Redação

Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prenderam na madrugada desta segunda-feira (21), por volta de 00h30, quatro homens envolvidos em um sequestro com dois reféns, em uma chácara no município de Ivinhema no domingo (20), por volta das 21h20.

Conforme apurou a reportagem, um alerta foi emitido para a região do 8º Batalhão de Polícia Militar de Nova Andradina e demais forças de segurança do sul do Estado. Imediatamente equipes do DOF iniciaram as buscas pela região, rodovias e estradas vicinais. Em uma ação conjunta com policiais militares do do Grupamento Especializado Tático Motorizado (Getam) de Naviraí (MS), o DOF abordou os veículos roubados e prendeu quatro dos homens envolvidos no sequestro.

Bandidos foram presos pelo DOF na MS-141

Os reféns eram mantidos sob ameaça pelos criminosos e estavam, nos veículos, no momento da abordagem policial que aconteceu entre Ivinhema e Naviraí. Policiais do DOF continuaram em diligências na região e localizaram o último foragido do grupo.

Um dos criminosos trocou tiros com os policiais e foi alvejado durante o confronto. O homem foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Naviraí, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Foram recuperados o Jeep Renegade preto com placas de Ivinhema (MS) e a camionete Toyota Hilux cinza, com placas de Dourados (MS), bem como os pertences pessoais dos reféns. Todos os criminosos envolvidos no sequestro foram presos.

IDENTIFICADOS

Os bandidos foram identificados nesta manhã, após o quinto bandido que participou do assalto com reféns, ser preso pelo DOF, o criminoso foi encaminhado para a sede do departamento em Dourados. O homem foi identificado como Fábio da Silva Lima, 31 o vulgo Sebinho de Ivinhema.

Outros três assaltantes que já estavam presos foram identificados como Carlos Augusto Francelino de Sousa, 30, Gabriel Ney dos Santos, 30, e Julio Cesar Gomes de Paula, 31.

De acordo com a assessoria do DOF, o bandido morto em confronto com os policiais não carregava documentos e só será identificado através da perícia.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) para os procedimentos legais.

Fonte: Ivinoticias

 

Relatórios do Coaf revelam movimentações suspeitas na conta do senador eleito e do seu ex-assessor, Fabrício Queiroz

Informações sobre movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), apontadas como atípicas em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), têm movimentado o noticiário nas últimas semanas. Relembre os acontecimentos:


Queiroz

Análises nas operações bancárias de Flávio foram um desdobramento de um outro relatório do Coaf, que indicavam movimentações suspeitas do seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

O funcionário do gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) é investigado por movimentar R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Em sua defesa, em entrevista à 'Record TV', Queiroz afirmou ser "um cara de negócios" e que as movimentações referem-se a compra e venda de carros. No entanto, não explicou por que recebeu valores de funcionários da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Nesse domingo (20), a coluna do Lauro Jardim, do 'Globo', revelou que Queiroz movimentou R$ 7 milhões em três anos. Além de R$ 1,2 milhão em um ano, o Coaf tem conhecimento de terem passado pela conta corrente do ex-assessor de Flávio mais R$ 5,8 milhões nos períodos anteriores.

A movimentação de R$ 1,2 milhão gerou uma denúncia do Ministério Público do Rio, que estava sendo investigada. Até que, na última quinta-feira (17), o senador eleito, que é citado no processo, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando foro privilegiado. Uma decisão do ministro Luiz Fux garantiu a suspensão temporária da investigação.

Flávio

Um outro relatório do Coaf, a respeito de movimentações na conta de Flávio, mostra que operações financeiras feitas por ele são muito semelhantes às realizadas pelo seu ex-assessor. O documento aponta 48 depósitos considerados suspeitos, totalizando R$ 96 mil em cinco datas.

Nesse sábado (19), o Jornal Nacional, da 'TV Globo', também revelou o pagamento de um boleto bancário no valor de R$ 1.016.839, sem indicação do favorecido.

