Redação

Engenheira avançou sinal e foi atingida por carro, em Campo Grande

A engenheira civil Ana Caroline Ribeiro Fontoura, 28 anos, morreu na tarde de hoje, na Santa Casa de Campo Grande, em decorrência de ferimentos sofridos em acidente de trânsito ocorrido na avenida Consul Assaf Trad.

Ana Carolina pilotava uma motocicleta, quando avançou o sinal vermelho em frente a um atacadista, e foi atingida por um carro Gol, conduzido por uma jovem de 19 anos.

Vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhada à Santa Casa com múltiplas faturas e traumatismo craniano. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela deu entrada no hospital com hemorragia e suspeita de ruptura de órgãos e morreu no centro cirúrgico.

Ana Carolina era funcionária da Agência Municipal de Habitação (Emha) e atuava como engenheira instrutora no canteiro de obras do Bom Retiro, onde estão sendo construídas casas para antigos moradores da comunidade Cidade de Deus.

Para os moradores e os colaboradores que trabalham no canteiro de obras, o prefeito Marcos Trad (PSD) e os diretores-presidente da Emha, Enéas Nettto, e da Fundação Social do Trabalho (Funsat), Cleiton Franco, oficializaram luto na sexta-feira (27), retornando os trabalhos na próxima quarta-feira (27).

Fonte: Correio do Estado

Comparsa fugiu do local com o objeto e está sendo procurado

Na tarde desta quinta-feira (26), dois ladrões furtaram uma bicicleta do bicicletário de uma gráfica localizada na região central de Nova Andradina. Comerciante viu, saiu atrás e conseguiu deter um dos bandidos, o outro conseguiu fugir com o objeto.

Conforme apurou o Jornal da Nova durante o fato, os bandidos estavam numa Caloi Poti, cor azul, quando chegou ao estabelecimento comercial e furtou a bicicleta de um funcionário, na fuga, o comerciante assim que percebeu a subtração, correu atrás dos criminosos, onde conseguiu deter um na rua Walter Hubacher, esquina com a rua Cristo Rei.

O comparsa conseguiu fugir com a bicicleta furtada. A polícia foi acionada e compareceu no local a Força Tática do 8º Batalhão de Polícia Militar e investigadores da SIG (Seção de Investigações Gerais) e encaminhou o adolescente de 16 anos, até a Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado e as investigações prosseguem para identificar o outro ladrão e recuperar o objeto.

Fonte: Jornal da Nova

Pesquisadores da Universidade de São Paulo garantem

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o vírus da zika é capaz de infectar e matar as células de tumores cerebrais com grande eficácia, sem causar danos às células saudáveis.

De acordo com os autores da pesquisa, os resultados sugerem que, no futuro, vários tipos de tumores agressivos do sistema nervoso central poderiam ser tratados com algum tipo de abordagem envolvendo o uso do vírus da zika, conhecido por sua preferência por atacar células do cérebro em formação.

Realizada por cientistas do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco da USP, sob coordenação da geneticista Mayana Zatz, nesta quinta-feira, 26, na revista científica Cancer Research, da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer.

Segundo Keith Okamoto, autor principal da pesquisa, estudos anteriores já haviam mostrado que o vírus da zika tem uma grande afinidade por células do sistema nervoso central, em especial as células-tronco neurais, que dão origem aos neurônios. Assim, quando um feto é infectado, o vírus ataca seu sistema nervoso e reduz drasticamente a quantidade de células-tronco neurais, gerando problemas como a microcefalia.

Por outro lado, segundo Okamoto, estudos feitos pelo grupo da USP sobre tumores do sistema nervoso central mostravam que as células que compõem esses tumores têm características semelhantes às das células-tronco neurais e estão ligadas ao processo de disseminação do câncer - a metástase.

"Essas células tumorais são especialmente resistentes aos tratamentos convencionais como quimioterapia e radioterapia. Por isso decidimos investigar se o vírus da zika, que infecta células-tronco normais, poderia também infectar e matar as células tumorais que têm características de células-tronco", disse Okamoto ao Estado.

Para realizar a pesquisa, os cientistas infectaram com zika células humanas derivadas de dois tipos de tumores cerebrais que afetam especialmente crianças de até cinco anos de idade: meduloblastoma e tumor teratóide rabdóico atípico. O procedimento também foi feito com células de câncer de mama, de próstata e de intestino.

Em um dos experimentos, os pesquisadores utilizaram essas células tumorais humanas para induzir o crescimento de tumores cerebrais "humanos" em camundongos. Depois de desenvolver o câncer em estágio avançado, os animais receberam uma injeção com o vírus da zika. Os tumores regrediram em 20 dos 29 animais tratados com o vírus - em sete deles, a remissão foi completa e o tumor desapareceu. O vírus também bloqueou e reverteu metástases.

"O estudo mostrou que o vírus da zika de fato possui afinidade com as células do sistema nervoso central, infectando e matando as células tumorais de forma seletiva. O mesmo não ocorreu com os tumores de mama, próstata e intestino. As células-tronco tumorais se mostraram ainda mais suscetíveis a serem destruídas pelo vírus do que as células-tronco sadias. Observamos também que o vírus não foi capaz de infectar os neurônios maduros", explicou Okamoto.

