Redação

O Corinthians perdeu o recurso que suspendia a penhora da taça do Mundial de Clubes da Fifa de 2012. O caso foi julgado no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) nesta quarta-feira (20), com vitória do Instituto Santanense de Ensino Superior.

Em nota, o clube informou não ter sido comunicado sobre a decisão. "De todo modo, o Corinthians assegura a sua torcida que o imbróglio judicial será resolvido e não considera que a prestigiada e inestimável taça esteja em risco", disse.

A medida ocorreu em uma cobrança do Santanense por conta de uma dívida entre R$ 2,5 milhões e R$ 4,5 milhões, segundo a universidade. Antes da taça, a defesa do Santanense tentou penhorar a conta bancária do Corinthians e até o dinheiro da venda do meia Rodriguinho para o exterior no ano passado.

O Corinthians perdeu no TJ-SP por três votos a zero. A decisão já publicada foi dos desembargadores Paulo Pastore Filho, João Batista Vilhena e Souza Lopes.

Mesmo com a penhora, a Justiça não deve fisicamente tomar o troféu conquistado no Japão. Por ora, o clube fica impedido de fazer atividades com a taça, ou até mesmo mesmo vendê-la ou tirá-la do país, pois o objeto seria colocado a leilão no futuro caso realmente a dívida não seja quitada.

Leia nota oficial do Corinthians sobre o caso:

"O Sport Club Corinthians Paulista informa que não foi intimado pela Justiça sobre qualquer decisão acerca do recurso atinente à penhora da taça do Mundial de 2012 e, portanto, não teve acesso ao teor da suposta decisão veiculada por alguns veículos de comunicação na rede mundial de computadores.

A agremiação trabalha para solucionar o caso e reiteradas vezes ofereceu propostas de acordo, inclusive recentemente propôs parcelamento do valor da referida dívida alegada pelo Instituto Santaense em 6 vezes, à semelhança do que é autorizado por Lei em casos de execução.

O clube aguardará a decisão da Justiça acerca do pedido de parcelamento, bem como aguardará a publicação do acórdão referente à penhora, para voltar a se manifestar.

De todo modo, o Corinthians assegura a sua torcida que o imbróglio judicial será resolvido e não considera que a prestigiada e inestimável taça esteja em risco, sendo a penhora medida que tem como único intuito gerar efeito midiático infundado que não condiz com as tratativas que até então vinham sendo mantidas."

Fonte: Correio do Estado

 

 

Índice de reprovação está em 24%

A pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) caiu 15 pontos percentuais desde a posse e está em 34%. Já o percentual de reprovação saltou de 11% para 24%.

De acordo com o levantamento, 34% dos eleitores ouvidos classificaram o governo como "ótimo/bom"; outros 34% dizem que é "regular"; 24%, "ruim/péssimo"; e 8%, "não sabe/não respondeu".

A avaliação do presidente perdeu 15 pontos percentuais desde a posse. Em fevereiro, segundo a pesquisa, 19% consideravam o governo "ruim/péssimo"; 30%, "regular"; e 39% o avaliavam como "bom/ótimo".

O Ibope comparou o resultado com o índice de aprovação dos últimos presidentes eleitos em pesquisas feitas no mesmo período de governo.

A avaliação positiva de Bolsonaro é inferior às registradas por Fernando Henrique Cardoso (1º mandato), Lula (1º e 2º mandatos) e Dilma Rousseff (1º mandato). No entanto, é maior que as de Fernando Henrique e Dilma no início do segundo mandato.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 16 e 19 de março. O nível de confiança é de 95%, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

Fonte: Noticias ao minuto

 

 

Brazão foi alvo de um mandado de busca e apreensão no último dia 21 de fevereiro e, em junho de 2018, prestou depoimento onde negou qualquer envolvimento no caso

Um trecho do inquério da Polícia Federal (PF) que investiga o assassinato de Marielle Franco cita o ex-deputado Domingos Brazão (MDB) como um dos mandantes do crime. As informações são do UOL, que confirmou com duas fontes que essa é uma das linhas de investigação seguidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DH).

