Politica (284)

Amostragem também apresentou novos dados sobre o que deve se tornar a corrida para a Assembleia Legislativa de MS

Alvos da Justiça, o ex-governador André Puccinelli (PMDB) e o ex-presidente Lula (PT) ainda lideram as intenções de voto em Mato Grosso do Sul, como favoritos para retornarem aos respectivos cargos nas eleições do ano que vem.

É o que mostra novo levantamento da empresa Ranking Comunicação & Pesquisa, realizado entre os dias 9 e 16 de outubro, com 3 mil entrevistados, em 17 municípios diferentes.

No quesito ''estimulado'', quando o entrevistado recebe uma relação de candidatos, Lula lidera as intenções de voto com 25.36%, seguido por Bolsonaro (PSC), com 20.33%.

A liderança continua na ''espontânea'', quando o eleitor responde sem ser apresentado a nenhum potencial candidato. Nesta categoria, Lula aparece com 13.16% e Bolsonaro com 10.53%.

Já para o Governo do Estado, em um cenário estimulado, sem a presença do juiz federal Odilon (PDT), André figura com 20.40%, enquanto o atual chefe do Executivo sul-mato-grossense, Reinaldo Azambuja (PSDB), aparece com 15.60%.

Com 21.66%, a liderança do peemedebista segue mesmo com a presença do magistrado, em outro cenário estimulado. Neste conjuntura, Odilon vem em segundo, com 20.16%, seguido por Azambuja com 15.63%.

Já na virtual corrida à Assembleia Legislativa, o apresentador de TV, Tatá Marques, segue na frente das intenções de voto, com 2.83%. Ele é seguido pelos atuais deputados Lídio Lopes e Cabo Almi que possuem, respectivamente, 2.16% e 1.93%.

Fonte: Jornal da Nova

No Twitter, governo anunciou posse, mas depois apagou publicação

Depois de confirmar a escolha do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) para a Secretaria de Governo e até publicar a posse no Twitter, o governo federal recuou da decisão. O post foi apagado e a Agência Brasil, do governo federal, publicou o ministro Antônio Imbassahy (PSDB-BA) permanece no cargo.

“Em instantes, acompanhe a cerimônia de posse dos ministros da Cidades, Alexandre Baldy, e da Secretaria de Governo, Carlos Marun”, dizia o post no microblog do Planalto.

Segundo o G1, Temer recebeu o senador Aécio Neves (MG), presidente licenciado do PSDB, e o próprio Imbassahy. Agora, o futuro da Secretaria de Governo, responsável pela articulação política com o Congresso, dependerá do momento em que os tucanos decidirem entregar os cargos no governo, ainda conforme aquele site.

A posse do ministro das Cidades chegou a ser adiada em 1 hora e meia e a agências de notícias informaram que o motivo era dar a posse simultaneamente para Marun.

Em mensagem pelo celular, o deputado do PMDB de Mato Grosso do Sul chegou a admitir à reportagem estar aguardando a posse. Após o recuo do Planalto, o Midiamax não conseguiu falar novamente com o deputado.

Fonte: Midiamax

 

Eles são acusados de integrarem uma organização criminosa

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira mandados de prisão preventiva contra os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, ambos do PR. Eles são acusados, ao lado de outras seis pessoas, de integrarem uma organização criminosa que arrecadava recursos de forma ilícita com empresários com o objetivo de financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Uma das pontas do esquema foi revelada pelo delator Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS, que contou, em depoimento na Superintendência da PF no Rio no dia 24 de agosto, que repassou R$ 2,6 milhões, via caixa dois, à campanha de Garotinho ao governo do estado em 2014.

O dinheiro da JBS, segundo Saud, fazia parte de um montante de R$ 20 milhões usado pela empresa para comprar o apoio do PR ao PT na eleição de 2014. Os recursos representavam uma "poupança" referente a benefícios irregulares conquistados pela empresa, como linhas de crédito no BNDES.

Garotinho e Rosinha são acusados ainda de corrupção passiva, extorsão, lavagem de dinheiro e pelo crime eleitoral de omitir doações nas prestações de contas. Há ainda um mandado de prisão contra o ex-ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues, presidente nacional do PR. A investigação aponta que ele intermediou o repasse ilícito à campanha do ex-governador em 2014.

PF cumpre mandados de prisão contra Garotinho e Rosinha PF cumpre mandados de prisão contra Garotinho e Rosinha Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo
No pedido de prisão preventiva, o Ministério Público Eleitoral argumenta que a organização criminosa ainda está em atividade, tentando intimidar testemunhas e obstruir as investigações. Os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz Glaucenir de Oliveira, titular da 98ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

O esquema, segundo o MP, funcionou nas eleições de 2010, 2012, 2014 e 2016. A conexão com a JBS foi revelada por Saud e por outro delator, o empresário André Luiz da Silva Rodrigues. Ele é sócio da Ocean Link, empresa que assinou um contrato de fechada com a JBS, mecanismo encontrado pelo grupo para que o dinheiro chegasse à campanha de Garotinho. Rodrigues, dono de outra empresa que mantinha contratos com a Prefeitura de Campos, então comandada por Rosinha, narrou que foi avisado do depósito pelo policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro da Silva, conhecido como Toninho - ele é apontado como um dos operadores financeiros de Garotinho.

