Politica (364)

Ministro da Secretaria de Governo falou com a imprensa nesta manhã

Com a decisão do Governo Federal em criar o Ministério de Segurança Pública, as fronteiras com países vizinhos devem ter uma atenção maior e Mato Grosso do Sul também. Quem afirmou isso foi Carlos Marun (MDB), ministro da Secretaria de Governo, durante coletiva de imprensa nesta manhã.

A coletiva foi marcada para que o ministro falasse sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, mas Marun comentou sobre vários assuntos como Reforma da Previdência e eleições. Sobre a questão da segurança, mesmo a intervenção ocorrendo somente no Rio de Janeiro, Marun não excluí Mato Grosso do Sul das ações.

“O governo declarou guerra contra o bandidismo. Um diagnóstico foi feito e aponta para o reforço nas fronteiras também. Ações estão sendo feitas de acordo com a necessidade. Discussões estão acontecendo. O Rio de Janeiro foi uma espécie de fratura exposta da segurança pública. Estava sob o controle de bandidos com armas de guerra. A prioridade do Governo Federal no momento é a segurança. E isso é mostrado pela intervenção e pela criação do Ministério de Segurança Pública”, contou.

Marun completou dizendo que mais investimentos na segurança devem acontecer com essa mudança de foco. “Quando se prioriza a segurança, se dispõe a mexer no orçamento”, afirmou, mas sem dar detalhes ou adiantar valores. “Sem previsão de gastos, por enquanto. Mas será o suficiente para trazer a sensação de segurança de volta”.

Por enquanto, conforme o ministro, não há chance de que novas intervenções ocorram em outros Estados e muito menos que os fatos do Rio de Janeiro interfiram nas eleições deste ano. “Não existe risco ao estado de direito. As medidas foram tomadas de acordo com a Constituição e não existe risco às eleições”, explicou.

FRACASSO
Marun ainda falou sobre a “desistência” temporária do Governo Federal em votar a Reforma da Previdência. Para o ministro, não conseguir alcançar esse objetivo representa um fracasso. “É uma derrota para o Brasil. E não fiquei feliz também. Agora ela [Reforma] sai do Congresso e vai para o palanque. Vai ser usada na campanha por muita gente, com certeza”, comentou.

Ainda conforme o ministro, há uma única chance de a Reforma retornar à pauta ainda neste ano. “Se nosso plano for acolhido e dependendo do resultado das urnas, podemos retomar o assunto em novembro”, completou.

SUDECO
Indicado pelo próprio MDB ao cargo de chefe da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Antônio Carlos Nantes de Oliveira, foi demitido e sua exoneração publicada hoje (23). Conforme Marun, as atitudes políticas de Nantes acarretaram nessa decisão.

“Perdeu o apoio político por decisões tomadas. Não existe nada que interfira no trabalho, mas foram as escolhas políticas. Ele quer ser Presidente da República pelo MDB, mas nunca foi oferecido um cargo para isso”, afirmou.

Com a segunda maior cheia da história no início da semana, cerca de 150 pessoas ficaram desabrigadas e muitas perderam tudo. Isso além dos danos causados em pontes e outras estruturas da cidade. Para avaliar a situação e ver como o Governo Federal pode ajudar, Marun vai à cidade ainda hoje.

“Vou para ver de perto e avaliar a situação e ver como podemos apoiar com recusos e, se houver necessidade, obras. Ainda não posso falar nada, pois não sei como estão as coisas lá. Colegas me demandaram e vou lá me encontrar com os prefeitos de Aquidauana e Anastácio”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

Ministro da Secretaria de Governo falou com a imprensa nesta manhã

Com a decisão do Governo Federal em criar o Ministério de Segurança Pública, as fronteiras com países vizinhos devem ter uma atenção maior e Mato Grosso do Sul também. Quem afirmou isso foi Carlos Marun (MDB), ministro da Secretaria de Governo, durante coletiva de imprensa nesta manhã.

A coletiva foi marcada para que o ministro falasse sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, mas Marun comentou sobre vários assuntos como Reforma da Previdência e eleições. Sobre a questão da segurança, mesmo a intervenção ocorrendo somente no Rio de Janeiro, Marun não excluí Mato Grosso do Sul das ações.

