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Redação

A volta de Guerrero na finalíssima da Copa do Brasil coloca sobre o peruano a responsabilidade de ser tão decisivo no Flamengo como foi no Corinthians, clube no qual fez gol de título mundial. O camisa nove, com maior salário do elenco, só não é considerado mais essencial do que Everton, peça-chave no esquema rubro-negro e presença ainda mais aguardada diante do Cruzeiro.

O ponta esquerda treinou normalmente ontem, depois de reagir bem ás atividades do fim de semana, e se mostrou totalmente recuperado de uma série lesão na panturrilha. O treino de hoje de manhã no Mineirão será o teste final, mas são boas as chances do “motorzinho” do time estar em campo na decisão de amanhã.

Na chegada a Belo Horizonte, Everton esboçou semblante leve e confiante. O técnico Reinaldo Rueda indicou cautela no caso e Guerrero também despistou. O centroavante lembrou, no entanto, que todo jogador quer estar em uma partida como essa, o que vale o sacrifício.

- São jogos que todo jogador quer estar. Eu vejo muita motivação entre os jogadores. Vejo sangue nos olhos, como dizem - ilustrou Guerrero.

Depois de ser um dos heróis do título estadual, o centroavante reconheceu que o Flamengo começou a temporada em busca de todo os títulos, e que a Libertadores foi uma mancha no currículo. Por isso, tem noção da cobrança por uma conquista de peso.

- Quando se ganha um título você entra para a história do clube. São muitas coisas em jogo e estamos preparados para isso - prometeu o centroavante.

Em jogo, um ano que precisa de algo mais para ser considerado de sucesso na Gávea. Um elenco com folha salarial de mais de R$ 10 milhões, com boa parte dos jogadores com vencimentos de mais de meio milhão de reais, tem seu valor colocado á prova em uma competição de mata-mata. É o céu ou o inferno.

  • Ganhamos o Carioca, saímos da Libertadores. Estamos agora na Sul-Americana. Estamos brigando pela Copa do Brasil. E tem o Brasileirão. São campeonatos que um time como o Fla tem de participar e ganhar. É o objetivo do clube em todos os anos - finalizou Guerrero.

Fonte: Extra

Pauta fiscal do combustível foi publicada no Diário Oficial da União

Após acumular aumento de 4% no preço médio da gasolina em quatro semanas, conforme números da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Mato Grosso do Sul terá nova alta do combustível a partir de 1º de outubro.

A pauta fiscal da gasolina comum será reajustada em 2,09% no Estado, passando de R$ 3,8277 para R$ 3,9077, de acordo com o Ato Cotepe do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), publicado ontem no Diário Oficial da União.

O preço da gasolina aditivada subirá de R$ 5,2953 para R$ 5,6392, acréscimo de 1,40%.

De acordo com a nova tabela, que traz o chamado Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), espécie de preço médio do varejo sondado pela Secretaria de Estado de Fazenda para fins de tributação, a maior elevação da pauta fiscal, considerando todos os combustíveis, foi estabelecida para o gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha.

O aumento será de 4,43% a partir do próximo domingo, passando de R$ 4,9956 para R$ 5,2169 o valor do metro cúbico.

Já entre os combustíveis veiculares, o diesel terá a maior majoração (3,80%). O preço de referência do óleo diesel sai dos atuais R$ 3,4408 para R$ 3,5716; o do S-10, de R$ 3,5557 para R$ 3,6944. Para o etanol, a alta será ligeiramente menor, de 0,91%, passando de R$ 2,9710 para R$ 2,9980.

O preço médio do gás natural veicular, o GNV, foi mantido em R$ 2,3639. No caso da querosene de aviação, a pauta fiscal foi reajustada para baixo e o preço passará de R$ 2,2803 para R$ 2,2547, queda de 1,11%.

PREÇOS

Levantamento da ANP aponta que o preço da gasolina comercializada em Mato Grosso do Sul alcançou R$ 3,800 na semana encerrada em 23 de setembro, com alta de 0,80% em relação à semana anterior (R$ 3,770) e 4% mais cara que há quatro semanas (R$ 3,653).

A tendência de alta também é observada no diesel. O preço médio do combustível subiu 2,94% na semana passada (de R$ 3,403 para R$ 3,503) e 5,93% quando comparado com o valor comercializado quatro semanas atrás (R$ 3,307).

Já o comportamento do etanol desenhou trajetória diferente. Embora na semana encerrada em 23 de setembro o preço do derivado de cana tenha alcançado R$ 3,128 – com queda de 1,25% no comparativo com a semana anterior, quando custava R$ 3,128 nos postos do Estado –, permanece 0,42% mais caro em relação ao início do mês (R$ 3,076).

