Redação

Vítima estava deitado em rede na varanda de casa

Um jovem de 26 anos foi morto por volta das 20h30 da última quarta-feira (18), em Paranhos –cidade a 477 quilômetros de Campo Grande. De acordo com o boletim de ocorrência, Carlos Eduardo Oliveira Miranda estava deitado em uma rede, na varanda de casa, quando foi atingido pelos disparos.

O pai de Carlos Eduardo relatou aos policiais que o filho estava na varanda e que percebeu a aproximação de uma motocicleta. O veículo parou e, um homem alto, de camiseta e bermuda, entrou no local e disse à vítima: "Carlos Eduardo onde mora o Bruno?".

O rapaz se levantou da rede para ver quem era e foi atingido por vários disparos. Ao ouvir os tiros, o pai se abrigou dentro de casa. Ele ainda relatou que filho era usuário de drogas, porém, não soube informar se ele estava sendo ameaçado de morte.
Conforme o registro da ocorrência, foram encontrados 16 projéteis de pistola calibre 9 milímetros. O caso foi registrado como homicídio doloso na Delegacia de Polícia Civil de Paranhos.

Fonte: Midiamax

'Se tivesse sido flagrado com dinheiro ainda estaria no Senado', disse

A decisão do Senado de revogar medidas cautelares que o Supremo Tribunal Federal (STF) havia imposto a Aécio Neves (PSDB-MG) pode influenciar no futuro político de Delcídio do Amaral. Ele estaria avaliando preparar recurso para recuperar seu mandato também.

Diante do resultado favorável de ontem (17) no Senado para Aécio Neves, de acordo com informações do site Brasil247 o ex-senador alegou que se ele tivesse “sido flagrado pedindo dinheiro, talvez ainda fizesse parte do Senado. O tempo de Deus haverá de fazer justiça!”, exclamou.

Delcídio, que foi líder da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ficou preso preventivamente por quase três meses após ser investigado por obstrução da Justiça no âmbito da Operação Lava Jato.

A prisão ocorreu em 25 de novembro de 2015. O processo no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado foi aberto no mês seguinte.

A confirmação da delação premiada de Delcídio, com acusações a diversos senadores, entre eles o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e o próprio Aécio Neves (PSDB-MG), fez com que o processo de cassação foi acelerado na Casa.

Já Aécio teve mais "sorte" que Delcídio. O senador mineiro não fez delação e ainda mandou carta para os colegas pedindo apoio e apelando para o corporativismo. A medida deu certo. Agora o parlamentar pode voltar a exercer seu mandato e não precisa cumprir recolhimento domiciliar noturno.

Esses benefícios obtidos por Aécio podem influenciar na tentativa de Delcídio em recuperar seu mandato. A informação chegou ser divulgada também no site O Antagonista.

Tanto na sessão que cassou Delcídio como a que reverteu a decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) beneficiando Aécio Neves a participação dos senadores foi massiva. Na primeira foram 74 parlamentares, enquanto na de terça-feira (17) estiveram presentes 70.

A reportagem tentou contato com o ex-senador, mas ele não atendeu as ligações feitas em seu celular.

CASSAÇÃO

Delcídio do Amaral foi cassado em 10 de maio de 2016 por quebra de decoro parlamentar. O placar foi de 74 votos, nenhum contra e uma abstenção. Ele perdeu os direitos políticos e ficou inelegível por 11 anos.

Na época, Waldemir Moka e Simone Tebet (ambos do PMDB) foram a favor da cassação dele. Quem assumiu a vaga deixada foi Pedro Chaves (PSC). Os três senadores eleitos por Mato Grosso do Sul votaram a favor de Aécio Neves nesta terça-feira (17).

LISTA DE VOTAÇÃO NA SESSÃO DE TERÇA-FEIRA

 

Fonte: Band

Com placar de 0 a 0 em Itaquera, Timão segue com 9 pontos de vantagem sobre o Tricolor

Para quem esperava um clássico com futebol de líder e vice-líder rivalidade, emoção e um espetáculo, se decepcionou. Corinthians e Grêmio fizeram nesta quarta-feira um jogo fraco tecnicamente e com poucas chances de gol no estádio do Itaquerão, em São Paulo. O resultado de 0 a 0, pela 29.ª rodada do Campeonato Brasileiro, não é o ideal, mas está longe de ser um grande problema para o time do técnico Fábio Carille, que manteve a diferença em nove pontos para o Grêmio (59 a 50). Nesta quinta, se o Santos vencer o Sport, no Recife, ficará a sete pontos do rival alvinegro. 

Fábio Carille fez mistério sobre a escalação e acabou mandando a campo o time já esperado. A única alteração foi no posicionamento dos atletas. Jadson voltou a atuar pelo lado direito e não no esquerdo, como aconteceu nos últimos dois jogos. Neste lado, Romero foi quem ficou para auxiliar o lateral Guilherme Arana.

