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MS terá dois representantes como ministros no governo federal

O deputado federal por Mato Grosso do Sul, Luiz Henrique Mandetta (DEM) deve ser anunciado ainda hoje à tarde como o ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro (PSL), que terá início em 1º de janeiro de 2019. A informação consta no blog da jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de São Paulo.

Conforme a jornalista, Mandetta será anunciado ao lado de outra deputada federal de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina, que também é do DEM, e já está confirmada como ministra da Agricultura no mandato de Bolsonaro.

Mandetta, que não se candidatou à reeleição em outubro, é companheiro de Câmara de Jair Bolsonaro, com quem sempre manteve boas relações.

O presidente eleito afirmou, na semana passada, que o deputado federal por Mato Grosso do Sul é um de seus grandes conselheiros e ajudou, inclusive, a elaborar seu plano de governo para a área da Saúde.

Fonte: Correio do Estado

Possibilidade, no entanto, ainda é considerada remota

A aparência envelhecida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria impressionado alguns juízes de tribunais superiores em Brasília. Segundo apurado pela jornalista Mônica Bergamo, do jornal 'Folha de S. Paulo', a possibilidade de insistir na prisão domiciliar do petista voltou a ser discutida em gabinetes.

 

Preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde abril, após ser condenado em segunda instância, no âmbito da Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente prestou depoimento à Justiça na última quarta-feira (14).

O texto salienta que, mesmo tendo voltado à pauta, a ideia da concessão de uma prisão domiciliar ao petista ainda é considerada remota. O pedido foi aventado há alguns meses, mas foi temporariamento arquivado após a alteração da composição das turmas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Noticias ao minuto

 

Tucanos indicariam o candidato a senador Marcelo Miglioli para ser o vice-prefeito nesta aliança

Por reciprocidade, o PSDB sinaliza apoio à reeleição do prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), nas eleições de 2020. Os tucanos, nesse caso, indicariam o vice e o nome mais citado é do ex-secretário estadual de Infraestrutura Marcelo Miglioli, que concorreu ao Senado nas eleições deste ano, ficando em quinto lugar na Capital, com 96.483 votos.

As negociações começaram antes mesmo da campanha eleitoral deste ano, quando o PSD aderiu à candidatura da reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). O prefeito, principalmente no segundo turno, entrou de sola na campanha para garantir a vitória do governador em Campo Grande. E o governador conseguiu mais de 28 mil votos de vantagem sobre o juiz federal Odilon de Oliveira (PDT).

O apoio a Marcos Trad já vem sendo amadurecido dentro do ninho tucano há algum tempo. Azambuja aproveitou a insatisfação do prefeito com o ex-governador André Puccinelli para afastá-lo do MDB no processo eleitoral. Ainda como pré-candidato, André tentou reaproximação com o prefeito para adquirir apoio na sucessão estadual. Mas Azambuja foi o preferido da família Trad. Além de Marcos, o ex-prefeito Nelsinho Trad (PTB) decidiu distanciar-se do ex-governador para ficar com Azambuja. E, na coligação com o PSDB, foi eleito senador.

Marcos Trad trocou o partido pelo PSD por causa de divergência com André. E hoje sente-se mais livre na atuação política, sem ficar na dependência da decisão da cúpula emedebista. No PSD, quem dita as regras é o prefeito.

O governador apoiaria hoje a reeleição de Marcos Trad pensando em 2022. O plano do acordo seria de longo prazo.

Fonte: Correio do Estado

'Eu também sou réu no Supremo, e daí?', disse presidente eleito

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), minimizou reportagem da Folha de S.Paulo segundo a qual sua futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais à JBS enquanto manteve uma parceria pecuária com a empresa. À época, a hoje deputada federal era secretária do agronegócio de Mato Grosso do Sul.

"Eu também sou réu no Supremo, e daí?", disse Bolsonaro, que responde a ação por incitação ao estupro.

"Afinal de contas sou um ser humano, posso errar, e, se qualquer ministro tiver uma acusação grave e comprovada, a gente toma uma providência. Neste momento, ela goza de toda a confiança nossa", disse, ao visitar a competição mundial de jiu-jítsu Abu Dhabi Grand Slam, no Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a reportagem, publicada neste domingo (18), a deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção, no governo de André Puccinelli (2007 -2014), que foi preso em julho sob acusação de corrupção.

A política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS com a PGR (Procuradoria-Geral da República) no capítulo que tratou da corrupção em MS.

Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina.

Tereza Cristina, no entanto, não é alvo de investigação nem de processo no âmbito da delação premiada.

A deputada federal é processada pela JBS em razão do negócio entre eles, que foi fechado entre 2011 e 2012. A empresa cobra na Justiça um total de R$ 14 milhões, em valores atualizados.

