Redação

Após tragédia em escola da Flórida, estudantes fazem viagem de 7 horas à capital do estado para pressionar o governo

Os sobreviventes do tiroteio em uma escola da Flórida, nos Estados Unidos, onde morreram 17 pessoas, marcham rumo à capital do estado, Tallahassee, para exigir um controle de armas mais rigoroso no país. Este é o primeiro protesto do movimento antiarmas organizado pelos jovens após o massacre.

Cerca de 100 estudantes marcham em uma viagem de 7 horas, na qual pretendem se reunir com parlamentares e pedir que armas de assalto sejam proibidas. A pressão para alterações na legislação de armas nos Estados Unidos ganhou fôlego depois que Nikolas Cruz, de 19 anos, abriu fogo contra estudantes da Marjory Stoneman Douglas High School com um rifle semiautomático, no que ficou conhecido como o segundo pior massacre do país.

O porte de armas no país é assegurado pela Segunda Emenda, que garante ao cidadão maior de 21 anos comprar uma arma de mão. Porém, a compra de rifles e espingardas é permitida para maiores de 18 anos. Os estados também têm liberdade para redigir suas próprias legislações sobre o porte de armas.

Após o tiroteio surgiu o movimento #NeverAgain (Nunca mais), no qua estudantes sobreviventes buscam pressionar congressistas a debater o controle de armas, sendo a idade mínima para obtenção uma das pautas do movimento. O grupo também se levanta contra o peso da National Rifle Association (NRA) na política nacional, o mais poderoso lobby de armas no país que defende a livre venda de armas pessoais.

O movimento já conseguiu apoio e doações de famosos como George e Amal Clooney, Steven Spilberg e Oprah Winfrey. Desde domingo, o movimento tem se organizado para realizar uma grande marcha a Washington no dia 24 de março, chamada de “Marcha por nossas vidas”.

“Estamos viajando para a nossa capital do estado para garantir que nenhuma dessas pessoas com as quais crescemos – que conhecemos toda a nossa vida – tenham morrido em vão”, disse a estudante Julia Salomone, de 18 anos, à BBC.

Mudança de tom
Desde segunda-feira, o presidente Donald Trump tem mudado o tom com relação à posse de armas. Na segunda-feira ele declarou apoio a um esforço bipartidário para melhorar o sistema nacional de verificação de antecedentes para a compra de armas. E na terça-feira ele pediu ao Departamento de Justiça para proibir a venda de um dispositivo para armas que aumenta a quantidade de disparos por minuto.

O dispositivo, conhecido como “bump stocks”, permite transformar fuzis semiautomáticos em automáticos e pode ser comprado nos Estados Unidos por 100 dólares (cerca de 324 reais). O equipamento não foi utilizado no tiroteio da Flórida, mas esteve presente no massacre de Las Vegas, em outubro de 2017, onde morreram 59 pessoas.

Na terça-feira, legisladores da Flórida decidiram por 71 votos a 36 ir contra a proibição de armas semiautomáticas, causando revolta. Mas o senador estadual Bill Galvan, cotado como o próximo presidente da Casa local, sinalizou uma possibilidade de mudança pedindo um projeto de lei que eleve de 18 para 21 a idade legal para a compra de rifles de assalto, assim como se exige para armas de mão. A atual sessão parlamentar termina em 9 de março, o que deixa tempo suficiente para uma votação

Trump deve realizar uma “sessão de consulta” com alunos e professores do ensino secundário na Casa Branca nesta quarta-feira.

A posição dos políticos tem causado insatisfação nos americanos. Segundo uma pesquisa publicada nesta terça pelo Washington Post e a ABC, mais de seis em cada 10 americanos consideram que a Casa Branca e o Congresso não fazem o necessário para prevenir os cada vez mais comuns ataques a tiros maciços.

Fonte: Veja

 

Segundo o Governo do Estado, equipe de Dourados da Secretaria de Fazenda detectou fraude em documentação fiscal e recuperou R$ 110 mil

Equipe da Subunidade de Fiscalização Móvel de Dourados da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) recuperou R$ 110 mil ao fisco sul-mato-grossense. Os valores são referentes a autuação de um transportador, flagrado com documentação fiscal fraudada, que tentava passar com dez carretas carregadas de soja. A ação foi realizada nessa terça-feira (20).

