Mato Grosso do Sul (258)

Proximidade com a ministra Tereza Cristina ajudou na indicação

O deputado estadual Márcio Fernandes (MDB) assumiu a presidência da Secretaria Nacional de Agricultura e Pecuária da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). “O grupo sempre faz várias reuniões em vários estados e eu farei essa interlocução com o presidente (Jair Bolsonaro)”, declarou o parlamentar.

Fernandes está há doze anos à frente da Comissão de Agricultura na Assembleia Legislativa e o parlamentar acredita que a escolha do nome dele se deve a essa experiência que ele tem no setor, bem como a proximidade com a ministra da Agricultura Tereza Cristina (DEM), pois as pautas mais importantes serão debatidas em parceria com sua conterrânea.

Dentre as pautas mais importantes, o deputado salientou a necessidade da liberação de recursos provenientes do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), a diminuição de juros para produtores. A questão da produção de leite no Brasil, como a situação do antidumping que também serão pautas prioritárias.

A primeira reunião, de acordo com Fernandes, está marcada para o dia 11 de março, em Brasília.

Fonte: Correio do Estado

 

Dino Rocha era autodidata e desde criança tocava acordeão

Mato Grosso do Sul e o Brasil perdem um de seus mais apaixonados chamamezeiros, o sanfoneiro Dino Rocha, os 67 anos. Por complicações do diabetes, pressão alta e problemas respiratórios, ele morreu ontem à noite, no Hospital Regional em Campo Grande, onde estava internado desde 25 janeiro. O velório, segundo a ex-mulher Ruth Haruko Ishikawa, acontecerá a partir do meio-dia, no Memorial Park, onde ele será enterrado amanhã, às 9h.

Conhecido no Estado e Brasil afora por seu talento no instrumento e nas composições, Dino Rocha tocava não só individualmente como fez parte do grupo Chalana de Prata ao lado de Paulo Simões, Guilherme Rondon e Celito Espíndola.

Autor de dezenas de composições, sendo a mais lembrada “Gaivota Pantaneira”, Dino Rocha era autodidata e desde criança tocava acordeão.

Filho de músicos - a mãe era alemã e o pai, paraguaio. Em 1971, mudou-se para a cidade de Campo Grande e, aos 16, apresentou-se com seu primeiro grupo, “Los 5 Nativos”, em Ponta Porã.

Segundo a ex-mulher, Dino nunca deixou de defender musicalmente o chamamé e fazia questão de sempre estar junto da família . “Ele foi um pai fantástico, meu amigo, irmão, um ensinador que deixa um legado de novos talentos, sanfoneiros, acordeonistas.

Ele é um incentivo para isso tudo continuar, porque sempre defendeu o chamamé. Desde criança ele
optou pelo chamamé, nunca mudou o repertório. Vai deixar um grande vazio na cultura de MS".

Mesmo enfrentando problemas de saúde nos últimos anos, Dino Rocha não deixava de se apresentar e nem de sonhar com novos projetos. “Ele estava aguardando uma verba ser liberada pelo Governo do Estado para a gravação de um DVD. Tinha músicas gravadas e algumas imagens captadas”, conta Ruth.

Para o diretor cultural do Instituto do Chamamé de MS, o Estado e o Brasil perdem um grande talento musical. “Estamos consternados com esta perda, tristes. Dino Rcoha manteve a fidelidade ao chamamé, que é a musica autêntica do nosso Estado, do povo de Mato Grosso do Sul e deixa composições importantes. Uma figura musical da maior importância. Dino Rocha deixa três filhos, todos músicos.

 

Fonte: Correio do Estado

 

Atual Secretário Especial do Governo autorizava compras sem licitação e com indícios de superfaturamento, segundo investigação do MP-MS

O atual Secretário Especial de Articulação Política de Reinaldo Azambuja, Sérgio de Paula (PSDB), era chefe da Casa Civil no período em que a Operação Aprendiz, deflagrada nesta quinta-feira (15) pela 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público, com apoio da CGU (Controladoria Geral da União) e da Polícia Federal, flagrou compras de cartilhas educativas com indícios de fraude e superfaturamento.

Os sobrepreços apontados pelo promotor Marcos Alex Vera, em pelo menos 10 campanhas diferentes, ocorriam sempre em campanhas encomendadas pela Casa Civil, órgão ligado diretamente à Governadoria, e tinham aditivos contratuais assinados por ‘De Paula’.