Segundo o cientista, o fato do vírus da zika não afetar os neurônios maduros é crucial do ponto de vista da segurança, já que a destruição de neurônios saudáveis seria uma barreira para o uso do vírus em uma futura terapia contra o câncer cerebral.

"Mostramos que o vírus tem propriedade oncolítica, isto é, ele é capaz de atacar preferencialmente as células tumorais, preservando as células normais do mesmo tecido. Essa linha de estudos é bastante nova e nosso estudo é o primeiro com o vírus da zika a mostrar resultados em células humanas", disse o pesquisador.

Okamoto conta que as propriedades oncolíticas já haviam sido observadas em outros vírus e a estratégia do uso de vírus como "arma" contra o câncer já é uma realidade. Em 2015, a FDA - a agência americana responsável pela regulação de fármacos, terapias e alimentos - aprovou um tratamento que utiliza uma forma modificada do vírus da herpes para tratar melanoma.

No ano passado, quando os cientistas brasileiros já haviam enviado o novo artigo para publicação, um grupo de cientistas americanos publicou um estudo que também mostrou como o vírus da zika destrói células de glioblastoma - outro tipo de câncer cerebral -, mas o estudo foi feito sem o uso de células humanas.

"O estudo sobre o glioblastoma é importante, porque é um tipo de câncer agressivo que carece de tratamento. Mas o estudo não foi feito com células de tumores humanos - e sim com células de tumores de camundongos, que respondem de forma diferente", disse Okamoto.

Como foram utilizadas células de tumores humanos nos camundongos, o estudo brasileiro conseguiu demonstrar não apenas que o vírus da zika consegue reduzir os tumores, mas também inibir a metástase. No caso do glioblastoma, a metástase é rara, já que o paciente costuma morrer antes que o tumor se alastre.

"Outra novidade importante do nosso estudo é que pela primeira vez foi feito um estudo de escalonamento da dose. Isto é, nós adicionamos quantidades crescentes do vírus às células tumorais para descobrir qual é a quantidade mínima capaz de promover a infecção. Verificamos que uma dose do zika 50 vezes menor que a utilizada pelos americanos já é suficiente para eliminar os tumores", explicou Okamoto.

O estudo brasileiro também mostrou que depois de atacar as células-tronco tumorais, o vírus da zika não consegue se reproduzir com eficiência - o que evitaria que os pacientes tratados contra o câncer ficassem doentes com a infecção viral.

"Normalmente, quando um vírus infecta uma célula, ele sequestra sua maquinaria para se replicar e depois libera uma quantidade imensa de partículas virais que irão infectar outras células. Mas descobrimos que, por algum motivo, o vírus não consegue se replicar de forma eficiente na célula de câncer, porque as partículas virais produzidas são defeituosas, com pouca capacidade para destruir células normais."

Fonte: Noticias ao minuto

Vereador não conseguiu estar com o ex-presidente, mas repassou as mensagens por meio da filha do líder petista

Por meio de uma das filhas do ex-presidente Lula, Lurian, o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) entregou ao líder petista três mil mensagens recebidas por ele via email ao longo da semana.

"Missão cumprida! Finalmente o presidente Lula vai poder ler as três mil mensagens de carinho, respeito, consideração e admiração, que recebi em meu e-mail de brasileiros e brasileiras inconformados com a sua prisão. Hoje ele vai dormir mais forte, cheio de boas energias", disse Suplicy.

O vereador também se encontrou com a juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, responsável por proibir a visita de amigos a Lula. O objetivo foi questionar a decisão com base nas "Regras de Mandela", segundo as quais pessoas em cumprimento de pena têm garantidas as visitas de amigos e médicos.

"Ela me explicou que essa decisão já está tomada, levando em conta as normas da Polícia Federal, mas que pode haver ainda um recurso a um órgão da Justiça para, levando em contas tais argumentos, permitir que Lula e outras pessoas recebam visita de amigos", contou Suplicy, que pretende recorrer ao TRF-4 e, talvez, ao STF para conseguir a Lula o direito de receber amigos.

Fonte: Noticias ao Minuto

Apesar de não estar apresentando um bom futebol, o Flamengo está longe de viver uma situação desesperadora na Taça Libertadores. Líder do Grupo 4 com seis pontos, o time tem boas chances de garantir a classificação à próxima fase em caso de vitória sobre o Emelec, no Maracanã, na próxima rodada (dia 16 de maio).

Caso o River Plate perca para o Emelec nesta quinta-feira, em casa, às 19h15 (horário de Brasília), a vitória sobre os equatorianos bastará ao Flamengo. Como esse resultado é improvável, vejamos outras possibilidades.

Se o Santa Fé empatar ou perder para o River Plate, em casa, na próxima rodada, a vitória sobre o Emelec também já vai bastar ao Rubro-Negro para garantir a classificação.

A situação do Flamengo só se complica se o Santa Fé vencer o River Plate. Desta forma, o Flamengo teria que buscar a classificação em Buenos Aires, na últimas rodada, diante do River.

É bom lembrar que o Flamengo foi eliminado na fase de grupos da Libertadores em suas últimas três participações (2012, 2014 e 2017). A última vez em que o clube rubro-negro se classificou foi em 2010. Naquela ocasião, caiu nas quartas de final para a Universidad de Chile.

Fonte: Extra

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