“O governo declarou guerra contra o bandidismo. Um diagnóstico foi feito e aponta para o reforço nas fronteiras também. Ações estão sendo feitas de acordo com a necessidade. Discussões estão acontecendo. O Rio de Janeiro foi uma espécie de fratura exposta da segurança pública. Estava sob o controle de bandidos com armas de guerra. A prioridade do Governo Federal no momento é a segurança. E isso é mostrado pela intervenção e pela criação do Ministério de Segurança Pública”, contou.

Marun completou dizendo que mais investimentos na segurança devem acontecer com essa mudança de foco. “Quando se prioriza a segurança, se dispõe a mexer no orçamento”, afirmou, mas sem dar detalhes ou adiantar valores. “Sem previsão de gastos, por enquanto. Mas será o suficiente para trazer a sensação de segurança de volta”.

Por enquanto, conforme o ministro, não há chance de que novas intervenções ocorram em outros Estados e muito menos que os fatos do Rio de Janeiro interfiram nas eleições deste ano. “Não existe risco ao estado de direito. As medidas foram tomadas de acordo com a Constituição e não existe risco às eleições”, explicou.

FRACASSO
Marun ainda falou sobre a “desistência” temporária do Governo Federal em votar a Reforma da Previdência. Para o ministro, não conseguir alcançar esse objetivo representa um fracasso. “É uma derrota para o Brasil. E não fiquei feliz também. Agora ela [Reforma] sai do Congresso e vai para o palanque. Vai ser usada na campanha por muita gente, com certeza”, comentou.

Ainda conforme o ministro, há uma única chance de a Reforma retornar à pauta ainda neste ano. “Se nosso plano for acolhido e dependendo do resultado das urnas, podemos retomar o assunto em novembro”, completou.

SUDECO
Indicado pelo próprio MDB ao cargo de chefe da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Antônio Carlos Nantes de Oliveira, foi demitido e sua exoneração publicada hoje (23). Conforme Marun, as atitudes políticas de Nantes acarretaram nessa decisão.

“Perdeu o apoio político por decisões tomadas. Não existe nada que interfira no trabalho, mas foram as escolhas políticas. Ele quer ser Presidente da República pelo MDB, mas nunca foi oferecido um cargo para isso”, afirmou.

Com a segunda maior cheia da história no início da semana, cerca de 150 pessoas ficaram desabrigadas e muitas perderam tudo. Isso além dos danos causados em pontes e outras estruturas da cidade. Para avaliar a situação e ver como o Governo Federal pode ajudar, Marun vai à cidade ainda hoje.

“Vou para ver de perto e avaliar a situação e ver como podemos apoiar com recusos e, se houver necessidade, obras. Ainda não posso falar nada, pois não sei como estão as coisas lá. Colegas me demandaram e vou lá me encontrar com os prefeitos de Aquidauana e Anastácio”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

Ministro da Secretaria de Governo falou com a imprensa nesta manhã

Com a decisão do Governo Federal em criar o Ministério de Segurança Pública, as fronteiras com países vizinhos devem ter uma atenção maior e Mato Grosso do Sul também. Quem afirmou isso foi Carlos Marun (MDB), ministro da Secretaria de Governo, durante coletiva de imprensa nesta manhã.

A coletiva foi marcada para que o ministro falasse sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, mas Marun comentou sobre vários assuntos como Reforma da Previdência e eleições. Sobre a questão da segurança, mesmo a intervenção ocorrendo somente no Rio de Janeiro, Marun não excluí Mato Grosso do Sul das ações.

“O governo declarou guerra contra o bandidismo. Um diagnóstico foi feito e aponta para o reforço nas fronteiras também. Ações estão sendo feitas de acordo com a necessidade. Discussões estão acontecendo. O Rio de Janeiro foi uma espécie de fratura exposta da segurança pública. Estava sob o controle de bandidos com armas de guerra. A prioridade do Governo Federal no momento é a segurança. E isso é mostrado pela intervenção e pela criação do Ministério de Segurança Pública”, contou.

