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Redação

Redação

Em O Sétimo Guardião, novela da faixa das 21h da Rede Globo, Gabriel (Bruno Gagliasso) confrontará Valentina (Lilia Cabral) após sofrer um atentado.


Nos próximos capítulos da trama, Gabriel procurará a mãe para saber se ela mandou mesmo Sampaio (Marcello Novaes) acabar com ele.

“É claro que não tive nada a ver com essa história do tiro, Gabriel. Sou tua mãe! Por que diabos você fica pensando essas coisas horríveis de mim?!”, questionará a vilã. “Porque o teu passado te condena! Você sabe que seu capanga me enterrou vivo e continua às voltas com ele por aí…”, responderá Gabriel, na lata. “Eu já te expliquei! O Sampaio pensou que você estava morto. E se não me falou nada e sumiu foi porque ficou com medo da minha reação!”, argumentará ela.

“Por que você não o despachou quando ele, obrigado pelas circunstâncias, lhe contou a verdade?! Se quer saber, logo depois do tiro dei uma espiada pela janela e só vi uma pessoa lá embaixo: o Sampaio, que ia passando no carro dele…”, revelará Gabriel. “E veio correndo me contar o que tinha acontecido!”, dirá ela.

“Então, ele te prestou contas… E disse que tinha errado o tiro”, interrogará o mocinho. “Você acha mesmo que estou interessada na sua morte… Ou isso é só pirraça de filho mimado?”, provocará Valentina. “O que você acha?”, perguntará Gabriel. “Depois de anos olhando para você e lembrando de Egídio, eu deixo meu futuro nas suas mãos, no seu casamento com Laura e você faz justamente o que ele fez comigo! E agora ainda acha que virei uma mãe desnaturada, capaz de mandar matar o próprio filho, sei lá por que motivo… Se é assim, a gente não tem mais nada para se dizer”, argumentará a vilã, que se trancará em seu quarto.

“Esta sua retirada estratégica eu já conheço de outros carnavais, dona Valentina. Vai ficar trancada no seu quarto, pensando num jeito de dar a volta por cima… Mas dessa vez vai perder seu tempo. Eu vou ficar te esperando aqui… E quando você abrir a porta de novo não vou cair na tua conversa, seja ela qual for!”, disparará Gabriel.

Fonte: Otvfoco

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux que, na última segunda-feira, revogou o pagamento do auxílio-moradia para integrantes em todas as carreiras jurídicas. Fux proibiu o pagamento do penduricalho em todo o país após acordo para que fosse sancionado o reajuste salarial de 16,38% para ministros da Corte a partir de 2019. A procuradora-geral quer que a medida não atinja integrantes do MP.

Assim como na decisão de Fux, o agravo apresentado por Raquel Dodge não entra no mérito sobre a legalidade ou constitucionalidade do auxílio-moradia.

"Sem adentrar propriamente no mérito, na legalidade ou na constitucionalidade do recebimento de auxílio-moradia, fato é que esta ação restringe-se ao pagamento ou não do benefício em causa para os juízes, nos termos da legislação que rege a magistratura judicial brasileira, limitando-se o julgado àquelas carreiras", afirna Raquel Dodge.

A procuradora-geral sustenta que a decisão não poderia alcançar outras carreiras jurídicas. E que o pagamento do benefício a integrantes do MP é baseado na Lei Orgânica do Ministério Público.

A decisão de Fux se aplica ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, às Defensorias Públicas, aos Tribunais de Contas e a “qualquer outra carreira jurídica”.

Em relação ao pagamento para integrantes do MP, Dodge lembra que o assunto está sendo tratado em outra ação direta de inconstitucionalidade (ADI) ainda pendente de julgamento pela Corte. No recurso, a chefe da PGR pediu que o ministro reconsidere a decisão ou remeta o assunto ao plenário do STF.

Com o reajuste sancionado, o salário de ministros do STF passará de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil. Magistrados de todo o país, integrantes do MP e de outras categorias também receberão o aumento no mesmo percentual, porque os salários do Judiciário são calculados em percentuais dos contracheques da Corte.

Fonte: Extra.globo

A resposta veio quando Bolsonaro foi questionado sobre a capacidade do futuro governo de reduzir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa, metas do Acordo de Paris

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta sexta-feira(30), durante entrevista, que manter índios em reservas é tratá-los como animais em zoológicos.

A resposta veio quando Bolsonaro foi questionado sobre a capacidade do futuro governo de reduzir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa, metas do Acordo de Paris.

"Sobre o acordo de Paris, nos últimos 20 anos, eu sempre notei uma pressão externa – e que foi acolhida no Brasil – no tocante, por exemplo, a cada vez mais demarcar terra para índio, demarcar terra para reservas ambientais, entre outros acordos que no meu entender foram nocivos para o Brasil. Ninguém quer maltratar o índio. Agora, veja, na Bolívia temos um índio que é presidente. Por que no Brasil temos que mantê-los reclusos em reservas, como se fossem animais em zoológicos?" indagou o presidente eleito.

