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Politica (752)

Novo ministro de Bolsonaro tem pedido de condenação pelo MP

Ricardo Salles, indicado pelo presidente eleito para o Meio Ambiente, foi denunciado por improbidade

Indicado neste domingo (9) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério do Meio Ambiente, o advogado e administrador Ricardo Salles foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo em setembro deste ano por prática de atos de improbidade administrativa.

Salles foi secretário de Meio Ambiente de São Paulo entre 2016 e 2017, no governo Geraldo Alckmin, e, segundo a revista “Globo Rural”, o MP pediu sua condenação ao pagamento de R$ 70 milhões, pois ele teria adulterado mapas para a aprovação de projetos “com a clara intenção de beneficiar setores econômicos, notadamente a mineração, e algumas empresas ligadas à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)”.

Os mapas que teriam sido modificados, segundo a denúncia, foram elaborados pela Universidade de São Paulo e a própria minuta de decreto do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tietê.

“Alguns funcionários da Fundação Florestal foram pressionados a elaborar mapas que não correspondiam à discussão promovida pelo órgão competente. Posteriormente, alguns funcionários foram perseguidos.”, diz trecho da denúncia.

OUTRO LADO

O novo ministro de Bolsonaro se defende das denúncias e ressaltou que ainda não há sentença.

“Sou réu, mas não há decisão contra mim. São todas favoráveis a mim. Todas as testemunhas foram ouvidas, todas as provas produzidas e o processo está concluso para sentença, pode ser sentenciado a qualquer momento. Todas as testemunhas ouvidas, de funcionários do governo e fora, corroboraram a minha posição”, argumenta Salles, ainda segundo a “Globo Rural”.

“Defendo o que o fiz é correto. O MP tem opinião diferente, mas continuo defendendo que as medidas que nós adotamos na Secretaria (de Meio Ambiente de São Paulo) para corrigir o plano de manejo da APA do Tietê eram extremamente necessárias. Portanto, assim foi feito”, acrescentou.

Fonte: Noticias ao minuto

Bolsonaro sugere reforma eleitoral: 'Ou PT volta com muito mais força'

Presidente eleito diz que sistema eleitoral brasileiro precisa ser aperfeiçoado

O futuro presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), participou por videoconferência no sábado (8) do encerramento da Cúpula Conservadora das Américas, evento organizado por um de seus filhos, o deputado Eduardo, em Foz do Iguaçu (PR).

Ele reforçou a desconfiança no sistema eleitoral brasileiro, que, na visão dele, precisa ser aperfeiçoado. "Ou mudamos agora, ou o PT volta, com muito mais força do que tinha", afirmou, segundo o Uol.

"Não estou aqui fazendo uma afirmativa, a desconfiança da possibilidade de fraude é uma coisa na cabeça de muita gente aqui no Brasil. Não é porque nós ganhamos agora que devemos confiar nesse processo de votação. Queremos é aperfeiçoá-lo", complementou.

"Nós pretendemos então no primeiro semestre [fazer] uma boa proposta de mudança do sistema de votação no Brasil, porque eu e muitos entendem que nós só ganhamos a vitória porque tínhamos muito, mas muito mais votos do que eles. E tivemos uma situação parecida, de um certo equilíbrio."

Bolsonaro obteve cerca de 57 milhões de votos nas eleições de outubro, 10 milhões a mais do que o petista Fernando Haddad.

Fonte: Noticias ao minuto

Bolsonaro diz que confusão com medicamentos pode ser causa de mal-estar e que cirurgia pode ser adiada

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesse sábado que a causa do mal-estar sentido na véspera foi uma confusão nos medicamentos que está tomando e declarou que talvez adie a cirurgia programada inicialmente para janeiro de 2019.

"Me confundi com uma série de medicamentos...e aí dormi, mas estou bem. Tomei uma dose além do normal, foi como tomar um sonífero", disse a jornalistas após participar de mais um evento militar no Rio. "Talvez adie a cirugia, mas estou bem; vamos esperar. O Brasil precisa de todos para tirar o país dessa situação", acrescentou.

Ele afirmou que deve voltar a São Paulo na próxima semana para fazer novos exames e disse que, por ele, se estiver bem, opera "logo, agora".

