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Redação

Ventos que chegaram a 46km/h, segundo a Embrapa, no início da tarde desta quinta-feira (19) causaram estragos em vários pontos do município de Dourados. Pelo menos duas árvores caíram sobre carros em locais distintos.

Nos bairros, uma ‘tempestade de terra’ levou muita sujeira e até mesmo espanto a moradores.

Imagens que chegaram a reportagem através do canal Ligado na Redação mostra árvore de grande porte sobre veículo na região da Cohab 2. O carro ficou totalmente destruído.

No momento do fato não havia ninguém em seu interior.

Já na rua Ponta Porã, outro carro foi atingido pela queda de árvore, porém, a avaria desta vez foi menor.

De acordo com a Defesa Civil, várias ocorrências foram registradas até o momento e ainda não há um balanço exato da quantidade de árvores e outras avarias durante a ventania.

Conforme a Embrapa Agropecuária do Oeste, além dos fortes ventos, a chuva que veio em seguida acumulou seis milímetros em 15 minutos.

Fonte: Dourados News

No ar em “A Força do Querer”, novela da faixa das 21h da Rede Globo, Fiuk, que interpreta Ruy, falou sobre o desfecho final de seu personagem e a relação entre o Playboy e Zeca (Marco Pigossi).

Em conversa com o jornal Extra, Fiuk falou sobre a cena em que Ruy e Zeca descobrem que se afogaram juntos quando crianças e estavam vivendo a profecia do índio, que indicava que Ritinha (Isis Valverde) colocaria um contra o outro.

“Vai ser um momento único. Não imagino como será a reação do Ruy, mas, com certeza, vai ser forte. A relação dele e de Zeca é intensa, de muito ódio. Mas, por outro lado, os dois têm uma ligação muito bonita. Quando crianças, Zeca caiu no rio tentando ajudar Ruy. O que não mata, fortalece. Às vezes, as melhores coisas da nossa vida começam sendo as piores”, disse ele. “Acho que eles vão ser grandes amigos”, completou.

Sobre o final do filho de Eugênio (Dan Stulbach) na trama escrita por Gloria Perez, ele ponderou: “Acredito em um final feliz para Ruy. Espero que ele seja feliz e tenha uma família bonita”.

Em recentemente entrevista, Gloria Perez, autora de “A Força do Querer”, saiu em defesa de Fiuk na trama e avaliou que exitem muitos comentários “cruéis” sobre o desempenho do ator no folhetim. “Ele está no começo e cercado por atores muito experientes. Acho que, às vezes, a crítica tem um nível de crueldade muito grande. Todo mundo começa, mas nem todo mundo tem o grande público para julgar”, declarou.

Na mesma entrevista, Gloria comentou que não estava preparada para uma possível rejeição do público em relação à Ivana, personagem transexual vivida por Carol Duarte. “Nem pensei que não pudesse dar certo, não tinha um plano B porque já tinha feito algo parecido em ‘Carmem’ (1987). Eu apresentei o doutor Junot (Maurice Vaneau) como um médico competente, excelente pai […] Quando todo mundo estava apaixonado por ele, trouxe a questão de ele ser gay”, revelou.

Fonte: O Tv Foco

Segundo a área técnica do tribunal, sobrepreço seria uma forma de ajudar a empresa de Joesley e Wesley Batista a comprar dois frigoríficos nos EUA, causando prejuízo de mais de R$ 300 mi aos cofres públicos

 

Os auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) concluíram que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chegou a pagar 20% a mais pelas ações do frigorífico JBS para ajudar a empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista a comprar dois frigoríficos nos Estados Unidos.

A aquisição do frigorífico National Beef Packing e da divisão de carnes da Smithfield Foods foi feita em 2008 pela BNDESPar, divisão de participações do banco. O processo, relatado pelo ministro Augusto Sherman, aponta que as transações irregulares teriam causado um prejuízo de R$ 303,9 milhões aos cofres públicos, em valores atualizados. Desse total, R$ 285,6 milhões dizem respeito à aquisição de participação na empresa pelo banco. Outros R$ 18,3 milhões estão relacionados a dividendos que o banco deixou de receber, já que o valor pago resultaria na compra de um número maior de ações.

Conforme antecipado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" em abril deste ano, o TCU responsabiliza o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega pelos prejuízos, além de Joesley Batista e o empresário Victor Garcia Sandri. O ex-presidente do banco de fomento Luciano Coutinho também é responsabilizado, porque teria atuado de forma negligente, aprovando as transações. Outros ex-dirigentes do banco também são listados pelo tribunal.