Marun completou dizendo que mais investimentos na segurança devem acontecer com essa mudança de foco. “Quando se prioriza a segurança, se dispõe a mexer no orçamento”, afirmou, mas sem dar detalhes ou adiantar valores. “Sem previsão de gastos, por enquanto. Mas será o suficiente para trazer a sensação de segurança de volta”.

Por enquanto, conforme o ministro, não há chance de que novas intervenções ocorram em outros Estados e muito menos que os fatos do Rio de Janeiro interfiram nas eleições deste ano. “Não existe risco ao estado de direito. As medidas foram tomadas de acordo com a Constituição e não existe risco às eleições”, explicou.

FRACASSO
Marun ainda falou sobre a “desistência” temporária do Governo Federal em votar a Reforma da Previdência. Para o ministro, não conseguir alcançar esse objetivo representa um fracasso. “É uma derrota para o Brasil. E não fiquei feliz também. Agora ela [Reforma] sai do Congresso e vai para o palanque. Vai ser usada na campanha por muita gente, com certeza”, comentou.

Ainda conforme o ministro, há uma única chance de a Reforma retornar à pauta ainda neste ano. “Se nosso plano for acolhido e dependendo do resultado das urnas, podemos retomar o assunto em novembro”, completou.

SUDECO
Indicado pelo próprio MDB ao cargo de chefe da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Antônio Carlos Nantes de Oliveira, foi demitido e sua exoneração publicada hoje (23). Conforme Marun, as atitudes políticas de Nantes acarretaram nessa decisão.

“Perdeu o apoio político por decisões tomadas. Não existe nada que interfira no trabalho, mas foram as escolhas políticas. Ele quer ser Presidente da República pelo MDB, mas nunca foi oferecido um cargo para isso”, afirmou.

Com a segunda maior cheia da história no início da semana, cerca de 150 pessoas ficaram desabrigadas e muitas perderam tudo. Isso além dos danos causados em pontes e outras estruturas da cidade. Para avaliar a situação e ver como o Governo Federal pode ajudar, Marun vai à cidade ainda hoje.

“Vou para ver de perto e avaliar a situação e ver como podemos apoiar com recusos e, se houver necessidade, obras. Ainda não posso falar nada, pois não sei como estão as coisas lá. Colegas me demandaram e vou lá me encontrar com os prefeitos de Aquidauana e Anastácio”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

De antigos aliados, os petistas querem agora distância do PDT

O PT quer ficar distante do PDT, seu antigo parceiro de grandes embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, depois da filiação do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira. Mas os petistas não desejam, no entanto, ficar longe dos outros partidos de esquerda para as eleições deste ano.

A decisão do PT contribui para o isolamento do juiz Odilon, que busca apoio para sua pré-candidatura ao governo do Estado.

O PT está discutindo aliança com PCdoB, outro velho parceiro de campanha eleitoral, para a sucessão estadual.
O juiz Odilon também está tentando isolar o PT por não aceitar fazer coligação com partido que tem dirigentes investigados, denunciados, processados ou condenados. No PT, o deputado federal e ex-governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, é um condenado por colegiado e está inelegível.

Mas o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, não desiste de ter o PT, mesmo contrariando as restrições impostas pelo juiz Odilon. O deputado estadual Cabo Almi indicou, ontem, estar cada vez mais difícil acordo com o PDT para as eleições deste ano.

O PDT está também articulando apoio do PCdoB à pré-candidatura do juiz Odilon. “Muito cedo ainda para afirmar, estamos afinando os ponteiros. Tenho conversado com o PT também, mas me pareceu que estão pegando outra rota. Estão conversando mais com o Azambuja. Eu não abro mão do PT. Vamos conversar com o presidente nacional do PCdoB. Vamos conversando com todo mundo”, disse Schimidt ao Correio do Estado.

