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Redação

Após eliminar o Palmeiras, equatorianos despacham outro brasileiro e encaram o Grêmio na semifinal

O Santos decepcionou seu torcedor, se tornou mais um brasileiro a sucumbir diante do Barcelona de Guayaquil e está eliminado da Libertadores. Mesmo diante de sua torcida na Vila Belmiro e contando com a vantagem de ter empatado por 1 a 1 no Equador, o time alvinegro foi dominado pelo adversário nesta quarta-feira, sentiu demais os desfalques e caiu com a derrota por 1 a 0.

Sem Victor Ferraz, Renato e Lucas Lima, o técnico Levir Culpi optou por um sistema que chamou demais o adversário. De tanto insistir, o Barcelona chegou ao gol no segundo tempo com Jonathan Álvez. E nem quando o atacante equatoriano foi expulso, logo depois, o Santos conseguiu incomodar o rival o suficiente para chegar pelo menos ao empate.

Melhor para o Barcelona, que depois de passar pelo Palmeiras no Allianz Parque, voltou a eliminar um brasileiro na casa do adversário. E agora, os equatorianos terão outro rival do País pela frente. Afinal, encaram nas semifinais o Grêmio. A ida acontecerá em Guayaquil e a volta, em Porto Alegre.

Para o Santos, a primeira derrota em toda a campanha da Libertadores foi fatal. Agora, a equipe volta-se para o sonho improvável do título no Campeonato Brasileiro, no qual ocupa a terceira colocação, 12 pontos atrás do líder Corinthians. E pela competição, os alvinegros voltam a campo já no sábado, novamente na Vila, contra o Atlético-PR.

Levir entrou em campo com Daniel Guedes, Leandro Donizete e Vecchio como titulares. Não deu certo. O time ficou sem criatividade e chamou demais o Barcelona para seu próprio campo. Os primeiros quatro chutes a gol foram dos equatorianos. O quarto, aos 14 minutos, deu muito trabalho para Vanderlei. Oyola arriscou de fora da área e o goleiro precisou se esticar para mandar para escanteio.

Mas na primeira finalização do Santos, quase saiu o primeiro. Vecchio cobrou falta pela direita e David Braz chegou sozinho quase na pequena área para cabecear. Com Banguera vencido, a bola explodiu no travessão.

Só que o Barcelona seguiu superior e só não criou mais oportunidades porque errou muito quando estava próximo à área. Alison e Leandro Donizete não encontravam Damian Díaz, que encontrava muito espaço para conduzir os equatorianos, assim como Marcos Caicedo nas costas de Daniel Guedes.

Mesmo com a superioridade, o Barcelona chegou apenas mais uma vez antes do intervalo, aos 27 minutos, justamente com esta dupla. Díaz tocou para Caicedo, que recebeu pela esquerda na área e bateu cruzado, com perigo.

Para o segundo tempo, o cenário não se alterou: os visitantes continuavam com a posse, enquanto o Santos tinha o contra-ataque como principal arma. Aos 12 minutos, a primeira chegada do Barcelona. Ayovi, que havia acabado de entrar, fez grande jogada pela direita e cruzou. A bola passou por todo mundo, mas Oyola ficou com a sobra e jogou por cima.

O Santos conseguia minimizar o perigo, mas insistia em um jogo perigoso, pois chamava demais o adversário para seu campo. Até que aos 22 minutos, um cruzamento da esquerda, de Erick Castillo encontrou no meio da área Jonathan Álvez. O atacante, autor do gol do Barcelona na ida, voltou a levar a melhor sobre os zagueiros e apareceu sozinho para desviar de cabeça para a rede.

Somente dois minutos depois, no entanto, o mesmo Álvez virou vilão. O árbitro Víctor Carrillo considerou que ele acertou propositalmente o rosto de Alison com o braço e mostrou o cartão vermelho direto para ele. Levir Culpi imediatamente colocou Kayke na vaga de Leandro Donizete e colocou o Santos todo para frente.

