Redação

De acordo com autoridades do país, incidente ocorreu depois que centenas de pessoas invadiram o local para transportar combustível que vazava

Pelo menos 29 pessoas morreram e 61 ficaram feridas na explosão de um oleoduto da empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex), em Tlahuelilpan, no México, nesta sexta-feira (18).

De acordo com as autoridades do país, o oleoduto explodiu depois que um grupo de cerca de 200 pessoas invadiu o local para transportar, em baldes e vasilhas, combustível que vazava.

"Comunicaram este trágico acidente, onde há muitas pessoas queimadas, que estavam no local tentando coletar combustível que escapou por um vazamento", explicou o governador Omar Fayad, em entrevista aos canais de televisão "Milenio" e "Foro TV".

Já o prefeito da cidade, Juan Pedro Cruz, contou que, durante o vazamento, militares do Exército foram acionados e tentaram isolar a área, mas não conseguiram.

"Lamento muito a grave situação em Tlahuelilpan devido à explosão de um oleoduto. Estou em Aguascalientes e, desde que o diretor da Pemex e o Secretário de Defesa me informaram, dei instruções para controlar o incêndio e atender as vítimas", escreveu o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, em mensagem no Twitter

Fonte: Noticias ao minuto

 

Vídeo voltou a circular depois de o deputado estadual e senador eleito pelo RJ, Flávio Bolsonaro, entrar no STF com pedido para que investigação do Rio seja levada ao Supremo com base no foro privilegiado. Na época, atual presidente era deputado federal.

 

Em vídeo publicado em 21 de março de 2017 no canal de seu filho Eduardo Bolsonaro no YouTube, o presidente Jair Bolsonaro, que na época era deputado federal e réu no Supremo Tribunal Federal (STF), disse que não queria foro privilegiado. Nas imagens, ele aparece ao lado de outro filho, o deputado estadual e senador eleito pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro.

O vídeo, cujo título é "Quem precisa de foro privilegiado?", voltou a circular nas redes sociais nesta quinta-feira (17) depois da notícia de que Flávio entrou no STF com pedido para que uma investigação do Rio de Janeiro seja levada ao Supremo com base no foro privilegiado, que ele adquiriu ao ser eleito senador.

Flávio pediu que as investigações para apurar movimentações financeiras de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), fiquem sob responsabilidade do STF. O senador eleito não é investigado no caso.

No vídeo de 2017, Bolsonaro diz: "Dos 503 deputados, uns 450 vão ser reeleitos. Por que eles têm que ser reeleitos? Para continuar com foro privilegiado. O único prejudicado com foro privilegiado, no momento, sou eu. Eu não quero essa porcaria de foro privilegiado. Eu sou o único deputado federal prejudicado com esse foro privilegiado. É essa questão, né? Eu sou réu no Supremo, pra quem sabe da história. Muita gente tá de saco cheio de saber da história".

Mais adiante no vídeo, o atual presidente afirma: "Mas eu tenho que ficar ligado agora por quê? Na iminência de votar isso daí, olha o que é que eu tenho que fazer, hein! Eles já sabem disso, se é que eles vão tomar providência antes. Eu vou ter que renunciar [ao] meu mandato pra poder disputar as eleições no ano que vem. Porque, eu renunciando, o meu processo vai pra primeira instância. Daí, não dá tempo de eu ser condenado em primeira e em segunda instância, até por ocasião das eleições. Daí, eu posso disputar as eleições do ano que vem".


No encerramento, completa: "Olha o problema que eu tenho pela frente. Lamentavelmente – minha assessoria pede pra eu falar isso, né? –, por um ministro que está a serviço do PT. Porque ele mesmo tem jurisprudência dizendo que tudo que acontece na Câmara, no tocante a palavras, opiniões e votos, o Supremo não tem nada a ver com isso".

O comentário de Bolsonaro no vídeo de 2017 refere-se às duas ações penais que o STF abriu contra ele no ano anterior, tornando-o réu na Corte por suposta prática de apologia ao crime e por injúria. Isso porque, em 2014, o então deputado havia afirmado, na Câmara e em entrevista a um jornal, que a deputada Maria do Rosário não merecia ser estuprada por considerá-la "muito feia" e nem fazer seu "tipo".

 

Fonte: G1

 

Organização mostra que grupo pode estar ligado a facções

Mulher identificada apenas como Joicelene, de 23 anos, gerenciava quadrilha de ladrões de carro presa pelo Batalhão do Choque da Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira, em Campo Grande. Dois dos envolvidos morreram em confronto com os policiais. Foram recuperados quatro automóveis, dentre os quais um HB20, uma picape Strada, um Corolla e uma caminhonete Hilux. A suspeita é de que o grupo esteja envolvido com mais crimes.

De acordo com o capitão Rigoberto Rocha, do Choque, Joicelene tinha conta bancária em seu nome e era responsável por administrar as finanças da quadrilha, fazer pagamentos e outras negociações, além das coordenadas aos demais envolvidos. “Ao que tudo indica, os veículos roubados eram atravessados até o Paraguai e vendidos, provavelmente para financiar o tráfico”, afirmou o capitão durante coletiva de imprensa nesta manhã. Não é descartado que a quadrilha esteja a trabalho do crime organizado, especialmente facções que agem dentro e fora dos presídios.

“Por conta da organização das tarefas, é possível que estejam sim ligados a grupos criminosos, mas estamos averiguando a situação com mais detalhes”, explicou ele. Além de Joicelene e foi preso Luis Henrique Ribeiro dos Santos de Souza, 27 anos. Um adolescente de 16 anos foi apreendido, Geraldo Figueira Mendonça, 30, foi morto em confronto e um homem ainda não identificado também morreu depois de trocar tiros com os militares.