De acordo com informações da Coordenadoria de Fiscalização de Mercadoria em Trânsito (Cofimt), a fiscalização ocorreu no município de Eldorado, mas as cargas teriam como destino outro Estado, ou seja, iriam realizar operação de saída interestadual, mas sem o devido pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Fiscalização Móvel de equipe da Sefaz de Dourados fez o flagrante (Foto: Divulgação)

Ao detectar a fraude, os servidores estaduais determinaram a apreensão de 341.900 quilos de soja a granel. Com apoio da Polícia Militar de Eldorado, os veículos acabaram conduzidos até o Posto Fiscal Ilha Grande, no município de Mundo Novo. A operação contou ainda com o apoio da equipe do Posto Fiscal.
Conforme a Cocimt, a ação resultou na recuperação de ICMS. Após o recolhimento do imposto e multa as cargas foram liberadas, resultando no ressarcimento de arrecadação no valor aproximado de R$ 110 mil reais.

Fonte: 94fmdourados

 

A ideia do presidente teria sido exposta durante conversa entre ambos, no último sábado, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense

Em conversa no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro, no último sábado (17), os presidentes da República, Michel Temer, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, conversaram sobre a intervenção federal no Estado e sobre os gastos com a segurança pública.

Nesta quarta-feira (21), em entrevista ao blog da Andreia Sadi, no portal G1, Maia admitiu que, na oportunidade, Temer sugeriu a criação de um novo imposto, nos nos moldes da extinta CPMF, para financiar a área.

"O presidente disse: Rodrigo, que tal pensarmos em um imposto só para a segurança pública? Eu disse: presidente, é inviável. O decreto inviabiliza proposta de emenda à Constituição".

O presidente da Câmara afirmou ser contrário à ideia e, por isso, se o governo tiver interesse em prosseguir com a proposta, que o faça sem o apoio do Legislativo. "O governo que corte ministérios e reduza despesas públicas. Querem dinheiro para financiar o caos na segurança pública, mas não sabem o que fazer. Eles têm, por exemplo, dentro do IOF, espaço para mexer em alíquota. Só estou dando um exemplo. Porque não é no Congresso que eles vão resolver isso, é uma decisão do Executivo", afirmou Maia.

A assessoria do Planalto ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Promessa de emprego virou pesadelo de 57 dias para a jovem de 26 anos

Após conseguir um emprego de empregada doméstica, na cidade de Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, uma jovem de 26 anos foi obrigada pela patroa a se prostituir.

A jovem que conseguiu fugir depois de 57 dias mantida presa na residência da mulher procurou ajuda na casa de seu pai, que mora na cidade. Na delegacia, a vítima contou que trabalhou apenas por três dias com afazeres domésticos e depois foi obrigada a se prostituir.

Segundo a jovem, ela trabalhava na parte da manhã com os afazeres da casa e depois atendia aos clientes na residência que faziam o pagamento direto a dona da casa. Ainda de acordo com ela, os programas eram para pagar contas da patroa com a aquisição de celulares, roupas e eletrodomésticos para a casa.

A jovem teria ido para a residência para trabalhar no dia 20 de dezembro do ano passado conseguindo fugir apenas no dia 17 de fevereiro deste ano, quando procurou a delegacia da cidade para registrar um boletim de ocorrência.

Na residência, ela contou que não haviam outras meninas e não há informações se a autora foi encontrada pela polícia para prestar esclarecimentos.

Fonte: Midiamax

 

O Corpo de Bombeiros Militar, do Quartel em Ivinhema informou a pouco através de uma nota que encontrou há pouco, no Rio Dourados.

Conforme apurou o Deodapolisnews, o corpo de uma mulher que estava boiando e enroscado em uma galhada à margem do rio. O local é próximo a uma ilha e distante uma hora e meia da ponte de madeira da Rodovia MS 274.

O trabalho de busca foi iniciado ontem, dia 20/02/2018, pelos bombeiros militares do Quartel de Fátima do Sul, que percorreram o trecho de rio entre a Ponte da cidade de Fátima do Sul até a ponte de concreto que passa sobre a Rodovia MS 276.

Na manhã de hoje, dia 21/02/2018, uma equipe de bombeiros militares do Quartel de Ivinhema continuou a operação, percorrendo o trecho de rio entre a ponte de concreto da Rodovia MS 276 até a ponte de madeira da Rodovia MS 274 (Distrito de Porto Vilma, cidade de Deodápolis).

Os delegados da Polícia Civil de Fátima do Sul e Deodápolis foram informados sobre a ocorrência e a, partir de agora, serão iniciados os trabalhos de perícia da Polícia Judiciária.

Fonte: DeodapolisNews

 

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