PETROBRAS

Como parte da política de preços da Petrobras, preços do diesel e da gasolina vendidos nas refinarias estão respectivamente 0,4% e 0,3% mais baratos a partir de hoje.

Na sexta-feira (22), a estatal havia informado aumentos de 0,6% no preço do diesel e de 0,2% no preço da gasolina. Os reajustes eram válidos a partir de 23 de setembro.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho. Pela nova metodologia anunciada, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente.

Desde o início da nova metodologia, a gasolina acumula alta de 10% e, o diesel, valorização de 24,94%.

Fonte: Correio do Estado

Um rapaz de 22 anos, identificado como Adilson Silva Ferreira dos Santos, foi assassinato com um tiro na região do tórax, na madrugada deste domingo (24), após o show da dupla sertaneja Henrique e Juliano no estacionamento do Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande.

Testemunhas que estavam no camarote presenciaram o momento em que a vítima teria trocado socos com um homem, que se identificou como agente penitenciário federal. Minutos depois, ele teria sacado a arma e efetuado um disparo contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu próximo da escada de acesso ao camarote do show.

Fonte: Top Midia News

Uma pessoa que ganha um salário mínimo levaria dezenove anos para receber um mês de renda média do 0,1% mais rico da população

 

No Brasil, apenas seis pessoas possuem a riqueza equivalente ao patrimônio dos 100 milhões de brasileiros mais pobres. A conclusão é do estudo ‘A distância que nos une – Um retrato das desigualdades brasileiras’, divulgado nesta segunda-feira pela ONG Oxfam Brasil. No mundo, oito pessoas detêm o mesmo patrimônio que a metade mais pobre da população.

Os 5% dos mais ricos do Brasil recebem o mesmo que os demais 95% da população. O estudo informa que uma pessoa que recebe um salário mínimo mensal levaria quatro anos trabalhando para ganhar o mesmo que o 1% mais rico ganha em um mês, em média. “Seriam necessários dezenove anos de trabalho para equiparar um mês de renda média do 0,1% mais rico”, afirma o levantamento.

Essas distorções podem ser mais facilmente visualizadas quando se mostra a renda média per capita. Segundo o estudo, 80% da população vive com uma renda per capita inferior a dois salários mínimos mensais. Já os 10% mais ricos do Brasil têm rendimentos domiciliares per capita de 4.510 reais, em média. “O 1% mais rico do país recebe mais de 40 mil reais por mês”, diz o trabalho.

Segundo cálculos da Oxfam Brasil, mantido o ritmo médio de redução anual de desigualdades de renda observado desde 1988, levaríamos 75 anos para alcançar o nível em que se encontra hoje o Reino Unido.

Além disso, persistem desigualdades históricas entre mulheres e homens e, sobretudo, entre negros e brancos. As mulheres ainda ganham 62% do que ganham os homens, e os negros ganham meros 57% do que ganham os brancos.

“A Oxfam Brasil acredita que reduzir a distância entre regiões, pobres e ricos, negros e brancos, mulheres e homens não deve ser uma pauta reservada a grupos políticos específicos, mas um projeto de nação”, afirma o estudo publicado hoje.

Desigualdade tributária

O estudo afirma que nosso sistema tributário é amigo dos super-ricos, reforçando as desigualdades sociais. Nossa carga tributária gira em torno de 33%, patamar semelhante ao dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). No entanto, nossa carga tributária “é mal distribuída, de modo que os mais pobres e a classe média pagam muito mais impostos proporcionalmente que pessoas com rendas muito altas”.

Exemplo da distorção tributária é o imposto de renda. De acordo com o trabalho, pessoas que ganham 320 salários mínimos mensais pagam uma alíquota efetiva de imposto similar à de quem ganha cinco salários mínimos mensais. Comparativamente, a alíquota desse público é quatro vezes menor que a paga pelas pessoas com renda mensal de quinze a quarenta salários mínimos.

Isso acontece porque a progressividade das alíquotas efetivas cresce até a faixa dos vinte a quarenta salários mínimos de rendimentos, passando a partir daí a cair vertiginosamente, beneficiando então os grupos mais ricos.

“Esta inversão é produto de duas distorções no imposto de renda: a isenção de impostos sobre lucros e dividendos e a limitação de alíquotas no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)”, afirma o trabalho.

Dados da Receita Federal coletados pela Oxfam mostram que as pessoas com rendimentos mensais superiores a oitenta salários mínimos têm isenção média de 66% de impostos, podendo chegar a 70% para rendimentos superiores a 320 salários mínimos mensais. “Por outro lado, a isenção para a classe média (considerando as faixas de 3 a 20 salários mínimos é de 17%, baixando para 9% no caso de quem ganha 1 a 3 salários mínimos mensais.”

