Redação

Não há investimento para reformar hospitais públicos, comprar ambulâncias ou executar programas de saúde preventiva da população

O Governo Federal está em dívida crescente com o Sistema Único de Saúde, montante que chegou a R$ 20,9 bilhões segundo último levantamento deste ano.. Embora o orçamento R$ 130 bilhões para despesas com a saúde pública custeadas pelo governo pareça generoso, seria o segundo de 20 anos em que o Brasil viverá sem aumento real. Segundo informações do portal Uol, não há investimento para reformar hospitais públicos, comprar ambulâncias ou executar programas de saúde preventiva da população.

"Restos a pagar" é o nome oficial desse tipo de débito, que diz respeito às despesas prometidas pelo Governo Federal que não são honradas ao final de cada ano. Em outras palavras, quando a União firma contrato com algum cliente, o valor do pagamento já deve ser reservado, conhecido como restos a pagar "não processados".

A especialista em orçamento público do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) Grazielle David explicou que após a execução do trabalho e reconhecimento do governo, a despesa passa a ser considerada restos a pagar "processados". "Só falta desembolsar”, explicou em entrevista ao Uol.

A dívida da União com o SUS foi revelada em um estudo do Conselho Nacional de Saúde. O conselheiro Wanderley Gomes da Silva disse ao portal que a existência desses "restos" não constitui exatamente um problema, já que tem sido comum as datas de vencimento de despesas serem marcadas para o ano seguinte em que são contratadas.

O problema, para o conselheiro, seria o fato que "a maior parte desses restos a pagar são de despesas contratadas que ainda não se transformaram em serviços de saúde. O ministério pode ter contratado o fornecedor de medicamentos para distribuir a Estados e municípios [e separado o valor a gastar], mas atrasou o pedido de compra e, portanto, não forneceu os remédios", disse Wanderley Gomes da Silva.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Roberval (Fabricio Boliveira) vai conseguir dar a volta por cima na segunda fase de “Segundo sol”. O motorista, que sai de casa e dá um golpe numa ricaça e em Laureta (Adriana Esteves), ressurge milionário. Sem se identificar, ele contrata o restaurante de Cacau (Fabiula Nascimento) para uma festa. Ao chegar ao local, a ex-doméstica descobre que o evento é apenas para ela e ele. Roberval diz que enriqueceu na África e engata um caso com Cacau.

Cacau resolve levar Zefa (Claudia Di Mauro) para visitar o filho de surpresa e Roberval reage mal. Ele trata a mãe com frieza e fala que nunca vai lhe perdoar por ter preferido ficar com Edgar (Caco Ciocler).

Fonte: Extra

Na semana passada, 21 policiais foram presos na Operação Oiketicus

O volume do dinheiro movimentado pela chama ‘Máfia dos Cigarreiros’ e a ostentação com os ganhos fáceis, supostamente de propinas para facilitar a vida de contrabandistas de cigarro em Mato Grosso do Sul, surpreenderam até os investigadores. Um dos implicados, cabo da Polícia Militar, vivia no luxo e listou patrimônio de R$ 7 milhões, mesmo com salário de pouco mais de R$ 4 mil.

Segundo o relatório do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), que, junto à Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, deflagrou a operação Oiketicus na semana passada e prendeu 21 policiais, durante a investigação os promotores descobriram um policial que, para esconder tanto dinheiro, usava negócios de fachada em uma garagem de venda veículos usados em Campo Grande.

O Jornal Midiamax teve acesso à denúncia apresentada pelo Gaeco à Justiça quando solicitou autorização para prender preventivamente 20 policiais e realizar busca e apreensão em 40 endereços. O documento detalha como agiam os policiais suspeitos de corrupção que integravam a “máfia dos cigarreiros”. O processo corre em segredo de Justiça.

A investigação teve início em abril do ano passado, quando a corregedoria da Polícia Militar repassou aos promotores denúncias sobre “rede de policiais militares, maioria da fronteira, envolvidos em crime de corrupção e organização criminosa”. Os promotores reforçam que militares de diferentes patentes e regiões do Estado se associaram para facilitar o contrabando.

Em troca, os militares recebiam altas quantias em dinheiro para fazer “vista grossa” e até repassar informações sigilosas aos contrabandistas. Em alguns casos, os PMs sequer iam para a rodovia fazer a fiscalização, evitando, assim, contato com as cargas de cigarro.

