Redação

A Mega-Sena pode pagar R$ 33 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 1.989, que será sorteado nesta sábado (18), a partir das 19h (horário de MS), em Amparo (SP), onde está o Caminhão da Sorte.

Caso alguém ganhe sozinho a bolada e aplique integralmente o valor na caderneta de poupança, ela conseguiria mensalmente o rendimento de 155 mil, que é suficiente para comprar cinco carros populares.

No sorteio de quinta-feira (16), nenhuma aposta acertou os seis números, que foram 05, 10, 39, 42, 46 e 54. Na segunda faixa de premiação, com cinco acertos, 87 apostas receberam o prêmio de R$ 29.177,91 da quina, cada.


Outras 5,711 apostas acertaram quatro números, fizeram a quadra e levaram R$ 634,98 cada. O total arrecadado pela principal loteria federal em apostas neste sorteio foi de R$ R$ 44.029.100,50, segundo a Caixa Econômica Federal.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 18h (horário de MS) do dia do sorteio em qualquer casa lotérica. Caso alguém queira faz.

Fonte: Campo Grande News

Restrições poderão provocar união de forças políticas contra o ex-juiz

 

O PDT fecha as portas dos grandes partidos para não fazer negociação de aliança. Para complicar ainda mais a situação, as restrições impostas para selar parceria partidária podem provocar a união de forças contra o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira na disputa ao governo do Estado.

As exigências distanciarão do ex-magistrado os partidos de maior peso político e eleitoral, na corrida eleitoral de 2018.

Até o PT, tradicional parceiro dos embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, não estará no palanque do juiz Odilon. Alguns ex-petistas, ao se filiarem no PDT, exigiram que não houvesse aliança entre os dois partidos nas eleições. Eles não aceitam estar ao lado do deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT.

Outros partidos de expressão no Estado estão fora do raio de ação do PDT porque Odilon declarou, na convenção, que não vai dividir palanque com políticos investigados na Lama Asfáltica, Lava Jato e JBS. E essas grandes siglas, de peso eleitoral, são comandadas por políticos respondendo a inquéritos policiais.

É o caso do PMDB. A sua principal liderança, o ex-governador André Puccinelli, antes de ser preso e solto 24 horas depois, estava liderando a preferência do eleitor para voltar a administrar o Estado. Portanto, seria o principal rival do juiz Odilon na corrida eleitoral.

O DEM seria outra agremiação fora da cogitação do PDT, por exigência do juiz Odilon. O PTB, comandado pelo ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad, também não preencheria os requisitos para entrar na aliança dos sonhos de Odilon. O PSDB não encontraria espaço no palanque de Odilon também, por causa das investigações contra o governador Reinaldo Azambuja.

Fonte: Correio do Estado

Restrições poderão provocar união de forças políticas contra o ex-juiz

 

O PDT fecha as portas dos grandes partidos para não fazer negociação de aliança. Para complicar ainda mais a situação, as restrições impostas para selar parceria partidária podem provocar a união de forças contra o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira na disputa ao governo do Estado.

As exigências distanciarão do ex-magistrado os partidos de maior peso político e eleitoral, na corrida eleitoral de 2018.

Até o PT, tradicional parceiro dos embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, não estará no palanque do juiz Odilon. Alguns ex-petistas, ao se filiarem no PDT, exigiram que não houvesse aliança entre os dois partidos nas eleições. Eles não aceitam estar ao lado do deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT.

Outros partidos de expressão no Estado estão fora do raio de ação do PDT porque Odilon declarou, na convenção, que não vai dividir palanque com políticos investigados na Lama Asfáltica, Lava Jato e JBS. E essas grandes siglas, de peso eleitoral, são comandadas por políticos respondendo a inquéritos policiais.

É o caso do PMDB. A sua principal liderança, o ex-governador André Puccinelli, antes de ser preso e solto 24 horas depois, estava liderando a preferência do eleitor para voltar a administrar o Estado. Portanto, seria o principal rival do juiz Odilon na corrida eleitoral.

O DEM seria outra agremiação fora da cogitação do PDT, por exigência do juiz Odilon. O PTB, comandado pelo ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad, também não preencheria os requisitos para entrar na aliança dos sonhos de Odilon. O PSDB não encontraria espaço no palanque de Odilon também, por causa das investigações contra o governador Reinaldo Azambuja.

Fonte: Correio do Estado

Decisão prevê multa de R$ 200 para Energisa em caso de descumprimento

 

Sentença do juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, proíbe a Energisa de cobrar taxa de religação de energia elétrica em caso de corte por falta de pagamento.

A decisão foi publicada no Diário de Justiça de hoje e é resultado de ação civil pública movida pela Associação Estadual de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Adecc/MS).

Conforme a publicação, o serviço público de fornecimento de energia elétrica é essencial e está relacionado ao Direito Público, que determina a não interrupção de atividades de natureza coletiva e essenciais.

“A energia elétrica passou a ser um produto de necessidade vital à sociedade, tanto que a requerida [Energisa] é obrigada a fornecê-lo a todos”, pontuou o juiz na decisão.

Além de proibir a Energisa de cobrar taxa de religação, em caso de corte por falta de pagamento, a sentença determina multa no valor de R$ 200 em caso de descumprimento. Neste caso,o dinheiro será destinado ao consumidor atingido.

Fonte: Correio do Estado

Cada produtor foi autuado em R$ 1 mil

Policiais da PMA (Polícia Militar Ambiental) de Batayporã, autuaram dois proprietários rurais do município de Ivinhema, nesta quinta-feira (16).

Em vistoria na propriedade rural na região da Gleba Azul, distante 10 quilômetros do município de Ivinhema, foi autuada uma pessoa de 62 anos, pelo funcionamento de um forno para carvoejamento sem licenciamento ambiental.

Um proprietário de 68 anos, também foi autuado pelo mesmo motivo, em razão do funcionamento de um forno, na Gleba Ouro Verde.

Diante dos fatos, cada um dos proprietários foi autuado no valor de R$ 1 mil, e tiveram suas atividades paralisadas até regularização junto ao órgão competente.

A apreensão do material não foi realizada em virtude de se tratar de depósito e carbonização de material lenhoso, proveniente de vegetações exóticas (eucalipto).

Fonte: Jornal da Nova

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