Fonte: Extra/Globo

Um deputado foi surpreendido durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais ao tirar sarro de um projeto de lei e descobrir, segundos depois, que a proposta era de sua autoria. Felipe Attiê (PTB) havia acabado de rir da ideia de criar o "Dia Estadual do Coach" quando ouviu seu nome como autor da PL 3.697, de 2016. Em nota, o parlamentar atribuiu a confusão a erros de seu gabinete no protocolo e na tramitação.

"Do coach", repetiu Attiê antes uma sonora risada e um comentário irônico. "Esses deputados... É brincadeira, viu". Em seguida, o presidente da Mesa identificou o nome do crítico como autor do projeto de lei, o que fez o deputado se curvar sobre o seu assento e emitir um som de surpresa no microfone da Casa.

Em nota publicada em seu site oficial, o deputado admitiu uma falha na tramitação do projeto. Attiê alega ter pedido o arquivamento da proposta em 2016, mas um erro dele e da assessoria deixou a proposição continuar a tramitar à revelia do gabinete. Ao ver a matéria em votação na CCJ estadual, o parlamentar destaca que ficou surpreso e criticou o projeto.

O vídeo da sessão, filmado em 8 de novembro, viralizou na internet a partir do dia 15. O deputado se manifestou após o feriado. Por coincidência, segundo ele, outro deputado estadual sugeriu projeto semelhante em novembro deste ano. A nova proposta acabou apensada ao projeto de lei de Attiê, que estaria engavetado, sem andamento na tramitação há um ano. Na Assembleia mineira, ele explica, os projetos de escopo semelhante ficam ligados aos que vieram antes.

Na visão do deputado, como a CCJ perdeu o prazo de elaborar um parecer, seu projeto era matéria vencida e haveria um pedido ao gabinete para que não tramitasse. O parlamentar ainda ressaltou que foi vereador durante cinco mandatos consecutivos e nunca apresentou projeto de lei deste teor. A orientação do parlamentar era não era de criar "Dia do Coach", mas de prestar uma "simples homenagem". Por erro, sua equipe acabou por protocolar a proposta.

Na nota, Attiê também explica que não compõe a CCJ. Estava lá para conversar com uma desembargadora sobre um processo. O deputado garantiu que respeita os profissionais de coach, mas diz acreditar que os parlamentares "têm uma missão mais relevante do que apenas propor leis deste tipo com homenagens".

 

 

 Fonte: Extra

Deputado foi chamado às pressas pela liderança para ficar de prontidão em Brasília

O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) deixou, ontem, às pressas Campo Grande rumo a Brasília. Ele cancelou agenda no Estado depois de receber telefonema da liderança da bancada do partido. Marun foi aconselhado a permanecer em seu gabinete na Câmara dos Deputados para esperar chamado do Planalto a qualquer momento. O nome dele está na mesa do presidente Michel Temer para assumir o cargo de ministro da Secretaria de Governo em substituição ao tucano Antonio Imbassahy, que voltará à Câmara dos Deputados com desembarque do PSDB do governo.

“Se for convidado pelo presidente Temer, vou avaliar”, comentou ontem à tarde Marun, já em Brasília. Essa avaliação passa pela eventual proposta de permanecer no ministério até o fim do governo Temer. Sendo assim, não poderia concorrer à reeleição de deputado federal por Mato Grosso do Sul. “Essa questão preciso discutir bem com o presidente, se for convidado [para assumir ministério]”, afirmou.

O deputado federal Alexandre Baldy (GO) assumirá o Ministério das Cidades em substituição ao tucano Bruno Araújo, que pediu demissão depois de perder apoio do PSDB. Para ocupar o cargo, Baldy teve de deixar o Podemos e deverá ingressar ao PP, que faz parte da base aliada de Temer.

Fonte: Correio do Estado

Cúpula do partido decidiu adiar convenção, após notar sofrimento da família

O ex-governador André Puccinelli estava determinado a assumir no sábado (18) a presidência regional do PMDB. Ele era contra o adiamento da convenção regional do partido. Mas deixou nas mãos da direção partidária a decisão final. Os deputados estaduais, federais, senadores e aliados notaram o “estado de choque” da família com a prisão do ex-governador e do filho, advogado André Puccinelli Junior.

