Redação

MOÇÃO DE APLAUSOS E CONGRATULAÇÕES PELO ATO DE BRAVURA AOS POLICIAIS MILITARES DE NOVO HORIZONTE DO SUL

Vereadores de Novo Horizonte do Sul apresenta Moção pelo ato de bravura a policiais

Os vereadores de Novo Horizonte do Sul, em conformidade com as normas regimentais, apresentaram MOÇÃO DE APLAUSOS E CONGRATULAÇÕES PELO ATO DE BRAVURA AOS POLICIAIS MILITARES DE NOVO HORIZONTE DO SUL, no dia 12 de fevereiro de 2018 os policiais José Luiz doa Santos 3º SGTPM, Romullo Henrique Ventirin - soldado PM, Alison Augusto Costa Simões – soldado PM e Paulo Sergio Canhete de Barros – Soldado PM, prestaram socorro de um acidente ocorrido na cratera formada na MS 475, quando chegaram ao local constataram que havia duas vitimas prensado no interior de um veiculo e as mesmas estavam consciente e aclamavam por socorro, entraram na cratera e colocaram suas vidas em risco, devido a chuva, a qualquer momento poderia ocorrer desmoronamento do restante do barranco sobre a cabine, podendo soterrar todos que ali estavam.

Ali permaneceram segurando o teto da cabine do veiculo para aliviar a pressão que pressionava o peito das vitimas contra o painel até a chegada do corpo de bombeiros da cidade de Ivinhema.

Os policiais atenderam a ocorrência sem hesitar, mesmo estando em um numero pequeno de soldados e mal tempo e, com isso, demonstraram todo preparo adquirido em treinamento, bem como demonstraram o comprometimento para com juramento que fazem ao ingressar na Policia Militar “mesmo com risco da própria vida”.

Frisamos aqui, a relevância da Polícia Militar na vida de toda comunidade e a importância da valorização dos policiais, que na realidade são os “heróis humanos”. “Vocês deixam suas casas, suas famílias pela defesa da integridade de outras famílias, mesmo que muitas vezes não sejam tratados com respeito e reconhecimento”, Além de aplausos os nossos sinceros agradecimentos a todo empenho e dedicação prestados as vitimas do trágico acidente onde não mediram esforços para prestar socorro.

Fonte: novohorizontedosul.ms.leg.br

 

Renato (Rafael Cardoso) e Fabiana (Fernanda Rodrigues) se casam para destruir Clara (Bianca Bin) em “O outro lado do paraíso”. Durante conversa, o médico descobre como a ex-noiva ficou rica, já que a amante, sem saber do seu interesse, conta que está falida e à procura "de uma moça que se fingiu de doméstica e retirou da minha casa telas importantes, de grandes pintores". "Eu não sabia da existência destas telas. Quando as coisas começaram a piorar, tive que vender vários quadros que me pertenciam, herança de meus avós. Verifiquei recibo por recibo de compra, porque precisei autenticar algumas obras. E no meio de tudo, descobri as pinturas. Fiquei louca, valiam milhões. Um dia abri um site de leilões internacionais e descobri. Foram vendidas para uma galeria internacional e leiloadas. Verifiquei tudo, tinha contato com galeristas internacionais. Quem vendeu as telas foi essa moça", conta Fabiana.

Renato, então, pergunta como a tal mulher levou as telas. "Não sei. Suponho. Minha casa é imensa. Descobri que no closet havia um esconderijo, com arranhaduras. Alguém havia tirado alguma coisa de lá. Só podiam ser as pinturas. Mas minha casa tem câmeras, como saiu sem eu saber? Então lembrei. Minha filha viu quando a moça saiu com a mala e nem desconfiei. Pediu demissão no dia seguinte. Óbvio, depois de roubar uma fortuna", constata a madame, que continua: "É mais complicado que isso. Segundo a galeria, ela apresentou papéis para comprovar a posse. Mas minha avó estava louca na época, internada num hospício. Tenho que descobrir onde essa moça está e aí, sim, eu processo. Tomo tudo que é dela."