OS FATOS

Rocha explicou que os fatos vieram à tona durante roubo em uma lanchonete de fast-food nas imediações da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Lá, o adolescente de 16 anos, o suspeito que ainda não foi identificado e Luis Henrique chegaram ao local por volta das 2 horas. Luis ficou aguardando a dupla em uma Strada roubada no dia anterior. O menor e o comparsa entraram, pediram um lanche e comeram. Em seguida, anunciaram o roubo, rendendo uma médica. O funcionário, se antecipou à ação e fugiu para os fundos.

Ele correu para o andar superior e se trancou na sala da administração. O suspeito que não foi identificado estava armado e o perseguiu, enquanto o menor rendia a mulher. O funcionário conseguiu ligar para o 190 e tentou “enrolar o máximo possível”, até que a polícia chegasse. Ele chegou a abrir porta diante das ameaças de que a médica seria baleada. Mesmo assim, tentou enganar o ladrão, dizendo que estava procurando a chave do cofre. Durante esta ação, o adolescente pegou o HB20 da vítima e fugiu do local.

Alguns minutos em seguida chegou o Choque e uma viatura da Polícia Civil. Os militares foram ao andar superior, onde se depararam com o suspeito armado. Houve confronto e o desconhecido foi baleado, socorrido e morreu. “Esse outro indivíduo identificado como Luis Henrique estava na Strada dando apoio do lado de fora e acabou abordado. Foi ele que indicou onde estariam os demais veículos”, afirmou Rocha. De lá, a equipe foi para uma residência localizada no Jardim Ilhéus, região sul de Campo Grande.

Neste endereço foram localizada Joicelene e o menor que havia acabado de deixar o HB20. Juntamente com este carro, também estavam lá um Corolla e uma Hilux roubados no dia anterior. Presos, os dois relataram que havia outro esconderijo, localizado no bairro Vilas Boas. Durante buscas neste imóvel, os militares se depararam com Geraldo que resistiu à abordagem e fugiu, pulando por residências vizinhas.

“Foi fechado o cerco e ele foi encontrado armado em uma das casas. Ele disparou contra a equipe policial que revidou. Importante salientar que nossos militares são especializados, de uma unidade preparada para este tipo de conflito, e agiram dentro da legalidade, repelindo a agressão”, pontuou. Tanto com o suspeito baleado na lanchonete, quando com Geraldo, foram apreendidos dois revólveres.

Fonte: Correio do Estado

 

 

Marco Aurélio Mello, relator do caso envolvendo o filho do presidente, diz que vai assinar a decisão em 1º de fevereiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, relator do caso envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o seu ex-assessor Fabrício Queiroz, disse que vai assinar a decisão sobre ação movida pelo filho do presidente Jair Bolsonaro já no dia 1º de fevereiro.

"Já na sexta-feira, pela manhã, assinarei a decisão – sexta, dia 1º de fevereiro”, disse o ministro ao blog da jornalista Andréia Sadi, do 'G1'.

"O Supremo não pode variar, dando um no cravo outro na ferradura. Processo não tem capa, tem conteúdo. Tenho negado seguimento a reclamações assim, remetendo ao lixo."

"Não é antecipação de decisão. É só coerência com o que, até aqui, fiz", concluiu Marco Aurélio.

O ministro rejeitou pedidos anteriores parecidos com o que foi feito por Flávio Bolsonaro nesta quinta-feira (17).

Fonte: Noticias ao minuto

 

A Polícia Civil de Caarapó e Fátima do Sul prenderam no último dia (16), em uma conveniência no centro da cidade, Carlos Alexandre dos Santos Macena de 22 anos, pelo crime de extorsão. De acordo com as informações, o suspeito tentou aplicar o golpe do “falso sequestro” na própria mãe, uma senhora de 41 anos, residente na cidade de Caarapó.

Segundo consta, o Delegado Bruno Humelino, de Caarapó, noticiou à Delegacia de Polícia Civil de Fátima do Sul, um possível crime de extorsão envolvendo uma moradora de Caarapó.

O autor, Carlos Alexandre teria ido para a cidade de Fátima do Sul no dia 29 de dezembro passado sem avisar, e foi tido como desaparecido e registrado boletim de ocorrência.

A partir do dia 12 de janeiro desse ano, a senhora passou a receber ligações de uma pessoa que dizia ser Carlos, o qual afirmava ter sido sequestrado e que a mãe deveria pagar R$ 10 mil para que ele fosse solto.

De acordo com as investigações, o suposto filho teria informado uma conta bancária localizada na cidade de Fátima do Sul, para que fosse realizado o pagamento. A titularidade da conta foi identificada e a Polícia Civil chegou ao casal, Luzia Helena Miaki de 46 anos e Fernando de Souza Oliveira de 26 anos.

Durante entrevista, o casal alega que conheceu Carlos há poucos dias e que teriam apenas emprestado o aparelho de telefone celular para que o mesmo fizesse uma ligação para a mãe solicitando o valor em dinheiro, que seria depositado na conta de Luzia.

O autor foi encontrado em uma conveniência no centro da cidade e confessou que havia pedido do valor de R$ 7 mil à sua mãe, simulando um sequestro e cárcere privado.

Carlos Alexandre recebeu foi preso em flagrante e se encontra custodiado na Delegacia de Fátima do Sul.

Fonte: Jornal da Nova

 

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