Mato Grosso do Sul (187)

Municípios enfrentam problemas financeiros e atribuem problema à queda na arrecadação


Prefeituras de Mato Grosso do Sul têm tido dificuldade para manter as contas em dia. As cidades de Coxim e Aral Moreira atrasaram o pagamento dos servidores neste mês, causando greve entre servidores e a demissão de servidores comissionados é uma alternativa.

Em Coxim, a 253 km de Campo Grande, os servidores entraram em greve devido ao atraso nos pagamentos. A paralisação dura oito dias e a principal reivindicação é o cumprimento de data base para o pagamento dos servidores. Procurado pelo Jornal Midiamax, o prefeito Aluizio São José (PSB) explica que a Prefeitura efetivou o pagamento de 60% dos servidores municipais, mas alguns ainda permanecem sem receber.

Aluizio admite que a Prefeitura tem tido dificuldade em manter as contas em dia. “Tivemos uma queda na nossa cota de participação do ICMS, que resultou em uma diminuição da receita em R$ 3 milhões. Além disso, o nosso FPM (Fundo de Participação dos Municípios) sofreu com alterações e problemas fiscais. Junta tudo isso com uma dívida que estamos pagando de direitos trabalhistas da antiga Santa Casa”, explica.

Para tentar manter as contas em dia, o prefeito afirma que já começou a demitir servidores comissionados, além de reduzir o tempo de trabalho em serviços não essenciais, cortando horas extras. Ainda assim, há perspectiva de atraso no pagamento do 13º salário neste ano. “A gente tem feito de tudo para não afetar a prestação de serviços à população, nossa maior dificuldade é a folha de pagamento. Estamos tentando pagá-la em setembro, estamos tentando colocar em ordem”, diz Aluizio.

Ao todo, são 1.100 servidores municipais em Coxim. O prefeito se reúne com os servidores em greve nesta terça-feira (16) para definir se a paralisação continua. Segundo ele, os servidores em greve são, em sua maioria, trabalhadores da educação. O Jornal Midiamax entrou em contato com o SINSMC (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Coxim), mas não obteve resposta.

A Prefeitura de Aral Moreira, a 402 km de Campo Grande também passa por dificuldades para manter as contas em dia. Neste mês, o salário dos servidores atrasou cerca de uma semana e a situação já é encarada como normal. Segundo o prefeito Alexandrino Garcia (PR), o município passa por dificuldades devido à redução de repasses federais, além da participação no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação De Serviços) e a queda de arrecadação do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

“Este mês tivemos um atraso de uma semana no pagamento dos salários dos servidores, mas não chegou a ter greve porque é uma situação normal. Passamos por uma crise e, como uma cidade pequena, temos dificuldade de caixa devido à baixa arrecadação de impostos, como o IPTU, por exemplo”, cita o prefeito.

Alexandrino cita que a Prefeitura tem buscado alternativas para melhorar as contas públicas e que este ano já fez o Refis (Programa de Recuperação Fiscal) para ajudar os contribuintes a quitarem as dívidas com a prefeitura. Apesar das dificuldades de pagamento, ele afirma que nenhum serviço essencial foi afetado.

Para ajustar as contas, o prefeito não descarta um corte no quadro de pessoal da administração municipal. “Estamos buscando alternativas para tentar melhorar esta situação. Não descartamos cortes. Não faremos cortes em áreas essenciais, mas deve haver um corte de pessoal para manter em ordem a administração”, afirma.

Fonte: Midiamax

Presidente é primeiro suplente de Soraya ao Senado

A senadora eleita Soraya Thronicke e o segundo suplente, Danny Fabrício Cabral Gomes impetraram uma ação de investigação judicial contra o presidente do próprio partido, o PSL, Rodolfo Oliveira Nogueira para que seja decretada a sua inelegibilidade. Com isso, ele pode ser retirado do posto de 1º suplente.