Pedidos partiam da Casa Civil
Segundo o promotor da Justiça Marcos Alex Vera, chefe da 30ª Promotoria do Patrimônio Público, e que está à frente das investigações, uma das irregularidades encontradas foi a falta de licitação para a aquisição de cartilhas educativas de várias campanhas promovidas pelo Governo do Estado. O material era feito por meio de uma editora que era contratada pelas agências de publicidades que tinham contratos vigentes com o governo.

As seis empresas envolvidas recebiam a demanda por parte da Casa Civil, que na época tinha como chefe Sérgio de Paula, e repassavam a apenas uma editora, que não possuía nem maquinário ou pessoal para criar a arte e imprimir as cartilhas. Por este motivo, a editora comprava o material de pequenas gráficas em Campo Grande, com valor baixo, e, ao revender o produto, cobrava muito acima do valor de mercado.

De acordo com Marcos Alex, aquisições deste tipo devem ser feitas por meio de licitação. “A regra é: toda a aquisição de bens e serviços ela deve ser feita por meio de licitação. Apenas em alguns casos muito específicos pode ser feita a dispensa, mas nesse caso não, porque há várias empresas que podem produzir cartilhas temáticas”.

Como as investigações são relativas ao período de junho de 2015 e agosto de 2016, quando De Paula comandava a pasta, ele assinou todos os contratos de publicidades com as empresas investigadas e também passaria por ele o aval para a aquisição do material.

Essas aquisições teriam gerado um dano aos cofres públicos de R$ 1,6 milhão. Pelas 10 campanhas a editora recebeu R$ 2.097.785, porém, gastou apenas R$ 497.208 com as gráficas. Agora o MP quer saber se há agentes públicos envolvidos nas irregularidades e quem são os empresários que participavam do esquema.

Exonerado e réu por improbidade
Sérgio de Paula foi secretário de Estado da Casa Civil do governo Azambuja até março de 2017, quando teve de deixar o cargo, oficialmente, devido à reforma administrativa que reduziu o número de pastas, com a Casa Civil incorporada à Secretaria de Governo.

Na mesma época, ele acabou envolvido em um escândalo quando o dono do curtume Braz Pelli acusou integrantes do governo de fazer parte de suposto esquema de extorsão para cobrança de propina em troca de benefícios fiscais. Após a denúncia chegar à rede nacional de televisão, o empresário voltou atrás e mudou a versão. O caso foi encerrado com todos inocentados, segundo o PSDB informou durante a campanha de 2018 para o Governo do Estado.

Na sequência, De Paula virou réu por improbidade administrativa depois de ser flagrado usando o avião do Governo de Mato Grosso do Sul para viagens particulares. Na expectativa de ‘abrandar’ a sentença, no fim de 2018 ele devolveu aos cofres públicos R$ 8,9 mil, apontados pelo Ministério Público Estadual como valor equivalente ao uso das aeronaves em compromisso particular em em junho de 2016.

De Paula e parentes usaram avião do Estado por duas vezes para participar de sepultamento e missa de 7º dia do pai do ex-secretário, no interior de São Paulo.

Durante audiência sobre o caso em setembro, a defesa do ex-secretário ainda insistiu na tese de que ele não tinha cometido nenhuma irregularidade pelo fato de ‘não haver regulamentação sobre uso de aeronaves oficiais’.

Uma condenação por improbidade administrativa pode deixar Sérgio de Paula com os direitos políticos suspensos por até 5 anos, além de impedido de contratar com o governo pelo prazo de 3 anos. No entanto, o processo, que corre na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, aguarda sentença do juiz Marcel Henry Arruda.

‘Não muda nada’
Apesar da exoneração e do ‘afastamento’ oficial, Sérgio de Paula continuou próximo à administração de Reinaldo Azambuja. Mesmo fora do cargo de chefe da Casa Civil, chegou a ser flagrado dando expediente e assumiu a coordenação política. Na campanha para reeleição de Reinaldo, atuou no interior e já em outubro, após a vitória, cogitava voltar.

Quando voltou ao Governo em janeiro deste ano, agora como Secretário Especial, ele mesmo resumiu o papel que cumpre no grupo. “Meu trabalho não muda nada, vou continuar atendendo Assembleia, prefeito, vereadores”, afirmou de Paula.

