Redação

De antigos aliados, os petistas querem agora distância do PDT

O PT quer ficar distante do PDT, seu antigo parceiro de grandes embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, depois da filiação do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira. Mas os petistas não desejam, no entanto, ficar longe dos outros partidos de esquerda para as eleições deste ano.

A decisão do PT contribui para o isolamento do juiz Odilon, que busca apoio para sua pré-candidatura ao governo do Estado.

O PT está discutindo aliança com PCdoB, outro velho parceiro de campanha eleitoral, para a sucessão estadual.
O juiz Odilon também está tentando isolar o PT por não aceitar fazer coligação com partido que tem dirigentes investigados, denunciados, processados ou condenados. No PT, o deputado federal e ex-governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, é um condenado por colegiado e está inelegível.

Mas o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, não desiste de ter o PT, mesmo contrariando as restrições impostas pelo juiz Odilon. O deputado estadual Cabo Almi indicou, ontem, estar cada vez mais difícil acordo com o PDT para as eleições deste ano.

O PDT está também articulando apoio do PCdoB à pré-candidatura do juiz Odilon. “Muito cedo ainda para afirmar, estamos afinando os ponteiros. Tenho conversado com o PT também, mas me pareceu que estão pegando outra rota. Estão conversando mais com o Azambuja. Eu não abro mão do PT. Vamos conversar com o presidente nacional do PCdoB. Vamos conversando com todo mundo”, disse Schimidt ao Correio do Estado.

Fonte: Correio do Estado

 

 

Pai da deputada, Roberto Jefferson diz que decisão visa 'proteger integridade' da ex-futura-ministra; legenda carece de nomes para cargo

Depois de quase dois meses de disputa judicial, o PTB desistiu de indicar a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) para o Ministério do Trabalho. A decisão foi do pai dela, o presidente nacional do partido, Roberto Jefferson. Segundo Jefferson, a mudança de postura visa “proteger a integridade de Cristiane e não deixar parada a administração do ministério.”

Como tem sido recorrente, o presidente do PTB falou sobre o assunto em sua conta no Twitter. Ele citou como motivador a “indecisão” da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em colocar na pauta da Corte o recurso do governo pela posse da parlamentar, suspensa pela Justiça desde o começo de janeiro. “Agradecemos ao presidente Michel Temer e aos companheiros do partido pelo apoio e respeito com Cristiane Brasil durante esse período de caça às bruxas”, completou.

Conforme a própria Cristiane, Jefferson indicou o interino da pasta, Helton Yomura, para assumir o ministério em definitivo. “Meu pai, Roberto Jefferson, acertou a indicação de Yomura com o ministro Carlos Marun”, disse a deputada. Yomura, no entanto, enfrenta resistência na bancada petebista da Câmara.

Um dos nomes cotados para a pasta, o deputado Alex Canziani (PR) já avisou que não está interessado, como informou o blog Paraná. Ele prefere disputar a reeleição e disse achar ruim assumir a pasta há apenas quarenta dias do prazo de desincompatibilização. ”Serei candidato nas próximas eleições e não teria cabimento assumir para sair em 40 dias. Não seria correto com o governo e com o país”.

Outros parlamentares cogitados, mas que enfrentam o mesmo problema da proximidade com a eleição, são os petebistas Jorge Corte (PE), Josué Bengston (PA) e Sérgio Moraes (RS).

Fora das urnas, o deputado Pedro Fernandes (MA) teve um problema de outra ordem: foi vetado pelo ex-presidente José Sarney, aliado próximo do presidente Michel Temer. A nomeação de Cristiane Brasil foi barrada pela Justiça Federal por suposto desrespeito do quesito da moralidade na nomeação, uma vez que seria incoerente a parlamentar, processada duas vezes na esfera trabalhista, assumir a pasta que cuida da área.

Fonte: Veja

 

Empresário relatou que pagou propina a políticos em MS

Os ministros da sexta turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concederam habeas corpus aos irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios da JBS, presos há cinco meses.

A decisão foi tomada por três dos cinco ministros da turma. O habeas corpus foi concedido na prisão por insider trading.