A alteração surtiu pouco efeito. A única novidade foi a postura mais agressiva, principalmente no primeiro tempo. Talvez pela rivalidade e importância que a partida tinha, a maioria dos corintianos entrou ligado, como Romero, exemplo de dedicação. Tanta vontade em determinados momentos se transformou em ansiedade.

O fato é que os dois times marcaram bem e Luan e Jô, os dois artilheiros, de quem mais se esperavam em campo, foram presenças bem discretas. O corintiano teve apenas uma chance no primeiro tempo, de cabeça, e mandou para fora.

No intervalo, um dos raros momentos de emoção no Itaquerão. Um casamento foi realizado no gramado entre o intervalo dos dois tempos. Com a bola rolando, a equipe gaúcha se aventurou mais ao ataque. Aos 18 minutos, Fábio Carille resolveu colocar o amuleto Clayson no lugar de Jadson. Depois, colocou Marquinhos Gabriel no lugar de Romero. Mudanças corriqueiras nas últimas partidas.

Com o passar do tempo, os rivais passaram a demonstrar cansaço e os espaços para atacar ficaram maiores. Assim, Edilson quase marcou pelo Grêmio, em chute de fora da área, defendido por Cássio e depois acertou a bola no travessão, em cobrança de falta. A melhor chance corintiana foi de Maycon, que tentou encobrir o goleiro Marcelo Grohe e mandou por cima do gol. Assim o líder manteve a folga na tabela de classificação, mas também o mal futebol.

Fonte: Band

Um grave acidente de transito foi registrado na tarde desta quarta-feira (18) por volta das 18h20min na estrada que liga o município de Angélica a Usina Adecoagro, no qual um homem de 61 anos ficou ferido após perder o controle de uma camionete e capotar.

Conforme apurou o Site Ivinoticias, o senhor Arismar Pereira de Souza de 61 anos seguia sentido Usina a Angélica pela rodovia MS-145 que esta sendo asfaltada, com uma camionete F-1000 com placas de Ivinhema, sendo que por motivos a serem apurados, ele perdeu o controle do veiculo vindo a sair da pista e capotar.

O corpo de bombeiros de Ivinhema foi acionado e socorreu a vitima e encaminhou para o Hospital Municipal de Angélica, que teve fratura no úmero, suspeita de hemorragia interna, reclamava de dores no tórax e estava desorientado.

A Policia Militar de Angélica esteve no local auxiliando e acionou a Policia Militar Rodoviária da base operacional de Amandina, a Pericia de Nova Andradina também foi acionada.

 

Por 39 votos contra 26, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), recomendando que a Câmara não autorize o Supremo Tribunal Federal a processar o presidente da República, Michel Temer, e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), com base na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

A autorização ainda deve ser votada em Plenário, o que deve ser feito na próxima quarta-feira (25). Para aprovar a denúncia, serão necessários 352 deputados. Foram 19 horas de debates na CCJ em dois dias, até a votação final.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) defendeu o voto com o relator, dizendo que não há provas, e apenas a palavra de delatores contra a dos acusados.

“Nós estamos vivendo agora os capítulos finais de um teatro do absurdo, com a tentativa do ex-procurador-geral [da República, Rodrigo Janot] de depor o presidente da República, por ter nomeado um desafeto seu para o cargo”, disse.

Para o deputado Beto Mansur (PRB-SP), é preciso esclarecer à sociedade que a denúncia é uma perseguição ao presidente Temer. “Eu conheço o presidente há mais de 30 anos, convivi com ele quando era deputado. É um homem comprometido com o governo e o interesse público”, disse.

Em resposta, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) argumentou que a denúncia tem fundamento, e não é o Ministério Público que está sob suspeita, e sim o governo Temer. “Precisamos ver o que está na denúncia, porque há provas de vários atos, não apenas relativos à primeira denúncia, como se falou, mas com relação a novos crimes”, disse.

Já o deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que os deputados precisam se afastar do corporativismo e aprovar a apuração da denúncia. “Os parlamentares foram o dia inteiro ao Palácio do Planalto para que o presidente lhes oferecesse benesses em troca dos votos”, disse.

Posição dos partidos

Orientaram votação a favor do parecer: PMDB, PP, PSD, PR, DEM, PRB, PTB, SD, PSC e Pros, enquanto PT, PSB, PDT, Pode, PCdoB, PPS, PHS, Rede e Psol foram contrários. PSDB e PV liberaram suas bancadas, para que votem como quiserem.

Nos últimos dias, quatro deputados titulares foram trocados na comissão, dois no PSD e dois no PSB. O PSB chegou a trocar hoje seu líder, que agora é o deputado Júlio Delgado (MG), que trocou os deputados que votariam a favor do relatório por outros que são contrários. "Viemos há muito tempo passando o constrangimento de votações, na grande maioria, serem destoantes da orientação da liderança e, agora, vamos tentar encontrar a uniformidade, que se encontra com a decisão do diretório nacional”, disse.

Na primeira denúncia, foram trocados 11 deputados do PMDB, do PP, do PR, do PRB, do PSD, e do SD.

Fonte: Agencia Camara

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