Estaduais 2019 (142)

O Santos venceu o Guarani por 3 a 0 na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. Jean Mota fez dois e Rodrygo completou.

O Peixe dominou todo o jogo e, mesmo com 1 a 0 parcial no intervalo seguiu em cima do Bugre. Jean se isolou na artilharia do Paulistão, agora com sete gols. E o novo camisa 11 fechou o placar na estreia pelo Alvinegro na temporada depois do Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira.

O Santos, líder geral do Estadual, voltará a campo no clássico diante do Palmeiras, sábado, na arena do rival. No mesmo dia, o Guarani receberá o São Caetano.

O JOGO

O Santos, como de costume, controlou o jogo desde os primeiros minutos e voltou a enfrentar uma boa defesa. O Guarani encurtou os espaços do Peixe assim como feito pelo Mirassol na última rodada.

O Peixe ficou com a bola, não sofreu na defesa e só foi perigoso na primeira metade da etapa inicial pelo alto. Gustavo Henrique teve duas boas chances e desperdiçou.

Quando o lado direito passou a ser mais acionado com Victor Ferraz e Derlis González saiu da área para buscar espaços, o Alvinegro cresceu. Aos 35, na primeira boa triangulação, a arbitragem marcou impedimento duvidoso de Sánchez. Dois minutos depois, veio o primeiro gol.

A jogada foi precisa. Tabela de Victor Ferraz com Cueva, passe para trás, chute cruzado de Sánchez e Jean Mota, artilheiro do Campeonato Paulista com seis gols, aproveitou na pequena área. 1 a 0 parcial.

VITÓRIA CONFIRMADA

O segundo tempo foi mais aberto. Em cinco minutos, três oportunidades foram criadas – duas para o Guarani, com Thiago Ribeiro e Viana, e uma do Santos, com Carlos Sánchez.

O Bugre se expôs e ofereceu espaço ao Peixe. Os donos da casa, porém, voltaram a mostrar falta de pontaria e não mataram o jogo.

O Alvinegro teve diversas oportunidades na bola parada e, em uma delas, quase marcou um golaço. Carlos Sánchez bateu escanteio para trás, Derlis fez o corta luz e Jean Mota bateu bonito, rente à trave, aos 22. Aos 28 e 29, Sánchez e Aguilar voltaram a assustar no jogo aéreo.

No minuto 33, o Santos teve mais um gol anulado. Em novo escanteio perigoso, Copete desviou e Derlis guardou. Paraguaio, porém, estava à frente. Na sequência, o Guarani sucumbiu. Jean Mota marcou o segundo dele em cobrança de falta direta para o gol e decretou a vitória.

Nos minutos finais, o Santos administrou o resultado e ainda deu tempo de fazer o terceiro. Aos 44, Derlis caiu na área e optou por cruzar ao invés de reclamar de pênalti. Rodrygo, sozinho, cabeceou para o fundo do gol. Vitória do líder geral do Campeonato Paulista.

Mesmo com Cueva, Jean Mota segue como principal destaque do Santos (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 x 0 GUARANI

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 18 de fevereiro de 2019, segunda-feira

Horário: 20 horas (Brasília)

Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Leandro Matos Feitosa (SP)

Público e renda: 14.708/R$ 399.272,00

Cartões amarelos: SANTOS: Alison. GUARANI: Victor Ramos e Carlinhos

GOLS

Santos: Jean Mota, aos 37 do 1T, e 35 do 2T, e Rodrygo, aos 44 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Aguilar, Gustavo Henrique e Copete; Alison (Jean Lucas), Diego Pituca, Carlos Sánchez (Yuri) e Jean Mota; Cueva (Rodrygo) e Derlis González.

Técnico: Jorge Sampaoli

GUARANI: Giovanni, Léo Principe, Ferreira, Victor Ramos e William Matheus (Inácio); Deivid (Carlinhos) e Ricardinho; Lucas Crispim (Álvaro), Thiago Ribeiro e Jefferson Nem; Fernando Viana

Técnico: Osmar Loss

Fonte: Gazeta Esportiva

 

 

A final da Taça Guanabara de 2019 ficará marcada na história do futebol carioca. Não por questões estatísticas ou pelo enredo do título invicto do Vasco, que venceu o Fluminense por 1 a 0, neste domingo, no Maracanã, com gol de Danilo Barcelos. Mas pela vaidade de dirigentes dos dois clubes sobre a polêmica do setor Sul do estádio, que manchou a festa nas arquibancadas, vazias até os 30 minutos do primeiro tempo.