"Se o doutor Macedo achar na quinta-feira que estou em condições, posso baixar logo. Eu gostaria de não ficar uma semana baixado depois, em janeiro", disse ao citar ainda a possível ida ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, como um dos motivos também para mudar data da cirurgia.

Coaf

Sobre a movimentação de 1,2 milhão de reais do assessor do filho Flávio Bolsonaro, detectada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o presidente eleito disse que conhece Fabrício Queiroz desde 1984 e tem uma amizade próxima.

"Eu já o socorri financeiramente em outras oportunidades. Nessa última agora houve um acúmulo de dívida e ele resolveu me pagar... em 10 cheques de 4 mil reais. Eu não botei na minha conta por que tenho dificuldade para ir em banco e deixei para minha esposa."

"Lamento o constrangimento que ele está passando, mas ninguém dá dinheiro sujo com cheque nominal. Espero que ele se explique...foi normal e natural", adicionou o presidente eleito

Bolsonaro destacou que movimentação atípica não é sinônimo de crime e que seu filho Flávio Bolsonaro não foi alvo da operação que teve como origem um pente fino da Coaf.

Ele disse que ainda não conversou com Queiroz e muito pouco com seu filho, que está abatido com a situação.

"Se errei (em não ter declarado o dinheiro recebido de Queiroz), eu arco minha responsabilidade junto ao fisco", disse ele.

(Por Rodrigo Viga Gaier; Edição de Claudia Violante)

Fonte: Extra

 

Com clima tenso no PSL, Bolsonaro chama reunião com bancada em Brasília

O objetivo, segundo parlamentares, é apaziguar os ânimos após brigas internas

Com clima tenso na bancada do PSL na Câmara, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, deve fazer uma reunião com os parlamentares eleitos na próxima quarta-feira (12).


Segundo parlamentares ouvidos pela reportagem, o objetivo é apaziguar os ânimos na segunda maior bancada da Casa, com 52 deputados eleitos.

A assessoria do presidente eleito afirma que a agenda da próxima semana está em análise, mas deputados eleitos confirmaram que um encontro foi marcado para o dia 12.

A disputa interna pelos postos de liderança do governo e de liderança do partido têm atiçado os ânimos entre os parlamentares, mesmo aqueles que ainda não assumiram mandato.

Nesta quinta-feira (6), protagonizaram brigas no grupo de WhatsApp da bancada o líder atual, Eduardo Bolsonaro (SP), a deputada eleita Joice Hasselmann (SP) e o senador eleito Major Olímpio (SP).

Na conversa, o filho do presidente eleito chama a deputada de "sonsa" e diz que ela tem "fama de louca". Joice, por outro lado, o acusa de mandar "recadinhos infantis".

Parlamentares dizem reservadamente que a deputada eleita, que já afirmou que há grandes chances de ser a líder do governo, está isolada.

Teria sido para ela o recado de Eduardo no Twitter na quarta-feira (7), em que disse que "apenas os deputados que estão exercendo mandato tem autonomia para fazer articulações no Congresso".

Joice afirmou que o fato de Eduardo ser filho do presidente pode criar uma "vidraça" para o partido, o que gerou reações de correligionários próximos ao atual líder.

Segundo o deputado Delegado Waldir (GO), que tem atuado na prática como líder na Câmara, já que o parlamentar de São Paulo tem cumprido agendas externas com o pai, não há impedimento para que Eduardo siga no comando do partido na Casa.

"Aqueles que dizem isso estão plantando a discórdia, por ciúmes", afirmou à reportagem. Ele também disse que é necessário "respeitar a hierarquia", mas botou panos quentes e chamou de "debate de alto nível" a discussão ocorrida no grupo.

Nesta sexta (7), novas tensões entre os deputados surgiram no aplicativo de troca de mensagens. Após mensagens de apoio a Eduardo e Waldir, Joice reagiu chamando os colegas de cínicos.

"É muito cinismo. Ainda bem que tenho provas do passado", escreveu. "Não apago um único WhatsApp. As pessoas mudam, eu não. JB tbm não", disse.

