Brasil (499)

Enquanto Jair Bolsonaro (PSL) continua tendo que lidar com a crise iniciada com as suspeitas de candidaturas laranjas em seu partido, o arquiinimigo PSOL arrumou uma forma bem humorada de protestar.

Na manhã desta quarta-feira (20), o presidente foi ao Congresso levar pessoalmente a proposta de reforma da previdência de seu governo.

E, em uma situação em que nem mesmo os assessores parlamentares tinham acesso ao Salão Verde... Ivan Valente (SP), Fernanda Melchiona (RS), Marcelo Freixo (RJ), David Miranda (RJ), Edmilson Rodrigues (PA) e Glauber Braga (RJ) transformaram a área em uma feira.

Usando aventais cor de laranja, eles distribuíram a fruta usada para simbolizar quem empresta o próprio nome para ocultar benefícios direcionados a outra pessoa.

Fonte: Extra

 

Ex-juiz da Lava Jato disse que o fatiamento é uma "estratégia" para a tramitação do projeto e que o governo foi "sensível" às "reclamações razoáveis"

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, admitiu que o governo cedeu a pedidos de parlamentares e separou a criminalização do caixa 2 do pacote de propostas legislativas anticrime, que modifica 14 leis, conforme antecipado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O ex-juiz da Lava Jato disse que o fatiamento é uma "estratégia" para a tramitação do projeto e que o governo foi "sensível" às "reclamações razoáveis" de políticos de que o delito é menos grave do que corrupção e crimes violentos e o crime organizado.

"Caixa 2 não é corrupção. Existe o crime de corrupção e o crime de caixa 2. Os dois crimes são graves", disse, em breve coletiva de imprensa após a solenidade de assinatura dos projetos de lei, que encaminhará pessoalmente na Câmara dos Deputados ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acompanhado do ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil.

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"Houve reclamações por parte de agentes políticos de que o caixa 2 é um crime grave, mas não tem a mesma gravidade de corrupção, crime organizado e crimes violentos. Então, nós acabamos optando por colocar a criminalização num projeto à parte mas que está sendo encaminhado neste momento. Foi o governo ouvindo as reclamações razoáveis dos parlamentares quanto a esse ponto e simplesmente adotando uma estratégia diferente. Mas os projetos serão apresentados ao mesmo tempo", comentou o ministro.

Moro foi questionado sobre se isso não significaria deixar em segundo plano a criminalização do caixa 2 e se esse delito não é uma espécie de corrupção. Em resposta, frisou que nenhum governo anterior chegou a propor esta medida.

"Existe o crime de corrupção, previsto no Código Penal, e o caixa 2 que é um crime que existe no código eleitoral e não está adequadamente tipificado. E o que o governo faz assumindo um compromisso na linha do fortalecimento institucional do Estado de direito é propor uma tipificação mais adequada do caixa 2. Qual governo fez isso antes? Nenhum. O governo tem um firme compromisso em reforçar a institucionalidade. E isso passa pelo fortalecimento do combate a corrupção, crime organizado e crimes violentos", disse Moro.

Sobre o pacote anticrime em si, que altera ao todo 14 leis, Moro voltou a afirmar que é necessário "endurecer" em relação à criminalidade mais grave, mas que o foco não é aumentar as penas, e sim as regras de cumprimento delas. "Nós sabemos que existe problema carcerário, não é possível endurecer contra toda a criminalidade", avaliou.

"Não se trata, como algumas críticas um pouco equivocadas estão sendo realizadas, de apenas aumentar penas. Estamos criando métodos de investigação como agente encoberto e destravando nossa legislação processual para termos sistema de justiça criminal eficaz, que seja efetivo. Não é a dureza da pena que resolve o problema, mas a certeza da aplicação. E estamos trabalhando com a certeza", disse Moro.

Ao todo, serão apresentados três projetos. Segundo Moro, eles trazem medidas que considera eficazes contra crime organizado, crime violento e corrupção. "Todos estão relacionados. Não adiante enfrentar um sem os demais", disse.