O improviso nas ações em consequência de uma ordem judicial que obrigava a partida acontecer com os portões fechados deixou um clima de tensão fora do estádio, o que provocou confusão entre policiais e torcedores. No fim, a Justiça reviu a decisão e 29 mil torcedores estiveram presentes na partida.

Se nas arquibancadas a supremacia era do Vasco, com um número muito maior de torcedores depois dos portões abertos, no campo, o domínio foi do Fluminense em todos os momentos. A oposição de estilos se definiu logo cedo, tal qual ocorreu no encontro na fase de grupos da competição.

A revanche, porém, confirmou a vocação vascaína de se defender e sair em velocidade. Enquanto o estilo de Fernando Diniz, de organização e intensidade, sofreu um revés por não ser objetivo e incisivo como deveria.

O Fluminense tentou a todo custo atrair o Vasco para o seu campo de defesa, para que pudesse trocar passes mais verticais na construção do ataque. O Vasco, por sua vez, só se atirou à frente no segundo tempo, e demorou a morder a isca tricolor. O primeiro tempo acabou com uma chance de perigo para cada lado, com Bruno César e Yoni Gonzalez.

O meia vascaíno, aliás, teve atuação abaixo da crítica, o que contribuiu para a dificuldade de criação da equipe de Alberto Valentim. Restava ao Vasco bolas esticadas para Marrony e Maxi Lopez, este sem velocidade para criar problemas.

Na segunda etapa, já com o estádio tomado pela torcida, principalmente a do Vasco, o jogo ganhou contornos mais dramáticos. O Fluminense teve a chance mais clara da partida. Dodi levantou na pequena área, e Everaldo, sem marcação, cabeceou para fora.

Sem vantagem do empate para nenhum dos lados, o Vasco achou um gol aos 35 minutos do segundo tempo, em falta cobrada por Danilo Barcelos após carga desnecessária de Marlon perto da linha lateral. Danilo alçou a bola na área, mas ela foi direto no gol.

O tempo que o Fluminense normalmente usava para a construção de cada uma de suas jogadas não existia mais. Com a necessidade de mais velocidade e jogo vertical, a equipe de Fernando Diniz perdeu em organização.

O jogo mais truncado deu ao Vasco a vantagem defensiva. Se já estava bem postado sem o placar mexido, com o o gol a postura se consolidou para garantir o título. O comportamento dos jogadores do Vasco irritou o time do Fluminense, e os últimos minutos foram com muita confusão também dentro de campo.

Fonte: Extra

 

O Palmeiras retomou a liderança do Grupo B do Campeonato Paulista na noite desta segunda-feira. No último jogo pela sexta rodada do torneio estadual, com o atacante Dudu inspirado no primeiro tempo, o time alviverde conseguiu se impor e ganhou do Bragantino por 2 a 0.

Com 13 pontos, o Palmeiras volta ao primeiro lugar de sua chave. A equipe palestrina havia sido temporariamente ultrapassada pelo Novorizontino, agora segundo colocado com 11 pontos. Já o Bragantino é o vice-líder do Grupo C e tem oito pontos, um a mais do que o Corinthians.

Pela sétima rodada do Campeonato Paulista, o Bragantino volta a campo para enfrentar o São Caetano às 16h30 (de Brasília) deste sábado, no Estádio Anacleto Campanella. Já o Palmeiras pega a Ferroviária às 17 horas de domingo, na Fonte Luminosa.

O Jogo – Superior ao Bragantino desde o início, o Palmeiras conseguiu sair na frente logo aos sete minutos do primeiro tempo. Em bela jogada de contra-ataque, Moisés recebeu pelo meio e passou para Dudu na esquerda finalizar com categoria na saída do goleiro Alex Alves.

O Palmeiras ampliou sua vantagem no Pacaembu aos 28 minutos do primeiro tempo. Após jogada individual iniciada pela esquerda, Dudu deixou Borja em condições de marcar. Ao tentar driblar o arqueiro adversário, o colombiano sofreu pênalti. Na cobrança, Gustavo Scarpa converteu.

O Bragantino chegou a levar algum perigo um minuto antes do fim do tempo regulamentar. Matheus Peixoto aproveitou sobra na entrada da área e bateu forte. O veterano Fernando Prass, bem posicionado, espalmou a bola pela linha de fundo e cedeu escanteio.