A ação pede produção de provas para que Rodolfo mostre os recebidos de pagamentos das gráficas responsáveis pelo material de campanha. O desembargador Sérgio Fernandes Martins indeferiu a liminar para que o presidente seja obrigado a mostrar as notas e concedeu ao presidente do partido cinco dias para que ele se defenda contra o pedido de inelegibilidade.

A briga entre a senadora e o presidente do PSL em Mato Grosso do Sul teria iniciado, segundo os autos, quando a senadora descobriu que Rodolfo estaria imprimindo material de campanha com o nome de Jair Bolsonaro, candidato à presidência, juntamente com o nome de outros candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul que não eram coligados.

De acordo com a senadora e o segundo suplemente, “o material de propaganda estava incorreto, porque induziu o eleitor a pensar que os candidatos ao senado pelo PSL seriam” outros. “A conduta do representado incorreu em abuso de poder econômico, quando da confecção de material gráfico de propaganda eleitoral”.

No processo, Soraya também relata ter registrado boletim de ocorrência por ameaça que teria sofrido de Rodolfo.

A decisão do desembargador é do último dia 9 de outubro. Após a manifestação de Rodolfo e possível arrolamento de testemunhas, o pedido de inelegibilidade será analisado e pode ser deferido ou não.

Fonte: Midiamax

355 candidaturas disputaram os 24 mandatos na Assembleia Legislativa

355 candidaturas disputaram uma das 24 vagas de deputados estaduais em Mato Grosso do Sul.

Dos nomes com mandato, apenas três não concorreram à reeleição: Beto Pereira, do PSDB, e George Takimoto, do MDB, que tentaram vagas na Câmara Federal, e Grazielle Machado, do PSD, que anunciou a desistência da reeleição logo no início deste ano.

Confira abaixo o resultado da apuração
1º - Capitão Contar (PSL) - 77.802 votos

2º - Coronel David (PSL) - 45-599 votos

3º - Jamilson Name (PDT) - 33.605 votos

4º - Renato Câmara (MDB) - 32.764 votos

5º - Onevan de Matos (PSDB) - 30.461 votos

6º - Zé Teixeira (DEM) - 30.317 votos

7º - Lídio Lopes (PATRI) - 27.680 votos

8º - Paulo Corrêa (PSDB) - 27.432 votos

9º - Felipe Orro (PSDB) - 27.432 votos

10º - Barbosinha (DEM) - 27.025 votos

11º - Marçal Filho (PSDB) - 24.976 votos

12º - Professor Rinaldo (PSDB) - 24.417 votos

13º - Marcio Fernandes (MDB) - 23.131 votos

14º - Eduardo Rocha (MDB) - 22.175 votos

15º - Cabo Almi (PT) - 20.771 votos

16º - Pedro Kemp (PT) - 20.720 votos

17º - Londres Machado (PR) - 20.616 votos

18º - Neno Razuk (PTB) - 19.006 votos

19º - Herculano Borges (SD) - 17.582 votos

20º - Gerson Claro (PP) - 16.249 votos

21º - Antonio Vaz (PRB) - 16.086 votos

22º - Evander Vendramini (PP) - 12.585 votos

23º - Lucas de Lima (SD) - 12.133 votos

24º - João Henrique (PR) - 10.981 votos

Fonte: Jornal da Nova

Juiz aposentado disputará o governo com Reinaldo Azambuja

Com a confirmação do segundo turno nas eleições para o governo do Estado, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) já começou a pensar nas tratativas em busca de apoio na corrida para a sucessão estadual. Segundo mais votado, ele foi até o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para comemorar o segundo turno, que será disputado com o atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Odilon disse que pretende fazer aliança com o PT. “Vamos pedir apoio de todos os eleitores do PT, mas ainda não fechamos com nenhum partido”, disse, acrescentando que as tratativas começam amanhã.

O candidato aproveitou para dizer que defende a redução de partidos políticos e que vai votar para que as vagas para mulheres nas eleições sejam de mais de 30%, que ele considera como uma “formalidade”.