Em entrevista à 'Record', ele disse que as movimentações suspeitas em sua conta corrente referem-se à compra e venda de um apartamento. Ele teria pago R$ 1.016.839 pelo imóvel e vendido na sequência, sendo que parte do valor foi pago a ele em dinheiro. Isso justificaria os 48 depósitos no valor de R$ 2 mil em sua conta - o limite máximo imposto pelo banco para transações em caixa eletrônico.

As últimas notícias sobre o caso foram reveladas nesta segunda-feira (21) pela 'Folha de S. Paulo'. Segundo o jornal, registros em cartórios mostram que Flávio Bolsonaro adquiriu dois apartamentos em bairros nobres do Rio em três anos, de 2014 a 2017, ao custo informado de R$ 4,2 milhões. Vale citar que o período da aquisição dos imóveis é o mesmo em que Queiroz movimentou R$ 7 milhões.

Outros pontos polêmicos envolvendo a família Bolsonaro

Cheque de R$ 24 mil à primeira-dama, Michelle

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, recebeu um cheque de R$ 24 mil de Queiroz. Segundo Jair Bolsonaro, esse cheque é o pagamento de uma dívida. "Emprestei dinheiro para ele em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro e uma dívida que ele tinha comigo se acumulou. Não foram R$ 24 mil, foram R$ 40 mil".

Personal trainer e assessora de Bolsonaro

O gabinete do presidente na Câmara dos Deputados atestou frequência total de sua ex-assessora Nathalia Melo de Queiroz, filha de Queiroz. Nathalia atuava como personal trainer no mesmo período em que trabalhava para Bolsonaro, de dezembro de 2016 a outubro de 2018.

Internação e operação de Queiroz no Einstein

Queiroz deu entrada no hospital no dia 30 de dezembro, passou por uma cirurgia no dia 1º e recebeu alta no último dia 8. Sua condição de saúde foi a justificativa para que ele e seus familiares não comparecessem a depoimentos agendados no Ministério Público do Rio. O presidente Jair Bolsonaro diz que emprestou dinheiro para o ex-assessor do filho Flávio Bolsonaro em várias ocasiões porque ele estava com problema financeiro. Fica a dúvida: quem teria pago os custos desta cirurgia?

Fonte: Noticias ao minuto

 

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul convida toda população para participar no próximo dia 24 de janeiro (quinta-feira) da Audiência Pública que será realizada no Auditório Municipal José Farias Leal.

Na Audiência Pública será apresentado Plano Municipal de Saneamento Básico elaborado pela equipe da Optimale (Empresa contratada pelo consórcio CIDECO e responsável pela elaboração). O Plano de Saneamento Básico é voltado para a população. Nele é previsto o atendimento de 100% da população na chamada universalização dos serviços.

Ainda serão explicadas quais as metas e ações para que este plano seja atendido em sua totalidade.

A participação da nossa comunidade é de extrema importância.

Participem!

Senador eleito pelo PSL-RJ afirmou também, em entrevistas à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa se refere a esse imóvel. Relatório do Coaf aponta movimentações atípicas em sua conta.

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou em duas entrevistas exibidas na noite deste domingo (20), à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica é referente a um apartamento que ele comprou na planta.

No sábado (19), o Jornal Nacional mostrou que, em relatório sobre movimentações atípicas de Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) destacou o pagamento no valor de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa. O Coaf não identificou o favorecido, nem a data, e nenhum outro detalhe.

Nas entrevistas deste domingo, Flávio Bolsonaro disse que a Caixa quitou a dívida dele com a construtora e que ele passou, então, a dever à Caixa. Disse ainda que vendeu o mesmo imóvel logo depois e que recebeu parte do valor em dinheiro vivo.

Flávio Bolsonaro alega que depositou o dinheiro na conta dele, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em 48 envelopes de R$ 2 mil, porque era o local onde ele trabalhava e que o valor era o limite para cada depósito no caixa automático.

Na sexta-feira (18), o Jornal Nacional mostrou que o relatório do Coaf apontou como atípico o fracionamento de depósitos na conta de Flávio Bolsonaro no período de um mês. O relatório diz que o fracionamento desperta suspeita de ocultação de origem do dinheiro.