Tereza Cristina nega irregularidade. Procurada, a JBS não se pronunciou. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Ex-presidente prestou esclarecimentos sobre o processo do sítio de Atibaia

Após quase quatro horas de audiência, terminou pouco antes das 18h desta quarta-feira (14) o interrogatório do ex-presidente Lula na Justiça Federal do Paraná -o primeiro depois de sua prisão e o primeiro à juíza substituta de Sergio Moro, Gabriela Hardt.

Lula falou por cerca de três horas. Antes dele, depôs também o pecuarista José Carlos Bumlai.

Os dois são réus na ação sobre as reformas no sítio de Atibaia (SP), que era frequentado pelo ex-presidente -e que, segundo o Ministério Público Federal, pertencia de fato ao petista.

Advogados que acompanharam a audiência disseram que Hardt fez questionamentos incisivos, tanto quanto seu antecessor, e acharam o ex-presidente, detido desde abril, mais magro.

Essa foi a primeira vez que Lula deixou a prisão, na sede da Polícia Federal em Curitiba.

Mas José Roberto Batochio, que integra a defesa de Lula, afirmou a manifestantes que saiu "com o coração mais leve", e disse que o político prestou um depoimento satisfatório.

Ao contrário de audiências passadas (este é o terceiro interrogatório de Lula na Justiça Federal do Paraná), o esquema de segurança foi reduzido, e apenas a praça em frente ao prédio foi interditada. Cerca de 150 manifestantes em apoio a Lula se concentraram no local, e não houve confrontos.

Aliados aproveitaram a ocasião para criticar Hardt, que irá conduzir os processos da Lava Jato até a escolha de um novo juiz titular.

"O chefe dela é ele [Moro]", afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

"Não tem nenhuma diferença. É amiga dele [de Moro]", disse a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT. "Ele tirou férias para que a juíza substituta pudesse continuar o julgamento e seguisse o seu roteiro, que é condenar Lula."

Hardt assumiria as ações mesmo que Moro tivesse pedido exoneração, enquanto durasse o processo de escolha do novo juiz titular -mas, nesse caso, por menos tempo. Com as férias de Moro, a escolha só será iniciada no final do ano.

Segundo a denúncia, as obras no sítio de Atibaia, que foram executadas pelas empreiteiras OAS e Odebrecht, teriam sido pagas com dinheiro desviado de contratos da Petrobras.

Lula nega as acusações e diz ser perseguido politicamente.

O depoimento estava marcado para o período eleitoral, mas foi adiado por Moro. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Rocha, mais cotado para presidência, contrariou orientação do partido para ficar com Azambuja

A partir do ano que vem, quando começam os novos mandatos dos deputados estaduais e do governo de Mato Grosso do Sul, o MDB analisa se pode voltar para a base aliada do PSDB na Assembleia Legislativa – como era antes –, mas tudo depende de a presidência da Casa de Leis, que está sendo disputada por deputados tucanos, ficar com o deputado Eduardo Rocha (MDB).

O parlamentar Renato Câmara (MDB) comentou sobre a espera de uma decisão de Rocha, com relação à presidência. Ele foi interrogado sobre seu partido voltar para a base aliada do PSDB. “Vamos esperar Rocha decidir se vai querer a presidência”.

Questionado se a aliança com os tucanos na Assembleia Legislativa estaria condicionada à volta do MDB à base dos tucanos em troca da presidência, Câmara negou. “Não está condicionada, mas vamos esperá-lo [Rocha] decidir isso”.

Fonte: Correio do Estado

Presidente eleito se reuniu ontem com deputado sul-matogrossense para tratar do sistema no País

O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) é cotado para assumir o Ministério da Saúde no novo governo, segundo afirmou ontem o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Ele concedeu entrevista na porta do condomínio em que mora, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), na tarde ontem. O Correio do Estado já tinha antecipado na edição de sábado (10) sobre a sondagem a Mandetta para ocupar o Ministério da Saúde.

“Conversei com o Mandetta hoje (segunda-feira), dei mais um passo, estou conversando com ele sim. Ele tem reportado as questões da Saúde comigo. Pode (ser o novo ministro), está sendo conversado o nome dele, mas nada definido”, afirmou o presidente eleito. “Tem que tapar os ralos que existem (na saúde), tem que racionalizar, porque não tem como investir mais na saúde. Já estamos no limite dos gastos em todas as áreas”, disse Bolsonaro, sobre os desafios do futuro ocupante da pasta.

Caso o nome de Mandetta seja confirmado, será o terceiro parlamentar do DEM no futuro ministério de Bolsonaro. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) vai assumir a Casa-Civil e a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) vai comandar a pasta da Agricultura.

