Politica (683)

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de vídeos publicados no Facebook e Youtube nos quais o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, aparece criticando a suposta distribuição pelo Ministério da Educação a escolas públicas de um livro, dentro do chamado “kit gay”.

O kit fazia parte do programa Escola Sem Homofobia, que Bolsonaro atribui ao adversário Fernando Haddad, candidato pelo PT e ex-ministro da Educação.

A decisão que mandou remover os vídeos da internet foi assinada nesta segunda-feira (15) e atendeu a pedido da campanha de Haddad. A defesa do petista nega que houve distribuição do livro, segundo declarações do Ministério da Educação e da editora que o publicou.

Na decisão, o ministro concluiu que o vídeo "gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político". "É igualmente notório o fato de que o projeto 'Escola sem Homofobia' não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado", escreveu na decisão.

No total, os advogados de Haddad pediram ao TSE a remoção de 42 links da internet relacionados ao tema, mas o ministro mandou retirar do ar apenas 6, nos quais Bolsonaro diz que o livro era distribuído. Disse que os demais não tiveram sua "veracidade posta em xeque".

Os vídeos

Nos vídeos, publicados na sua maioria em 2016 por apoiadores do deputado, Bolsonaro ataca a suposta inclusão, dentro de material escolar contra a homofobia, da obra "Aparelho Sexual e Cia", destinado a crianças e que apresenta desenhos de cunho sexual.

"Todo ele é uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem por sexo e no meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia também", diz Bolsonaro, mostrando partes do livro.

"O que o governo de Dilma Rousseff faz? Compra centenas de milhares desses livros e distribui para as escolas. É uma grana para os companheiros e fica pervertendo seus filhos em sala de aula", completa o deputado em outro trecho.

#FATO ou #FAKE

Em agosto, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das 10, da GloboNews, Jair Bolsonaro afirmou que o livro "Aparelho Sexual e Cia" estava dentro do material do programa.

"Estavam discutindo ali, comemorando o lançamento de um material para combater a homofobia, que passou a ser conhecido como 'kit gay'. Entre esse material, estava esse livro [Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas]. Se bem que na biblioteca das escolas públicas tem", disse.

A declaração foi checada pela equipe do Fato ou Fake. A afirmação do candidato é #FAKE. O livro "Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas", do suíço Phillipe Chappuis, publicado no Brasil pela Companhia das Letras, não fez parte do projeto conhecido como "kit gay".

O kit fazia parte do projeto Escola sem Homofobia, que por sua vez estava dentro do programa Brasil sem Homofobia, do governo federal em 2004. Era voltado para a formação de educadores, e não tinha previsão de distribuição do material para alunos. O programa não chegou a ser colocado em prática.

Fonte: Correio do Estado

O presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, confirmou, na tarde desta segunda-feira (15), a conclusão das negociações do vereador de Campo Grande Odilon Júnior com o ex-governador André Puccinelli, na prisão, sobre aliança do MDB com o PDT no segundo turno das eleições para governador. Dagoberto disse ainda que o presidente de honra do partido, João Leite Schimidt, foi quem começou o acordo com o MDB. Odilon Júnior apenas terminou de selar a aliança com André.

Diante da repercussão sobre as negociações feitas na prisão com o ex-governador, cada um apresenta versão diferente dos fatos. O pai do vereador e candidato a governador, juiz Odilon de Oliveira, disse em live pelo Facebook que o filho foi colega de André Puccinelli Júnior na vida acadêmica e não foi ao presídio para negociações. Mas o filho, Odilonzinho, como é mais conhecido, disse outra coisa. Ele explicou ter ido ao presídio a convite do ex-governador para dar orientação jurídica sobre o caso dele. Puccinelli está preso desde o dia 20 de julho, com o filho, em razão dos desdobramentos da Operação Lama Asfáltica.

Só que André já tem os melhores advogados do Brasil na sua defesa, como o criminalista Antônio Mariz e Cézar Bitencourt, além de Renê Siufi, em Mato Grosso do Sul.

Pela manhã, o vice-presidente regional do partido e ex-deputado federal, Antonio Carlos Biffi, declarou que Odilon Júnior foi ao Centro de Triagem de Campo Grande “alinhar o que já estava costurado”.
Ontem à tarde, Dagoberto se reuniu com o juiz Odilon. O dirigente partidário não estava disposto a falar muito com os jornalistas. O juiz saiu pelos fundos do seu escritório particular para não dar entrevistas. Pelo comportamento de Dagoberto, sempre acessível à imprensa, ele parecia tenso. Ele vem sendo ignorado pelo juiz e admitiu, na semana passada, a existência de racha no partido.