O Palmeiras voltou aceso para a etapa complementar e teve três boas chances para marcar. Ao pegar rebote de chute de Dudu, mesmo com o gol vazio, Borja mandou por cima. Pouco depois, Marcos Rocha recebeu de Felipe Pires e bateu cruzado, muito perto. Em seguida, Moisés arriscou de longe e deu trabalho a Alex Alves.

Em uma rara chegada do Bragantino, Adriano Paulista cobrou falta pela esquerda e exigiu boa defesa de Fernando Prass. Com o domínio das ações, o Palmeiras quase aumentou em chute de Felipe Pires, que pegou a sobra de jogada equivocada de Gustavo Scarpa e bateu para fora.

Sem correr grandes riscos no campo de defesa, o Palmeiras encurralou o Bragantino durante boa parte da etapa complementar. O técnico Luiz Felipe Scolari usou Bruno Henrique (Moisés), Carlos Eduardo (Dudu) e Lucas Lima (Gustavo Scarpa), mas o placar permaneceu inalterado.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 0 BRAGANTINO

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data: 11 de fevereiro de 2019, segunda-feira
Horário: 20h (Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Vitor Carmona Metestaine (SP)
Público: 20.144 pagantes
Renda: R$ 554.857,50
Cartões amarelos: Antônio Carlos (PAL); Itaqui, Lázaro, Klauber e Magno (BRA)
Gols:
PALMEIRAS: Dudu, aos 7 minutos do 1º Tempo, Gustavo Scarpa, aos 28 minutos do 1º Tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis; Thiago Santos, Moisés (Bruno Henrique) e Gustavo Scarpa (Lucas Lima); Felipe Pires, Dudu (Carlos Eduardo) e Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

BRAGANTINO: Alex Alves; Itaqui (Buiú), Lázaro, Júnior Goiano e Léo Rigo; Klauber (Renan), Magno, Adriano Paulista (Jefferson Galego), Rafael Chorão, Wesley; Matheus Peixoto
Técnico: Marcelo Veiga

Fonte: Gazeta Esportiva

 

O São Paulo sofreu mais uma derrota no Campeonato Paulista neste sábado e desanimou ainda mais o torcedor para o jogo de volta contra o Talleres, pela Pré-Libertadores. Visitando a Ponte Preta no Moises Lucarelli, em Campinas, pela sexta rodada do Estadual, o time comandado pelo técnico André Jardine pouco criou durante os 90 minutos. Sem qualquer poderio ofensivo, o Tricolor fez um segundo tempo de se esquecer e teve de se conformar com o revés por 1 a 0 graças ao gol de Hugo Cabral, jogador bastante contestado pela torcida da Macaca.

Com o resultado, o Tricolor se manteve na liderança do Grupo D do Paulistão, com nove pontos, mas agora só leva vantagem para o vice-líder Oeste por conta dos critérios de desempate, uma vez que o time rubro-negro também foi a nove tentos com a vitória deste sábado sobre o São Caetano.

Agora, o São Paulo volta o foco completamente para a decisão da próxima quarta-feira, contra o Talleres, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi. Após perder o jogo de ida por 2 a 0, o Tricolor terá de vencer por 3 gols de diferença para avançar à próxima fase da Pré-Libertadores. Se sofrer um gol em casa, passa a ter a obrigação de superar os adversários por 4 tentos de vantagem.

O jogo – A Ponte Preta buscou se impor logo no começo do jogo. No primeiro minuto, Matheus Oliveira decidiu experimentar de fora da área, mas mandou à esquerda do goleiro Tiago Volpi, que apenas acompanhou a trajetória da bola com os olhos.

Daí para frente a disputa se concentrou entre as intermediárias, com o São Paulo tendo mais posse de bola, porém, mais uma vez, sem efetividade. Rodando para lá e para cá, o time comandado por André Jardine tinha um pouco mais de desenvoltura quando o garoto Antony, aberto pela direita, participava das jogadas.

Somente na reta final do primeiro tempo que ambas as equipes acabaram tendo suas melhores oportunidades de abrir o placar. Aos 31 minutos, Thalles aproveitou o vacilo de Araruna na defesa, roubou a bola, e Gerson Magrão ficou com a sobra, batendo cruzado. No rebote, Thalles completou para o gol, mas mandou por cima.

