Redação

Os bens furtados da vítima foram recuperados

Renato Freitas da Silva de 19 anos, foi identificado pela equipe da SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, como o ladrão que furtou uma residência no Jardim Monte Carlo, em Nova Andradina.

Segundo a polícia, o crime ocorreu no último dia (18), na rua Pedro Bazilio. No local, foi arrombada uma janela e subtraído uma TV de 42 polegadas, notebook, home teacher, um aparelho de telefonia fixa, dois perfumes, 30 mídias de DVDs, um aparelho celular, câmera digital e semijoias, todos os objetos avaliados em pouco mais de R$ 9 mil.

Posteriormente a vítima compareceu na Delegacia de Polícia e registrou o Boletim de Ocorrência. Nesta quarta-feira (21), após buscas incessantes e ininterruptas, os investigadores identificaram como suspeito do crime, Renato Freitas, que confessou a autoria da infração penal e afirmou que praticou o furto juntamente com um adolescente, já identificado pelos policiais.

Depois de ser interrogado, indiciado, o acusado foi liberado, por não estar mais em situação de flagrante.

Todos os bens foram recuperados na residência de Renato, à exceção do home theater que ficou em posse do adolescente, que segue sob investigação.

Objetos recuperados na residência do acusado - Foto: Polícia Civil/Divulgação

Ainda, foi encontrado na residência do suspeito um pé de maconha, sendo que ele alegou que planta para consumo pessoal. A vítima compareceu na Delegacia de Polícia, reconheceu os objetos furtados e os recebeu de volta.

O acusado foi indiciado pelo crime de furto e poderá responder por corrupção de menores.

Fonte: Jornal da Nova

Rubro-Negro bate o Grêmio, mantém distância de cinco pontos e impede festa alviverde no Allianz Parque

O Palmeiras entrou em campo com nesta quarta-feira chance de soltar o grito de campeão, mas ainda não conseguiu confirmar a conquista do Campeonato Brasileiro.

O Verdão até fez sua parte e goleou o América-MG por 4 a 0 no Allianz Parque, mas o Flamengo derrotou o Grêmio por 2 a 0 no Maracanã e manteve cinco pontos de vantagem para o líder restando agora duas rodadas para o fim. O Inter deu adeus às chances de título ao ser derrotado pelo Atlético-MG por 2 a 1 no Beira-Rio.

Depois de perder muitas chances no primeiro tempo, uma delas com Borja praticamente sem goleiro, o Palmeiras desencantou na etapa final e balançou a rede com Luan, Willian, Dudu e Deyverson.

Já no Maracanã, Uribe abriu o placar da vitória rubro-negra em lance polêmico no segundo tempo. O atacante colombiano levantou demais o pé e atingiu Cortez na finalização, mas o árbitro mandou seguir. No fim, Diego deu números finais.

Para confirmar o título no domingo sem depender de outros resultados, o Palmeiras precisa vencer o Vasco em São Januário. A conquista pode vir até com empate ou derrota, desde que o Flamengo não vença o Cruzeiro no Mineirão.

Fonte: Band

Daniel Abuchain foi morto a pauladas e facadas

Foi presa nesta terça-feira (20), uma cafetina suspeita de assassinar o ex-superintendente de gestão de informação da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) do ex-governador André Puccinelli, Daniel Abuchain em um quarto de motel. Seu corpo foi abandonado no macroanel de Campo Grande.

A prisão aconteceu nesta terça (20), mas detalhes de como aconteceu a prisão não foram revelados. Uma coletiva para esclarecer como se deu o assassinato foi marcada para esta manhã de quarta-feira (21), pelo delegado que cuida do caso, Geraldo Marin.

Uma das hipóteses para o crime seria de que Daniel teria sido agressivo com uma das garotas de programa.

O corpo dele foi encontrado completamente nu, em uma rua próximo à Uniderp Agrárias. Ele tinha ferimentos de pauladas na cabeça e de facadas no tórax, ombro, pescoço e cabeça.

Investigação por esquema de terceirizados

Daniel era investigado por supostamente participar de um esquema de terceirizados denunciado em 2016 pela força-tarefa do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul). Na ação impetrada, o Ministério Público alegou que Mário Sérgio Maciel Lorenzetto, ex-secretário de Fazenda, o ex-adjunto da pasta André Luiz Cance, e o ex-superintendente de Gestão da Informação Daniel Nantes Abuchaim, a Itel Informática, bem como seu proprietário, o empresário João Baird teriam recebido mais de R$ 252.529,996 milhões do Executivo estadual com serviços terceirizados, em sua maioria de forma irregular.

Daniel tinha uma empresa de tecnologia e outra de pescado em seu nome e é irmão de um dos sócios da Master Case Digital Business Ltda, que mantém contratos com o governo do Estado. A empresa foi alvo da Operação Antivírus, do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) por um contrato de R$ 6 milhões para, segundo as investigações, fazer o mesmo serviço que a empresa Pirâmide Informática. Neste ano, a Master Case mantém apenas um contrato com a Junta Comercial, no valor de R$ 756 mil.

Fonte: Midiamax

Nome de Mozart Neves Ramos foi ventilado ontem (21); com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas

A escolha do futuro ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) gerou uma crise da equipe de transição do presidente eleito com a bancada evangélica no Congresso.

O nome de Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, definido por Bolsonaro para assumir o cargo, causou reação de deputados contrários à seleção - Ramos é tido como moderado entre funcionários do ministério.