Após um tempo juntos, a madame quer saber o que de fato eles são um para o outro. "O que você quer afinal? Estamos tendo esse caso, e é ótimo. Mas já durou mais que um dos meus casamentos! Chegou a hora de saber se vamos para algum lugar", indaga. "Pra mim é óbvio. Vamos casar. Tantos meses juntos foram suficientes pra gente se conhecer. É hora de tomar uma decisão", decreta. Fabiana afirma que sabia que tinha sido alvo dele, que o médico a procurou com a intenção de se casar. "Eu não vou casar, porque não pretendo fazer a loucura de dividir o que ainda me resta com você. Nem com ninguém", garante.

O médico sugere que eles se casem em comunhão parcial de bens. Fabiana gosta da proposta, mas pergunta o que ele quer com esse casamento. "Assegurar minha parte. Do dinheiro que vai ganhar. Eu posso te deixar rica. Mas quero metade pra mim. O casamento garante minha parte. E acho que vamos nos dar bem, casados. Sei que podia estar rica, se aquela moça não tivesse levado as pinturas, que deviam estar na tua casa", diz o doutor. "Três pinturas que valem milhões. Um ToulouseLautrec, um Renoir, um Monet. E que me pertenciam. Mas eu nunca mais encontrei essa...safada que se passou por empregada doméstica para dilapidar meu patrimônio", lamenta a dondoca. "A Clara", diz Renato, surpreendendo Fabiana, que nunca tinha falado o nome da ex-empregada. "É Clara sim. Eu sei onde ela tá. Mas só digo depois de casar comigo, pra eu garantir minha parte. Agora diga. Aceita casar? Você, e só você, pode tomar todo dinheiro da Clara. Aceita?", propõe.

Fabiana faz um carinho no amante e diz que ele é seu troféu. "Conheço um advogado. Pode fazer nosso contrato de casamento. No civil. Tem certeza que podemos tomar o dinheiro da Clara?", indaga a loura. "Você mesma disse que se soubesse onde ela tava, ia processar", diz Renato. "Obvio que vou processar. Noivos?", pergunta a madame, recebendo um beijo de confirmação do vilão.

Os malvados se casam e já planejam os proximos passos para a destruição de Clara. "Quanto mais documentos a gente tiver, melhor. Precisamos provar que a Clara vendeu as telas no mercado internacional. Acredita que consegue uma cópia dos documentos de venda, com os valores?", indaga o médico. "Fiquei próxima dos compradores dessa galeria, onde ela vendeu as telas. Eu consigo, só que vai demorar algum tempo. Até eu falar com eles, eles conversarem entre si...uns dois meses", avalia Fabiana.

Após um certo tempo, Renato quer saber se a mulher já recebeu resposta sobre a aquisição dos documentos fornecidos pela galeria que comprou as telas de Clara. "Só assim pra provar a origem da fortuna da Clara", constat o médico. "Depois, provamos que ela roubou as telas de mim. Será que a gente consegue botar a Clara na cadeia?", pergunta a loura. "Isso não sei. Mas tomar a grana dela, a gente toma", garante o doutor.

Então, a documentação chega nas mãos da madame, que exulta de felicidade. "Esses documentos provam, sem sombra de dúvida, que a Clara vendeu as telas que me pertenciam. Sabe quem ajudou?", indaga ela. "Vamos ver se adivinho...Patrick Junqueira", responde Renato. "Meu primo. Como sabia?", pergunta Fabiana. O médico, então conta que o advogado está morando na casa de Clara. "O importante não é o Patrick. Mas o dinheiro. Com esses documentos, a gente processa a Clara e tira tudo dela.Tá na hora de voltar pra Palmas", afirma Renato, revelando o paradeiro da ex-noiva. "Palmas... Eu vou adorar reencontrar a Clara!", diz a loura, com ar de vitória.