Já aos 38 minutos foi a vez de o São Paulo assustar. Após cruzamento de Reinaldo pela esquerda, Bruno Alves apareceu no segundo pau e completou com o pé direito, mas mandou para fora, em jogada muito semelhante à do jogo contra o Talleres, em que o zagueiro tricolor também não conseguiu mandar para o fundo das redes.

Se o primeiro tempo foi, tecnicamente, bem abaixo do esperado, na etapa complementar as equipes conseguiram ser ainda piores. Sem qualquer iniciativa mais agressiva, tanto a Ponte Preta como o São Paulo ficavam trocando passes até o momento de entregar a bola para o adversário e pareciam se recusar a chutar ao gol.

Apesar da ineficiência dos dois times, a Ponte Preta ainda assim conseguiu levar perigo à meta de Tiago Volpi no segundo tempo através dos cruzamentos. Aos 18 minutos, por exemplo, Thalles recebeu de Luis Ricardo, mas cabeceou para fora. Depois, aos 23, após nova bola alçada na área pelo lateral-direito da Macaca, Diego Renan ficou com a sobra e devolveu para o meio da área, mas ninguém completou para o gol.

De tanto insistir pela bola aérea, a Ponte Preta, enfim, abriu o placar aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio fechada, Renan Fonseca escorou, e Hugo Cabral fez a antecipação sobre Reinaldo para completar para o gol e estufar as redes no Moisés Lucarelli, garantindo, assim, a importante vitória por 1 a 0 para a Macaca no Paulistão.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 0 SÃO PAULO

Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 9 de fevereiro de 2019, sábado
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Público: 4652 pessoas
Renda: R$ 94.130,00
Gols: Hugo Cabral, aos 32 do 2ºT (Ponte Preta)
Cartões amarelos: Arnaldo (Ponte Preta); Hernanes e Reinaldo (São Paulo)

PONTE PRETA: Ivan; Arnaldo (Luis Ricardo), Renan Fonseca, Reginaldo e Diego Renan; Nathan, Igor Henrique, Matheus Oliveira, Matheus Vargas e Gerson Magrão; Thalles (Hugo Cabral)
Técnico: João Paulo Sanches

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Araruna, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias, Hernanes (Igor Vinicius) e Nenê; Antony, Gonzalo Carneiro (Diego Souza) e Everton (Biro Biro)
Técnico: André Jardine

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Incêndio no Ninho do Urubu deixou 10 mortos e três feridos

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) cancelou toda a rodada do Campeonato Carioca deste final de semana. Flamengo e Fluminense jogariam amanhã, às 19h, enquanto Vasco e Resende se enfrentariam no domingo, às 17h. Os jogos estavam marcados para o Maracanã pelas semifinais da competição. As novas datas ainda não foram marcadas.

A decisão foi tomada após o incêndio que deixou pelo menos dez mortos e três feridos no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, localizado na Vargem Grande.

O governo do Rio de Janeiro decretou luto de três dias em respeito às vítimas do incêndio e o governador Wilson Witzel determinou uma investigação minuciosa das causas do incêndio.

A secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro divulgou os nomes dos três atletas feridos no incêndio, que estão internados do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Jonathan Cruz Ventura, de 15 anos, está em estado gravíssimo, teve 40% do corpo queimado, foi operado e deve ser transferido ainda hoje para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, especializado em queimados.

Cauan Emanuel Gomes Nunes, de 14 anos, e Francisco Diogo Bento Alves, de 15 anos, também estão no Lourenço Cruz, mas serão transferidos para um hospital particular ainda hoje.

Os clubes do Flamengo e Fluminense jogariam amanhã, às 19h, e o Vasco enfrentaria o Resende no domingo, às 17h. Ambos os jogos seriam no Maracanã e válidos pelas semifinais da competição. A Ferj ainda não informou para quando os jogos serão remarcados. Ambos os jogos estavam marcados para o Maracanã pelas semifinais da competição. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

 

O Ituano teve um início de jogo arrasador ao forçar a marcação sobre os defensores do Santos, responsáveis pela saída de bola.

O colombiano Felipe Aguilar falhou em dois gols. O Galo rapidamente abriu três de vantagem, com Morato (aos sete), Serrato (aos nove) e Jonas (aos 19).

Jean Mota ainda descontou, aos 41, mas Morato fez o quarto aos 46. Léo, aos 18 do segundo tempo, anotou o quinto do Ituano.