Ao senador, não foi perguntado, e por isso ele não respondeu, por que optou por fazer 48 depósitos de R$ 2 mil, com diferença de minutos em cada operação, em vez de depositar a totalidade do que recebeu em espécie de uma vez só na agência bancária em que tem conta.

"Eu não tenho nada a esconder de ninguém. Esse apartamento aqui foi pago direitinho, bonitinho. Estou mostrando a vocês qual é a origem. Tem origem, não é origem ilícita, não. Não tem origem em terceiros. Por que aparece dessa forma? Porque esse dinheiro, que era um dinheiro meu, era depositado na minha própria conta. E como tem que ser de dois em dois mil reais, [...] foi feito dessa forma", afirmou à Record.

"Não tem mistério nenhum, está tudo declarado, justificado no papel. Está tudo declarado ao Fisco [Receita Federal], está declarado na escritura. Se fosse algo ilícito, você acha que estava na minha conta? Não tem dinheiro ilícito na minha mão", afirmou.

Pagamento de R$ 1 milhão

Com relação ao pagamento do título na Caixa, Flávio disse: "É um apartamento que comprei na planta. Quando você compra um apartamento na planta, o financiamento fica com a construtora e quando sai o habite-se, quando a Caixa pode fazer o financiamento, o que você faz? Você busca a Caixa, que tem juro menor. A Caixa vai e paga a sua dívida com a construtora, eu deixo de ser devedor da constutora e passo a ser o devedor da Caixa".

"Quem fez a operação foi a Caixa Econômica, não foi dinheiro meu. Então, está explicado. Eu não tenho nada a ver. A Caixa Econômica Federal quita o restante do financiamento que eu tinha com a construtora e eu passo, não mais à construtora, passo a dever à Caixa Econômica. Só isso. A Caixa pagou esse valor, não foi eu que paguei. Eles pagam minha dívida e eu passo a ser devedor da Caixa", acrescentou.

Flávio Bolsonaro exibiu um papel que, segundo ele, é um documento da Caixa que comprova o que ele disse. O senador eleito disse, porém, que não mostraria o conteúdo do papel porque quer, primeiro, entregá-lo às autoridades, acrescentando que "o foro adequado para discutir isso não é a imprensa".

Flávio Bolsonaro disse também que não fica com parte do dinheiro que os funcionários recebem. Segundo o Coaf, os funcionários do gabinete de Flávio transferiam dinheiro ao ex-motorista dele Fabrício Queiroz em datas que coincidem com as datas de pagamento da Alerj, o que pode indicar, segundo os investigadores, tentativa de ocultação do real dono do dinheiro.

"No meu gabinete, no meu gabinete não! E se eu soubesse de alguém que tivesse cometendo isso, eu era o primeiro a denunciar e mandar prender. Porque todo mundo sabe, quem me conhece, quem me acompanha no dia a dia, sabe que não tem sacanagem comigo. Se eu quisesse dinheiro, eu não tinha aceitado algumas ofertas, tranquilas, de doação eleitoral pra minha campanha, bonitinhas, de empresários queriam ajudar ao Brasil. Recusei milhões de doações de campanha. Não quero, e digo mais: em alguns períodos no meu gabinete, cargos ficaram vagos. Se eu tivesse intuito de ganhar dinheiro com isso, acha que eu ia deixar cargo vago?"

 Fonte: G1

 

Duas camionetes foram recuperadas

Um sequestro seguido de roubo, na noite deste domingo (20), em Ivinhema – a 291 quilômetros de Campo Grande, acabou com um dos bandidos mortos em uma troca de tiros. Os carros foram recuperados.

O crime aconteceu por volta das 21h20 deste domingo (20), quando cinco bandidos encapuzados invadiram uma chácara e fizeram duas pessoas reféns, levando um Jeep Renegade e uma Toyota Hilux das vítimas.

A polícia foi chamada e equipes do DOF (Departamento Operações de Fronteira) conseguiram prender quatro autores próximo a Naviraí. Um dos autores morreu em uma troca de tiros com os policiais. Os reféns foram libertados pelos autores antes da fuga.

Fonte: Midiamax

 

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