A reportagem tentou contato com Sérgio de Paula para comentar o envolvimento da Casa Civil no período em que ele era chefe do órgão na operação Aprendiz. Até o momento não houve resposta, e o Governo do Estado emitiu uma nota oficial sobre o caso, afirmando que vai contribuir com as investigações. (Com informações de Evelin Cáceres, Aliny Mary Dias e Ludyney Moura)

Fonte: Midiamax

 

Mesmo depois de morta, Rosilei Portonieli, cujo corpo foi retirado da cova, continuou sendo vítima de violência

A subtração do cadáver da dona de casa Rosilei Potronieli, 37 anos, na madrugada de terça-feira (12), horas depois de ser enterrada, em cemitério na cidade de Dois Irmãos do Buriti, distante 120 quilômetros de Campo Grande, é apenas um exemplo das situações extremas em que os casos de violência contra a mulher podem chegar. De acordo com a psicóloga da Casa da Mulher Brasileira, Tatiana Samper, não é possível encontrar explicações para as motivações destes crimes apenas no âmbito psicológico, mas é preciso considerar os aspectos culturais.

Na sexta-feira (15), em coletiva de imprensa, a Polícia Civil revelou que a subtração foi arquitetada pelo ex-policial militar José Gomes Rodrigues, 57 anos. Ex-namorado da vítima, ele contou com a ajuda de um primo, Edson Maciel Gomes, 50 anos, responsável por fazer as revelações à polícia depois de detido. A justificativa dada pelos autores para a ação foi o cumprimento de um “pacto” entre a vítima e o ex-companheiro, anos antes.

De acordo com a psicóloga, há duas perspectivas possíveis para explicar crimes como este: a cultura machista da sociedade, que leva os homens a acharem que têm posse sobre a mulher; e a psicológica, quando eles não aceitam uma separação e não têm recursos psíquicos para lidar com a rejeição. “Existe uma obsessão, como neste caso, mas isso não é uma exclusividade de pessoas com problemas psicológicos, porque o sentimento da posse é reforçado socialmente”.

Fonte: Correio do Estado

 

Hospital também deverá apresentar laudo e atender às notificações feitas anteriormente

Irregularidades valeram à Santa Casa de Campo Grande autuação pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM), após o princípio de incêndio ocorrido no início da semana, quando pacientes do Prontomed precisaram ser evacuados da área de atendimento. Cinco dias antes, o hospital tentou desqualificar, em matéria veiculada em seu site, com o título “Segundo Bombeiros, Santa Casa atende requisitos de segurança”, reportagem do Correio do Estado publicada alguns dias antes, em que apontava que o estabelecimento estava há seis anos sem alvará.

Apesar de, depois do princípio de incêndio, o Corpo de Bombeiros ter passado a se recusar a falar sobre o assunto, o Correio do Estado questionou diretamente a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A secretaria informou que, em razão do incidente registrado na segunda-feira (11), uma equipe técnica de bombeiros realizou vistoria na Santa Casa.

Conforme a Sejusp revelou, em decorrência da vistoria, “a instituição foi notificada e autuada pelo Corpo de Bombeiros Militar”. A equipe técnica também solicitou a apresentação de atestado de conformidade elétrica de todo o complexo do hospital, com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e laudo.

Fonte: Correio do Estado

 

Galo sofreu três gols no segundo tempo, e deixou a competição nacional

Como em oito das nove oportunidades anteriores, a participação do Operário na Copa do Brasil foi curta. O Galo perdeu por 4 a 1 para o Botafogo-PB, na noite desta quarta-feira (13), no Morenão, e foi eliminado ainda na primeira fase.

O regulamento da Copa do Brasil prevê que o clube melhor colocado no ranking nacional da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tem a vantagem do empate para se classificar à segunda fase. Fora de competições nacionais desde 2008, quando disputou a Série C do Campeonato Brasileiro, o Galo não aparece na lista e precisava vencer para avançar. O Belo, que joga a Série C, ostenta a 46ª posição.

O gol do Operário saiu dos pés de Alberto, de pênalti, ainda no primeiro tempo. O Botafogo-PB marcou com Dico, Nando (duas vezes) e Marcos Aurélio.

O Galo jogou com um a menos desde os 36 do primeiro tempo, quando Sávio Pereira Sampaio expulsou o atacante Thiago Miracema por causa de uma cotovelada em Rogério.