A torcida também empurrou, o Santos ganhou o campo de ataque, mas a falta de criatividade era gritante. Ainda houve tempo para uma última chegada, já aos 45. Após as expulsões de Gabriel Marques e Bruno Henrique, Noguera ganhou pelo alto, Banguera saiu mal e a bola ficou praticamente em cima da linha antes que o goleiro se recuperasse e assegurasse a classificação.

Fonte: Band

Na manhã desta última segunda-feira (19) em Ivinhema moradores acionaram a Polícia Militar para conter um homem que tentava agredir os seguranças da Caixa Econômica Federal.

Conforme apurou o Site Ivinotícias, após ter entrado na agência totalmente descontrolado vindo a dar murros e pancadas na tela do caixa eletrônico até quebrar uma das maquinas, mas o homem foi contido pelos seguranças.

Com a chegada da Polícia Militar o autor foi levado para a Delegacia de Polícia de Ivinhema e conforme informações S.L.Q já se envolveu em um crime de dano no ano de 2014 onde foi preso por destruir o veículo do Conselho Tutelar no Bairro Vitória.

Fonte: Ivinoticias

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou nesta quarta-feira (20) suspender tramitação de denúncia contra o presidente Michel Temer. Eles votaram por seguir o andamento da denúncia e disseram que não é o momento de discutir provas.

Até agora, seis ministros votaram com o relator, Edson Fachin. Para eles, não cabe ao STF proferir juízo de admissibilidade da denúncia antes que a Câmara dos Deputados examine o caso.

Temer pede para que a denúncia não seja enviada até que a PGR (Procuradoria-Geral da República) conclua uma investigação interna sobre a delação dos executivos da JBS, cujas informações serviram como base para formular a acusação contra Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça.

A PGR rescindiu o acordo fechado com dois delatores, Joesley Batista e Ricardo Saud, que tinham benefício de imunidade penal.

Primeiro a votar depois de Fachin, Alexandre de Moraes enfatizou que é preciso distinguir os momentos de análise de uma denúncia contra o presidente. Primeiro, afirmou, a Câmara deve analisar a conveniência política sobre se naquele momento o presidente poderá eventualmente ser processado.

Só depois disso o Supremo avalia o recebimento da denúncia, caso ela eventualmente seja enviada à corte, afirmou. E, apenas durante o julgamento é que os ministros devem analisar os pontos alegados pela defesa.

Luís Roberto Barroso disse que o oferecimento da denúncia é prerrogativa constitucional do Ministério Público e, portanto, não cabe sustá-la.

"Neste momento, a palavra está com a Câmara dos Deputados. O que não é possível é condenar ou absolver sem se investigar", afirmou.

Ele abordou aspectos da acusação contra Temer: disse que, além da delação dos executivos da JBS, a PGR incluiu outras delações, mensagens de celular, anotações, dinheiro apreendido, contratos administrativos e privados, notas fiscais, dados de doação eleitoral, registro de voos, e-mails, relatórios de CVM, Coaf, PF e MPF, além de informações prestadas pela Câmara dos Deputados e pela Caixa Econômica Federal, por exemplo.

A ministra Rosa Weber seguiu o entendimento dos colegas. Luiz Fux destacou que o artigo da Constituição que determina que o presidente não pode ser investigado por fatos anteriores ao mandato precisa ser respeitado.

"O que isso [o artigo da Constituição] quer dizer? Se a Câmara disser não, o Supremo não tem como se pronunciar. Se disser sim, o STF pode avaliar se a denúncia é apta ou inepta. Mas o momento é exatamente de aguardar esse juízo político que antecede ao juízo jurídico."

Para Dias Toffoli, o ministro relator poderia decidir monocraticamente rejeitar a denúncia contra o presidente da república, sem a necessidade de colocar o assunto em votação no plenário do STF. Ele seguiu a posição de Fachin pelo envio da denúncia à Câmara.

Fonte: Correio do Estado

Petista mantém margem larga sobre concorrentes enquanto deputado do PSC se distancia de Marina Silva na disputa pelo segundo turno

 

Condenado em julho a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz Sergio Moro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando todos os cenários em que é citado para as eleições de 2018, segundo pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira pela Confederação Nacional de Transportes (CNT). Nas três simulações feitas para o primeiro turno, o ex-presidente oscila pouco, entre 32% e 32,7% das intenções de voto. Em segundo lugar, dispara o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que em fevereiro estava entre a terceira e quarta posição e viu seu apoio aumentar de cerca de 11% para mais de 18% nos três cenários.