SEGUNDO TURNO

O atual mandatário, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), voltarão a disputar a preferência dos eleitores no dia 28 de outubro.

Com 99% das urnas eletrônicas do Estado já apuradas, Azambuja somava 44,61% dos votos válidos. Odilon de Oliveira acumulava 31,67%.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (MDB) tinha 11,81% dos votos, com 145.506 eleitores. Humberto Amaducci (PT) somava 9,90%, com 121.955; seguido por Marcelo Bluma (PV), com 1,29% da preferência e 15.877 votos). João Alfredo (PSOL), estava em último, com
0,63% e 7.724 eleitores.

Fonte: Correio do Estado

Nelsinho Trad (PTB) e Soraya Thronicke (PSL) foram eleitos senadores em Mato Grosso Grosso do Sul. Trad, que já aparecia a frente nas pesquisas, confirmou a preferência do eleitor, sendo o mais votado, enquanto Soraya ficou com a segunda vaga.

Ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad liderou todas as pesquisas de intenção de voto. Ele foi eleito com 18,38% dos votos. Nelsinho tem como 1º suplente o empresário José Chagas (DEM) e como 2º suplente a Professora Bazé (DEM).

Já Soraya estava em quarto na última pesquisa divulgada, com pouca diferença entre os demais candidat, e ficou com a segunda vaga, com 16,22% dos votos. Candidata pelo PSL, partido de Jair Bolsonaro, ela tem como suplente Rodolfo Nogueira e 2º suplente Danny Fabrício

Confira como foi a votação dos demais candidatos:

Moka (MDB) – 15,50%

Marcelo Miglioli (PSDB) – 15,08%

Promotor Sergio Harfouche (PSC) – 12,68%

Zeca do PT (PT) - 12,67%

Delcidio do Amaral (PTC) – 4,77%

Gilmar da Cruz (PRB) – 1,53%

Mario Fonseca (PC do B) – 1,31%

Anisio Guató (PSOL) – 1,23%

Betini (PMB) – 0,62%

Beto Figueiró (PODE) – 0,00%

Thiago Freitas (PPL) – 0,00%

Fonte: Correio do Estado

O ex-governador André Puccinelli está preso desde o dia 20 de julho no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Campo Grande, no Jardim Noroeste

O STJ - Superior Tribunal de Justiça - negou o pedido de habeas corpus ao ex-governador do Estado e ex-candidato ao cargo, André Puccinelli (MDB). Com esse, já foram quatro habeas corpus negados.

Esse recurso é o primeiro que a defesa de Puccinelli tenta individualmente. Os outros incluíam o filho de Puccinelli, Puccinelli, André Puccinelli Júnior, e o advogado sócio do Instituto Ícones, João Paulo Calves

O último HC que buscava a liberdade do trio em uma única peça, foi negado pela 5ª turma do TRF3 no dia 3 de setembro. Os presos são investigados pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal com base em provas da 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, Papiros de Lama, desencadeada em 2017.

De acordo com a publicação no sistema do STJ, “não concedida a medida liminar de ANDRÉ PUCCINELLI (Publicação prevista para 08/10/2018) (792)”. O documento completo ainda não está disponível.

Fonte: A critica

Policial estaria fora do posto de monitoramento em uma das áreas do local

Detento do Estabelecimento Penal masculino de Corumbá conseguiu fugir na manhã de terça-feira (02). O boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil por dois agentes penitenciários que estavam de serviço, informa que os servidores realizavam revista geral nas celas 1 e 2 e encaminharam os internos para a quadra de esportes.

Conforme noticiado pelo jornal Diário Corumbaense, por volta das 8h30, um dos agentes ouviu barulho no alambrado e viu Kelver Rafael de Almeida Pereira, de 25 anos, indo em direção à muralha do presídio.