Os ministros decidiram que Wesley fica proibido de se ausentar do país, de participar de operações no mercado de capitais e deve usar monitoramento eletrônico, além de ter de comparecer em juízo periodicamente e manter endereço atualizado. Ele também está proibido de ter contato com outros réus.

Já Joesley permanecerá preso porque tem uma prisão determinada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Eles estão presos desde setembro, quando tiveram os acordos de delação rescindidos pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

RESCISÃO DA DELAÇÃO

No dia 4 de setembro, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou abertura de investigação sobre o acordo da JBS, que foi rescindido por parte da PGR dez dias depois. Ele apontou indícios de omissão de informações sobre práticas de crimes no processo de negociação do acordo.

Depois, procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reiterou o pedido. Para ela, os colaboradores omitiram fatos criminosos de que tinham conhecimento.

O problema surgiu após os delatores entregarem novos áudios à PGR. Na gravação, datada de 17 de março, em que Joesley e Saud indicam possível atuação do ex-procurador da República Marcello Miller no acordo de delação quando ainda era estava no cargo - o qual deixou oficialmente em 5 de abril. O áudio foi entregue pelos delatores no dia 31 de agosto.

Em sua manifestação, Dodge sustentou que Joesley e Saud descumpriram cláusulas do acordo ao omitirem intencionalmente da PGR três informações relevantes: o pagamento de R$ 500 mil ao senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ele se posicionar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, a existência de uma conta bancária no Paraguai em nome de Saud e a participação de Miller na elaboração da delação, enquanto ele ainda era membro do Ministério Público Federal.

Para a PGR, houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam de omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.

O acordo de delação está suspenso até que o ministro Edson Fachin, do STF, decida homologar ou não a rescisão.

DELATOR SOBRE MATO GROSSO DO SUL

O empresário Wesley Batista, um dos sócios da JBS, disse em delação premiada no âmbito da operação Lava Jato que esquema de propina em Mato Grosso do Sul era negociado diretamente com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele indicou que houve pagamento de R$ 10 milhões pelo grupo. O governador já negou as acusações reinteradas vezes. Depoimento foi dado em Curitiba, em 4 de maio de 2017.

Conforme Wesley, foi feito pagamento em espécie no total de R$ 10 milhões para Reinaldo Azambuja. A propina seria para garantir que a empresa, que domina o setor de frigorífico no Estado, mantivesse benefício no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

No esquema de corrupção, JBS era obrigada a arcar com 20% do valor devido. Segundo o empresário, o acordo, que teria iniciado na gestão de José Orcírio de Miranda, o Zeca do PT, garantia redução de pagamento de ICMS se houvesse contrapartida com pagamentos irregulares.

Fonte: Correio do Estado

 

Balanço divulgado esta semana pela PMA (Polícia Militar Ambiental) confirma Ivinhema e diversos municípios da região do Vale do Ivinhema entre as principais rotas do tráfico de animais silvestres.

Boa parte desses crimes envolvem os papagaios e, por este motivo, o período de agosto a dezembro se torna preocupante, pois trata-se da época de reprodução desses animais – o mais traficado de MS.

Nesse período, a PMA mantém trabalhos preventivos nas propriedades rurais para prevenir a retirada dos animais e aliciamentos de funcionários de fazendas e assentados pelos traficantes, para a retirada dos filhotes.

Além de Ivinhema, as ações criminosas e ao mesmo tempo de monitoramento da PMA ocorrem Jateí, Batayporã, Bataguassu, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Naviraí e Mundo Novo.

(Com jornal da nova) / Plantão Angelica

 

Condutor de um caminhão carregado com cigarros contrabandeados morreu, após capotar o veículo nessa segunda-feira (19), na rodovia MS-339, em Miranda.

Marcelo Muniz Venceguerra de 36 anos, perdeu o controle direcional do caminhão, saiu da pista e capotou, sendo arremessado para fora e vindo a óbito no local, próximo de uma barreira policial.

Toda a carga de cigarros de origem estrangeira ficou espalhada pela pista. A PMR (Polícia Militar Rodoviária) atendeu a ocorrência. A Perícia Criminal foi acionada e a Polícia Civil vai investigar o caso.

Fonte: Jornal da Nova

 

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