O jogo poderia representar lucro para os cofres do Operário. Com R$ 525 mil já garantidos como premiação por participar da primeira fase, o Galo levaria mais R$ 625 mil caso avançasse, prêmio que terminou nas mãos do clube da Paraíba.

Segundo a diretoria do Operário, 3.145 torcedores foram ao Morenão. Destes, 2.185 pagantes e 960 não pagantes.

A renda das bilheterias somou R$ 46.635,00. Classificado, o Botafogo-PB fica com 60% do valor líquido. O restante é do Operário.

A última participação do Galo na Copa do Brasil havia sido em 2006, quando foi eliminado por outro Botafogo, o carioca, na primeira fase.

Esta foi a décima vez que o Galo jogou a Copa do Brasil. Sua melhor campanha foi em 1990, única oportunidade em que sobreviveu à primeira fase, quando eliminou o Mixto-MT e depois caiu para o Goiás.

O Operário do técnico Arilson Costa volta a campo pelo Campeonato Estadual, no fim de semana. O compromisso é com o Novo, novamente no Morenão, pela sétima rodada.
Já o Botafogo-PB terá a Tombense-MG, que eliminou o Sport por 3 a 0, como adversária na próxima fase da Copa do Brasil. O jogo será em Tombos (MG).

JOGO

O Botafogo-PB assustou primeiro. Aos nove minutos do primeiro tempo, o meia Marcos Vinicius tabelou com o atacante Nando e saiu na cara do goleiro Jota, que desviou com o pé o chute rasteiro e impediu o gol.

O Operário apostava nos lançamentos nas costas da zaga paraibana, mas caía na linha de impedimento.
As divididas ficavam cada vez mais duras no meio de campo, o que tornou a primeira metade da etapa inicial bastante faltosa.

Mais lúcido com a bola no pé, o Botafogo-PB abriu o placar aos 20 minutos. Marcos Vinicius avançou pelo lado direito e passou para Clayton na entrada da área, que acionou Dico entrando com velocidade pelo lado esquerdo. O camisa 11 bateu rasteiro e venceu Jota.

Dico ainda balançou as redes seis minutos mais tarde, mas em posição irregular segundo o assistente Daniel Henrique Andrade. Na sequência, o zagueiro operariano André Paulino e Dico se estranharam. O árbitro Sávio Pereira Sampaio amarelou o defensor do Galo.

O empate do time campo-grandense saiu aos 33 minutos, após o lateral-esquerdo do Belo, Fábio Alves, desviar a bola com a mão. Alberto cobrou forte, no canto direito do goleiro Saulo, e empatou.

Quando o Operário ameaçava equilibrar as ações, o camisa nove Thiago Miracema acertou o volante Rogério com o cotovelo em dividida pelo alto e recebeu o cartão vermelho direto.

Enquanto o jogador do time paraibano era atendido, o meia Marcos Aurélio e o atacante Nando, os dois do Botafogo-PB, trocaram tapas e empurrões. Desta vez, Sávio Pereira Sampaio apresentou somente o cartão amarelo para o meio-campista.
As constantes paralisações levaram o primeiro tempo até os 52 minutos de jogo.

SEGUNDO TEMPO
Na volta do intervalo, o técnico do Operário, Arilson Costa, optou por tirar o armador Jean Carlos para apostar no meia-atacante Emerson Santos.

O Botafogo-PB passou a ter mais a bola e aproveitou a vantagem numérica para fazer o Galo correr dela.

Aos 16 minutos, o veloz Dico venceu a marcação do lateral-direito operariano, Da Silva, e tentou achar Nando na segunda trave, mas Jota interviu.

Três minutos depois, o Botafogo-PB voltou a se colocar na frente. Marcos Aurélio cobrou escanteio e Nando completou de cabeça.

O Belo ampliou aos 21 minutos. Nando resolveu devolver a gentileza e enfiou para Marcos Aurélio no meio dos zagueiros do Galo. O camisa dez teve calma e bateu rasteiro na saída de Jota.

O último prego no caixão operariano foi martelado aos 30 minutos, novamente por Nando, que aproveitou a bobeira da zaga, avançou e tirou do goleiro Jota.