Fonte: Noticias ao Minuto

O anúncio foi feito pelo porta-voz da família, Jim McGrath

O ex-presidente americano George Herbert Walker Bush morreu no início da madrugada deste sábado (1º), aos 94 anos. O anúncio foi feito pelo porta-voz da família, Jim McGrath, às agências de notícias internacionais.

"Jeb, Neil, Marvin, Doro e eu estamos tristes em anunciar que, após 94 extraordinários anos, nosso querido pai morreu", disse seu filho, o 43º presidente dos Estados Unidos George W. Bush, na nota divulgado por McGrath.

"George HW Bush era um homem do mais alto caráter e o melhor pai que um filho ou filha poderia pedir. Toda a família Bush está profundamente grata pela vida e amor do 41º, pela compaixão daqueles que se preocuparam e oraram pelo papai, e pelas condolências dos nossos amigos e parceiros cidadãos."

George Herbert Walker Bush foi o último presidente dos EUA a ter lutado na Segunda Guerra Mundial, a mais popular da história do país, e um dos cinco no século 20 que perderam a reeleição.

Seu governo registra uma grande vitória militar em 1990, a operação "Tempestade no Deserto", que pôs fim à ocupação militar do Kuait pelo Iraque, e contou com grande respaldo da comunidade internacional e da opinião pública americana. Foi também na sua administração que terminou a Guerra Fria, com a queda do Muro de Berlim em 1989, seguida da dissolução da União Soviética e do estabelecimento por Bush e Mikhail Gorbachev da parceria estratégica entre Rússia e EUA, em 1991, destroçada ao longo desta década.

Em grande parte devido a esses fatos, Bush registrou na primeira metade de seu único mandato altíssimos níveis de popularidade, comparáveis aos que seu filho, George W. Bush, obteria logo após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Mesmo assim, perdeu a reeleição em 1992 para Bill Clinton, e teve por muito tempo de se explicar pela decisão de, na sequência da "Tempestade no Deserto", não ter mandado suas tropas até Bagdá para derrubar o presidente Saddam Hussein, algo que seu filho, faria em 2002.

Ele disse em 2008 que derrubar Saddam teria "acarretado incalculáveis custos humanos e políticos... e seríamos obrigados, de fato, a governar o Iraque". Sábia avaliação, como os fatos demonstrariam no século 21.

A debacle americana no Iraque a partir de 2003 foi um dos fatores para a reavaliação pública da figura do 41º presidente americano, que nos 20 anos seguintes à sua maior derrota eleitoral gozou de crescente prestígio.

Bush nasceu em 12 de junho de 1924 em família abastada e influente da elite da Nova Inglaterra. O pai, Prescott, foi banqueiro e senador. Frequentou excelentes escolas, e se formou em economia por Yale.

No dia seguinte ao ataque japonês a Pearl Harbor, com 18 anos, alistou-se na aviação da Marinha.

Realizou dezenas de missões como piloto no Pacífico. Em uma delas, foi abatido em voo, mas um submarino o resgatou.

De volta à pátria, casou-se com Barbara Pierce (com quem teve seis filhos, uma das quais morreu de leucemia aos quatro anos) e resolveu se iniciar na vida empresarial, no negócio de petróleo no Texas, onde também começou a fazer política.

Tornou-se dirigente do Partido Republicano no Texas, candidatou-se ao Senado federal em 1964, e perdeu. Dois anos depois, elegeu-se para a Câmara dos Representantes.

Em 1970, deixou-se convencer pelo então presidente Richard Nixon a tentar o Senado de novo, e foi outra vez derrotado.

Como recompensa pelo sacrifício, Nixon o nomeou embaixador dos EUA junto às Nações Unidas.

Em 1972, ainda sob a proteção de Nixon, tornou-se presidente do diretório nacional do Partido Republicano; nesta condição, ajudou a negociar a renúncia de seu protetor antes do impeachment no caso Watergate.

Bush tentou ser o companheiro de chapa de Gerald Ford, o sucessor de Nixon, mas não conseguiu.

Ford lhe ofereceu a Embaixada em Paris, mas Bush diz ter pedido a China ("porque lá está o futuro"), e se tornou o primeiro representante dos EUA com status de embaixador em Beijing.

Outra posição importante que Ford lhe deu foi a direção da CIA, quando ela sofria crise de prestígio, suspeita de atividades ilegais. Bush se saiu bem neste cargo, o que fez subir sua influência no Partido Republicano.

Assim, em 1980, ele se lançou candidato à Presidência. Mas perdeu as primárias para Ronald Reagan, que o convidou para compor a chapa com ele.

Nas duas administrações de Reagan, Bush foi discreto vice-presidente. Sua única missão de maior envergadura foi coordenar esforços para diminuir a entrada ilegal de drogas no país.