Fonte: Correio do Estado

 

 

Pai da deputada, Roberto Jefferson diz que decisão visa 'proteger integridade' da ex-futura-ministra; legenda carece de nomes para cargo

Depois de quase dois meses de disputa judicial, o PTB desistiu de indicar a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) para o Ministério do Trabalho. A decisão foi do pai dela, o presidente nacional do partido, Roberto Jefferson. Segundo Jefferson, a mudança de postura visa “proteger a integridade de Cristiane e não deixar parada a administração do ministério.”

Como tem sido recorrente, o presidente do PTB falou sobre o assunto em sua conta no Twitter. Ele citou como motivador a “indecisão” da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em colocar na pauta da Corte o recurso do governo pela posse da parlamentar, suspensa pela Justiça desde o começo de janeiro. “Agradecemos ao presidente Michel Temer e aos companheiros do partido pelo apoio e respeito com Cristiane Brasil durante esse período de caça às bruxas”, completou.

Conforme a própria Cristiane, Jefferson indicou o interino da pasta, Helton Yomura, para assumir o ministério em definitivo. “Meu pai, Roberto Jefferson, acertou a indicação de Yomura com o ministro Carlos Marun”, disse a deputada. Yomura, no entanto, enfrenta resistência na bancada petebista da Câmara.

Um dos nomes cotados para a pasta, o deputado Alex Canziani (PR) já avisou que não está interessado, como informou o blog Paraná. Ele prefere disputar a reeleição e disse achar ruim assumir a pasta há apenas quarenta dias do prazo de desincompatibilização. ”Serei candidato nas próximas eleições e não teria cabimento assumir para sair em 40 dias. Não seria correto com o governo e com o país”.

Outros parlamentares cogitados, mas que enfrentam o mesmo problema da proximidade com a eleição, são os petebistas Jorge Corte (PE), Josué Bengston (PA) e Sérgio Moraes (RS).

Fora das urnas, o deputado Pedro Fernandes (MA) teve um problema de outra ordem: foi vetado pelo ex-presidente José Sarney, aliado próximo do presidente Michel Temer. A nomeação de Cristiane Brasil foi barrada pela Justiça Federal por suposto desrespeito do quesito da moralidade na nomeação, uma vez que seria incoerente a parlamentar, processada duas vezes na esfera trabalhista, assumir a pasta que cuida da área.

Fonte: Veja

 

Embargos de declaração protocolados hoje (20) pedem apenas esclarecimentos sobre a sentença de 12 anos e um mês de prisão dada ao petista

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou, no início desta terça-feira (20), os embargos de declaração ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), contra a decisão dos desembargadores da 8ª Turma da Corte de condenar e aumentar a pena do petista, no caso do tríplex em Guarujá (SP), para 12 anos e um mês de prisão.

O acórdão com os votos dos juízes foi publicado no último dia 6. O tribunal já se posicionou afirmando que a prisão de Lula será pedida com o fim do julgamento dos recursos, ainda na segunda instância.

O ex-presidente tenta, por meio de um habeas corpus preventivo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), impedir essa possibilidade.

Os embargos de declaração pedem apenas esclarecimentos sobre a sentença, não podendo reverter a condenação. Como os três juízes federais responsáveis pelo julgamento - João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus - votaram de forma unânime, não será possível apresentar embargos infringentes.

A defesa de Lula foi intimada para a ciência do acórdão. Como acontece no processo eletrônico, os advogados tiveram dez dias para abrir o documento, contando a partir do dia 7 último. Depois de aberto, a defesa teve dois dias para entrar com os embargos. Como o prazo para acessar a peça foi até o dia 16, o prazo de dois dias para apresentação dos recursos começou a valer a partir do dia 19, terminando às 23h59 de hoje.

CASO TRÍPLEX

Na ação apresentada pelo Ministério Público Federal, Lula foi acusado de receber R$ 3,7 milhões de propina da empreiteira OAS em decorrência de contratos da empresa com a Petrobras. O valor, apontou a acusação, se referia à cessão pela OAS do apartamento tríplex ao ex-presidente, a reformas feitas pela construtora nesse imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial (este último ponto rejeitado pela Justiça).