Mas essa crise não foi admitida pelo vice-presidente, Antônio Carlos Biffi. Ele tentou mostrar unidade inexistente dentro do PDT. “Quem conduziu aliança com MDB foi o João Leite Schimidit antes e também depois do primeiro turno. O acordo era de que quem passasse para o segundo turno apoiava o outro”, disse.

A aliança dos dois partidos, de acordo com Biffi, foi alinhada, propositalmente, anteriormente. “Você pode até ganhar eleição sozinho, mas você não governa sozinho. MDB é o fiel da balança assim como foi em 2014; Delcídio [do Amaral] perdeu porque não conseguiu apoio do MDB”, justificou Biffi. Com relação às reuniões da legenda realizadas ontem, Odilonzinho se explicou dizendo que foram necessárias para alinhar os militantes. “A Executiva do PDT se reuniu pela manhã para definir como poderá contribuir mais com a campanha do juiz Odilon. À tarde, nos reunimos com Dagoberto para tratar como seria essa ajuda, qual seria o papel de cada um eleito e das pessoas do partido”.

Mas as conversas com os filiados ao partido não acabaram. “Ficou definido que hoje vamos ter outra conversa com o pessoal do partido para delimitar as funções, como quem vai ajudar a coordenar cada região, determinar quem vai auxiliar para fechar mais alianças, pois nem todas foram fechadas, e qual a função do deputado federal para falar com a Câmara Federal”.

Questionado sobre o que foi fazer no Centro de Triagem, o vereador contou ter ido visitar Puccinelli a pedido dele. “Fui visitar a pedido dele, na condição de advogado, para dar orientação sobre o caso dele. Não estou advogando, foi a convite dele para um parecer. Não posso falar sobre o que foi, pois tem que preservar sigilo entre cliente e advogado”, afirmou.

Na saída da reunião, Dagoberto relatou insegurança por parte do PDT em relação à campanha. “Estamos administrando para arrumar isso. Vamos fazer uma reunião grande com o PDT do Estado inteiro. Vou ajustar isso para saber se vai ser na quinta ou sexta, para todos eles estarem aqui”.

Fonte: Correio do Estado

Imagens de pesquisas eleitorais com resultados falsos ou fora do contexto circulam pelas redes sociais e aplicativos de mensagens após o 1º turno das eleições presidenciais, realizado no último dia 7 de outubro. Os posts são #FAKE.

Uma das imagens que circula se refere a uma pesquisa eleitoral que jamais foi divulgada pela GloboNews. Na imagem, a data que aparece é o dia 14 de outubro deste ano (um domingo) e o Datafolha como fonte. A pesquisa citada considera os votos válidos para a contagem. Não houve nenhuma divulgação de pesquisa na data.


Na verdade, a última pesquisa Datafolha, registrada no TSE com o número BR-00214/2018, teve seus resultados divulgados no último dia 10 de outubro. Nos votos válidos, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos, os índices foram: Jair Bolsonaro (PSL), com 58%, e Fernando Haddad (PT) com 42%.

Desde o fim do primeiro turno, essa foi a última pesquisa realizada pelo Datafolha divulgada. Ou seja, os números do post não batem com os resultados oficiais.

Em outra imagem compartilhada, um print de uma pesquisa para presidente com a logo da Band News mostra Haddad com 53% e Bolsonaro com 47%. O crédito da pesquisa é o Índice Band. Há também a seguinte mensagem na parte inferior da imagem: “Isso a Globo não mostra”. Os números que aparecem na imagem compartilhada batem com uma simulação de 2º turno apresentada no dia 29 de setembro. Ou seja, os números se referem a uma pesquisa de intenção de voto feita antes da realização do primeiro turno e não tem relação com o contexto atual.

Post fora do contexto que tem circulado; imagem se refere a pesquisa realizada no dia 29 de setembro, data anterior ao primeiro turno Foto: Reprodução

Já outra imagem semelhante e também com a logo da Band News apresenta os dois candidatos com outros índices: Bolsonaro com 73% e Haddad com 27%. Essa é totalmente falsa, segundo a assessoria da Band News.
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Fonte: Extra

A margem de erros é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, abriu 18 pontos de diferença do seu adversário Fernando Haddad (PT).

Segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira, o deputado tem 59% dos votos válidos e Haddad, 41%.

A contagem, que exclui brancos, nulos e indecisos como a Justiça Eleitoral faz no dia da eleição, confirma a onda conservadora que quase deu a vitória em primeiro turno ao presidenciável do PSL.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.A sondagem do Ibope, de âmbito nacional, ouviu 2.506 eleitores entre os dias 13 e 14 de outubro.

