Redação

Diante da decisão, TV Globo não altera sua grade normal de programação

AJustiça não autorizou a transmissão ao vivo do julgamento do ex-presidente Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre.

Por conta disso, segundo o jornal Folha de S. Paulo, a TV Globo decidiu não alterar sua grade de programação, ao contrário do que fez em eventos políticos recentes como as votações do impeachment de Dilma Rousseff e das denúncias contra o presidente Michel Temer.

Fonte: Noticias ao Minuto

 

A norma busca propagar o respeito e minimizar estatísticas de violência e abandono da escola em função de bullying

Resolução do Ministério da Educação (MEC) homologada hoje (17) autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica. A norma busca propagar o respeito e minimizar estatísticas de violência e abandono da escola em função de bullying, assédio, constrangimento e preconceitos. O nome social é aquele pelo qual as travestis, mulheres trans ou homens trans optam por ser chamados, de acordo com sua identidade de gênero.

“Essa era uma antiga reivindicação do movimento LGBTI [lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais] que, na verdade, representa um princípio elementar do respeito as diferenças, do respeito à pessoa e ao mesmo tempo de um combate permanente do Ministério da Educação contra o preconceito, o bullying, que muitas vezes ocorre nas escolas de todo o país. É um passo relevante para o princípio do respeito às diferenças e o combate aos preconceitos”, enfatizou o ministro Mendonça Filho ao homologar o texto, que foi aprovado pelo Conselho Nacional de Educação em setembro do ano passado.

A resolução ainda será publicada no Diário Oficial da União. Com a edição da medida, o ministério atende à demanda de pessoas trans que querem ter sua identidade de gênero reconhecida. Em 2015, uma resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (CNDC/LGBT) definiu parâmetros para acesso e permanência de pessoas trans em diferentes espaços sociais, entre eles o direito ao uso do nome social nas redes de ensino.

A realidade, no entanto, não está de acordo com essa recomendação do conselho, que não tem força de lei. Presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson afirma que a exclusão sofrida pelas pessoas trans no Brasil também é visível no ambiente escolar. “Quem mais está fora desse espaço da escola é a população trans, porque a escola não se preparou para nos receber”, critica.

No Ceará, essa situação foi vivenciada pela estudante Lara, de 13 anos. No ano passado, ela passou a se reconhecer como mulher e, por causa disso, a sofrer preconceitos no ambiente escolar, chegando a ser “convidada” a sair da Escola Educar Sesc. A mãe, Mara Beatriz, conta que a adolescente foi vítima de uma série de violências por causa de sua identidade de gênero. O nome civil dela, masculino, era utilizado em todos os registros escolares escritos, como em provas e boletins. A estudante não tinha acesso ao banheiro feminino e, para não usar o masculino, teve que se limitar a ir apenas ao banheiro da coordenação. Até o direito de ter o nome social garantido na carteirinha de estudante, que era assegurado pelo órgão emissor do documento, foi inviabilizado pela escola, que não confirmou a matrícula da estudante ao órgão.

“Era algo que causava muito sofrimento, porque antes aquele era um ambiente em que ela se sentia muito bem na escola, onde estudava desde os 2 anos de idade”, lembra a mãe, que decidiu usar as redes sociais para denunciar o preconceito contra a filha. Sete dias depois das denúncias e de o caso ter ganhado repercussão na mídia, o Sistema Fecomércio, que controla a escola, informou que havia ocorrido “uma falha pontual interna” e que o nome social da estudante havia sido regularizado em todos os documentos.

Além disso, a instituição se comprometeu a estimular o debate sobre questões de gênero com toda a comunidade escolar e a adotar ações permanentes de combate ao preconceito.

Para evitar que esse tipo de situação se repita, a nova resolução do MEC estimula que as escolas de educação básica estabeleçam diretrizes e práticas para o combate a quaisquer formas de discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero de estudantes, professores, gestores, funcionários e respectivos familiares na elaboração e implementação de suas propostas curriculares e projetos pedagógicos, além de estimular e respaldar quem já utiliza o nome social. A educação básica inclui a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio.

A falta de reconhecimento leva à ausência de dados sobre a situação. Não há estudos específicos ou informações oficiais sobre o número de pessoas trans nas escolas, algo que poderá a ser mensurado a partir da adoção da resolução do MEC. “A partir disso, a gente espera ter uma dimensão de quem são as pessoas trans que estão nas escolas”, disse Keila, da Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Ela destaca que o acompanhamento das pessoas trans que fazem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) só se tornou possível em 2014, quando os candidatos passaram a poder usar o nome social. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas 303 pessoas optaram por usar nome social no Enem do ano passado.

Mais direitos - A luta pela garantia dos direitos da população trans tem provocado mudanças em outras áreas. Desde 2013, o Ministério da Saúde possibilitou que travestis e transexuais passassem a usar o nome social no Cartão SUS. “Não é uma tarefa simples, a gente trabalha todo dia para que os espaços adotem iniciativas como essa e respeitem o que está posto”, afirma Keila. Em 2017, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que transexuais têm direito à alteração do gênero no registro civil, mesmo sem realização de cirurgia de mudança de sexo.

No Supremo Tribunal Federal (STF), estão em debate o direito dessas pessoas usarem o banheiro condizente com a identidade de gênero que elas reivindicam, bem como a possibilidade de transexuais alterarem o nome no registro civil sem a realização de cirurgia de mudança de sexo.

Fonte: Campo Grande News

Dupla seguia em motocicleta quando houve colisão com ônibus

Um homem morreu e outro ficou em estado grave, numa colisão frontal entre a motocicleta em que eles estavam e um ônibus da viação Motta, que ocorreu por volta das 22h40 de terça-feira (16), no km 417 da rodovia BR-163, próximo ao distrito de Anhanduí.