O Santos continua com a melhor campanha do Paulistão. O time lidera o Grupo A, com 12 pontos, e já está perto da classificação. São sete pontos acima de RB Brasil e Ponte Preta e nove a mais do que o São Caetano. O Ituano pula para sete pontos e sobe para segudo nO Grupo D, dois abaixo do São Paulo.

Fonte: Globo Esporte

 

Recheado de cartões, o dérbi acabou com a invencibilidade de 13 jogos do Verdão

No primeiro teste de verdade do Campeonato Paulista, o Corinthians venceu o Palmeiras por 1 a 0, neste sábado, no estádio Allianz Parque, em São Paulo. O herói do jogo foi o contestado lateral-esquerdo Danilo Avelar, que marcou logo aos 7 minutos do primeiro tempo. Com o triunfo, o time alvinegro se recupera da derrota em casa para o Red Bull Brasil na última rodada.

Já o Palmeiras sofreu a primeira derrota no torneio e perdeu uma invencibilidade de 13 jogos, considerando a temporada passada. Foi a quarta vitória do Corinthians em sete clássicos disputados na nova arena do clube alviverde.

No primeiro duelo entre os treinadores Fábio Carille e Luiz Felipe Scolari, o corintiano levou a melhor apostando no esquema vitorioso em 2017: força defensiva e eficiência nas raras oportunidades criadas. O time abriu o placar e se fechou na defesa. O time de Felipão teve maior posse de bola, fez vários cruzamentos na área, mas teve poucas chances efetivas. Faltou criatividade.

O clássico foi quente, com seis cartões amarelos e um vermelho, para o atacante Deyverson, e repleto de discussões. Nem de longe parecia um jogo do início da fase de classificação.

A escolha de Fábio Carille por Mateus Vital, pelo lado direito, e Sornoza, centralizado, revelou uma proposta de jogo do Corinthians: recompor o meio de campo, marcar forte e valorizar a posse de bola. Era uma ideia aparentemente defensiva que escondia, na verdade, uma armadilha. Com a região central congestionada, o Corinthians pressionava a saída de bola, tentando explorar o erro dos zagueiros na saída de bola.

Foi assim que o time abriu o placar aos 7 minutos. Após cobrança de falta de Sornoza, Gustavo cabeceou e Weverton fez grande defesa, mas a bola sobrou para Danilo Avelar, que abriu o placar. A origem de todo o lance foi uma marcação forte na saída de bola que obrigou o zagueiro Gustavo Gómez a errar. No primeiro ataque, o Corinthians conseguiu explorar a habilidade de Gustavo para cabecear - ele conseguiu vencer a concorrência de Boselli e Vagner Love e começou o clássico como titular. Foi apenas o segundo gol que o Palmeiras sofreu em 2019.

O time alviverde respondeu em seguida. Apostando sempre no lado esquerdo, buscando a aproximação entre Dudu, Diego Barbosa e Lucas Lima, o time acertou a trave após a finalização de Dudu, que desviou na zaga.

A boa Chance foi o símbolo do domínio territorial do time da casa. Tomando a iniciativa do jogo, o Palmeiras sempre rondava a área do rival. O time conseguiu finalizar com mais perigo depois que Felipão inverteu a posição de Dudu, que foi jogar pela direita. A mudança foi fundamental para que as chances se tornassem mais frequentes. Na casa dos 30 minutos, foram duas. Borja e Carlos Eduardo finalizaram na pequena área, mas desperdiçaram as boas oportunidades.

Embora criasse boas chances, os palmeirenses mostraram irritação com o placar adverso em casa e a tentativa do Corinthians de ganhar tempo em todas as cobranças. Com isso, Felipe Melo e Bruno Henrique receberam cartão amarelo.

A temperatura de 35 graus ao longo do primeiro tempo prejudicou o ímpeto do Palmeiras. Desempenhos individuais irregulares, como os de Lucas Lima e Carlos Eduardo, também prejudicaram o time. No caso de Carlos Eduardo, a torcida perdeu a paciência ainda no primeiro tempo com algumas vaias após uma sequência de jogadas equivocadas. No intervalo, ele acabou substituído por Felipe Pires.

Felipão mostrou que estava insatisfeito com o ataque quando também trocou Borja, que vinha perdendo o duelo individual com Manoel, por Deyverson. A torcida delirou, pois Dudu era o único atacante efetivo da equipe até então.

