Brasil (410)

O serviço de inteligência da Polícia Federal (PF) está investigando duas novas ameaças que surgiram na internet contra o presidente eleito, Jair Bolsonaro. Dois vídeos que circulam nas redes sociais mostram homens armados fazendo ameaças e falando em atirar em Bolsonaro.

Em mensagens no Twitter publicadas nos dias 3 e 6 deste mês, o vereador Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente eleito, compartilhou os vídeos e advertiu para o risco de se menosprezar os ataques verbais.

RI Rio de Janeiro (RJ) 20/11/2018 Ameaças a Jair Bolsonaro na internet. Foto reprodução / Twitter Foto: Picasa / Agência O Globo

“Subestimar este tipo de ameaça diária contra todo brasileiro e tratá-los como vítimas é combustível do caos em nosso país. Bandido no Brasil deita e rola em cima de nossas leis e da Justiça! Se Deus quiser, isso acabará em breve!”, escreveu o vereador na rede.

RI Rio de Janeiro (RJ) 20/11/2018 Ameaças a Jair Bolsonaro na internet. Foto reprodução / Twitter Foto: Picasa / Agência O Globo

Num dos vídeos, um homem exibe um fuzil em direção a uma rua escura e, sem mostrar o rosto, faz ameaças. No outro, um homem segura duas pistolas e diz: “Bolsonaro, tu vai entrar na bala”. Ele está de frente para a câmera e mostra o rosto, sem qualquer receio de ser reconhecido.

Jogo do Vasco na agenda

A PF está tentando identificar e localizar os autores das ameaças. Para os agentes, tudo indica que são bandidos de alguma facção criminosa.

Um dos objetivos da investigação será descobrir se as declarações fazem parte de um plano de ataque ou se seriam meras bravatas de criminosos em busca de fama. Antes dos tuítes do vereador, o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, disse ao EXTRA que foi informado sobre um suposto plano de ataque terrorista a Bolsonaro. O general não forneceu mais detalhes do caso nem disse quais as providências tomadas. O assunto foi tema de reuniões na PF e na Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Em meio às questões de segurança, Bolsonaro avalia ir no domingo a São Januário, onde o Vasco receberá o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro. Apesar da vontade do vencedor da última disputa presidencial, a equipe de segurança ainda tenta demovê-lo da ideia, lembrando os riscos de uma operação desse tipo. Depois de sofrer o ataque a faca, em setembro, Bolsonaro passou a usar colete à prova de balas em todos os deslocamentos.

Fonte: Extra

Confirmação foi feita pelo Twitter, logo após o desembarque do futuro presidente em Brasília

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou por meio das redes sociais na manhã desta terça-feira (20) que Wagner de Campos Rosário permanecerá como ministro da Transparência, Fiscalização e CGU (Controladoria-Geral da União). Bolsonaro anunciou o nome do ministério apenas como CGU, antiga denominação.

A escolha foi anunciada por meio das redes sociais do presidente eleito logo depois de ele ter conversado com Rosário na base aérea em Brasília, ao desembarcar na manhã desta terça na capital federal para atividades do governo de transição.

Rosário assumiu a pasta interinamente em maio de 2017, depois da saída de Torquato Jardim e da recusa de Osmar Serraglio.

Até agora, o futuro governo manteve apenas Rosário da estrutura de primeiro escalão de Temer. Bolsonaro, contudo, já anunciou que Mansueto Almeida seguirá chefiando o Tesouro Nacional e estuda a permanência de Ivan Monteiro, atual presidente da Petrobras, em seu governo, à frente do Banco do Brasil.

A indicação conta com a simpatia de Temer e com o respaldo de Sergio Moro. Inicialmente, o governo do presidente eleito estudava unificar a CGU à Justiça, pasta que será comandada pelo ex-juiz federal da Lava Jato.

Os planos mudaram após a avaliação de que haveria excesso de atividades nas mãos de Moro e de críticas de que colocar fim ao status de ministério da CGU poderia comprometer o combate à corrupção. A avaliação no Palácio do Planalto é de que Rosário trabalhou em sintonia com a Polícia Federal no rastro da Operação Lava Jato, ganhando apoio junto a integrantes da Força Tarefa.