Com as bênçãos do popularíssimo Reagan, ganhou com facilidade a indicação do Partido Republicano para concorrer à Casa Branca em 1988 contra o eleitoralmente fraco Michael Dukakis. Venceu com 53,4% dos votos populares e 426 dos 538 do Colégio Eleitoral.

Na campanha, entretanto, Bush disse uma frase que o ajudou a ganhar votos, mas, depois, contribuiu muito para sua derrota em 1992: "Leiam os meus lábios: mais impostos, não", uma promessa não cumprida, como seus adversários quatro anos depois exaustivamente lembrariam.

Parte da herança de Reagan foi um déficit orçamentário gigantesco, que Bush tentou conter por meio de um acordo com os democratas do qual constou aumento de impostos, além de cortes de despesas públicas.

Isso lhe custou intensa impopularidade, especialmente entre os grupos mais conservadores, tradicionais apoiadores do Partido Republicano.

Além disso, boa parte do governo Bush transcorreu com a economia em crescimento modesto ou recessão moderada, e a maioria da população em 1992 não estava otimista quanto ao futuro.

Suas conquistas sociais (surpreendentes, se observadas da perspectiva atual), como leis de inclusão para deficientes físicos, para facilitar a entrada de imigrantes legais nos EUA e contra a poluição do ar, não foram suficientes para animar o eleitorado a seu favor.

Outras decisões importantes de seu governo, como a intensificação das negociações para criar o Nafta, acordo de livre-comércio com México e Canadá, a invasão do Panamá para prender o presidente Manuel Noriega, acusado de ajudar o tráfico de drogas, e a indicação do primeiro negro para a Suprema Corte, Clarence Thomas, tampouco o ajudaram eleitoralmente.

Mais do que tudo, a presença no pleito de terceiro candidato forte, Ross Perot, que recebeu 20% dos votos populares, quase todos de conservadores que provavelmente teriam votado em Bush, deu a vitória a Bill Clinton.

Bush foi durante a maior parte do tempo um ex-presidente tão discreto quanto havia sido vice, mesmo nos dois governos do filho.

Mas a simples comparação entre os dois presidentes Bush fez com que a imagem do mais velho se sobressaísse positivamente: no exercício do poder ele sempre dissera querer construir um país "mais gentil e mais bondoso", algo que se tornou especialmente relevante após as atrocidades no Iraque e em Guantánamo cometidas na gestão do mais novo.

Aos poucos, na liderança de missões humanitárias nos EUA e em outros países, algumas das quais ao lado de Bill Clinton, de quem se tornou amigo, ganhou exposição positiva e reconhecimento bipartidário.

Em 2013, o presidente Barack Obama o homenageou na Fundação "Points of Light", que Bush fundou em 1990 com um nome que se refere a uma frase por ele usada em um dos poucos discursos seus lembrados como exemplo de boa retórica política, ao aceitar a indicação do Partido Republicano para concorrer à Presidência em 1988.

Além de Obama e Clinton, outros adversários políticos históricos dos Bush o homenagearam nos últimos anos de vida, como a família Kennedy, que lhe concedeu a medalha "Perfil de Coragem" de 2014, pela sua decisão em 1990 de aumentar impostos para equilibrar o Orçamento federal.

Por muito tempo, manteve boa forma física. Comemorou 85 anos com um célebre salto de paraquedas. Repetiu a façanha aos completar 90 anos.

A partir de 2012, no entanto, acometido por uma forma de mal de Parkinson, teve suas atividades físicas muito limitadas e passou a ser visto em público em cadeira de rodas, mas sempre com aparente bom humor.

Perguntado sobre qual o ato de seu governo mais seria lembrado na história, disse que seria a inauguração do avião presidencial jumbo que virou até tema de filme de sucesso.

Frequentemente pescava e navegava na costa de Kennebunkport, no estado de Maine, o lugar de que mais gostava e onde dizia querer passar os últimos dias de sua vida. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao Minuto

Ministro de Temer pretende resistir à política depois de deixar o cargo no Planalto e escrever livro

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse na sexta-feira (30) não pretender mais voltar a atuar no MDB. Ele considerou o ex-governador André Puccinelli (MDB) vítima de prisão ilegal, sem provas, e defendeu o indulto natalino para os condenados por crimes não violentos.

Marun afirmou que não pensa em voltar para a política. “Quero resistir à política, tomara que eu consiga”, declarou.

O ministro tem repetido isso desde antes das eleições. Ele não se candidatou a nenhum cargo, muito menos tentou disputar novamente como deputado federal.

Na sexta-feira, Marun afirmou que deseja voltar a advogar a partir de março. “No MDB, não pretendo assumir funções executivas mais fortes, nem em Mato Grosso do Sul nem no Brasil”.

Fonte: Correio do Estado

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