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Homossexualidade é um assunto delicado. Não existe um conceito binário para se classificar e o processo de descoberta é muito complicado e volátil. Além disso, o procedimento de se assumir como homossexual – normalmente expresso através do eufemismo “sair do armário” – às vezes representa um grande problema para muitas pessoas, seja por questões familiares, religiosas ou políticas. Para discutir a respeito dessas dificuldades que atormentam muitas pessoas estreia na Netflix o filme “Gostos e Cores”, produção francesa original que estreia na plataforma dia 24 de junho.

A comédia tem como protagonista Simone (Sarah Stern), que está há três anos em um relacionamento com uma mulher, mas sem se assumir para a família conservadora. Entretanto, quando Simone finalmente decide contar para os pais de sua opção sexual, ela acaba conhecendo Wali (Jean-Christophe Folly), um chef senegalês. Aí todas as suas certezas vão por água abaixo. Com isso, a atrapalhada protagonista começa a se questionar se é realmente gay. Além disso, mesmo se decidir ficar com Wali, ainda tem que contar para a família que seu namorado é negro. No decorrer do filme, as “pisadas na bola” de Simone acabam por dar um tom mais leve a assuntos difíceis de se abordar.

Muitos filmes já retrataram a temática de amor impossível, no qual os apaixonados protagonistas lidam com as dificuldades de se manter um romance proibido. Entretanto, o diferencial de “Gostos e Cores”, como já sugere o título, são os dois temas abordados simultaneamente: racismo e homofobia. A produção francesa inova ao representar, por meio das dúvidas amorosas de Simone, boa parte dos questionamentos de quem tem receio de explicitar à família sobre algum relacionamento. Curiosamente, o título em inglês da produção, “To Each, Her Own”, é homônimo de uma produção parecida. O filme lançado em 2008 também conta a história de uma mulher que tem dificuldades para se assumir para a família.

Fonte: A Crítica

Segundo o senador, o Brasil possui a maior colônia japonesa fora do Japão, sendo Mato Grosso do Sul o terceiro estado em número de descendentes.

O senador Pedro Chaves (PRB) discursou nesta segunda-feira (18), sobre a importância da colônia japonesa no Brasil. Hoje, fazem exatamente 110 anos que 781 pioneiros, de 165 núcleos familiares, enfrentaram 52 dias de viagem marítima, desde o porto de Kobe, no Japão, até Santos, a bordo do navio Kasato Maru, em 1908. "Muito me alegra falar dos imigrantes japoneses que ao longo do século XX se instalaram no País, gerando uma descendência de mais de duas milhões de pessoas", destacou

Segundo o senador, o Brasil possui a maior colônia japonesa fora do Japão, sendo Mato Grosso do Sul o terceiro estado em número de descendentes. "Os japoneses fazem parte da história do nosso país. No meu estado eles são conhecidos pela seriedade, sobriedade, respeito e ordem com que tratam as questões do trabalho e da família", declarou.

Ao contar a história dos imigrantes, o senador destacou que cerca de duas décadas depois de desembarcarem no país, os japoneses já eram responsáveis pela produção de 46% do algodão, 57% da seda e 75% dos chás brasileiros. "Aclimataram várias espécies vegetais, permitindo que incorporássemos aos nossos hábitos alimentares mais de 50 delas, incluindo caqui, maçã fuji, mexerica poncã e morango. É notável a contribuição japonesa para o cooperativismo agrícola brasileiro", salientou.

Como educador, Pedro Chaves fez questão de ressaltar em seu discurso, a relevância da Educação para a colônia japonesa. "Os próprios imigrantes tinham nível cultural respeitável. Nos primeiros 30 anos de imigração, a taxa de alfabetização dos japoneses desembarcados em São Paulo era de quase 90%, muito acima da taxa nacional, que girava, na mesma época, em torno dos 30%".

Desde a década de 1990, estima-se que mais da metade dos nipo-brasileiros em idade adulta possuam algum grau de educação universitária, contra a atual média nacional de pouco mais de 15%. A média de escolaridade dos descendentes é de 8,1 anos, segundo o IBGE, contra 4,7 anos do total da população brasileira.

Diante das qualidades desses imigrantes, o senador afirmou que o Brasil é muito feliz em ter sido escolhido como morada definitiva pelos japoneses e seus descendentes. "Meu estado é o lar da terceira maior colônia japonesa, atrás apenas de São Paulo e Paraná. Atualmente, os nikkeis correspondem a aproximadamente 10% da população de Campo Grande, segundo a Associação Nipo-Brasileira".

Ainda de acordo com Pedro Chaves, a presença japonesa beneficiou, em muitos aspectos, Mato Grosso do Sul. "A cultura, a culinária, a valorização da família, a sabedoria dos idosos, a tradição, a educação, o trabalho, o respeito à autoridade e a valorização do conhecimento e do esforço são aspectos notáveis ao patrimônio cultural brasileiro, multiétnico por excelência", pontuou.

Fonte: A Crítica

Segundo o senador, o Brasil possui a maior colônia japonesa fora do Japão, sendo Mato Grosso do Sul o terceiro estado em número de descendentes.