Até agora, Brazão era apenas acusado de plantar uma testemunha que prestou depoimento incriminando o vereador Marcelo Siciliano (PHS).

Brazão foi alvo de um mandado de busca e apreensão no último dia 21 de fevereiro e, em junho de 2018, prestou depoimento onde negou qualquer envolvimento no caso.

A defesa de Brazão afirmou que "seu cliente nega qualquer envolvimento nas mortes de Marielle e Anderson". Segundo o advogado Ubiratan Guedes, seu cliente colocou à disposição da Justiça seus sigilos bancários, fiscal e telefônico.

A Polícia Civil do Rio não respondeu ao email enviado pela reportagem para comentar a suspeita sobre Brazão.

A PF está investigando a condução do caso pela Polícia Civil depois do pedido feito por Raquel Dodge, procuradora-geral da República, com base na argumentação de que existem suspeitas de ações feitas para desviar o foco das investigações.

Fonte: Noticias ao minuto

 

 

Brazão foi alvo de um mandado de busca e apreensão no último dia 21 de fevereiro e, em junho de 2018, prestou depoimento onde negou qualquer envolvimento no caso

Um trecho do inquério da Polícia Federal (PF) que investiga o assassinato de Marielle Franco cita o ex-deputado Domingos Brazão (MDB) como um dos mandantes do crime. As informações são do UOL, que confirmou com duas fontes que essa é uma das linhas de investigação seguidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DH).

Até agora, Brazão era apenas acusado de plantar uma testemunha que prestou depoimento incriminando o vereador Marcelo Siciliano (PHS).

Brazão foi alvo de um mandado de busca e apreensão no último dia 21 de fevereiro e, em junho de 2018, prestou depoimento onde negou qualquer envolvimento no caso.

A defesa de Brazão afirmou que "seu cliente nega qualquer envolvimento nas mortes de Marielle e Anderson". Segundo o advogado Ubiratan Guedes, seu cliente colocou à disposição da Justiça seus sigilos bancários, fiscal e telefônico.

A Polícia Civil do Rio não respondeu ao email enviado pela reportagem para comentar a suspeita sobre Brazão.

A PF está investigando a condução do caso pela Polícia Civil depois do pedido feito por Raquel Dodge, procuradora-geral da República, com base na argumentação de que existem suspeitas de ações feitas para desviar o foco das investigações.

Fonte: Noticias ao minuto

 

 

Ex-governador e o filho poderão responder processo em liberdade

Por unanimidade, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu manter decisão manter a decisão que revogou a prisão do ex-governador André Puccinelli e de seu filho, André Puccinelli Júnior. Eles foram soltos no dia 19 de novembro, por decisão liminar da ministra Laurita Vaz, que teve os efeitos mantidos, segundo confirmou ao Correio do Estado o advogado Renê Siufi.

Puccinelli e o filho foram presos preventivamente no dia 20 de julho do ano passado, em investigação da Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal. Em dezembro, a 6ª Turma Especial do STJ concedeu a liminar que garantiu a liberdade da dupla, em decisão monocrática da ministra Laurita Vaz.

Quando foi preso, em 20 de julho último, Puccinelli era o pré-candidato do MDB ao governo do Estado. O advogado João Paulo Calves, acusado de integrar o mesmo esquema de lavagem de dinheiro e corrupção em que o ex-governador é acusado, foi libertado em 23 de outubro.

A tentativa de omitir provas e prejudicar as investigações da Polícia Federal, escondendo documentos em uma casa na periferia de Campo Grande, era o principal fator a motivar a prisão preventiva de Puccinelli.

A segunda prisão (e mais longa) de Puccinelli, também foi motivada pela delação premiada dos executivos do grupo JBS. Puccinelli e o Instituto Ícone, pertencente ao filho dele, teriam recebido propina no valor de R$ 1,2 milhão do grupo.

Com a decisão de hoje, que teve cinco votos a zero, Puccinelli e o filho responderão ao processo em liberdade.

Fonte: Correio do Estado

 

 

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