Fonte: Extra

 

Além do sorteio, as apostas para a Dupla de Páscoa começaram ontem (19) e já podem ser registradas em qualquer unidade lotérica do país

O concurso 2.016 da Mega-Sena pode pagar até R$ 3 milhões nesta quarta-feira (21). O sorteio será realizado às 19h, no Caminhão da Sorte da Caixa, que está estacionado em Campo Belo (MG).
Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 3,50.

Além do sorteio, as apostas para a Dupla de Páscoa começaram ontem (19) e já podem ser registradas em qualquer unidade lotérica do país, por meio de volante específico da modalidade. O prêmio, estimado em R$ 20 milhões, será sorteado no dia 31 de março.

O prêmio da Dupla de Páscoa não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina, quadra ou terno. O preço da aposta simples, com 6 números, é de R$ 2.

Para concorrer ao prêmio especial, basta solicitar o volante específico do concurso nas unidades lotéricas. As apostas paralelas vão até o dia 20 de março. A partir do dia 21, todas as apostas concorrerão para a Dupla de Páscoa, inclusive as registradas em volantes regulares da Dupla-Sena. As apostas poderão ser feitas até às 19h do dia do sorteio.

Fonte: Campo Grande News

 

Jefferson Reis deu muitos socos em Tadeu Francisco ao fim da partida entre Operário e Comercial

O jogador Jefferson Reis, que espancou o gandula Tadeu Francisco no último domingo (19) durante a partida entre Operário e Comercial, pelo Campeonato do Mato Grosso do Sul, se pronunciou sobre o ocorrido. Ele, que teve contrato rescindido com o Operário na segunda (20), está arrependido e pediu perdão.

"Queria mostrar que não sou esse Jeferson que estão vendo na imagem. Me arrependo muito e vou pagar por isso. Como já estou pagando", disse o atleta de 22 anos em entrevista à EPTV, afiliada da Rede Globo.

Jefferson disse que Tadeu agrediu o massagista Raul, de 54 anos, e resolveu “defender” o profissional.

“Perdi a cabeça porque ele agrediu um pai de família de 54 anos. Se ele fizesse o trabalho dele certinho, nada disso teria acontecido. Nosso massagista foi falar com ele, e ele o agrediu pelas costas. A briga estava rolando faz tempo. Só filmaram quando estava batendo”, afirmou.

“Peço desculpa ao gandula, para a família dele. Para todo mundo que viu isso aí”, acrescentou Jefferson.

“Na hora que entrei no vestiário, que tive que ir para delegacia depois, perguntei para mim mesmo: ''O que eu fiz com a minha vida'? Acabei com minha carreira". Ali meu mundo acabou. Foi quando liguei para meu pai, que só chorava. Ele sofreu muito para criar eu e meu irmão sem mãe. E acontece um negócio desse, repercussão no mundo todo. Minha família ligando, preocupada, teve ameaça, pessoas falando que iam me matar”, comentou.

O gandula Tadeu Francisco teve o nariz quebrado.

"Eu perdoo sim. O perdão é o melhor remédio para acabar com a mágoa no coração", disse Tadeu em entrevista ao UOL.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Por 55 votos a 13

Senado aprovou no fim da noite desta terça-feira (20), por 55 votos a 13 (1 abstenção), o decreto que autoriza intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. O decreto vai a publicação no "Diário Oficial da União".

A intervenção federal foi assinada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16). A medida passou a vigorar imediatamente, mas, para continuar valendo, precisava do aval da Câmara e do Senado.

O tema foi aprovado pela Câmara na madrugada desta terça-feira (20), por 340 votos a 72.

O decreto estabelece que a intervenção durará até 31 de dezembro deste ano.

Enquanto vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário fluminense.

Segundo o decreto, o objetivo da intervenção é tratar do "grave comprometimento da ordem pública" no Rio. A medida foi tomada após o feriado de carnaval, período em que a capital do estado registrou vários episódios de violência.

Pelo texto, o interventor está subordinado ao presidente da República e não está sujeito a regras estaduais que entrem em conflito com o objetivo da intervenção.