O próximo passo do TCU será abrir processos individuais contra cada um dos citados, para apurar responsabilidades e sugerir punições. Cada um deles ainda será ouvido pelo tribunal para apresentar suas justificativas e defesas.

Segundo a Corte de contas, Mantega, Joesley e Sandri teriam se associado de forma criminosa para viabilizar a transação. O relatório se baseia na delação premiada feita por Joesley, na qual o dono da JBS declarou que teria pago propina ao ex-ministro, por meio de Sandri, como forma de aprovar as transações com o BNDES. No caso de Luciano Coutinho, as acusações do tribunal se baseiam tanto na delação quanto em achados da auditoria feita pela corte de contas.

Por meio de nota, Coutinho declarou que o processo ainda está no inicio e que não teve acesso ao relatório técnico e sequer foi ouvido pelo TCU. Coutinho disse que tem a expectativa de que possa esclarecer todas as questões colocadas pelo tribunal e que "a operação foi conduzida com lisura e rigor técnico, respeitando todas as exigências do BNDES e seguindo procedimentos típicos do mercado de capitais, sem qualquer favorecimento à JBS".

Segundo o ex-presidente do banco, não houve ágio ou sobrepreço na transação e a prerrogativa de definir o preço de ações em um aumento de capital é da empresa emissora. "Coube aos acionistas decidir sobre a conveniência ou não da adesão. Os R$ 7,07 foram considerados um preço atrativo por estarem abaixo de estimativas feitas à época pela própria área técnica do BNDES e por instituições financeiras de primeira linha. Tanto a avaliação de que o preço era atrativo fazia sentido que o aumento de capital teve ampla adesão dos acionistas minoritários", afirmou.

Coutinho disse que "o BNDES pagou um valor inferior à sua própria estimativa e de outras instituições financeiras para o preço justo da ação e que "os prazos em que foram realizadas as operações são similares aos de outras operações de participação acionária realizadas pelo BNDES".

Outras operações

A capitalização feita na JBS chegou a R$ 2,55 bilhões, a preços atualizados, segundo o TCU. O objetivo era preparar a empresa para comprar outras operações. A análise apontou que as transações foram realizadas a partir de dados precários e limitados, em "prazos exíguos e sem profundidade".

O preço pago a mais é resultado do critério que foi usado pelo banco para chegar ao preço das ações. Em 2008, conforme afirmou Luciano Coutinho, o BNDES pagou R$ 7,07 por ação, baseando-se no preço médio que foi negociado em bolsa em 120 pregões realizados até aquele momento.

Ocorre que, segundo o tribunal, essa média costuma levar em conta 30, 60 ou 90 pregões. Ao dilatar essa média para 120 pregões, o preço subiu, porque as ações da empresa estavam em queda nos meses mais próximos à transação. Se a transação tivesse considerado 90 pregões, o preço a ser pago pelas ações seria de R$ 5,90. Em valores da época, o prejuízo total, incluindo a frustração com dividendos, foi estimado em R$ 191 milhões, disse o ministro Augusto Sherman.

"A auditoria conclui que o BNDES pagou o valor máximo projetado", comentou Sherman, durante leitura de seu voto. O ministro disse que ocorreram "erros grosseiros" nos cálculos das ações pelo BNDES, situação que causou "perplexidade", por conta de seus impactos. "Não há elementos que nos permitam entender que essas operações tenham sido, até aqui, lucrativas."

Em outubro de 2008, a aquisição da National Beef não foi concluída, porque a autoridades antitruste dos Estados Unidos expuseram barreiras para o negócio e entraram com processo contra a operação. Em fevereiro de 2009, a JBS desistiu da transação. Durante longo período, porém, enquanto o processo corria, recursos do banco ficaram retidos com a JBS. Em seu voto, o ministro Sherman disse que houve "desvio de finalidade" do aporte. "Os recursos que ficaram de posse da JBS sem uma finalidade especificado foi de US$ 1,185 bilhão e 40% era da BNDESPar", declarou.

Fonte: Estadão

Comentários apontam para a diferença na forma como o mundo está reagindo a esse ataque e como respondeu a outros, ocorridos na Europa e nos EUA

No sábado, um ataque terrorista com caminhão-bomba em Mogadíscio, na Somália, matou 300 pessoas e deixou outras 200 feridas. Não só foi o pior atentado terrorista na história do país africano, mas também um dos mais mortais enfrentado por qualquer outra nação do mundo.