Por isso, a cúpula decidiu adiar a convenção para o dia 2 de dezembro, em respeito à família do ex-governador.

“Se dependesse da vontade do André, a convenção não seria adiada”, afirmou o deputado federal Carlos Marun. “André já queria ir no sábado para assumir a presidência do partido”, enfatizou.

Mas, na conversa no apartamento do ex-governador, os parlamentares sentiram o clima de dor da família. “Até que o André estava mais tranquilo, mas a família, não”, afirmou Marun. “O sofrimento é muito grande”, observou.

Fonte: Correio do Estado

Discursando contra os partidos políticos -que definiu como atores de um "quadro deteriorado", que "mergulhou pais num oceano de dificuldades-, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) divulgou, neste domingo (19), a sua pré-candidatura à Presidência em 2018.

Dias participou de um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo, promovido pela juventude de seu partido. Elogiou as ações de combate à corrupção do Ministério Público, da Justiça e da Polícia Federal. Citou dois "ícones da Justiça": os juízes da lava Jato Sergio Moro e Marcelo Bretas).

"Ou [os políticos] mudamos, ou seremos atropelados por esse sentimento irresistível", afirmou. "Organizações criminosas", "lavanderias do dinheiro público", "filhos do Petrolão" e "sanguessugas" foram alguns dos termos que o senador usou para se referir à classe política.

À reportagem ele afirmou discordar de "muitos analistas" que veem, neste momento, uma possibilidade de polarização eleitoral entre o ex-presidente Lula (PT), à esquerda, e o deputado federal (Jair Bolsonaro), à direita.

O senador registrou 4% das intenções de voto na última pesquisa Datafolha, em outubro. Lula tem 36% e Bolsonaro, 16%.

"Há no inconsciente coletivo um movimento que emerge, avassalador, contra os velhos conceitos, que estão arraigados ainda entre os analistas", ele diz. "Imagino as pessoas lúcidas, conscientes de que a omissão pode ser tragédia política renovada."

Ele diz apostar que o PSDB, que deixou em 2015, enfrentará rejeição nas urnas em 2018.
Os tucanos veem algumas de suas principais lideranças, como os senadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), atingidos pelas investigações da Lava Jato.

Além disso, o partido tem vivido uma divisão interna sobre permanecer ou desembarcar do governo Temer.
"O PSDB já perdeu várias eleições e deve perder mais uma, como consequência exatamente do seu perfil de partido cartorial, com decisões impostas de cima para baixo. [A sigla] não exercita internamente a democracia e promove divergências internas."

Para Dias, sua antiga legenda "está no campo dos partidos rejeitados, que a população indica que não pretende votar" e "sofrerá as consequências de suas últimas atitudes, especialmente quando aderiu ao PMDB no impeachment [de Dilma Rousseff], em vez de requerer o impeachment completo".

ALIANÇAS

O Podemos, a que Alvaro Dias se filiou em 1º de julho deste ano, é o sétimo partido do senador.
"Minha tese é de que não temos partidos no Brasil. Por isso, quando me indagam por que mudei de partido, digo que nunca mudei de partido", ele explica.

Ainda não vislumbra alianças com outras legendas em sua campanha "irreversível" para disputar a Presidência.

"As alianças foram a causa dessa desgraça administrativa que se implantou no Brasil. Quero ficar distante desse conluio partidário promíscuo", afirmou.

As associações, no entanto, serão possíveis para viabilizar candidaturas regionais, como a do senador e ex-jogador de futebol Romário Faria ao governo do Rio.

Ideologicamente, diz rejeitar se classificar como político de esquerda ou de direita. Ou mesmo de centro: "Prefiro apresentar as credenciais e deixar que as pessoas me rotulem".

"Procuro valorizar ideias que são consideradas patrimônio da direita e ideias que são consideradas patrimônio da esquerda. Não entendo como elas não podem ser patrimônio de quem quer que seja", ele comenta.

No campo que ele atribui à direita, defende um Estado mais enxuto, com um programa de privatizações que exclui empresas "estratégicas que dizem respeito à soberania nacional", como a Petrobras e a Eletrobras. À esquerda, defende programas sociais de transferência de renda.

Fonte: Folha Press

Restrições poderão provocar união de forças políticas contra o ex-juiz

 

O PDT fecha as portas dos grandes partidos para não fazer negociação de aliança. Para complicar ainda mais a situação, as restrições impostas para selar parceria partidária podem provocar a união de forças contra o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira na disputa ao governo do Estado.

As exigências distanciarão do ex-magistrado os partidos de maior peso político e eleitoral, na corrida eleitoral de 2018.

Até o PT, tradicional parceiro dos embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, não estará no palanque do juiz Odilon. Alguns ex-petistas, ao se filiarem no PDT, exigiram que não houvesse aliança entre os dois partidos nas eleições. Eles não aceitam estar ao lado do deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT.