O general Braga Netto pode, se necessário, solicitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Rio para restabelecer a ordem pública.

Ele também poderá, segundo o decreto, requisitar a órgãos civis e militares da administração pública federal meios necessários ao sucesso da intervenção.

O decreto preserva, sob a responsabilidade do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), as atribuições sem relação com a área de segurança pública.

A sessão
Por se tratar de uma medida de urgência, o decreto seguiu da Câmara direto para o plenário do Senado, sem passar pelas comissões da Casa. O tema foi analisado em sessão extraordinária que começou por volta das 20h30 deste terça.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), designou como relator o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), que votou favoravelmente à intervenção. Segundo Eunício, 11 parlamentares o procuraram para assumir a função.

Durante a apresentação do relatório, Eduardo Lopes afirmou que a situação do Rio é "grave", acrescentando que a população do estado está com "medo de sair de casa.

"Sabemos que a situação não é exclusiva do Rio de Janeiro, sabemos que existe violência e altos índices de violência em outros estados, mas, sem dúvida, o Rio de Janeiro repercute muito mais, tanto internamente, como internacionalmente", disse.

"No momento que nós vimos ladrões assaltando carrinho de cachorro-quente com fuzil, isso mostra que a situação realmente é grave. Arrastões por toda cidade, um medo imperando, pessoas com medo de sair, cancelando compromissos, não participando de eventos sociais, com medo da violência", completou o relator.

Eduardo Lopes é suplente de Marcelo Crivella (PRB-RJ), que deixou o Senado em 2017 para assumir a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Argumentos pró e contra o decreto
Durante a sessão, parlamentares favoráveis e contrários ao decreto se revezaram na tribuna do Senado.

Gleisi Hoffmann (PR), por exemplo, presidente do PT, foi a primeira a falar contra a intervenção federal.

A senadora disse que outros estados – como Sergipe, Alagoas, Ceará e Rio Grande do Norte – apresentam índices de violência mais altos e questionou o critério do governo ao decidir pela intervenção no Rio.

"O Ceará é um estado hoje que também tem um índice de violência muito maior que o do Rio de Janeiro. O que vão fazer lá? Vão fazer intervenção também? Ou será que o estado do Ceará tem que se contentar com os 36 homens da Força Nacional que o Temer mandou para lá?".
Já o senador Lasier Martins (PSD-RS) defendeu a intervenção no Rio de Janeiro. Para o parlamentar, é "quase inacreditável insinuar" que não se deve mexer no que o Rio de Janeiro se tornou.

"Estamos em uma situação de exceção porque, neste momento, o Rio de Janeiro está entregue à bandidagem, onde as crianças não podem ir a escolas porque estão sujeitas às balas perdidas".
Lasier também defendeu que o governo edite um segundo decreto, estabelecendo "orçamento continuado" para a intervenção.

Líder da minoria, Humberto Costa (PT-PE) seguiu a linha do discurso de Gleisi Hoffmann e criticou o decreto presidencial, chamando a medida de Temer de "intervenção Tabajara" de um governo "paspalhão".


"Uma intervenção que não tem qualquer planejamento, não diz sequer de onde virão os recursos. [...] Se der errado, nós vamos recorrer a quem? Ao Vaticano?".
Vice-presidente do Senado, o tucano Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) declarou voto a favor da intervenção federal.

Ele disse que a crise na segurança do Rio “está diretamente vinculada ao desmonte que foi feito no estado por práticas de corrupção, crime organizado e formação de quadrilha não só de traficantes, mas de governantes” do estado.

"Não há o que se fazer hoje no Senado a não ser aprovar o decreto presidencial. Não há alternativa. Qualquer posição contrária é, naturalmente, um embate político. Não é defesa efetiva da população do Rio de Janeiro".
Depois que cinco senadores favoráveis e cinco contrários se manifestaram sobre o assunto, líderes partidários encaminharam suas bancadas e a votação foi iniciada, com os votos registrados em painel.

Fonte: G1

 

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