Foi dado o alerta e os agentes correram para tentar impedir a fuga, mas o detento pulou o muro, teve acesso à rua e seguiu em direção aos trilhos. O registro policial ainda informa que durante o início da vistoria nas celas, dois policiais militares estavam na guarita da muralha que divide a área dos presídios masculino e feminino, mas durante a fuga, não havia nenhum policial no posto.

A Agepen (Agência do Sistema Penitenciário) e o Comando da Polícia Militar de Corumbá, informaram ao Diário Corumbaense que procedimentos internos serão abertos para apurar as circunstâncias da fuga do preso.

Sobre o detento

Kelver Rafael Pereira foi condenado a pena de 12 anos e 11 meses de prisão por roubo e estava preso no Estabelecimento Penal desde junho de 2017. O fugitivo é moreno, de estatura média, tem várias tatuagens pelo corpo, inclusive uma no pescoço.

Quem souber de alguma informação do paradeiro dele, pode entrar em contato com a PM pelo 190 ou com a Polícia Civil pelo telefone (67) 3234-7100.

Fonte: TopmidiaNews

Nelsinho lidera para o Senado, Zeca cai e fica ameaçado por Moka e Delcídio

A pesquisa do Ipems/Correio do Estado para o Senado confirma a liderança do ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PTB), mas deixa embolada a disputa pela segunda vaga depois da entrada do ex-senador Delcídio do Amaral (PTC). A segunda posição, ocupada pelo deputado federal e ex-governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, está ameaçada com a queda de seu desempenho na reta final da campanha eleitoral. No pleito deste domingo, o eleitor terá de votar em dois candidatos a senador por Estado.

O cenário hoje mostra a eleição de Nelsinho para a primeira vaga, com 30,85% das intenções de voto. Em seguida vem o Zeca do PT, com 24,09%. Os dois perderam pontos em relação à pesquisa de 20 de setembro.

O prejuízo maior, no entanto, fica para o ex-governador, que caiu de 31,36% para 24,09% e passou a ser ameaçado pelo senador Waldemir Moka (MDB) e pelo ex-senador Delcídio do Amaral. O candidato do PTB passou de 34,01% para 30,85%.

Moka está em terceiro lugar, com 18,83%. Em 20 de setembro ele tinha 19,84%, não mostrando, com isso, evolução em seu desempenho na campanha eleitoral. Ao contrário de Delcídio, que encostou em Moka conquistando 17,08% das intenções de voto em menos de duas semanas de campanha – ele registrou candidatura no dia 17 de setembro. Por esta razão, não deu tempo de colocá-lo na pesquisa do Ipems realizada de 16 a 20 de setembro e, por isso, não foi publicada. Os números servem apenas para análise do efeito da entrada de Delcídio na reta final da disputa pelo Senado.

Pesquisa realizada em 40 municípios representativos de MS, entre os dias 22 e 27 de setembro de 2018, com 1.500 entrevistados e margem de erro de 2,53% - Foto: Gráfico: Correio do Estado

Fonte: Correio do Estado

Levantamento mostra que tucano também lidera índice de rejeição

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que busca a reeleição, está tecnicamente empatado com a soma das intenções de voto dos demais candidatos a governador de Mato Grosso do Sul e pode vencer já no primeiro turno, aponta pesquisa DATAmax, realizada entre os dias 27 e 29 de setembro.

Na amostra estimulada, onde são apresentados os nomes dos candidatos ao entrevistado, Reinaldo Azambuja lidera com 37,5%, seguido por juiz Odilon (PDT), com 23,9%; Junior Mochi (MDB), com 6,2%; Humberto Amaducci (PT), com 5,4%; Marcelo Bluma (PV), com 2% e João Alfredo (PSOL), com 1,3%. Brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 12,6% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

Considerando a margem de erro, Reinaldo teria entre 34,5% a 40,5%, Odilon oscila entre 20,9% a 26,9%, Mochi fica entre 3,2% a 9,2%, enquanto Amaducci teria entre 2,4% a 8,4%. Marcelo Bluma poderia chegar a 5% e João Alfredo a 4,3%. Brancos e nulos oscilam de 8,2% a 14,2%, e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder ficam de 9,6% a 15,6%.