Outros partidos de expressão no Estado estão fora do raio de ação do PDT porque Odilon declarou, na convenção, que não vai dividir palanque com políticos investigados na Lama Asfáltica, Lava Jato e JBS. E essas grandes siglas, de peso eleitoral, são comandadas por políticos respondendo a inquéritos policiais.

É o caso do PMDB. A sua principal liderança, o ex-governador André Puccinelli, antes de ser preso e solto 24 horas depois, estava liderando a preferência do eleitor para voltar a administrar o Estado. Portanto, seria o principal rival do juiz Odilon na corrida eleitoral.

O DEM seria outra agremiação fora da cogitação do PDT, por exigência do juiz Odilon. O PTB, comandado pelo ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad, também não preencheria os requisitos para entrar na aliança dos sonhos de Odilon. O PSDB não encontraria espaço no palanque de Odilon também, por causa das investigações contra o governador Reinaldo Azambuja.

Fonte: Correio do Estado

Restrições poderão provocar união de forças políticas contra o ex-juiz

 

O PDT fecha as portas dos grandes partidos para não fazer negociação de aliança. Para complicar ainda mais a situação, as restrições impostas para selar parceria partidária podem provocar a união de forças contra o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira na disputa ao governo do Estado.

As exigências distanciarão do ex-magistrado os partidos de maior peso político e eleitoral, na corrida eleitoral de 2018.

Até o PT, tradicional parceiro dos embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, não estará no palanque do juiz Odilon. Alguns ex-petistas, ao se filiarem no PDT, exigiram que não houvesse aliança entre os dois partidos nas eleições. Eles não aceitam estar ao lado do deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT.

Outros partidos de expressão no Estado estão fora do raio de ação do PDT porque Odilon declarou, na convenção, que não vai dividir palanque com políticos investigados na Lama Asfáltica, Lava Jato e JBS. E essas grandes siglas, de peso eleitoral, são comandadas por políticos respondendo a inquéritos policiais.

É o caso do PMDB. A sua principal liderança, o ex-governador André Puccinelli, antes de ser preso e solto 24 horas depois, estava liderando a preferência do eleitor para voltar a administrar o Estado. Portanto, seria o principal rival do juiz Odilon na corrida eleitoral.

O DEM seria outra agremiação fora da cogitação do PDT, por exigência do juiz Odilon. O PTB, comandado pelo ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad, também não preencheria os requisitos para entrar na aliança dos sonhos de Odilon. O PSDB não encontraria espaço no palanque de Odilon também, por causa das investigações contra o governador Reinaldo Azambuja.

Fonte: Correio do Estado

Lideranças parlamentares do PMDB aguardam decisão de Puccinelli

"É estranho que uma decisão tomada no final de outubro tenha sido executada 15 dias depois, na véspera de um feriado. Acredito que foi uma atitude excessiva por parte do Poder Judiciário", declarou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB), sobre a prisão do ex-governador, André Puccinelli, realizada na última terça-feira (14).

Apesar de criticar as ações efetivadas nos últimos dias, Mochi reforçou que não acredita em sabotagem política ao ex-governador, que foi escolhido na semana passada, como presidente regional do PMDB em Mato Grosso do Sul. "Vamos confiar na Justiça, visto que a decisão foi reavaliada em primeira instância e depois de 24 horas, o habeas corpus foi acolhido", acrescentou o líder do partido.

Reforçando a defesa, o parlamentar lembrou que André Puccinelli já tinha sido preso anteriormente e utilizado até tornozeleira eletrônica, então não era necessária nova prisão.

REUNIÃO

As lideranças do PMDB em Mato Grosso do Sul marcaram reunião para o início da tarde de hoje, sem a presença do ex-governador. Um dos participantes foi Eduardo Rocha, que defende o adiamento da convenção estadual.

"Ontem mesmo fizemos uma visita de cortesia para o André, mas, não conversamos sobre política. No entanto, acredito que poderíamos adiar a convenção do partido para daqui 15 dias ou um mês", opinou o parlamentar.

Logo após a sessão, os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, o deputado federal Carlos Marun e os representantes estaduais: Junior Mochi, Eduardo Rocha, Antonieta Amorim, Paulo Siufi e Márcio Fernandes reuniram-se no diretório regional do PMDB, mas aguardavam confirmação da presença de Puccinelli.

Menos de meia hora após o início do encontro, um grupo liderado pelo deputado Carlos Marum saiu do diretório e partiu com destino à casa do ex-governador. Questionado sobre o resultado da reunião, o parlamentar reforçou: "Não tomamos decisão nenhuma e não falei com André depois da soltura. Então estamos indo conversar com ele e voltamos aqui pra continuar a conversa", finalizou.

Fonte: Correio do Estado

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