Antes vice-líder, a ex-senadora Marina Silva (Rede) aparece em terceiro lugar em todos os cenários. A diferença entre as simulações fica por conta do candidato escolhido para representar o PSDB: muito atrás dos correligionários, o senador Aécio Neves (MG) seria a escolha de apenas 3,2% dos eleitores, enquanto o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito paulistano, João Doria, têm 9,4% e 8,7%. Outro candidato pesquisado, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) fica em quarto no cenário que inclui Aécio e em quinto caso enfrente Alckmin ou Doria, com intenções de voto que vão de 4,6 a 5,3%.

No cenário de pesquisa espontânea, em que não é apresentada uma lista de candidatos ao eleitor, Lula lidera com 20,2% das intenções de voto e Jair Bolsonaro, 10,9%. Citado de forma espontânea pela primeira vez, João Doria vem em terceiro, mas distante dos dois primeiros, com 2,4%. Na sequência, Marina Silva tem 1,5%; Geraldo Alckmin e Ciro Gomes, 1,2%; o senador Álvaro Dias (Podemos), 1,0%; o presidente Michel Temer (PMDB), 0,4%; e Aécio Neves, 0,3%. Do total, 37% se disseram indecisos, brancos e nulos somam 21,2% e outros são 2,0%. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas e tem margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.

 

 

Rejeição

Nas simulações de um enfrentamento em segundo turno, o ex-presidente Lula se daria melhor contra os cinco adversários pesquisados, sendo que Bolsonaro, com 28,5%, é o que chegaria mais perto dele, com 40,5% no cenário. O deputado do PSC superaria todos os nomes do PSDB, mas perderia para Marina Silva, que também se dá melhor contra os tucanos.

Fonte: Veja

A assembleia geral dos trabalhadores dos Correios, ocorrida em Campo Grande nesta terça-feira (19), deliberou pela adesão à paralisação nacional da categoria, seguindo a orientação do Comando de Negociação da Federação (FENTECT). A greve teve início a partir das 22h de ontem.

De acordo com a presidente do SINTECT/MS (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso do Sul), Elaine Regina Oliveira, esta greve ocorre tendo em vista o enorme atraso – provocado deliberadamente pela empresa – no início das negociações e devido ao conjunto das “propostas” apresentadas pela direção da ECT, que se resumem em retirada e redução de direitos e benefícios da categoria, que foram conquistas das Campanhas Salariais anteriores. A empresa não apresentou também proposta de reajuste salarial.

Para o sindicato, a intenção da ECT é “empurrar com a barriga” as negociações até o final do ano, embora o Acordo Coletivo tenha expirado no dia 31 de julho, esperando a vigência da “reforma trabalhista” para impor sua redução de direitos e benefícios. “Esse é o golpe por trás dessa manobra”, afirma Elaine. “Não podemos aceitar o que a direção da ECT está tentando impor. Não vamos aceitar redução em nossos benefícios e no Plano de Saúde. Não aceitamos a retirada do que já está garantido no Acordo Coletivo atual. E queremos sim reposição salarial. Por isso a opção da greve é o que nos resta. A greve é um direito constitucional e a nossa arma, o nosso instrumento de pressão para destravar as negociações. Sempre foi assim, não nos iludamos.”

O sindicato da categoria avalia que atual gestão dos Correios, no governo Temer, tem apenas dois objetivos: retirar direitos dos trabalhadores, reduzir seus benefícios, e preparar a privatização. “Operam como “lesa pátria”, transferindo estatais a preço de banana para as grandes corporações internacionais e nacionais.”

“Estamos em luta por nossos direitos e em defesa da ECT. Na luta conquistamos esses direitos e benefícios! E será com a luta que vamos mantê-los! Vamos à luta! A greve é nossa arma”, conclui a sindicalista. Com Sintect/MS

Fonte: Jornal da Nova

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