A deputada eleita Carla Zambelli (SP) respondeu com um vídeo em que a futura colega diz que é a única candidatura chancelada por Bolsonaro, e ironizou: "faça o seu trabalho e me esqueça, vc é a mulher de 1 milhão de votos, a única chancelada pelo Jair, eu sou só uma ativista que não tem onde cair morta, segundo você".

Em evento em São Paulo, Major Olímpio também disse que Joice está isolada. "Não há conflito de todos contra um, é só um se adequar", disse a jornalistas.

A reportagem tentou entrar em contato com a deputada eleita Joice Hasselmann, mas não obteve resposta. Com informações da Folhapress.

 

Em 1ª entrevista, Lula diz que Moro fez política e se beneficia disso

Ex-presidente fez acusações contra o futuro ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro

A emissora de televisão britânica BBC publicou nesta quinta-feira, 6, em seu site trechos de uma entrevista feita por carta com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex de Guarujá (SP).

Em suas respostas, o petista acusa o ex-juiz federal Sergio Moro, futuro ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro, de ter agido politicamente durante o seu processo, para prendê-lo e, assim, tirá-lo da disputa presidencial. "Bolsonaro só ganhou porque não concorreu contra mim", disse o ex-presidente.

"Então, Moro fez política e não justiça, e agora se beneficia disso", continua Lula, em referência ao fato de o ex-juiz ter aceitado o cargo de ministro da Justiça de Bolsonaro, após a vitória do capitão da reserva contra o candidato do PT, Fernando Haddad, que substituiu Lula na disputa.

O ex-presidente foi condenado por Moro, à época juiz de primeira instância, a nove anos e meio de prisão. Na segunda instância, julgado por desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), de Porto Alegre, o petista teve a pena aumentada para 12 anos e um mês.

Proibido de dar entrevistas presenciais ou por telefone, Lula respondeu a perguntas feitas por carta pelo jornalista brasileiro Kennedy Alencar, para um documentário da BBC, informou a emissora.

Fonte: Noticias ao minuto

Bolsonaro acena a partidos negociação de 2º escalão do governo

Presidente eleito ignorou integrantes das cúpulas das legendas para formar seu ministério

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) acenou nesta quarta-feira (5) a parlamentares que irá negociar, nas próximas semanas, cargos no segundo escalão do governo.

De acordo com relatos feitos à reportagem, a promessa foi feita em encontro com deputados do PR, partido do ex-deputado Valdemar Costa Neto, um dos condenados no escândalo do mensalão.

Bolsonaro recebeu durante a tarde bancadas de alguns partidos, dando seguimento às reuniões que começaram na terça, com MDB e PRB.

Segundo participantes, parte do discurso do presidente eleito foi de que a política não será feita como nos mandatos anteriores, com troca de favores.

Apesar disso, sinalizou que vai ouvir as siglas para formar seu segundo escalão, que engloba cargos federais nos ministérios e nos estados.

Bolsonaro tem sido criticado por partidos por ignorar líderes e integrantes das cúpulas das legendas na escolha de seus ministros.

De acordo com deputados que estiveram na reunião da tarde desta quarta, as conversas do segundo escalão começarão em breve.

"Ele [Bolsonaro] disse que em duas ou três semanas ele vai começar a discutir com bancadas e com grupos o segundo escalão", disse Lincoln Portela (PR-MG).

"Mas ele foi bem claro, que não haverá troca de favores", completou.

O PR anunciou nesta quarta que passou formalmente a fazer parte da base do governo eleito, mas disse que a fidelidade será discutida projeto a projeto.

"Não vamos atuar de maneira coercitiva ou de qualquer outra maneira forçar o parlamentar ou colega de maneira que o partido está encaminhando. Vamos envidar todos os esforços no sentido do convencimento", disse José Rocha (BA), líder do PR.

Os encontros foram no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde está montado o gabinete de transição.

Bolsonaro criou há alguns dias um grupo de parlamentares que não se reelegeram para fazer parte da articulação política do governo com o Congresso.

Entre eles estão os deputados Leonardo Quintão (MDB-MG) e Carlos Manato (PSL-ES).