Entre os mais de 20 policiais citados pelo Gaeco, um deles chama atenção e é considerado pelos próprios promotores como “exemplo mais gritante”. O cabo da PM estava, até a semana passada, antes de ser preso, lotado no 12º Batalhão da PM de Naviraí.

Ele era responsável desde 2015, conforme a investigação, por coordenar a atuação de policiais corruptos no chamado Núcleo 2, região que compreende as cidades de Maracaju, Dourados, Naviraí, Mundo Novo, Iguatemi, Japorã e Eldorado.

Entre as responsabilidades do policial estava repassar para contrabandistas a escala com nomes dos militares integrantes do esquema, isso fazia com que as carretas carregadas com cigarro tivessem dia certo para circular sem qualquer fiscalização para atrapalhar o “negócio”.

Patrimônio milionário
Pelo serviço criminoso, o cabo era bem remunerado, conforme a investigação. O Gaeco não identificou quanto especificamente o policial recebia, mas traçou como média um rendimento de R$ 3 mil por semana para militares que integravam o esquema. Outros policiais chegavam a receber até R$ 100 mil por mês como propina.

O patrimônio do cabo da PM era muito superior ao que o salário dele poderia pagar. De acordo com o Portal da Transparência do Governo do Estado, o salário líquido do cabo no mês de abril deste ano foi de R$ 4,4 mil, mas o patrimônio foi estimado em R$ 7 milhões.

Uma das várias casas do cabo da PM

Durante a investigação, os promotores conseguiram autorização da Justiça para quebra do sigilo do email do policial. Lá havia planilhas que detalhavam todo o patrimônio milionário do cabo. Até o ano passado, segundo dados do próprio policial, ele tinha 9 terrenos e chácaras, 11 casas e mais de R$ 704 mil em veículos.

Na tentativa de justificar tanto dinheiro, o policial utilizava uma concessionária de carros usados, conhecida como garagem, localizada na cidade de Naviraí. Segundo o Gaeco, o policial “lavava dinheiro” na concessionária na qual era sócio.

Os promotores conseguiram provar que o negócio era de fachada quando interceptaram ligações entre o policial e um funcionário. Em uma conversa, o funcionário falava em movimento fraco na venda de veículos usados, cerca de 4 a 5 carros por mês.

O baixo movimento não se refletia nas contas da garagem, em um ano, o ganho de capital com o suposto negócio chegou a R$ 765 mil. Valor que para o Gaeco não vinha da venda dos carros, e sim da propina paga pelos contrabandistas.

Ainda conforme a investigação dos promotores, vida de luxo não era exclusividade do cabo. Outros policiais com diferentes patentes também tinham vários bens. Entre eles um tenente-coronel que atuava no chamado Núcleo 1, que compreende as cidades de Bela Vista, Jardim, Guia Lopes e Bonito. De acordo com o Gaeco, o policial tinha motos de luxo, carros importados, roupas de grife e fazia várias viagens internacionais.

“Os requeridos [policiais], no exercício da atividade policial, agiram não para proteger a sociedade, como juraram em suas respectivas posses, mas sim para garantir o interesse escuso de terceiros, razão pela qual devem ser colhidos em presídio militar, até mesmo para garantirem o encerramento das investigações, sem qualquer espécie de intercorrência”, concluiu o Gaeco.

Policiais afastados
Todos os 21 policiais foram afastados e substituídos. De acordo com Comando Geral da Polícia Militar, as denúncias já eram investigadas pelas corregedorias da Polícia Militar, Civil e Federal. Concluídas, as investigações serão enviadas para o Ministério Público Estadual, Auditoria Militar Estadual ou Ministério Público Federal.

Foram presos durante a operação Admilson Cristaldo Barbosa, Luciano Espíndola da Silva, Ricardo Campos Figueiredo, Anderson Gonçalves de Souza, Angelucio Recaldi Paniagua, Aparecido Cristiano Fialho, Claudomiro de Goez Souza, Clayton de Azevedo, Elvio Barbosa Romeiro, Ivan da Silva, Van Edemilson Cabanhe, Jhondenei Aguilera, Lisberto Sevastião de Lima, Marcelo de Souza Lopes, Nazario da Silva, Nestor Bogado Filho, Nilson Procedônio Espíndola, Roni Lima Rios e Valdson Gomes de Pinho.