A margem de erro da pesquisa, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o levantamento tem o registro BR01112/2018 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O intervalo de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Odilon Júnior foi ao Centro de Triagem falar com Puccinelli

O filho do candidato ao governo do Estado e juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), Odilon de Oliveira Júnior (PDT), visitou no Centro de Triagem de Campo Grande, no começo da semana passada, o ex-governador André Puccinelli e principal articulador político do MDB em Mato Grosso do Sul. Logo após a visita, no dia 10, as agremiações anunciaram a união para o segundo turno, contra a reeleição de Reinaldo Azambuja (PSDB).

O Correio do Estado teve acesso à ata de controle de entrada do Centro de Triagem, onde Puccinelli está preso desde o dia 20 de julho, que consta Odilon Júnior no local para visitar o ex-governador junto do advogado Luiz Pedro Gomes Guimarães, denunciado na Operação Coffee Break, a qual investiga a suposta compra de voto dos vereadores de Campo Grande para cassar o então prefeito Alcides Bernal (PP), em 2014.

Os dois chegaram por volta das 11h37min, identificaram-se como advogados, com os números de registro de ambos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) marcados na ata, “para falar com o interno André Puccinelli”. No documento não consta o horário que Odilon filho deixou o local, porém, às 11h54min e às 11h55min, são anotadas duas saídas do advogado Luiz Pedro Gomes Guimarães, e ele entrou apenas uma vez no prédio.

Fonte: Correio do Estado

Deputado federal eleito e presidente do PDT, Dagoberto Nogueira afirmou neste sábado (13) ao Jornal Midiamax que ‘pessoas em torno do Odilon estão criando problemas e dificuldades’, após o candidato anunciar o afastamento de João Leite Schimidt da coordenação do partido. O afastamento de Schimidt aconteceu dias após o anúncio da aliança com o MDB.

“Acontece que o Juiz acredita que para coordenar a campanha tem que ficar andando ao lado dele o tempo todo. E para coordenar campanha não precisa disso”, afirmou, admitindo que pessoas ligadas ao juiz estariam influenciando na decisão dele de definir os próximos passos da campanha neste segundo turno.

O deputado acrescentou que uma reunião será realizada na segunda-feira para definir a questão, negando suposições de que a crise dentro da sigla abriria espaço para que ele apoiasse o candidato tucano Reinaldo Azambuja (PSDB).

 

Dagoberto nega ter se afastado de Odilon. “Não existe isso de apoiar o Reinaldo. “Nós vamos resolver as coisas na reunião da segunda-feira. Vamos ajustar o que cabe a cada um fazer, incluindo o papel do MDB”, ponderou.

Com apoio, a equipe de campanha do candidato Junior Mochi deverá reforçar o segundo turno. “Vão nos apoiar, ajudando na coordenação da campanha. Mas ainda não tem um papel definido. Tudo será discutido durante esta semana”, finalizou.

Fonte: Midiamax

O levantamento foi feito entre os dias 09 e 12 deste mês

O instituto Ranking divulgou na madrugada deste sábado (13) o resultado da primeira pesquisa do segundo turno da eleição para governador do Mato Grosso do Sul.

Foram ouvidas 1.200 pessoas a partir dos 16 anos de idade em 20 municípios, entre os dias 09 e 12 deste mês. Com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,83% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com os números; MS-09417/2018 e BR-08645/2018.

A Ranking coletou os dados nos seguintes municípios; Campo Grande, Sidrolândia, Maracaju, Dourados, Ponta Porã, Amambaí, Caarapó, Naviraí, Ivinhema, Nova Andradina, Rio Brilhante, Corumbá, Miranda, Aquidauana, Anastácio, São Gabriel do Oeste, Coxim, Paranaíba, Aparecida do Tabuado e Três Lagoas.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:


Reinaldo Azambuja (PSDB): 54.75%

Juiz Odilon (PDT): 45.25%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer, um candidato precisa ter acima dos 50% dos votos válidos. 

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Reinaldo Azambuja (PSDB): 48.50%

Juiz Odilon (PDT): 40.08%

Os indecisos, nulos e brancos são: 11.42%

Rejeição


O Instituto Ranking também mediu a taxa de rejeição (o eleitor disse em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum.
Veja os índices:

Reinaldo Azambuja (PSDB): 29.91%

Juiz Odilon (PDT): 28.33%

Os indecisos, nulos e brancos são: 41.76%

2º turno para governador

O Instituto Ranking foi a única empresa a acertar que haveria 2º turno para governador no estado do Mato Grosso do Sul, entre as tradicionais que se dedicam ao complexo trabalho de apurar as escolhas dos eleitores.

Fonte: Diario da midia

Juiz aposentado contraria decisão do PDT nacional, que apoia Haddad

 

Contrariando a decisão do PDT nacional, que apoiará Fernando Haddad no segundo turno das eleições presidenciais, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, declarou apoio a Jair Bolsonaro (PSL). Segundo Odilon, a decisão foi tomada por “respeito a família”. Ele vai enfrentar o atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), no segundo turno pelo cargo no Executivo estadual.