Em julho de 2017, o petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. No julgamento em que aumentaram a pena de Lula, os juízes federais do TRF-4 afirmaram que o conjunto das provas sustenta a acusação.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Ex-governador foi condenado por improbidade administrativa

O deputado estadual, Cabo Almi (PT), se colocou como “plano B” do partido para uma das vagas no Senado por Mato Grosso do Sul. A princípio, o deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, se candidataria, mas desde o ano passado o ex-governador do Estado está inelegível por conta de uma condenação por improbidade administrativa.

Cabo Almi comentou sobre as coligações do PT para as eleições deste ano. “Possivelmente devemos ter aliança somente com o PC do B e alguns outros partidos menores. Temos o Humberto Amaducci para o governo, o Zeca está inelegível, mas quer sair para o Senado, e o Vander com os demais deputados que vão tentar reeleição”, detalhou, ressaltando o plano B do partido para o Senado. “Eu sou uma das opções do partido para o Senado, no caso de precisarmos de um plano B”, completou.

Para as vagas na Assembleia Legislativa, o deputado comentou que o partido tenta regionalizar uma chapa. “Queremos colocar candidatos de várias regiões. Candidatos de Ponta Porã e outros pontos do Estado”, disse.

Cabo Almi rebateu ainda a afirmação do presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, sobre não desistir do PT para uma coligação nas eleições para governador, em que Odilon de Oliveira tenta a vaga. “Não vejo uma coligação com o PDT. Temos os nossos candidatos, nada contra candidato do PDT”.

FUTURO
Ainda confome o deputado estadual, o PT já está pensando nas eleições de 2020 e 2022, quando a reforma política diz que as coligações partidárias devem acabar e as chapas devem ser puras.

“Estamos tentando fazer mais prefeitos e vereadores. O partido está se preparando e fortalecendo para 2020 e 2022. Mesmo com todos os problemas, o PT se sobressai aos outros partidos. Mesmo em Mato Grosso do Sul, que é um estado agropecuário, ainda assim é o partido mais votado”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

 

 

Medida decretada pelo presidente Michel Temer foi mantida por 340 votos a 72. Texto segue para votação no Senado

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta terça-feira, por 340 votos a 72, a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. A sessão se arrastou por sete horas e terminou às 2h15.

Os deputados votaram favoravelmente a um relatório da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ), que defendia a medida decretada pelo presidente Michel Temer (MDB) na última sexta-feira. Com a decisão da Câmara, o decreto, que está em vigor desde a sua publicação, na sexta, segue para votação no Senado.

Para que a intervenção fosse aprovada, era necessário que a maioria simples dos deputados presentes no plenário votasse assim, desde que tivessem marcado presença na sessão ao menos 257 parlamentares.

O início da análise do decreto estava prevista para as 19h, mas, diante da obstrução de alguns partidos da oposição, o quórum mínimo só foi atingido por volta das 20h50. Para os opositores, o governo errou por não expor dados concretos que mostrassem a real necessidade de intervir no Rio e não planejou adequadamente a ação.

A intervenção federal no Rio de Janeiro é a primeira medida do gênero a ser apreciada no Congresso brasileiro desde a promulgação da Constituição de 1988.

O governo reconheceu nesta segunda-feira, por meio do ministro Carlos Marun, que a intervenção do Rio de Janeiro inviabiliza a tramitação da reforma da Previdência no Congresso, principal pauta legislativa do Palácio do Planalto nos últimos meses. A Constituição não pode receber emendas enquanto estiverem em vigência intervenção federal, estados de defesa e de sítio. As mudanças nas regras para aposentadorias foram apresentadas como Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

Na sexta-feira, ao assinar o decreto, Michel Temer declarou que revogaria a medida caso a base aliada reunisse os 308 votos necessários à aprovação da reforma previdenciária.

O decreto
O decreto assinado por Michel Temer na última sexta-feira e aprovado hoje na Câmara determina que a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro terá duração até o dia 31 de dezembro de 2018.

O texto nomeia como interventor o general do Exército Walter Souza Braga Netto, chefe do Comando Militar do Leste, e é justificado a “pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro”.

