Redação

Na ânsia de criticar a administração, o juiz mentiu sobre o desempenho do Estado na Educação

O candidato do PDT ao Governo do Estado, Odilon de Oliveira, apresentou dados falsos sobre educação em entrevista ao jornal Correio do Estado, nesta terça-feira (18), e disse que vai acabar com o programa Caravana da Saúde.

Na ânsia de criticar a administração de Reinaldo Azambuja, o juiz mentiu sobre o desempenho do Estado na Educação. “O Sistema de Avaliação da Educação Básica [Saeb] publicou recentemente uma pesquisa sobre todos os estados e Mato Grosso do Sul é o terceiro pior em educação. Nada vai pra frente sem educação e Mato Grosso do Sul só perde para o estado do Pará e do Amazonas. Isso é uma grande vergonha”, disse.

Na verdade, em Língua Portuguesa, Mato Grosso do Sul obteve resultado acima da média nacional em todas as séries avaliadas e em Matemática o desempenho dos alunos sul-mato-grossenses também ficou acima em duas das três séries avaliadas (alunos do 9º ano e da 3ª série do ensino médio). Os dados são públicos e podem ser acessados por qualquer um no endereço: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/presskit_saeb2017.pdf

O Saeb é um processo de avaliação que mede níveis de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados de aprendizagem dos estudantes, apurados no Saeb; juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar; compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

E no Ideb, que é o principal indicador da qualidade de ensino no País, o desempenho positivo de Mato Grosso do Sul na educação também foi confirmado. As escolas da rede pública estadual avançaram em todas as etapas da educação: anos iniciais do Ensino Fundamental (4ª série e 5° ano), anos finais do Ensino Fundamental (8ª série e 9° ano) e Ensino Médio (3° ano).

Caravana

Odilon também aproveitou o espaço cedido pelo jornal para atacar o maior programa de saúde de Mato Grosso do Sul. Ele chamou a Caravana da Saúde de “enganação”, “ilusão” e “perda de tempo” e afirmou que vai acabar com o projeto. “A população viveu de ilusão, como se fosse um circo, um mágico ilusionista”, disse.

“Ela [a Caravana] pode até ser mantida provisoriamente, mas terá que se submeter a uma auditoria. Não posso desarticular assim que tomar posse, mas tudo será feito para isso.”, declarou.

Além da reestruturação da saúde por meio da compra de equipamentos e reforma, reestruturação e construção de hospitais, a Caravana da Saúde, feita por Reinaldo Azambuja, reduziu a fila da vergonha realizando mais de 500 mil atendimentos, 60 mil cirurgias, 150 mil consultas e 10 mil exames de alta complexidade.

Fonte: Topmidianews

Um homem de 29 anos foi preso por desacato na tarde desta terça-feira (18) após perceber que sua moto seria guinchada, em Jardim a 238 quilômetros de Campo Grande. Durante a ocorrência o motociclista disse aos policiais que é um cidadão de bem, mas que assim que Bolsonaro for eleito irá andar armado e ‘aí a polícia vai se ver com ele’.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 12h00 a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de trânsito. No momento em que o dono do veículo ficou sabendo que a moto seria recolhida ele começou a ofender os policiais.

O autor teria dito que ‘boca de fumo polícia não fecha’ e feito ameaças dizendo que a polícia iria se ver com ele assim que o candidato Bolsonaro fosse eleito presidente da República. O motociclista também queria que os policiais o levassem até em casa, já que sua moto tinha sido apreendida.

 

Como o homem não se acalmou e continuou ameaçando os PM’s, foi dada voz de prisão, momento em que, segundo os policiais, ele ficou ainda mais agressivo e foi preciso algemá-lo e imobiliza-lo a força.

Na delegacia o homem negou que tivesse resistido à prisão ou ameaçado os policiais. Ele disse que apenas fez um desabafo dizendo que era trabalhador e não merecia ter a motocicleta apreendida.

Fonte: Midiamax

A manifestação política do volante Felipe Melofeita logo após o empate por 1 a 1 do Palmeiras contra o Bahia pode render punições ao jogador e ao clube. Segundo o procurador-geral do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), Felipe Bevilacqua, em entrevista à Folha, existe um temor de que o caso do volante se torne uma prática comum.