Vale lembrar que todos são, por enquanto, apenas investigados. Alguns casos possuem bastante indícios de envolvimento, e haveria situações de flagrante enriquecimento ilícito, mas o rumo das suspeitas ainda depende do trabalho investigativo que está sendo realizado pela Corregedoria e pelo Gaeco.

Fonte: Midiamax

A redução será nas refinarias e entra em vigor nesta quarta (23)

A partir desta quarta-feira (23), a gasolina e o óleo diesel ficarão mais baratos nas refinarias de todo o país. Informações divulgadas nesta terça-feira (22) no site da Petrobras indicam que o preço da gasolina cairá 2,08% e o do diesel, 1,54%.

A queda no preço da gasolina ocorre depois de 11 aumentos consecutivos nos últimos 17 dias e de o preço do produto ter fechado os primeiros 21 dias do mês de maio com alta acumulada de 16,07%. Com a queda de 2,08% que entra em vigor amanhã, o preço da gasolina nas refinarias cairá para R$ 2,0433.

No caso do diesel, com a queda de 1,54%, após sete aumentos consecutivos, o produto passará a custar a partir desta quarta-feira nas refinarias R$ 2,3351. O diesel acumula desde o dia 1º de maio alta de 12,3%.

A queda de preços anunciada desta terça pela Petrobras se dá um dia depois de a companhia ter informado mais um aumento nas refinarias de todo o país nos valores do diesel, que subiu 0,97%, e nos da gasolina, com alta de 0,9%.

No mesmo dia, mais cedo, caminhoneiros de todo o Brasil iniciaram uma greve geral contra os aumentos do diesel, o que levou à paralisação dos transportes de carga e ao bloqueio de rodovias em vários estados.

Ainda na segunda (21), o governo convocou uma reunião, no Palácio do Planalto, em caráter de emergência, para discutir a alta dos combustíveis. Participaram do encontro o presidente Michel Temer, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Minas e Energia), Eduardo Guardia (Fazenda) e Esteves Colnago (Planejamento) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.

O aumento dos preços dos derivados voltou a ser discutido hoje em Brasília. Os ministros Eduardo Guardia e Moreira Franco se reuniram com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, no Ministério da Fazenda. Após o encontro, Parente afirmou que a redução dos preços da gasolina e do diesel, anunciada hoje, foi tomada em função da queda do dólar ontem.

Há discussões no governo sobre a possibilidade de redução da cobrança de tributos sobre os combustíveis. Existem situações em que a composição de impostos chega a quase a metade do valor final do preço da gasolina e do diesel nas bombas de todo o país.

Segundo a Petrobras, os aumentos são consequência das oscilações do preço do barril do petróleo no mercado externo. De acordo com a estatal, “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo”.

A companhia destacou que a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que a empresa possa competir de forma eficiente no mercado brasileiro.

Fonte: Agencia Brasil

O Al Wehda, da Arábia Saudita, anunciou na noite desta terça-feira um acerto com o técnico Fábio Carille, do Corinthians, firmando um contrato de dois anos. A publicação foi feita no Twitter da equipe, valorizando ainda a ajuda do chefe de esportes da Arábia Saudita na negociação. Na quinta-feira, contra o Millonarios, pela Copa Libertadores da América, o Alvinegro será comandado pelo auxiliar de Carille, Osmar Loss.

“O chefe do corpo nos ofereceu um dos treinadores brasileiros que estavam sendo negociados pelo Al Hilal”, disse o presidente do clube, Hatem Khaimi, em entrevista ao portal “Dawriplus”, especializado em notícias esportivas, revelando o apoio até da federação local para que a busca desse o resultado esperado. “Ele foi campeão brasileiro na temporada passada com o Corinthians e tem apenas 45 anos”, continuou Khaimi.

De acordo com a entrevista concedida pelo dirigente, o começo da negociação foi complicado por se tratar de um nome já estabelecido no futebol brasileiro, mas a recepção das sondagens foi boa entre os empresários do comandante. “Os brasileiros que o conhecem nos asseguraram a dificuldade de que isso aconteça, mas já conseguiram convencê-lo e enviamos um emissário ontem (segunda-feira)”, concluiu Khaimi.

Fonte: Gazeta Esportiva

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