Nesta terça, o presidente eleito usou o discurso antipetista para tentar obter o compromisso de legendas de apoiarem seu governo.

Segundo relatos, ele disse a deputados que um eventual fracasso representará a volta do grupo que comandou o país de 2003 a 2016.

Bolsonaro tem como prioridade anunciada no Legislativo, em 2019, a aprovação de uma reforma da Previdência, o que, por alterar a Constituição, precisa do apoio de no mínimo 60% dos 513 deputados e 81 senadores, em duas votações em cada Casa.

Com o objetivo de impedir que o governo assuma com força expressiva na Câmara, o que enfraqueceria o poder de barganha das legendas, líderes de vários partidos estão negociando a formação de um bloco para lotear o comando da nova legislatura.

Estão excluídos desse movimento as duas siglas com melhor desempenho nas eleições para deputado federal, o PT de Luiz Inácio Lula da Silva e o PSL de Jair Bolsonaro.

A primeira reunião formal do bloco ocorreu nesta quarta, na Câmara. Líderes de 15 partidos participaram do encontro. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Partidos fazem 1ª reunião formal para fechar bloco e isolar PSL e PT

Com a negociação, grupo dominaria as vagas na cúpula da Casa e nas comissões que discutem projetos de lei

Líderes de 15 partidos fizeram a primeira reunião formal para criar um bloco que pode isolar o PSL de Jair Bolsonaro e o PT na distribuição de cargos de comando na Câmara a partir de 2019.

Com a negociação, o grupo dominaria as vagas na cúpula da Casa e nas comissões que discutem projetos de lei. O acordo deve ser fechado nos próximos dias.

A formação do bloco deve reduzir a participação na Câmara dos dois partidos que tiveram o melhor desempenho na última eleição. Os petistas saíram das urnas com 56 das 513 cadeiras. O PSL, com 52.

Tradicionalmente, as maiores bancadas têm direito a cargos de comando na Mesa Diretora, além do controle de algumas das principais 25 comissões permanentes, mas o bloco articulado nesta quarta-feira (5) deve barrar essa pretensão.

A articulação do grupo foi noticiada pela Folha de S.Paulo na segunda-feira (3). Fazem parte das negociações PP, MDB, PSD, PR, PSB, PRB, PSDB, DEM, PDT, Solidariedade, PTB, PC do B, PSC, PPS e PHS. Caso seja formalizado, o bloco reunirá 340 deputados -o equivalente a 66% da Câmara.

Líderes que participaram do encontro afirmaram que o objetivo não é isolar PSL e PT, mas criar um grupo que atue de maneira independente, sem vínculos com o Palácio do Planalto ou com a oposição.

Na prática, porém, a formação do bloco evita que o governo e os petistas assumam força expressiva na Câmara, o que reduziria o poder de barganha dessas legendas.

A composição desse grupo deve determinar a distribuição dos principais cargos da Mesa Diretora e das comissões da Câmara entre esses partidos. Com isso, eles terão poder para disciplinas a condução de votações e questões administrativas da Casa.

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A rigor, a formação de blocos também não assegura automaticamente os postos de comando na Câmara, que são definidos por meio de eleições secretas. O objetivo do blocão, porém, é firmar um acordo entre as siglas de apoio mútuo aos candidatos à Mesa e às principais comissões.

O acordo repete uma estratégia adotada por Eduardo Cunha (MDB) em 2015. Ele derrotou na época o candidato da então presidente Dilma Rousseff (PT), Arlindo Chinaglia (PT-SP), e se elegeu presidente da Câmara por meio de um acordo que excluiu o PT dos principais postos de comando.

PT e PSL poderão, ainda, lançar candidatos próprios à presidência da Câmara -cargo mais almejado, por ser o segundo na linha sucessória da chefia do Executivo, além de ter o poder de definir a pauta de votações e de barrar ou dar sequência a pedidos de impeachment.

Há vários nomes sendo discutidos para o posto nesse blocão, mas o discurso é o de que primeiro é preciso formar o grupo para depois escolher candidato.

O atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é um dos citados. Ele tem apoio na esquerda por não ter, em sua gestão, tratorado a oposição.