“Não lembro de nenhum caso similar. Talvez fosse o caso de avaliar a denúncia e deixar que o tribunal veja se foi uma conduta correta ou não. Confesso que disciplinarmente deve ser cautelosamente avaliado. Imagina se vira moda”, declarou o procurador.

Pelo fato de se tratar de um caso atípico, não existe um artigo específico para este tipo de caso. Dessa forma, o volante seria julgado pelo artigo 258 do CBJD, que prevê punições em caso de “qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras”. A pena prevista para este artigo é de até seis partidas.

O procurador-geral afirmou ainda que por se tratar de um caso pioneiro nesse sentido, ainda não se sabe se o clube poderá ou não ser julgado pelo caso. “Como falei, esse caso é único. Nada que inviabilize também uma punição ao clube”, completou Bevilacqua.

Autor do gol que garantiu o empate ao Palmeiras diante o Bahia no último domingo, Felipe Melo dedicou o tento ao candidato Jair Bolsonaro em entrevista cedida ao canal Premiere logo após a partida. “Agradeço a Deus pelo gol e à família. Esse gol vai para o nosso futuro presidente, Bolsonaro”, declarou o jogador.

Na última segunda-feira o clube emitiu uma nota oficial caracterizando a manifestação do camisa 30 como de caráter particular, não refletindo o posicionamento da instituição alviverde. Confira a nota do Palmeiras:

“A Sociedade Esportiva Palmeiras vem a público esclarecer que o posicionamento político do atleta Felipe Melo reflete, única e exclusivamente, uma manifestação particular, e não da instituição.

O Palmeiras respeita qualquer posição política de seus atletas, empregados e colaboradores e ratifica a sua neutralidade nas questões políticas, partidárias, de crenças, religiões e quaisquer outras formas de manifestações pessoais.”

Fonte: Correio do  Estado

“O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA e a Gerência Municipal de Assistência Social convidam a vossa senhoria para participar da XI Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, tendo como tema central: “Proteção Integral, Diversidade e Enfrentamento das Violências.” Dia: 20 de setembro de 2018 das 07h30min às 13h30min no Auditório Municipal José Faria Leal

É muito importante a participação de todos, especialmente dos adolescentes e jovens. Precisamos nos mobilizar para que esta seja uma data importante na construção e consolidação do sistema de garantia dos Direitos das Crianças e Adolescentes.”

Palestrante - Advogada - Fernanda Peixoto

O ex-senador Delcídio do Amaral (PTC) confirmou nesta segunda-feira (17) que pretende disputar as eleições ao Senado neste ano. Delcídio fez o registro de sua candidatura no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e, agora espera pelo deferimento de sua candidatura junto à Justiça Eleitoral.

Também nesta segunda-feira, o até então candidato ao Senado pelo PTC, o médico Cesar Augusto Nicolatti, desistiu da candidatura. A desistência foi apresentada ao TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) nesta segunda.

Consta no despacho da juíza eleitoral Elizabete Anache, que o pedido de candidatura de Nicolatti foi deferido em 31 de agosto. Nesta segunda, Cesar Nicolatti, que também é presidente municipal do partido e o diretório do PTC pediram a renúncia da candidatura.

Ainda de acordo com a Justiça Eleitoral, o pedido de desistência é regular e o PTC deverá indicar um substituto, caso ainda queira concorrer ao Senado

Nicolatti já havia admitido que sua candidatura poderia ser substituída, caso Delcídio conseguisse reverter a inelegibilidade e concorrer às eleições.

Absolvição

Em julho deste ano, Delcídio do Amaral foi absolvido pelo juiz federal Ricardo Leite, que atua na 10ª Vara da Justiça em Brasília. Delcídio e mais seis pessoas, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eram acusados pelo crime de obstrução de Justiça.

Na então denúncia do MPF (Ministério Público Federal), aceita pela Justiça em julho de 2016, Delcídio, Lula, Bernardo Cerveró, Edson Ribeiro Filho, Diogo Rodrigues, Maurício Bumlai e José Carlos Bumlai teriam obstruído a Justiça na tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.

O magistrado afirmou, ainda, que o processo de investigação não foi suficiente para reconstruir “a realidade fática”. Para Ricardo Leite, várias situações podem ter ocorrido que ocasionaram a conversa entre Delcídio e os outros denunciados e “a prova fornecida (a gravação obtida) foi deficiente”.

Fonte: Midiamax

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