Contudo, muitas pessoas nas redes sociais questionaram a atenção dada à tragédia por outros internautas e pela imprensa. Os comentários apontam para a diferença na forma como o mundo está reagindo a esse ataque e como respondeu a outros, que ocorreram na Europa e nos Estados Unidos.

Nos últimos dias, hashtags como #IAmMogadishu (Eu sou Mogadíscio) ou #PrayForSomalia (Rezem pela Somália) foram usadas em todo o mundo, mas não figuraram entre os assuntos mais comentados do Twitter, como aconteceu em outros ataques. “A explosão de Mogadíscio não é nem trending [no Twitter]… África você está por conta própria…”, tuitou um usuário.

 

Depois de ataques em Paris, Nice, Berlim, Orlando, Manchester, Londres e Las Vegas, hashtags como #PrayforLondon (Rezem por Londres) ou #JeSuisParis (Eu sou Paris) rapidamente se espalharam pelas redes sociais. Agora, os internautas se perguntam por que foi registrado pouco apoio para as vítimas da Somália, apesar da cifra inacreditável de mortos.

Segundo a ferramenta de gestão de redes sociais Sprout Social, a hashatg #PrayForSomalia foi mencionada em no máximo 25.000 tuítes por dia entre 14 e 17 de outubro. Já #PrayForLasVegas foi usada quase 250.000 vezes nos dias após o atentado do início do mês na cidade americana.

“Essas vidas importam tanto como qualquer outra no mundo. Eles merecem nossa atenção. #Mogadíscio”, tuitou Peter Daou, criador do site Verrir.

Muitos brasileiros também lamentaram a falta de comoção mundial.

 

Qual o valor de uma vida? Um somali vale menos que um americano, francês, espanhol, inglês ou brasileiro?  

 

Já são mais de 300 mortos em ataque terrorista na Somália.
Sem pele branca, sem olhos claros, sem comoção na mídia. 

 

O ataque

Centenas de pessoas saíram às ruas na Somália nesta quarta para lembrar as vítimas do ataque. Com faixas vermelhas amarradas na cabeça, os participantes da manifestação passaram pelos locais da explosão de um caminhão-bomba em um bairro movimentado da capital, antes de se reunirem em um estádio, aos gritos de “estamos prontos para lutar”.

Apesar de habituada a atentados e ataques de extremistas, Mogadíscio ficou particularmente chocada com a explosão, que deixou 300 mortos e 200 feridos. O atentado não foi reivindicado, mas as autoridades não têm qualquer dúvida sobre a responsabilidade dos islamitas somalis do grupo Al Shabab, vinculado à Al Qaeda, que lançam frequentemente atentados suicidas em Mogadíscio e arredores.

Diante da multidão, o presidente Mohamed Abdullahi Mohamed prometeu intensificar a guerra contra os terroristas. “Se não respondermos hoje, é certo que chegará o momento em que serão nossos próprios corpos em pedaços que serão recolhidos do chão. Devemos resistir juntos e combater os shebab, que continuam a massacrar nosso povo”, disse.

Fonte: Veja

Homem era foragido de Colônia Penal de Dourados

Por volta das 14h30 desta quarta-feira (18), policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar de Nova Andradina prenderam, Jorge Aparecido da Silva de 45 anos, vulgo "Irmão", morador da Vila Santo André, em Dourados, que havia acabado de roubar um malote com dinheiro, utilizando de uma arma de fogo.

O crime aconteceu na rua Milton Modesto, próximo ao Pague Fácil, região central da cidade, onde a vítima, um homem de 46 anos, seguia com um malote, contendo o valor de R$ 24 mil.

O bandido cometeu o assalto, mas em seguida foi rendido pela vítima, com o apoio de populares e encaminhado até a Delegacia de Polícia Civil pela Polícia Militar, onde recebeu voz de prisão.

Com o autor foi apreendida um revólver calibre 32 com seis munições intactas, que foi apontava em direção a vítima para forçá-la a entregar o malote.

Jorge declarou estar foragido da Colônia Penal de Dourados e que havia estudado o local dias antes para praticar o crime. Foi autuado em flagrante.

Arma utilizada pelo bandido na ação delituosa – Foto: WhatsApp/Jornal da Nova

Fonte: Jornal da Nova

 

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