Fonte: Noticias ao minuto

 

A Justiça do Rio de Janeiro converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante de Vinicius Batista Serra, acusado de ter espancado a paisagista e empresária Elaine Perez Caparroz, no apartamento dela, na Barra da Tijuca. O caso foi registrado na 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca) como tentativa de feminicídio.

A decisão foi do juiz Alex Quaresma Ravache, em audiência de custódia realizada hoje (18). O magistrado determinou ainda que Vinicius seja encaminhado para avaliação médica psiquiátrica.

“As fotos anexadas ao laudo prévio de lesão corporal demonstram a extrema gravidade das agressões às quais a vítima foi submetida. Os fatos do caso em exame revelam a alta periculosidade do agente e a necessidade da prisão cautelar como garantia da ordem pública”, diz a decisão. O juiz acrescenta que a prisão deve contribuir para que o custodiado não gere mais temor à vítima, que precisará comparecer em juízo para depor de forma isenta e livre de intimidações.

Na decisão, o juiz narra que vizinhos de Elaine chamaram a polícia ao ouvir os gritos de socorro da vítima. O policial militar que foi ao apartamento encontrou a vítima gravemente ferida, constatando sangue em diversos cômodos. Devido à gravidade dos ferimentos, Elaine não pôde ser ouvida pela polícia no momento do socorro.

Segundo o segurança do condomínio, o agressor chegou a se dirigir à portaria sujo de sangue, na intenção de fugir do local. Ele foi impedido de sair do prédio e a polícia foi acionada.

Fonte: Agencia Brasil

 

Rio - O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio, que matou o estudante Pedro Gonzaga com um golpe de mata-leão no supermercado Extra da Barra da Tijuca, na quinta-feira, tem orgulho de sua profissão. Em seus perfis em redes sociais, o segurança de 32 anos posta, recorrentemente, textos sobre sua rotina no trabalho. Recentemente, ele postou uma foto uniformizado, com uma arma na mão e escreveu que "ser um segurança é conviver com a morte e não se abalar, é estar triste e não chorar, é estar acordado para que todos durmam tranquilos, é dar o seu melhor e não ser reconhecido". Nas redes sociais, Davi já usou, como a imagem principal de seu perfil, uma foto do ator Jean-Claude Van Damme, famoso por seus filmes de lutas. O segurança também é chamado de "Vandame" por amigos.

Davi conseguiu o emprego de segurança no Extra há um ano e quatro meses. Ele é contratado da empresa Grupe Protection. Antes, era bombeiro civil e também trabalhava em empresas que prestam serviços de segurança patrimonial para outras companhias. Em fevereiro de 2016, época em que ainda trabalhava combatendo incêndios, escreveu que seu "lema é salvar vidas", num texto que fez em homenagem a um colega de trabalho mais velho.

Depois da rotina de trabalho, o assunto mais recorrente nas redes sociais do segurança é sua família: ele tem duas filhas pequenas, cujas fotos são compartilhadas frequentemente, sempre com elogios. "Deus desenhou cada detalhe com um toque de amor, obrigado meu Deus por essa filha maravilhosa" foi a legenda de uma foto com uma das filhas que postou em março de 2016. Nos comentários de amigos e parentes, muito elogio ao pai "presente".

O segurança também usa as redes sociais para postar conselhos e frases de auto-ajuda. "Não perca sua serenidade! Quando a irritação nos move, a saúde se descontrola, os órgãos se perturbam e sofremos terrivelmente", escreveu no início de 2016.

O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio Foto: Reprodução

Davi foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e vai responder pelo crime em liberdade, após pagar fiança de R$ 10 mil. Na avaliação do delegado Cassiano Conte, responsável pelo caso na Delegacia de Homicídios da Capital (DH), o segurança "se excedeu na legítima defesa".

Em depoimento, Davi negou ter apertado o pescoço da vítima, disse que não é lutador e acusou Pedro Henrique de tentar tomar sua arma. Investigadores da DH afirmaram que só o laudo de necropsia irá definir se o jovem morreu por causa do estrangulamento provocado pelo golpe mata-leão ou pela compressão da caixa torácica, quando o segurança coloca o peso do seu corpo sobre o do rapaz, impedindo-o de respirar. Nas imagens feitas de celular por um cliente do mercado, é possível perceber que Davi passa cerca de quatro minutos em cima do jovem, aparentemente franzino em comparação ao porte físico do segurança.