Até o apito final, exatamente aos 45 minutos, o Operário se esforçava na base da vontade, mas a diferença técnica falava mais alto. O Botafogo-PB seguiu assustando nos contra-ataques, mas não conseguiu alargar a goleada.

Fonte: Correio do Estado

 

Estado foi o que apresentou maior evolução no índice de rodovias estaduais pavimentadas

Mato Grosso do Sul deve ter 35% de suas rodovias estaduais pavimentadas até o ano de 2022. A estimativa é do estudo Desafio da Gestão Estadual 2018, elaborado pela consultora Macroplan. De acordo com o levantamento, Mato Grosso do Sul foi o estado brasileiro com o maior avanço na pavimentação de rodovias em uma década. Em 2007, o Estado contava somente com 11,7% das estradas pavimentadas.

Já em 2017, ano base do estudo, este índice saltou para 23,2% de pavimentação, o que equivale a um aumento de 11,5 pontos percentuais. “Permanecendo nesse ritmo, MS alcançará o índice de 35% de rodovias pavimentadas até 2022. Por outro lado, Paraná, São Paulo, Bahia, Maranhão e Rio Grande do Sul, caso continuem com a trajetória apresentada na última década, alcançarão em 2022 índices inferiores aos de 2007”, analisou a consultoria.

Com o resultado, o Estado saltou da 20ª posição para a 7ª posição em rodovias pavimentadas. Já em relação ao estado de conservação das rodovias, o Estado recua para a 11º posição. O levantamento apontou que 37,9% das rodovias estaduais estão em boas condições de tráfego, o que corresponde a um aumento de 17,6 pontos percentuais em relação a 2007, porém de queda de 8,6 pontos percentuais em comparação ao ano anterior.

Levantamento da Secretaria do Estado de Infraestrutura (Seinfra) apontou que, até o ano passado, Mato Grosso do Sul contava com 14,6 mil quilômetros de rodovias estaduais. Deste total, 4,1 mil quilômetros eram pavimentados, aproximadamente. Este número, porém, deve crescer com o andamento de obras importantes, como na região do Pantanal.

ESCOAMENTO

De acordo com o vice-governador Murilo Zauith, que chefia a pasta de Infraestrutura no Estado, o governo deve lançar, no segundo semestre deste ano, projetos para aumentar a malha rodoviária pavimentada no Estado. O objetivo, explicou, é acompanhar as novas fronteiras agrícolas que estão se formando no Estado. “Temos um olhar forte para o Pantanal para que haja condições de tráfego para a parte turística em qualquer período do ano. Também estamos abrindo novas fronteiras agrícolas no Estado. Economicamente, temos que dar viabilidade para o escoamento dessa produção com a construção de pontes e estradas. Então vamos trabalhar com três eixos principais: Pantanal, pontes de concreto e fronteira agrícola”, destacou.

A principal fonte de receita para esses projetos, explicou o vice-governador, continua sendo Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundersul). No ano passado, foram arrecadados R$ 550 milhões com o tributo. “Para este ano, temos que ver a nossa safra. Quantas carretas de grãos e quantos caminhões de boi vão passar pelas estradas. Estamos fazendo um levantamento para os próximos quatro anos”, destacou.

Fonte: Correio do Estado

 

Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul contrataram até o momento 93 assessores parlamentares, conforme consulta ao portal da transparência da Casa, nesta segunda-feira (11). Há parlamentar com apenas um funcionário, enquanto outro tem a cota máxima permitida, de 25.

Cada deputado tem verba de gabinete de R$ 111.675,59 por mês para pagar salários de até 25 assessores, que são empregados como “secretários parlamentares” e trabalham para o mandato em Brasília ou nos estados. Eles são contratados diretamente pelos deputados, com salários que variam de R$ 1.025,12 a R$ 15.698,32.

Entre os estreantes, destaca-se Beto Pereira (PSDB), que já conta com 16 assessores. Mesmo número de profissionais que trabalham com Fábio Trad (PSD), que vai para seu terceiro mandato, embora na legislatura anterior tenha ficado pouco mais de um ano por ter assumido como suplente.

Os outros dois veteranos de Casa possuem o maior número de assessores contratados. Em seu quinto mandato, Vander Loubet (PT) é o único dos sul-mato-grossenses que atinge o número máximo, de 25. Enquanto Dagoberto Nogueira (PDT) tem 19.