O senador Pedro Chaves (PRB) discursou nesta segunda-feira (18), sobre a importância da colônia japonesa no Brasil. Hoje, fazem exatamente 110 anos que 781 pioneiros, de 165 núcleos familiares, enfrentaram 52 dias de viagem marítima, desde o porto de Kobe, no Japão, até Santos, a bordo do navio Kasato Maru, em 1908. "Muito me alegra falar dos imigrantes japoneses que ao longo do século XX se instalaram no País, gerando uma descendência de mais de duas milhões de pessoas", destacou

Segundo o senador, o Brasil possui a maior colônia japonesa fora do Japão, sendo Mato Grosso do Sul o terceiro estado em número de descendentes. "Os japoneses fazem parte da história do nosso país. No meu estado eles são conhecidos pela seriedade, sobriedade, respeito e ordem com que tratam as questões do trabalho e da família", declarou.

Ao contar a história dos imigrantes, o senador destacou que cerca de duas décadas depois de desembarcarem no país, os japoneses já eram responsáveis pela produção de 46% do algodão, 57% da seda e 75% dos chás brasileiros. "Aclimataram várias espécies vegetais, permitindo que incorporássemos aos nossos hábitos alimentares mais de 50 delas, incluindo caqui, maçã fuji, mexerica poncã e morango. É notável a contribuição japonesa para o cooperativismo agrícola brasileiro", salientou.

Como educador, Pedro Chaves fez questão de ressaltar em seu discurso, a relevância da Educação para a colônia japonesa. "Os próprios imigrantes tinham nível cultural respeitável. Nos primeiros 30 anos de imigração, a taxa de alfabetização dos japoneses desembarcados em São Paulo era de quase 90%, muito acima da taxa nacional, que girava, na mesma época, em torno dos 30%".

Desde a década de 1990, estima-se que mais da metade dos nipo-brasileiros em idade adulta possuam algum grau de educação universitária, contra a atual média nacional de pouco mais de 15%. A média de escolaridade dos descendentes é de 8,1 anos, segundo o IBGE, contra 4,7 anos do total da população brasileira.

Diante das qualidades desses imigrantes, o senador afirmou que o Brasil é muito feliz em ter sido escolhido como morada definitiva pelos japoneses e seus descendentes. "Meu estado é o lar da terceira maior colônia japonesa, atrás apenas de São Paulo e Paraná. Atualmente, os nikkeis correspondem a aproximadamente 10% da população de Campo Grande, segundo a Associação Nipo-Brasileira".

Ainda de acordo com Pedro Chaves, a presença japonesa beneficiou, em muitos aspectos, Mato Grosso do Sul. "A cultura, a culinária, a valorização da família, a sabedoria dos idosos, a tradição, a educação, o trabalho, o respeito à autoridade e a valorização do conhecimento e do esforço são aspectos notáveis ao patrimônio cultural brasileiro, multiétnico por excelência", pontuou.

Fonte: A Crítica

A poucas horas do início da partida de estreia do Brasil, contra a Suíça, a torcida brasileira demonstra otimismo, mas com uma dose de prudência.

 

A poucas horas do início da partida de estreia do Brasil, contra a Suíça, a torcida brasileira demonstra otimismo, mas com uma dose de prudência. Na praia de Copacabana, os principais pontos de concentração dos torcedores são os quiosques à beira-mar, onde é possível acompanhar a partida em tevês de tela grande ou telões.

As amigas Claudia Silva e Rose Correa já faziam o aquecimento, bebendo uma cerveja, devidamente uniformizadas de verde e amarelo. “Tenho certeza da classificação, pelos resultados do Brasil nos últimos jogos. Acredito que ganhamos as três partidas, mas não podemos menosprezar os adversários”, disse Cláudia, que trabalha como bancária.

“Nós vamos ganhar as primeiras partidas. Mas tenho as minhas dúvidas se vamos ser campeões”, emendou Rose, menos otimista, que confessa ainda estar de ressaca dos 7 x 1 sofridos contra a Alemanha na última copa.

O casal Fred Gomes e Leonela Ribeiro aproveitavam o sol tímido para passear com a cachorra de estimação e tomar um chope, em um quiosque no Leme, com direito a uma bela vista de Copacabana.

“Nós temos que ter sentimento de superioridade em campo. Quem tem que ter medo são os nossos adversários”, disse Fred, que trabalha no comércio. Segundo ele, o placar contra a Suíça será de 3 x 0 para o Brasil. Já a namorada foi mais cautelosa, cravando 3 x 1.

Até o vendedor ambulante senegalês Dethie Diop demonstrava fé no Brasil, embora vá torcer em primeiro lugar pelo Senegal, que está no grupo da Polônia, Colômbia e Japão. “O meu coração é meio senegalês e meio brasileiro. Torço para os dois. Tanto Senegal quanto Brasil tem ataques excelentes”, disse Dethie, que mora há quatro anos no Brasil e fala bem o português.

Fonte: A Crítica

O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prendeu em flagrante, na madrugada desta sexta-feira (9), dois homens por tráfico de drogas na MS-164, em Maracaju.

Conforme o portal Maracaju Speed, durante abordagem ao veículo em que os suspeitos estavam, entre o “Copo Sujo” e a Unidade Lar de Maracaju, o DOF encontrou 165 quilos de maconha e 3 quilos de skank.

A dupla recebeu voz de prisão e foi encaminhada ao Defron.

Fonte: TopMídia News

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