação imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ao petista no caso do triplex do Guarujá. Esse outro recurso ainda não foi liberado para julgamento por Lewandowski. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Noticias ao minuto

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