Redação

A polícia também encontrou 31 eletrônicos de origem estrangeira sem nota fiscal

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 500 quilos de agrotóxico de origem chinesa, na madrugada desta terça-feira (21), no quilômetro 540 da BR-163, em Bandeirantes, a 70 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com informações da polícia, durante fiscalização, a equipe abordou uma caminhonete Nissan Frontier com placas de Campo Grande. No interior do veículo, os policiais encontraram vários pacotes de agrotóxicos contrabandeados, que somaram 500 quilos.

O condutor de 41 anos declarou ter pegado os agrotóxicos em Pedro Juan Caballero. Ele levaria o produto até Goiânia (GO) e receberia a quantia de R$ 5 mil pelo transporte.

A equipe encontrou ainda, 31 eletrônicos de origem estrangeira sem documentação fiscal que comprovasse a introdução regular dos produtos em território nacional.

O condutor foi preso e a ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal de Campo Grande.

Fonte: Midiamax

Luzia (Giovanna Antonelli) vai se enrolar cada vez mais em "Segundo sol". Para descobrir o que realmente aconteceu com o filho que teve com Beto (Emilio Dantas), a DJ vai roubar Beto (Emilio Dantas). Ela decide sacar R$50 mil do amado para pagar Remy (Vladimir Brichta), que diz saber o paradeiro do filho dela. É a quantia que falta para chegar aos R$500 mil que ele exige. "Tem dinheiro na conta conjunta que Beto abriu comigo. Eu podia sacar cinquenta mil no banco. Mas Beto vai estranhar, o dinheiro é dele!", diz ela.

Cacau dá forças para a irmã pegar: "Quando Beto souber pra quê você usou esse dinheiro, garanto que ele vai entender". Luzia concorda com Cacau e saca a grana. Quando Beto flagra Luzia ao lado do corpo de Remy, ele vê dinheiro espalhado sobre a cama e pergunta a ela de onde ela tirou tudo aquilo. Desnorteada, Luzia não responde, recolhe os maços e foge com a grana. Em seguida, Beto conta para Ionan (Armando Babaioff) que a DJ roubou seu dinheiro. "Ela fez um saque da conta conjunta que eu abri pra nós!", diz. Ao ouvir isso, Naná (Arlete Salles) grita: "Ladra! Ladra e assassina!".

Fonte: Extra.globo

"Se o Papa não consegue encontrar soluções imediatas, ele deveria "renunciar", para permitir que os católicos achem outro líder que possa fazê-lo", disse Jim Faluszczak

Uma das vítimas do escândalo de pedofilia na Pensilvânia, Estados Unidos, afirmou que a carta do papa Francisco sobre os casos de abuso na Igreja Católica não oferece "soluções".

Jim Faluszczak, 49 anos, é um ex-padre que testemunhou perante a Justiça da Pensilvânia e disse ter sido violentado por sacerdotes. Ele é uma das mais de mil vítimas citadas em um relatório dos investigadores, que lista cerca de 300 religiosos envolvidos em crimes sexuais.

Segundo Faluszczak, se o Papa não consegue encontrar soluções imediatas, ele deveria "renunciar", para permitir que os católicos achem outro líder que possa fazê-lo. O sobrevivente abandonou o sacerdócio e hoje trabalha com vítimas de abusos sexuais.

Na última segunda-feira (20), em uma ação inédita na história moderna da Igreja, Francisco divulgou uma carta ao "povo de Deus" em sua totalidade para tratar dos escândalos de pedofilia que abalaram a imagem do catolicismo.

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Tal instrumento, a "carta ao povo de Deus", já havia sido utilizado anteriormente, mas em nível de país, como uma carta do próprio Jorge Bergoglio aos chilenos, ou de gênero, como uma de João Paulo II às mulheres.

No documento, Francisco insta toda a comunidade católica a se unir para coibir abusos na Igreja e evitar que crimes continuem sendo acobertados. Além disso, faz um "mea culpa" e reconhece que a Santa Sé demorou para agir.

"A solidariedade exige que denunciemos tudo o que possa comprometer a integridade de qualquer pessoa", diz a carta, em um claro recado a autoridades eclesiásticas que encobrem crimes de colegas.