- Até o momento que o jovem caiu no chão e ele pegou a arma, como alega o vigilante, havia uma legítima defesa. A situação muda quando ele extrapola o tempo em que impede o rapaz de respirar - comentou um policial que, por não estar diretamente no caso, preferiu não se identificar.

Segundo o advogado de Davi, André França Barreto, ainda "não é possível afirmar que se tratou de asfixia".

— As imagens demonstram claramente que não houve "mata-leão", até porque o Pedro Henrique estava de frente para o Davi. Em segundo lugar, há que se aguardar o laudo pericial, não sendo possível afirmar, neste momento, que se tratou de asfixia.

O professor de Direito Penal da PUC e criminalista Breno Melaragno explica que, embora o delegado tenha interpretado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar, o Ministério Público estadual deverá mudar a classificação para homicídio doloso.

— Independente do resultado do laudo, que pode dar como causa da morte o estrangulamento ou sufocamento, a modalidade dolosa (quando há intenção de matar) pode ser percebida pelas imagens que circularam pela internet. Entendo que, ao classificar como homicídio culposo, a autoridade policial considerou que houve legítima defesa por imperícia ou negligência, numa análise técnica. Acredito que o MP estadual irá mudar para homicídio doloso, qualificado pela asfixia, o que torna o crime hediondo. Neste caso, inclusive, cabe prisão preventiva pela periculosidade demonstrada pela conduta do autor do crime — explica o criminalista.

O fato de a mãe de Pedro e testemunhas implorarem para o segurança largar o rapaz e dizer que ele estava com as mãos roxas demonstra, na opinião de Breno, que ele sabia estar extrapolando no uso da força.

— Ele foi avisado que Pedro estava sem ar, mas os ignorou — conclui.

Nas imagens do circuito de segurança do supermercado, o rapaz se aproxima de Davi e parece conversar com ele. Em seguida, quando a mãe de Pedro, Dinalva Oliveira, se aproxima, ele cai no chão e fica se debatendo. Em sua defesa, Davi reforça que se abaixou para tentar ajudá-lo, mas achou que ele estava simulando a situação. Foi quando Dinalva, de acordo com o segurança, avisa que o rapaz era seu filho e que ele era dependente de drogas. Neste instante, outro segurança, Edmilson Félix, se aproxima deles. Segundo Davi, Pedro se levanta e tem outro ataque, fazendo com que ambos caiam no chão.

Fonte: Extra

 

O ex-presidente criticou ainda a participação de familiares nos assuntos do Planalto

Fernando Henrique Cardoso se manifestou nesta sexta-feira (15) sobre a nova crise estabelecida no governo Jair Bolsonaro, essa envolvendo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

 

Em sua conta no Twitter, o ex-presidente da República disse que é comum a desordem no início de governo, mas que a gestão Bolsonaro está “abusando”. O tucano criticou ainda a participação de familiares nos assuntos governamentais.

“Início de governo é desordenado. O atual está abusando. Não dá para familiares porem lenha na fogueira. Problemas sempre há, de sobra. O Presidente, a família, os amigos e aliados que os atenuem, sem soprar nas brasas. O fogo depois atinge a todos, afeta o país. É tudo a evitar”, escreveu FHC.

Fernando Henrique Cardoso
@FHC
 
 

Inicio de governo é desordenado. o atual está abusando. Não dá para familiares porem lenha na fogueira. Problemas sempre há, de sobra. O Presidente, a família, os amigos e aliados que os atenuem, sem soprar nas brasas. O fogo depois atinge a todos, afeta o país. É tudo a evitar

 
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Fonte: Noticias ao minuto

 

"Se ele está com algum problema, ele tem que comandar a solução, e não pode misturar família com isso, gerando insegurança", completou chefe da Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), falou nesta quinta-feira (14) sobre a crise que se abriu no governo, após reportagens da Folha de S. Paulo levantarem suspeitas sobre criação de candidatos laranjas, por parte do PSL, como forma de conseguir recursos públicos para campanhas eleitorais.

O ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, então presidente do partido de Jair Bolsonaro, é apontado como responsável por ter autorizado a liberação das verbas do fundo partidário para tais candidaturas. Por isso, tem sido alvo dos filhos do presidente.

Um deles, Carlos Bolsonaro, chegou a dizer, em uma rede social, nesta quarta-feira (14), que Bebianno mentiu ao afirmar que estava em contato com Bolsonaro. Para isso, usou como prova um áudio que teria sido enviado pelo próprio presidente ao ministro. Bolsonaro, por sua vez, endossou a posição de Carlos e compartilhou a publicação.

"A impressão que dá é que o presidente está usando o filho para pedir para o Bebianno sair. E ele é presidente da República, não é? Não é mais um deputado, ele não é presidente da associação dos militares", declarou Maia ao blog da Andreia Sadi, no portal G1.

"Então, se ele está com algum problema, ele tem que comandar a solução, e não pode, do meu ponto de vista, misturar família com isso porque acaba gerando insegurança, uma sinalização política de insegurança para todos", afirmou o presidente da Câmara.

Maia ainda falou sobre os riscos causados pelo episódio. "Olha, eu não gosto de ficar me movendo nas relações familiares, mas eu acho que o episódio do Bebianno não tem relação com o Bebianno. O Bebianno transferiu dinheiro para o diretório [do PSL], não é? Ou para uma candidata de um estado. Qualquer presidente de partido poderia passar por isso. Você transformar isso numa crise dentro do Palácio do Planalto, eu acho que é risco muito grande pra um governo que precisa analisar a liderança, unidade, porque vai ter desafios importantes começando pela Previdência", declarou.

Fonte: Noticias ao minuto

 

A comemoração pela classificação para a final da Taça Guanabara durou pouco para quatro jogadores do Vasco. Na noite desta quinta-feira, depois de o time vencer o Resende por 3 a 0 no Maracanã, o atacante Rildo teve o carro roubado na Linha Amarela, na altura da Freguesia, Zona Oeste do Rio. Estavam com ele o goleiro Jordi, o meia Yan Sasse e o volante Raul.

Além do automóvel, Rildo teve o telefone celular levado. Jordi também ficou sem o aparelho. Os quatro ficaram no local à espera da chegada de um carro do auxílio da Concessionária que administra a via expressa.

Há relatos de que outros carros foram abordados no mesmo ponto da Linha Amarela. Os jogadores do Vasco voltam aos treinos na tarde desta quinta-feira, no centro de treinamento em Vargem Pequena.

Fonte: Extra

 

 

O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a realização de duas sessões especiais de homenagem. Uma delas vai comemorar os 54 anos da Rede Globo de Televisão e segunda vai homenagear as corporações dos Corpos de Bombeiros que atuaram nas operações de resgate após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG).

A proposta de homenagem à Rede Globo é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e foi apoiada pelos senadores Izalci Lucas (PSDB/DF), Dário Berger (MDB/SC), Otto Alencar (PSD/BA), Ciro Nogueira (PP/PI) e Lasier Martins (PODE/RS). Segundo Randolfe, trata-se do reconhecimento da importância da maior rede de televisão brasileira, fundada em 26 de abril de 1965, pelo jornalista Roberto Marinho.

Já a proposta de homenagem aos Bombeiros foi da iniciativa da senadora Soraya Thronicke (PSL/MS) e mais cinco outros senadores: Jorge Kajuru (PSB/GO), Leila Barros (PSB/DF), Luis Carlos Heinze (PP/RS), Alessandro Vieira (PPS/SE) e Styvenson Valentim (PODE/RN). De acordo com eles, o requerimento foi motivado pelo heroico papel que essa corporação tem realizado nos resgates apóa catástrofes como a ocorrida pelo rompimento da represa de rejeitos da empresa Vale, onde morreram mais de 300 pessoas.

Nas sessões especiais não há votações. Elas se destinam a comemorar ou homenagear um fato, pessoas ou organizações. Para serem apresentados requerimentos de sessões de homenagem é preciso a subscrição de pelo menos seis senadores.