O Palmeiras conseguiu empurrar o rival para o campo de defesa. Não houve nenhuma chance evidente, mas continuava perto da área. Esse domínio ficava evidente em um lance específico: o time de Felipão venceu quase todas as disputas áreas no ataque, principalmente com Gustavo Gómez e Luan. A equipe visitante praticamente não finalizou no segundo tempo. Conseguiu organizar apenas um contra-ataque, aos 39 minutos, quando Gustavo quase marcou.

O final do jogo acirrou a tensão, presente em toda a partida. Além dos seis cartões amarelos, Deyverson foi expulso por ter cuspido no volante Richard. O lance foi um exemplo da irritação do Palmeiras com o placar adverso em casa para o maior rival.

Fonte: Band

 

O São Paulo não conseguiu se recuperar do revés para o Santos e perdeu na estreia de Hernanes no Campeonato Paulista. Na noite desta quinta-feira, no Pacaembu, o Tricolor jogou mal, abusou da bola aérea e foi derrotado pelo Guarani de Osmar Loss por 1 a 0, sendo vaiado ao final da partida.

Apesar do resultado, o São Paulo permanece na liderança do Grupo D da competição, com seis pontos. Por outro lado, a derrota aumenta a pressão sobre o time dirigido por André Jardine às vésperas do jogo de ida contra o Talleres, na Argentina, no dia 6 de fevereiro, pela Copa Libertadores.

O Bugre, por sua vez, chega a seis pontos e encosta no Novorizontino (7), vice-líder do Grupo B. De quebra, o time de Campinas quebra um tabu de quase 22 anos sem vencer o São Paulo – nesse período, foram 17 derrotas e oito empates.

Pela quinta rodada do Campeonato Paulista, o Tricolor buscará se reabilitar diante do São Bento, no próximo domingo, às 17 horas (de Brasília). Já o Guarani, que tenta engrenar no torneio, visita o Mirassol às 11 horas do mesmo dia.

RELEMBRE MINUTO A MINUTO COMO FOI A PARTIDA

O Jogo – Em uma falha da defesa do São Paulo, o Guarani abriu o placar logo no primeiro minuto de jogo. Após cobrança de escanteio pela direita, o lateral William Matheus apareceu livre na primeira trave para testar firme na entrada da pequena área. A bola foi em cima de Tiago Volpi, que não conseguiu fazer a defesa.

O Tricolor respondeu rapidamente e quase empatou na sequência, quando Bruno Peres cruzou para Everton cabecear e exigir grande defesa de Kléver. Aos 20 minutos, em cobrança de falta frontal, Reinaldo bateu forte e acertou o travessão do Bugre.

Com Diego Souza e Pablo formando dupla de ataque, o São Paulo abusou dos cruzamentos no primeiro tempo. Em um deles, porém, Helinho recebeu de Everton e chutou cruzado, levando perigo à meta bugrina. No fim, Pablo pegou rebote de cabeceio de Anderson Martins e marcou, mas o auxiliar assinalou impedimento e invalidou o gol do atacante.

A etapa complementar começou na mesma toada do primeiro tempo: o Tricolor procurando os pontas para levantar a bola na área, e o Guarani completamente recuado. Impaciente com o desempenho de seu time, a torcida são-paulina passou a pedir alterações e a gritar o nome de Hernanes.

André Jardine atendeu ao pedido vindo das arquibancadas e colocou o Profeta no lugar de Anderson Martins, aos 19 minutos. Pouco depois, Diego Souza perdeu chance incrível. Após cruzamento de Everton, o camisa 9 testou para defesa de Kléver. No rebote, dentro da pequena área, ele mandou para fora.

Em sua última cartada, o treinador tirou Helinho para a entrada de Nenê. A situação, contudo, ficou ainda pior quando Liziero deixou o campo por lesão. Aos 42 minutos, Diego Souza ajeitou lançamento de Nenê para Hernanes bater de primeira, exigindo boa defesa de Kléver, que estragou a noite de estreia do principal reforço são-paulino na temporada.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 GUARANI

Local: Estádio do Pacaembu
Data: Quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Horário: 21hh (de Brasília)
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Assistentes: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Público: 12.762 torcedores
Renda: R$ 292. 238,50
Cartão Amarelo: Felipe Amorim, Kléver e Romisson (Guarani)
Cartão Vermelho: –
Gol:

GUARANI: William Matheus, a 1 minuto do 1º tempo

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Bruno Peres, Arboleda, Anderson Martins (Hernanes) e Reinaldo; Jucilei (Hudson), Liziero e Diego Souza; Helinho (Nenê), Pablo e Everton
Técnico: André Jardine

GUARANI: Kléver; Léo Principe, Diego Giaretta, Ferreira e William Matheus; Romisson, Ricardinho e Thiago Ribeiro (Fernando Viana); Lucas Crispim (Inácio), Felipe Amorim e Diego Cardoso (Fernandes)
Técnico: Osmar Loss

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Com gol de Felipe Pires, Verdão bate o Oeste e embala antes do clássico contra o Corinthians

O Palmeiras emplacou a terceira vitória seguida no Campeonato Paulista ao bater o Oeste por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena Barueri, pela quarta rodada da competição.

O único gol do jogo foi marcado aos 13 segundos da etapa final por Felipe Pires. Contratado para esta temporada, o atacante balançou a rede pela primeira vez no novo clube. Felipão mais uma vez aproveitou o duelo para rodar o elenco e fez várias mudanças no time titular.

Com o resultado, o Palmeiras chegou a 10 pontos e lidera com folga o Grupo B. Com cinco pontos, o Oeste é o vice-líder do Grupo D, mas pode pode ser ultrapassado pelo Ituano nesta quinta.

Em bom momento, o time de Felipão se prepara agora para o primeiro clássico da temporada. Neste sábado, o Verdão recebe no Allianz Parque o Corinthians, que perdeu para o Red Bull Brasil em Itaquera nesta quarta.

Já o Oeste entra em campo novamente na segunda-feira, 4, contra o Novorizonto, na Arena Baueri.

Fonte: Band

 

O Internacional voltou a tropeçar no Campeonato Gaúcho. Na tarde desse domingo, o Colorado visitou o São José no estádio Passo D’Areia e levou 2 a 0 dos mandantes nessa terceira rodada do Estadual.

A partida, disputada em gramado sintético, marcou a estreia de Rafael Sobis como titular. Na última partida, o ídolo colorado chegou a entrar na etapa final e também não conseguiu evitar a derrota para o Pelotas.

Depois de um primeiro tempo em que as duas equipes sofreram demais com o calor, apesar da parada para a hidratação ter sido autorizada pela arbitragem, os gols viram na etapa final.

Logo aos nove minutos, Roberto errou na saída de bola e Matheusinho rolou para Marcio Jonatan. O atacante arriscou de longe e marcou um belo gol para o São José.

O golpe final veio aos 36, quando Odair Hellmann já tinha colocado Tréllez em campo na tentativa do tudo ou nada.

Tássio aproveitou cobrança de escanteio de Tiago Pará e mandou, de cabeça, para o fundo do gol de Marcelo Lomba.

O resultado jogou o São José para os seis pontos, na segunda colocação do Campeonato Gaúcho. Já o Inter é apenas o oitavo, com três pontos em três rodadas.

Na quarta-feira, o Colorado visita o Veranópolis às 19h15, enquanto o São José pegará o Pelotas, também fora de casa, um pouco mais tarde, às 20h30 (sempre em horário de Brasília).

FICHA TÉCNICA
SÃO JOSÉ 2 X 0 INTERNACIONAL

Local: Estádio Passo D´Areia, em Porto Alegre-RS
Data: 27 de janeiro(Domingo)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Lima-RS
Assistentes: Rafael da Silva Alves-RS e Max Augusto Guimarães Vioni-RS
Cartões amarelos: Samuel (SJ); Sarrafiore e Rodrigo Lindoso (INT)

GOLS:
São José: Márcio Jonatan, aos 9, e Tássio, aos 36 minutos do 2T

São José-RS: Fábio; Márcio Lima, Éverton Alemão (Bruno Jesus), Wagner e Dudu Mandaí; Tássio, Zotti, Matheusinho, Rafael Tavares (Everton Jr) e Tiago Pará; Márcio Jonatan.
Técnico: Rafael Jaques

Internacional: Marcelo Lomba; Bruno José (Guilherme Parede), Klaus, Roberto e Iago; Rithely, Rodrigo Lindoso e Patrick; Wellington Silva (Tréllez), Neilton e Rafael Sobis (Sarrafiore)
Técnico: Odair Hellmann

Fonte: Correio do Estado

 

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