Fonte: Correio do Estado

Presidente eleito se reuniu ontem com deputado sul-matogrossense para tratar do sistema no País

O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) é cotado para assumir o Ministério da Saúde no novo governo, segundo afirmou ontem o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Ele concedeu entrevista na porta do condomínio em que mora, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), na tarde ontem. O Correio do Estado já tinha antecipado na edição de sábado (10) sobre a sondagem a Mandetta para ocupar o Ministério da Saúde.

“Conversei com o Mandetta hoje (segunda-feira), dei mais um passo, estou conversando com ele sim. Ele tem reportado as questões da Saúde comigo. Pode (ser o novo ministro), está sendo conversado o nome dele, mas nada definido”, afirmou o presidente eleito. “Tem que tapar os ralos que existem (na saúde), tem que racionalizar, porque não tem como investir mais na saúde. Já estamos no limite dos gastos em todas as áreas”, disse Bolsonaro, sobre os desafios do futuro ocupante da pasta.

Caso o nome de Mandetta seja confirmado, será o terceiro parlamentar do DEM no futuro ministério de Bolsonaro. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) vai assumir a Casa-Civil e a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) vai comandar a pasta da Agricultura.

Fonte: Correio do Estado

Governador assumiu trocas pontuais de secretários

“Fiquei um pouco abismado com a criatividade das pessoas”. Isso foi o que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) falou sobre as especulações feitas com relação as trocas de secretários, previstas a partir do ano que vem.

Questionado se o senador Pedro Chaves (PRB) seria o novo secretário de Educação e se o deputado estadual eleito, Coronel David (PSL) assumiria a pasta de Segurança, Azambuja se disse abismado. “Primeiro que não falei nada sobre nenhuma reforma. Estamos fazendo um olhar, até porque a população aprovou a continuidade do nosso trabalho, não só do governador, mas também da equipe, pois fomos reeleitos”.

Entretanto, assim como o secretário de Governo, Eduardo Riedel confirmou na semana passada, Azambuja afirmou mudanças pontuais nas secretarias. “Então, algumas mudanças poderão ocorrer, sim, mas questões muito pontuais, que nem ainda paramos para analisar”.

O governador reeleito disse que só vai pensar nessas mudanças, após reunião prevista para amanhã e quarta-feira, com o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). “Primeiro tem que convidar algumas pessoas (secretários) que estão, que queiram continuar trabalhando e outras que estão fora e que poderão adentrar. Não tem nada definido, não tem decisão de mudança do governo de ninguém”.

Em 31 de outubro, em entrevista ao Correio do Estado, o governador disse que não deve manter todos os secretários que compõem o primeiro escalão de sua gestão. De acordo com o tucano, todas as secretarias, fundações e autarquias vão passar por uma avaliação e para analisar quais tiveram o melhor desempenho e não conseguiram cumprir as metas e porquê.

Fonte: Correio do Estado

 

O presidente do Senado teve uma conversa ríspida com Paulo Guedes, economista de Bolsonaro; confira o relato

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), teve uma conversa nada amistosa com Paulo Guedes, escolhido ministro da Economia de Jair Bolsonaro (PSL). Após o papo, o senador disse que o próximo governo não vem da “política”, mas sim “da rede social".

Ao “BuzzFeed News”, Eunício revelou o conteúdo da conversa que teve com o guru do capitão reformado. O encontro deles ocorreu em uma sala do Senado, na semana passada. Estavam no local Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e o senador Fernando Bezerra (MDB-PE).

Guedes procurou Eunício para pedir que a reforma da Previdência fosse logo votada. O presidente do Senado, no entanto, disse que o mais importante era mesmo falar acerca do Orçamento Geral da União.

"Ele olhou para mim e disse que orçamento não é importante, importante é aprovar Reforma da Previdência", contou Eunício, que lembrou ao ministro de Bolsonaro que a aprovação do Orçamento é pré-requisito para o recesso parlamentar, como consta na Constituição.

“Ele me disse: 'vocês não aprovam orçamento, orçamento eu não quero que aprove não'. Mas não é o senhor querer, a Constituição diz que só podemos sair em recesso após a aprovação", argumentou.

De acordo com o BuzzFeed, Guedes teria cortado a fala de Eunício. "'Não, eu só quero Reforma da Previdência. Se vocês não fizerem vou culpar esse governo, vou culpar esse Congresso e o PT volta, e vocês vão ser responsáveis pela volta do PT."

Notícias ao Minuto

Eunício contou que o guru de Bolsonaro continuou insistindo com o assunto “volta do PT”.

“(Ele me disse:) 'se vocês não aprovarem tudo aquilo que nós queremos esse ano, o PT volta. Se aprovar a reforma o Brasil vai crescer a 6%, se não aprovar o Brasil não vai crescer, eu vou culpar vocês'”, relatou.

Neste momento, Eunício teria saído da sala. O presidente do Senado contou ainda que Bezerra ficou “horrorizado” com Guedes.

Fonte: Noticias ao minuto

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