Fonte: Correio do Estado

 

O jornalista de 66 anos foi uma das vítimas da queda do helicóptero que ocorreu na manhã desta segunda-feira

Postagens de evangélicos no Facebook associavam a morte de Ricardo Eugênio Boechat com a resposta dada pelo jornalista ao pastor Silas Malafaia durante uma transmissão ao vivo no programa de rádio BandNewsFM.

O jornalista de 66 anos foi uma das vítimas da queda do helicóptero que ocorreu na manhã de segunda-feira (11), no Rodoanel em São Paulo, batendo na parte dianteira de um caminhão logo em seguida.

“Ô Malafaia, vai procurar uma rola”, começou Boechat em um discurso contra a liderança evangélica a respeito de intolerância religiosa, em junho de 2015. Os posts trazem links de notícias da queda de helicóptero com frases como “ninguém se levanta contra os ungidos do Senhor dos Exércitos” ou “maldito aquele que fala do ungido de deus”.

A briga entre os dois começou porque Boechat comentava a agressão sofrida por uma menina de 11 anos devido a intolerância religiosa. A criança foi apedrejada na cabeça porque é praticante do candomblé.

Malafaia, incomodado, publicou em seu Twitter um desafio para o jornalista: “Avisa ao jornalista Boechat, que está falando asneira, dizendo que pastores incitam os fiéis a praticarem a intolerância. Verdadeiro idiota. Desafio Boechat para um debate ao vivo. Falar asneira no programa de rádio sozinho, é mole, deixa de ser falastrão. Não incite o ódio”, escreveu o religioso.

Ao vivo, Boechat leu o tuíte e já respondeu botando a boca no trombone. “Ô Malafaia, vai procurar uma rola, vai. Não me enche o saco. Você é um idiota, um paspalhão. Um pilantra. Tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. E agora vai querer me processar. Você gosta muito de palanque, não vou te dar palanque porque você é um otário. Não vou fazer debate nenhum com você porque não quero te dar essa confiança. O que eu falei e repito é que num âmbito de igrejas neopentecostais estão acontecendo atos de incitação à tolerância religiosa, mais do que em outros ambientes. Em nenhum momento, pode pegar minhas falas que estão gravadas, eu disse algo que generalizasse as coisas. Até porque, diferente de você, não sou um idiota”, começou Boechat.

“Você é um homofóbico, uma figura execrável, horrorosa, que toma dinheiro das pessoas. Você é rico porque toma dinheiro das pessoas pregando salvação depois da morte. Meu salário, meus patrimônios, vêm do meu suor, não do suor alheio. Você é um charlatão, cara. Que usa o nome de Deus e de Cristo para tomar dinheiro dos fiéis. Você é um tomador de grana. Você e muitos outros. Não medo de você não, seu otário! Vai procurar uma rola”, completou o jornalista.

Fonte: Yahoo Notícias

 

A data de saída vai depender do Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro recebeu aval da equipe médica para ter alta do Hospital Albert Einstein na quarta-feira, 13. A data de saída vai depender do Palácio do Planalto. Nesta segunda-feira, 11, o presidente completou 15 dias de internação.

Após duas semanas de uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal, Bolsonaro já se alimenta com dieta leve e apresentou melhora do quadro pulmonar - ele foi diagnosticado com pneumonia na semana passada. De acordo com os médicos, o presidente precisa ficar internado até quarta-feira, quando termina o período de medicação com antibióticos, administrados para conter a infecção no pulmão.

"Ele pode ter alta sim. Mas eu não sei se ele vai quarta, ele e o cerimonial (do Planalto) vão decidir", disse o cirurgião Antonio Luiz Macedo. "O presidente está ótimo, está perfeito."

Bolsonaro já está liberado para falar, como fez nesta segunda ao receber três ministros, um governador e um secretário paulista, destacou o médico. Além disso, o organismo dele respondeu de forma satisfatória à alimentação sólida, retomada nesta segunda. "A única pendência são os antibióticos", destacou Macedo.

Fonte: Noticias ao minuto

 

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