Considerando a projeção de votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Reinaldo tem 49,1%, seguido pelo candidato do PDT, Juiz Odilon, que tem 31,4%.

Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, Reinaldo Azambuja oscila entre 46,1% a 52,1%. Juiz Odilon oscila entre 28,4% a 34,4%.

Em terceiro está o deputado estadual Junior Mochi, do MDB, que tem 8,1% ; Humberto Amaducci, do PT, aparece com 7,1%; Marcelo Bluma (PV) registra 2,6% e João Alfredo Danieze, do PSOL, 1,6%..

Levando em conta a margem de erro há empate técnico entre três candidatos, uma vez que o emedebista teria entre 5,1% a 11,1%, o petista oscila entre 4,1% e 10,1%, enquanto o candidato do PV poderia ter de 0% até 5,6%. Ainda dentro da margem de erro dos votos válidos, Danieze, que pode oscilar de 0% a 4,6% empata tecnicamente com Bluma e Amaducci.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta nome dos candidatos, Azambuja lidera com 31,3%, seguido por Odilon, com 18,8%; Mochi, com 5,1%; Amaducci, com 4,4%; Bluma, com 1,1% e João Alfredo, com 0,4%.

Considerando a margem de erro, o tucano teria entre 28,3% a 34,3%.Odilon oscila entre 15,8% a 21,8%. Em terceiro, Mochi fica entre 2,1% a 8,1%, empatado tecnicamente com Amaducci, que teria entre 1,4% a 7,4%. Os três últimos empatam dentro da margem de erros, já que Bluma pode ter de 0% a 4,1, também empatado com o petista, e João Alfredo ficaria entre 0% a 3,4%.

Brancos e nulo somam 10,2%, oscilação entre 7,2 a 13,2%, enquanto 28,8% não souberam responder, patamar que pode chegar a 31,8%, ou cair a 25,8%.

Rejeição

Na rejeição apurada pelo Instituto DATAmax, Azambuja tem o maior percentual com 19,1%; Amaducci é o segundo, com 12,5%; Juiz Odilon tem 10% de rejeição na intenção de voto, Marcelo Bluma, 9,1%; e João Alfredo e Mochi aparecem empatados com 5,6%. O número de eleitores que afirma que não vota em nenhum dos seis é de 5,8%. Já 12,9% não rejeitam nenhum, poderia votar em todos, e 19,4% não souberam ou não quiseram responder.

Registro
A Pesquisa foi realizada ente os dias 27, 28 e 29 de setembro de 2018. No levantamento, com índice de confiança de 95% e margem de erros 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, foram realizadas 1.040 entrevistas e está registrada no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) e TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob os números MS-02838 e BR-04533/2018

Fonte: Midiamax

Elias Santana teria sofrido traumatismo craniano, além de lesões na coluna e pescoço

O peão de rodeio Elias Santana da Silva Júnior, de 29 anos, morreu após ser arremessado contra a arena durante o evento e ainda ser atingido pelo chifre do touro em seguida. Natural do município de Aparecida do Taboado, o atleta participava do rodeio na cidade de Rubinéia (SP) na madrugada de sábado (22) e estava internado até a tarde de ontem (25), quando morreu no hospital.

Conforme o site Informa Mais, Elias teria sofrido traumatismo craniano, além de lesões na coluna e pescoço. Após primeiros socorros, o peão foi transferido por Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel para São José do Rio Preto (SP).

Já no hospital de São José, Elias passou por cirurgia neurológica e permaneceu na UTI com cuidados intensivos.

Mesmo após as tentativas e cuidados, o peão não resistiu e morreu na tarde de ontem. Elias era casado e deixa um filho de 3 anos de idade.

Fonte: Correio do Estado

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