Os ocupantes da moto foram socorridos até uma unidade hospitalar em Campo Grande, o condutor veio a óbito e o garupa apresentava traumatismo craniano e um corte profundo no supercílio e está internado no CTI (Centro de Tratamento Intensivo), em estado grave.

Segundo o motorista do ônibus, a motocicleta invadiu a contramão de direção, não dando tempo de evitar o acidente. Com o impacto, o coletivo teve avarias no para-choque, farol e para-brisa. Com informações do Alvorada Informa

Fonte: Jornal da Nova

Prefeitura de Santo André divulgou nota na qual afirma que a segunda maior cidade de MS é área de risco para doença

A Prefeitura de Santo André, no ABC Paulista, informou que um homem de 56 anos morto no domingo (14) com suspeita de febre amarela pode ter contraído a doença em Dourados, onde passou o período entre o final de 2017 e início deste ano. Em nota, a administração pública daquele município aponta que a segunda maior cidade sul-mato-grossense é considerada área de risco da doença.

Esse caso foi revelado na tarde desta quarta-feira (17) pelo portal G1. "A família acredita que ele possa ter contraído doença em uma visita a Dourados (MS) onde passou as festas de fim de ano. A Prefeitura de Santo André diz que a causa da morte foi informada como infarto agudo no miocárdio e que o paciente apresentava sintomas condizentes com os da febre amarela. Foram colhidas amostras de sangue para fazer exames", detalha a publicação.

Em nota enviada ao G1, a Prefeitura de Santo André descartou que possa ter havido contágio por febre amarela naquele município. "Santo André não teve nenhum caso autóctone de febre amarela registrado neste ano e nem no ano passado. A cidade não é considerada área de risco e não passa por surto da doença. É importante ressaltar que a vacina, neste momento, ainda é recomendada para pessoas que viajarão para áreas de risco", pontuou.
VIAGEM A DOURADOS

"Sobre o caso questionado, o Departamento de Vigilância à Saúde de Santo André recebeu nesta terça-feira (16), após contato telefônico com o Hospital Bartira, notificação a respeito do paciente E.J.O.S., de 56 anos, que esteve na cidade de Dourados (que é área de risco), no Mato Grosso do Sul, no período de 23 de dezembro a 6 de janeiro deste ano. O paciente foi admitido no dia 14 de janeiro no hospital, vindo a óbito no mesmo dia. Em contato com o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), foi constatada como causa morte Infarto Agudo do Miocárdio e Ruptura de Parede do Miocárdio. Foi realizada coleta de sorologia para febre amarela pelo próprio Hospital", consta na nota.

Segundo a Prefeitura de Santo André, "os sintomas apresentados eram condizentes com os sintomas de febre amarela, mas também podem ter ocorrido devido ao Infarto Agudo do Miocárdio. Não houve outra coleta de sorologia para febre amarela além da citada acima, pois as coletas de doenças de notificação compulsória são encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz pelo Departamento de Vigilância à Saúde e não houve outro envio além da coleta citada".

SEM ALARDE

Também nesta quarta-feira, a Secretaria Municipal de Saúde de Dourados divulgou matéria para tranquilizar a população. Em menção a Edvan Marcelo Moraes Marques, enfermeiro do setor de Imunização, foi informado que "em Mato Grosso do Sul e consequentemente em Dourados não foram registrados casos da doença nos anos anteriores, 2016 e 2017, e nem neste ano, seja em humanos ou casos silvestres (em animais)".

"Trabalho na saúde em Dourados há 17 anos e não lembro algum caso desta doença. Mas posso afirmar que nos anos mais recentes não tivemos casos", afirmou o enfermeiro, acrescentando que "todas as cidades de MS fazem parte de uma região endêmica e, por isso, sempre receberam atenção redobrada acerca da doença".

"Não deve haver alarde. Apenas atenção com a vacinação caso não tenha sido efetuada ainda. Como estamos em um setor de risco, o Ministério da Saúde disponibiliza a vacina com estoque suficiente e é histórico em nossa região que as pessoas sejam imunizadas", pontuou Marques.

Fonte: 94 Fm Dourados

Em conversas nesta quarta-feira, os países também decidiram formar um time feminino conjunto de hóquei no gelo para os Jogos de Inverno

A Coreia do Norte e a Coreia do Sul concordaram durante as conversações nesta quarta-feira em desfilar sob a mesma bandeira unificada na cerimônia de abertura da Olimpíada de Inverno de Pyeongchang, em fevereiro, segundo comunicado conjunto divulgado pelo Ministério de Unificação da Coreia do Sul. O desfile já era uma sugestão da Coreia do Sul, necessitando apenas da aprovação do Norte.

Além disso, os dois países também decidiram formar um time feminino conjunto de hóquei no gelo para os Jogos.

Mais cedo, a Coreia do Norte confirmou o envio de 230 líderes de torcidas aos jogos. No total, serão 550 membros da delegação norte-coreana, incluindo as líderes de torcida, 140 artistas e trinta lutadores de taekwondo para uma demonstração.

Pyongyang propôs que a sua delegação, que deve chegar ao Sul no dia 25 de janeiro, viaje por terra e atravesse a passagem situada na faixa ocidental da fronteira entre os dois países.

A reunião desta quarta teve início por volta das 10 horas do horário local (23h30 da terça em Brasília), na Peace House (Pavilhão da Paz), localizado na faixa sul da aldeia de Panmunjom, o coração da militarizada fronteira que divide os dois países.

Fonte: Veja

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