Além do escândalo nos EUA, a Igreja se vê às voltas com casos de pedofilia em países como Chile e Austrália. Até mesmo um aliado próximo do Papa, o cardeal australiano George Pell, prefeito licenciado da Secretaria de Economia do Vaticano, é réu por abusos contra menores, supostamente cometidos nas décadas de 1970 e 1990.

O presidente da Conferência Episcopal da Austrália, Mark Coleridge, disse nesta terça-feira (21) que as palavras de Francisco são "importantes", mas ressaltou que é hora de "agir". (ANSA)

Fonte: Noticias ao minuto

Ex-vereador teve mandato cassado pela Justiça Eleitoral por compra de votos

O ex-vereador e ex-secretário municipal de Governo na gestão do ex-prefeito Alcides Bernal (PP), Paulo Pedra (PDT), que teve o mandato cassado em novembro de 2015 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por unanimidade, agora está coordenando a campanha eleitoral do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul.

Odilon, desde que anunciou disputar as eleições, afirmou não se aliar a corruptos. Com essa imposição, até as alianças partidárias com o PDT para as eleições deste ano ficaram difíceis, segundo o coordenador da campanha, João Leite Schimidt. O PDT está aliado com o Podemos e o PRB.

Mas o histórico do novo coordenador de campanha em Campo Grande não é de ficha limpa. Pedra teve o mandato cassado por ter sido acusado de compra de votos, um crime eleitoral.

Segundo a decisão, Pedra, a ex-vereadora Thais Helena (PT) e o ex-vereador Delei Pinheiro (PSD) foram condenados, em 2013, pelo juiz da 54ª Zona Eleitoral de Campo Grande, Luiz Antônio Cavassa de Almeida.

Fonte: Correio do Estado

Prefeitura só ficou sabendo de obra em andamento pela internet

Uma obra que parecia inofensiva e até certo ponto foi elogiada pelos frequentadores virou motivo de guerra entre representantes da Igreja Católica e a prefeitura de Ladário. Isso porque o padre Celso Ricardo, pároco da Igreja Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, local inaugurado em 1896, trocou os ladrilhos artesanais da entrada por pisos de cerâmica. O detalhe: o templo é tombado como patrimônio histórico municipal. E o Conselho de Cultura local, responsável pela fiscalização, só descobriu a reforma com ela em andamento, através de postagens nas redes sociais.

O Santuário é a igreja católica mais antiga da cidade. Com 122 anos de história, precisa comunicar a prefeitura, mais precisamente os órgãos responsáveis, de reformas realizadas no prédio. Mudanças estruturais, como a troca de pisos, a princípio são proibidas.

Mas, mesmo com o imbróglio iniciado na última segunda-feira (13), quando a obra foi descoberta, os serviços não foram interrompidos. Nesta segunda (20), o novo piso já quase que dominava a paisagem da entrada. A prefeitura alega que foi comunicada anteriormente apenas sobre serviços de pintura no prédio.

"Encaminhei para o jurídico da prefeitura (as informações) para que sejam tomadas as providências e que os órgãos competentes sejam comunicados. O Poder Público como responsável, zelador do patrimônio do município, não pode se omitir, é um dano irreparável, não tem mais como consertar e que isso sirva de exemplo para outras situações em Ladário", disse Rodrigo Arruda, responsável pela Fundação de Cultura local, ao jornal "Diário Corumbaense".

Segundo informações do periódico, a Fundação de Cultura realizará reunião com autoridades, entre elas o bispo diocesano Dom Segismundo Martinez Alvarez, responsável pela Igreja Católica na região de Ladário, para que se avalia as medidas a serem tomadas.

Além de nota de repúdio ao ato do padre, já divulgada, a prefeitura realizaria uma vistoria técnica por profissional de preservação histórica para avaliar o impacto da troca de piso.

De acordo com a lei municipal, restaurações devem preservar a originalidade da construçã e que "apurado qualquer delito contra o patrimônio histórico, paisagístico e cultural do município será comunicado o procurador jurídico que deverá representar criminalmente ao Ministério Público Estadual consoante legislação penal em vigor."

Procurado, padre Ricardo não quis falar sobre o assunto. Pela internate, Dom Martinez disse que a prefeitura está enganada. Os ladrilhos, hidráulicos, teriam sido instalados nos anos 1970 e não são originais, versão diferente do que constaria nos documentos da inbstituição cultural. De qualquer forma, completa o bispo completa que com a quase conclusão da obra, é impossível recuperar os ladrilhos.

Fonte: Correio do Estado

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