Mas sofre resistência em sua própria legenda. O futuro ministro da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), trabalha contra ele. Alguns partidos dizem que sua reeleição representaria excessiva concentração de poder no DEM, que já tem três ministros no novo governo.

Outros nomes do blocão são o do atual vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (MDB-MG), do 1º secretário, Giacobo (PR-PR), do líder do PP, Arthur Lira (AL) -que têm bom trânsito com o chamado baixo clero, deputados de pouca expressão nacional que representam a maioria da Casa–, e de Alceu Moreira (MDB-RS), da bancada ruralista e apoiador de Bolsonaro. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao Minuto

Bolsonaro usa ameaça de volta do PT para tentar obter apoio no Congresso

Eventual fracasso representará a volta do Partido dos Trabalhadores

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), usou o discurso antipetista para tentar obter o compromisso de legendas de apoiarem o seu governo.

Segundo relatos, ele disse nesta terça-feira (4) a deputados que um eventual fracasso representará a volta do grupo que comandou o país de 2003 a 2016.

A conversa ocorreu no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde está montado o governo de transição.

Depois de ser criticado por ignorar partidos e não conversar com líderes da Câmara, o presidente eleito começou a receber bancadas nesta semana.

A primeira foi a do MDB do presidente, Michel Temer, atualmente a segunda maior da Câmara.

Entre os presentes estava o deputado Celso Jacob (MDB-RJ), que está cumprindo em regime aberto a pena de 7 anos e dois meses por envolvimento em uma dispensa irregular de licitação.

"[Bolsonaro] Pediu pra gente caminhar juntos, porque se der certo para mim, dá certo para todo mundo. Se der errado, todo mundo perde", afirmou o vice-presidente da Casa, Fábio Ramalho (MDB-MG), na saída.

Desde quando teve início a transição, líderes partidários têm reclamado de não terem sido consultados para a formação de seu ministério, diferentemente do que foi feito em outros governos.

Apesar de nos bastidores estarem preocupados por serem ignorados, oficialmente têm usado discurso de quem não esperam a política de troca de cargos por apoio.

"Nós estamos vivendo uma nova política. O MDB não reivindicou cargos, não tem pretensão de indicar ninguém no governo, mas tem a responsabilidade de debater uma agenda programática, uma agenda que possa significar geração e empregos, melhora na economia, melhora na qualidade de vida da população", disse Baleia Rossi (SP), líder do MDB na Câmara.

O presidente eleito também recebeu a bancada do PRB. Nesta quarta, Bolsonaro vai se encontrar com parlamentares do PSDB e o PR.

Fonte: Correio do Estado

Aliados de Bolsonaro querem o fim do Ministério dos Direitos Humanos

Auxiliares do presidente eleito tentam convencê-lo a rebaixar a pasta para secretaria especial

Com o argumento de enxugar a máquina pública, alguns auxiliares de Jair Bolsonaro tentam convencer o presidente eleito a acabar com o Ministério dos Direitos Humanos.

De acordo com a coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo, o grupo quer que a pasta seja rebaixada, tornado-se uma secretaria especial.

O Ministério dos Direitos Humanos foi criado em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Fonte: Noticias ao minuto

'Animais em zoológicos' diz Bolsonaro sobre índios em reservas

A resposta veio quando Bolsonaro foi questionado sobre a capacidade do futuro governo de reduzir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa, metas do Acordo de Paris

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta sexta-feira(30), durante entrevista, que manter índios em reservas é tratá-los como animais em zoológicos.

A resposta veio quando Bolsonaro foi questionado sobre a capacidade do futuro governo de reduzir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa, metas do Acordo de Paris.

"Sobre o acordo de Paris, nos últimos 20 anos, eu sempre notei uma pressão externa – e que foi acolhida no Brasil – no tocante, por exemplo, a cada vez mais demarcar terra para índio, demarcar terra para reservas ambientais, entre outros acordos que no meu entender foram nocivos para o Brasil. Ninguém quer maltratar o índio. Agora, veja, na Bolívia temos um índio que é presidente. Por que no Brasil temos que mantê-los reclusos em reservas, como se fossem animais em zoológicos?" indagou o presidente eleito.

Fonte: Noticias ao Minuto

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