Com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas de Juiz de Fora (MG) para conversar com Bolsonaro nesta quarta-feira (21). O nome do professor já circulava entre os cotados para a pasta.

Rodriguez é formado em filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana e em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Hoje é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A informação da escolha de Mozart vazou na quarta (21), um dia antes da reunião marcada com Bolsonaro para selar a indicação. Em nota, o Instituto Ayrton Senna disse que Mozart não foi convidado e que terá reunião com Bolsonaro nesta quinta-feira (22).

Nas redes sociais, após a veiculação do nome de Mozart e a reação da bancada, o presidente eleito disse que "até o presente momento não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação".

Ao site O Antagonista, Bolsonaro afirmou que "não existe essa possibilidade", ao comentar a nomeação do diretor do instituto.

Segundo relato à Folha de S.Paulo de pessoas próximas ao educador, ele foi sim procurado na semana passada e acenou ao futuro governo federal que aceitaria o posto.

O plano da equipe do presidente eleito era de que o nome fosse oficializado nesta quinta após a reunião, em Brasília, quando Mozart e Bolsonaro discutiriam condições para ele assumir a pasta.

Membro da bancada evangélica no Congresso, o deputado federal Sóstenes Cavalcanti (DEM-RJ) disse que os parlamentares levaram a insatisfação ao futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS).Onyx, segundo ele, confirmou que teve conversas com Mozart, mas que nada havia sido definido.

Cavalcanti afirmou que o nome de Mozart "desagradou e muito". "Para nós, o novo governo pode errar em qualquer ministério, menos no da Educação, que é uma questão ideológica para nós", disse.

O perfil do educador é classificado por servidores do Ministério da Educação como moderado. Em nenhum momento, por exemplo, ele deu declarações a favor do projeto da Escola sem Partido ou contra discussões sobre gênero em sala de aula.

Os dois temas, em debate no Congresso contra o que seria uma doutrinação partidária por professores, serviram para alavancar o nome de Bolsonaro no cenário nacional bem antes de sua pré-candidatura presidencial.

Com apoio dos evangélicos, o presidente eleito foi um dos líderes do movimento contra a discussão do que chamam de "ideologia de gênero" nas escolas.

No governo Dilma Rousseff (PT), ele denunciou a entrega para alunos do que, segundo ele, seria um kit em que se ensina a ser homossexual, o "kit gay", e de um livro de educação sexual para crianças.

A campanha envolvendo esse tema serviu de motor político para Bolsonaro, como o próprio reconheceu.Mozart chegou a ser sondado pelo presidente Michel Temer (MDB) para o mesmo cargo em 2016, mas, na época, recusou. Da mesma forma, declinou de um convite de João Doria (PSDB) para integrar o secretariado da Prefeitura de São Paulo.

Antes de assumir o cargo no instituto, Mozart foi presidente do Movimento Todos pela Educação e professor e reitor da Universidade Federal de Pernambuco. Ele também foi secretário de Educação daquele estado.

Em 2010, em entrevista à Folha, ele disse ser necessário criar uma agenda para a educação que não seja de governo, mas de Estado.

"Há uma clareza muito grande de que, após a redemocratização do país, após a economia ficar sólida, a terceira revolução que a gente tem de fazer é a da educação: é preciso envolver toda a sociedade nisso", disse.

O desejo inicial do presidente eleito era ter à frente da pasta a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, mas ela demonstrou resistência a assumir o posto.

Na semana passada, em um encontro sigiloso, Viviane e Mozart se reuniram com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Após a reunião, Mozart negou à Folha que tivesse havido sondagem para o cargo ministerial durante a reunião.

Caso a nomeação se confirme, ela representará um ponto para a deputada eleita Joyce Hasselmann (PSL-SP), que foi quem apresentou Viviane a Bolsonaro. Ainda na campanha, Viviane visitou Bolsonaro em sua casa, no Rio de Janeiro.

Outra deputada federal com ascendência sobre Bolsonaro, Bia Kicis (PRP-DF), no entanto, reprova a nomeação de Mozart por considerá-lo "globalista", ou seja, não alinhado ao Escola sem Partido.

Viviane é irmã de Ayrton Senna, piloto tricampeão brasileiro de Fórmula 1 que morreu em acidente em 1994, enquanto competia na Itália. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Estado vai perder 115 profissionais do programa Mais Médicos

Médicos cubanos, que participam do programa Mais Médicos, deixarão Mato Grosso do Sul no dia 27 de novembro. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, pelo menos, 115 postos de trabalho ficarão em aberto no Estado. Este é o número de vagas disponibilizadas no primeiro edital, divulgado pelo Ministério da Saúde, para repor os profissionais de Cuba, após o país cancelar acordo de cooperação com o Brasil.

O edital foi publicado na terça-feira (20). Nele, são ofertadas 8.517 vagas, disponibilizadas para 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Indígenas.

Em Mato Grosso do Sul, são 104 vagas para municípios e 11 para o Distrito Sanitário Indígena.
Neste primeiro edital, podem se inscrever médicos brasileiros e estrangeiros, que tenham registro no Conselho de Medicina do Brasil. As inscrições foram abertas às 8h de ontem e vão até as 23h59min de 25 de novembro. Há um sistema em que o médico deve acessar e fazer um cadastro. No ato de inscrição, o profissional escolhe o município disponível para a atuação.

Fonte: Correio do Estado

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