Na questão tributária, a Oxfam Brasil defende a redistribuição da carga tributária brasileira, diminuindo a incidência de tributos indiretos e aumentando os tributos diretos. “Nesta direção, contribuem o aumento do peso da tributação sobre patrimônio na arrecadação total, bem como o aumento da progressividade do IRPF para as camadas de rendas mais altas – criando faixas e respectivas alíquotas, eliminando os juros sobre capital próprio e acabando com isenção sobre lucros e dividendos distribuídos.”

Fonte: Veja

Uma pessoa que ganha um salário mínimo levaria dezenove anos para receber um mês de renda média do 0,1% mais rico da população

 

No Brasil, apenas seis pessoas possuem a riqueza equivalente ao patrimônio dos 100 milhões de brasileiros mais pobres. A conclusão é do estudo ‘A distância que nos une – Um retrato das desigualdades brasileiras’, divulgado nesta segunda-feira pela ONG Oxfam Brasil. No mundo, oito pessoas detêm o mesmo patrimônio que a metade mais pobre da população.

Os 5% dos mais ricos do Brasil recebem o mesmo que os demais 95% da população. O estudo informa que uma pessoa que recebe um salário mínimo mensal levaria quatro anos trabalhando para ganhar o mesmo que o 1% mais rico ganha em um mês, em média. “Seriam necessários dezenove anos de trabalho para equiparar um mês de renda média do 0,1% mais rico”, afirma o levantamento.

Essas distorções podem ser mais facilmente visualizadas quando se mostra a renda média per capita. Segundo o estudo, 80% da população vive com uma renda per capita inferior a dois salários mínimos mensais. Já os 10% mais ricos do Brasil têm rendimentos domiciliares per capita de 4.510 reais, em média. “O 1% mais rico do país recebe mais de 40 mil reais por mês”, diz o trabalho.

Segundo cálculos da Oxfam Brasil, mantido o ritmo médio de redução anual de desigualdades de renda observado desde 1988, levaríamos 75 anos para alcançar o nível em que se encontra hoje o Reino Unido.

Além disso, persistem desigualdades históricas entre mulheres e homens e, sobretudo, entre negros e brancos. As mulheres ainda ganham 62% do que ganham os homens, e os negros ganham meros 57% do que ganham os brancos.

“A Oxfam Brasil acredita que reduzir a distância entre regiões, pobres e ricos, negros e brancos, mulheres e homens não deve ser uma pauta reservada a grupos políticos específicos, mas um projeto de nação”, afirma o estudo publicado hoje.

Desigualdade tributária

O estudo afirma que nosso sistema tributário é amigo dos super-ricos, reforçando as desigualdades sociais. Nossa carga tributária gira em torno de 33%, patamar semelhante ao dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). No entanto, nossa carga tributária “é mal distribuída, de modo que os mais pobres e a classe média pagam muito mais impostos proporcionalmente que pessoas com rendas muito altas”.

Exemplo da distorção tributária é o imposto de renda. De acordo com o trabalho, pessoas que ganham 320 salários mínimos mensais pagam uma alíquota efetiva de imposto similar à de quem ganha cinco salários mínimos mensais. Comparativamente, a alíquota desse público é quatro vezes menor que a paga pelas pessoas com renda mensal de quinze a quarenta salários mínimos.

Isso acontece porque a progressividade das alíquotas efetivas cresce até a faixa dos vinte a quarenta salários mínimos de rendimentos, passando a partir daí a cair vertiginosamente, beneficiando então os grupos mais ricos.

“Esta inversão é produto de duas distorções no imposto de renda: a isenção de impostos sobre lucros e dividendos e a limitação de alíquotas no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)”, afirma o trabalho.

Dados da Receita Federal coletados pela Oxfam mostram que as pessoas com rendimentos mensais superiores a oitenta salários mínimos têm isenção média de 66% de impostos, podendo chegar a 70% para rendimentos superiores a 320 salários mínimos mensais. “Por outro lado, a isenção para a classe média (considerando as faixas de 3 a 20 salários mínimos é de 17%, baixando para 9% no caso de quem ganha 1 a 3 salários mínimos mensais.”

Na questão tributária, a Oxfam Brasil defende a redistribuição da carga tributária brasileira, diminuindo a incidência de tributos indiretos e aumentando os tributos diretos. “Nesta direção, contribuem o aumento do peso da tributação sobre patrimônio na arrecadação total, bem como o aumento da progressividade do IRPF para as camadas de rendas mais altas – criando faixas e respectivas alíquotas, eliminando os juros sobre capital próprio e acabando com isenção sobre lucros e dividendos distribuídos.”

Fonte: Veja

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