Braga Netto ficará subordinado ao presidente “e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção”. Estarão sob comando do interventor as secretarias estaduais de Segurança Pública, incluindo as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros, a de Administração Penitenciária. Na prática, o decreto dá ao general poderes para atuar como um “governador da segurança pública”.

As demais áreas da administração fluminense, que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança, seguirão submetidas ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.

Fonte: Veja

 

Estados vizinhos temem debandada de criminosos

 

Com cerca de 1,5 mil quilômetros de fronteira seca com Paraguai e Bolívia, Mato Grosso do Sul é um dos principais corredores de entrada de drogas e armas que abastecem criminosos que atuam no Rio de Janeiro, Estado que vive um caos na segurança pública e onde o presidente Michel Temer (MDB) autorizou intervenção federal na última sexta-feira (16).

O Chefe do Executivo Sul-mato-grossense, Reinaldo Azambuja (PSDB), foi dos governadores ouvidos pela reportagem do Jornal O Globo neste domingo (18), em reportagem sobre o temor de que a intervenção federal no Rio provoque uma migração de bandidos para Estados vizinhos.

O tucano voltou a enfatizar a necessidade do governo federal reforçar a segurança na extensa faixa fronteiriça de Mato Grosso do Sul e demais Estados vizinhos, como Mato Grosso d Rondônia.

“Já apresentamos projeto neste sentido ao Ministério da Justiça, e entendemos que não adianta combater o problema da droga nos morros do Rio e nos grandes centros se não blindarmos as nossas fronteiras”, disse Azambuja ao Jornal O Globo.

O jornal citou um relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) que mostram que Mato Grosso do Sul foi responsável pela apreensão de um quarto da droga apreendida no Brasil em 2016.

O governador de Rondônia, Confúcio Moura (MDB), que junto com Reinaldo faz parte do Fórum de Governadores do Brasil Central, também reclamou da falta de segurança na fronteira (lá, são 1,2 mil km de fronteira seca com Bolívia).

“Estamos completamente desguarnecidos. Há circulação livre de barcos para lá e para cá. Precisamos descontingenciar recursos para botar as Forças Armadas nas fronteiras”, frisou Moura.

Para os dois governadores, o mais importante para o governo federal é combater o crime organizado na fronteira com países produtores de drogas.

Em janeiro, Reinaldo publicou um artigo no Jornal Folha de São Paulo onde chegou a cogitar a possibilidade da União fechar as fronteiras, como forma de combater a entrada ilegal de armas e drogas. O tucano destacou que o Estado gasta R$ 127,3 milhões ao ano com presos pelo tráfico e que a construção de presídios não é uma “solução definitiva”.

“Nossas fronteiras estão escancaradas, potencializando Mato Grosso do Sul como corredor do narcotráfico. Os altos índices de crimes não resultam só no estrangulamento do sistema carcerário, mas contribuem também para a hipertrofia do sistema judiciário”, argumentou à época o governador.

Fonte: Midiamax

Foi delatada por seu suposto operador financeiro

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi delatada por seu suposto operador financeiro. O advogado Marcelo Maran detalhou, em depoimento colhido pela Procuradoria-Geral da República (PGR), como o dinheiro desviado dos cofres públicos teria financiado, além das campanhas eleitorais da parlamentar, o conforto dela e de sua família. As informações são da revista Veja.

De acordo com Maran, pequenas despesas da atual presidente do PT e do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, eram bancadas por uma conta-propina abastecida, na ponta, pelo dinheiro do contribuinte. Os gastos incluíam gasolina, taxas de IPVA, contas de luz, condomínio, conserto de liquidificador, brinquedos dos filhos e alguns luxos, como motorista particular. Todas essas informações são negadas pela petista.

PF
A Polícia Federal (PF) descobriu, por meio de inquérito investigativo, que a senadora Gleisi Hoffmann recebeu mais de R$ 23 milhões em propinas, de acordo com a Veja.
Segundo a reportagem, a divisão da propina foi assim dividida:

R$ 7 milhões desviados do Ministério do Planejamento
R$ 5 milhões da Odebrecht
R$ 10 milhões da JBS
R$ 1 milhão diretamente da Petrobras

Fonte: Midiamax

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