Entre os restantes dos novatos, Bia Cavassa (PSDB) tem apenas um contratado, no entanto a deputada federal tomou posse no dia 7 de fevereiro, como segunda suplente de Tereza Cristina (DEM), que é ministra de Agricultura de Jair Bolsonaro (PSL); enquanto seu primeiro suplente, Geraldo Rezende (PSDB), é secretário de Saúde de Reinaldo Azambuja (PSDB).

Tendo tomado posse no primeiro dia da atual legislatura, 1º de fevereiro, os parlamentares do PSL têm o menor número de “secretários parlamentares”. Luiz Ovando tem 2 contratados, enquanto Loester Trutis possui 5.

Deputada federal eleita com maior número de votos em Mato Grosso do Sul no ano passado, Rose Modesto (PSDB) fecha a lista com 9 funcionários.

Com exceção de alguns profissionais que estão com os deputados que estão há mais tempo na Casa, a maioria dos assessores foram nomeados em publicação do Diário Oficial entre os dias 5 e 8 de fevereiro.

Fonte: Midiamax

 

Além do problema no abastecimento, alguns veículos estão sem manutenção

Viaturas do Corpo de Bombeiros passam por racionamento de combustíveis em Campo Grande. Além do problema no abastecimento, alguns veículos estão sem manutenção e, por isso, parados nos quartéis. A informação foi confirmada por bombeiros militares e uma das viaturas, a Auto Bomba Tanque (ABT35), está sem funcionar por falta de óleo no motor.

A situação foi flagrada pela reportagem. Nesta sexta-feira, no período da manhã, o veículo estava no estacionamento do quartel do 6º Grupamento de Bombeiros Militar, na Rua 14 de Julho, no centro da Capital.

Mas, após questionamento feito à assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, que negou o problema, o veículo foi retirado do pátio. Até o fechamento desta edição não foi dada resposta sobre o destino da viatura.
Segundo denúncia enviada ao Correio do Estado, os bombeiros estão ficando com as viaturas paradas por falta de combustível, troca de óleo do motor e pneu para reposição.

Fonte: Correio do Estado

 

 

Família do homem, que estava armado com faca, contesta versão, apesar de vídeo mostrar momento do ato obsceno

Medo, insegurança, e reféns na própria casa, sentimentos que três adolescentes viviam desde dezembro do ano passado, na residência onde moravam com os pais, no bairro Taquarussu, em Campo Grande, por causa de um vizinho que acabou morrendo com dois tiros depois de tentar invadir a residência das meninas.

Uma das garotas – a mais velha de 18 anos – contou ao Jornal Midiamax, que elas vivam trancadas em casa com medo de João Marcos da Silva Araújo, de 43 anos. “A mãe dele sempre passava a mão na cabeça dele. Era como se estivéssemos inventando toda a história”, disse.

“Vivíamos trancadas em casa e não dava mais para ficar deste jeito”, falou. A garota que tinha medo dele (João) tentar algo pior, como o que aconteceu nesta segunda-feira (4). Ele teria tentado invadir a casa onde as meninas estavam afirmando quer ia matá-las. João estava armado com uma faca.

Para a jovem se a polícia não tivesse chegado algo pior poderia ter acontecido. Um vídeo foi feito pela garota, mostrando quando João para na porta de vidro da casa dela e passa a se masturbar, “Fiz isso para provar para a mãe dele que tudo que há tínhamos falado era a pura verdade”. Mas, o Jornal Midiamax não irá exibir o vídeo por respeito as meninas e a família.

O caso
A confusão que terminou em morte seria porque o homem, que mora em uma vila de casas – um total de 3 – estaria se masturbando em frente a adolescentes que moram nas outras residências. Uma das meninas teria ligado para a polícia, que também acionou a Força Tática.

Quando chegaram ao local e entraram na casa encontraram o autor armado com uma faca, que passou a fazer ameaças de morte aos militares. Foi pedido que ele largasse a faca, mas não atendido. Neste momento, João teria dito que tinha uma arma em casa e que usaria contra eles se necessário.

Momento em que os policiais efetuaram quatro disparos de bala de borracha contra o homem, que ainda avançou com a faca em direção a um militar cortando a farda do agente. Dois disparos de arma foram efetuados contra João o atingindo no tórax. Ele morreu no local. A vítima tinha passagens por tráfico de drogas.

Fonte: Midiamax

 

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