A declaração foi dada durante coletiva de imprensa do MDB, que confirmou apoio ao juiz Odilon no segundo turno das eleições estaduais. Conforme Odilon, ele analisou os candidatos à presidência e decidiu declarar apoio ao candidato do PSL “em favor dos direitos morais e em nome do estabelecimento da família”.

Durante a entrevista, o MDB de Mato Grosso do Sul confirmou o apoio ao juiz Odilon, conforma o deputado estadual Júnior Mochi já havia antecipado na manhã de hoje. Mochi foi candidato do partido ao governo e obteve mais de 150 mil votos.

Segundo o deputado, a decisão de apoiar Odilon foi tomada pela maioria da cúpula do partido, por conta do histórico entre o MDB e o PTB, mas os filiados a sigla estão livres para manifestar apoio. “Nos reunimos com o MDB e a maior parte dos membros do partido decidiram apoiar o Odilon. Mas o MDB deixa livre. Se alguém quiser apoiar o Azambuja, não terá problema”, afirmou Mochi.

Recebido com aplausos, Odilon agradeceu o apoio. “Queremos o MDB de figuras como Ramez Tebet e Wilson Barbosa Martins. Acredito que todos os votos do Mocchi virão pra mim, assim como os outros”, disse o juiz.

NACIONAL

O PDT de Ciro Gomes anunciou hoje (10) apoio crítico à candidatura de Fernando Haddad, do PT. A decisão foi tomada em reunião da Executiva Nacional do Partido, em Brasília. O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, ficou no terceiro lugar na disputa, com um total de 13,3 milhões de votos, correspondendo a 12,47% da preferência do eleitorado.

Fonte: Correio do Estado

Tucano disse que não se reelegeu porque não tinha dinheiro

Dos 11 deputados que não foram reeleitos, além de associar ao "efeito Bolsonaro", dois deles aderem à falta de recursos financeiros para promover campanha. “Eu não tinha recurso, com R$ 80 mil não dá pra fazer campanha”, justificou o deputado Maurício Picarelli (PSDB) que obteve um pouco mais de 8 mil votos.

Dos R$ 118,7 milhões de fundo eleitoral partidário do PSDB não sobrou nada para o Mato Grosso do Sul. “Esse fundo é uma enganação”, declarou, anteriormente, o líder do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB).

Picarelli está terminando seu 8º mandato, foram 32 anos de parlamento e durante sessão desta terça-feira (9), na Assembleia Legislativa, ele declarou que pretende se candidatar para vereador daqui dois anos.

Outro deputado que também está na Casa de Leis por três mandatos, o deputado Amarildo Cruz (PT) não conseguiu se reeleger e atingiu quase 16 mil votos. “Teve muita compra de voto e eu não tenho dinheiro pra isso”, declarou ele.

O petista disse que mesmo vendo muitas irregularidades no processo eleitoral desse ano, ele acredita que a democracia aconteceu e que o voto da maioria deve ser respeitado. Amarildo declarou também que a influência das redes sociais mudou o perfil político a nível nacional.

Além de Picarelli e Amarildo, os deputados que se candidataram e que não foram reeleitos são: Paulo Siufi (MDB), Enelvo Felini (PSDB), João Grandão (PT) e Mara Caseiro (PSDB).

As deputadas Antonieta Amorim (MDB) e Grazielle Machado (PSD) não se candidataram e os deputados Beto Pereira (PSDB) e George Takimoto (MDB) tentaram uma das vagas para a Câmara dos Deputados, mas apenas Beto que foi eleito. O tucano teve o total de 80.500 votos, sendo o terceiro mais votado. Geor

O presidente da Casa de Leis, Júnior Mochi (MDB) se candidatou ao Governo do Estado e ficou em terceiro lugar com 150.115 votos. O governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB) teve o maior número de votos, somando 576.993 e em segundo lugar o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) com 408.969.

Fonte: Correio do Estado

 

Número caiu em relação à última eleição

O número de deputados federais eleitos com patrimônio declarado superior a R$ 1 milhão caiu nesta eleição em comparação à eleição de 2014, mas ainda corresponde a quase metade (47%) das cadeiras na Casa.

O levantamento realizado pelo G1, com base nos dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que 241 políticos milionários, dos 513 eleitos, o que representa 47%. Em 2014, foram 248 políticos milionários eleitos para a Casa. São Paulo é o estado que detém o maior número de milionários na Câmara: 35 ao todo. Quem encabeça a lista dos deputados mais ricos é o Professor Luiz Flavio Gomes (PSB-SP), com patrimônio declarado de R$ 119 milhões.

Fonte: Noticias ao minuto

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