Além disso, o ministro é bem visto pela cúpula militar do novo governo por ter se formado capitão e ter passado pela Aman (Academia Militar das Agulhas Negras), por onde também passaram, além do próprio Bolsonaro, os generais Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente eleito, e Augusto Heleno, futuro chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

O crime foi cometido na madrugada desse sábado (17), em Araguari, no interior de Minas Gerais

A médica Mariana Paranhos, 33 anos, e a filha, 4, foram mortas a facadas pelo marido da mulher e pai da criança, o empresário Thiago Aquino, 30, que cometeu suicídio após assassiná-las. O crime foi praticado na madrugada desse sábado (17), em Araguari, no interior de Minas Gerais.

 

Segundo informações do EXTRA, obtidas pela Polícia Militar, Mariana foi atingida por 12 facadas, enquanto a garota, duas. O suspeito desferiu quatro golpes contra o próprio peito, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil vai investigar o caso para apurar a motivação do duplo homicídio. Os celulares do casal foram apreendidos.

O casal e a filha deles morava em Uberlândia, a 40 quilômetros de Araguari, cidade onde Mariana fazia plantão no dia em que foi morta. Em determinado momento, Thiago foi à unidade de saúde e pediu para uma enfermeira chamar a esposa e informar que a menina estava passando mal.

De acordo com o subtenente Adailton Ferreira de Carvalho, testemunhas disseram ter visto uma mulher correndo em direção ao centro da cidade com a mão na barriga, enquanto um motorista tentava atropelá-la. Policiais abordaram o veículo e a criança, ainda na cadeirinha, já estava "agonizando". A corporação já encontrou a mulher morta e o pai ainda foi levado ao hospital.

Fonte: Noticias ao minuto

Ministro Humberto Martins pretendia tomar depoimento do magistrado no próximo dia 6

A exoneração do juiz Sergio Moro esvazia ato do corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, que pretendia tomar seu depoimento no próximo dia 6, em Brasília.

O assunto seria o tumulto processual causado pela liminar do juiz federal Rogério Favreto, que concedeu liminar, durante plantão em julho, autorizando a liberação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A audiência de Moro deverá ser cancelada porque a exoneração retira do xerife do CNJ a autoridade para aplicar qualquer punição disciplinar ao juiz da Lava Jato.

Martins agendara audiências separadas para a oitiva, no mesmo dia, de Moro, Favreto e dos magistrados João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores, também do TRF-4.

A exoneração de Moro afasta a possibilidade de uso político do CNJ para dificultar sua nomeação como ministro da Justiça e da Segurança Pública no governo Bolsonaro (PSL).

Os poderes prometidos a Moro têm preocupado velhos caciques no Legislativo e no Executivo, sentimento que também aflige alguns membros de tribunais superiores.

A rapidez com que foi antecipada a exoneração sugere que foi abortada uma tentativa maior de desgastar o juiz de Curitiba. No mesmo dia, nesta sexta-feira (16), foram assinados o pedido do juiz e o ato da exoneração por Thompson Flores, presidente do TRF-4.

Moro só pretendia requerer a dispensa no início de janeiro, "logo antes da posse no novo cargo", como afirma no ofício.

Não parece convincente a alegação de que sua permanência na magistratura seria relevante "por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto no qual há ameaças".

Soa mais crível a afirmação de que, estando formalmente fora da toga, elimina "controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça".

A retirada de Moro da alçada do corregedor nacional concentra o foco da investigação administrativa no juiz Rogério Favreto, principal personagem do episódio no Judiciário.

É sintomático o fato de que os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP) tenham protocolado pedido ao CNJ para anular a exoneração de Moro.

Foram esses parlamentares que requereram a liminar de Favreto, na véspera do plantão.

Pimenta, Damous e Teixeira alegam que Moro não poderia ter sido exonerado porque há processos administrativos disciplinares contra ele no CNJ. Citam resolução do órgão segundo a qual um juiz processado por razões disciplinares não poderia ser afastado do cargo.

O argumento não se sustenta porque Moro não responde a nenhum processo disciplinar. O juiz é alvo de procedimento preliminar de averiguação. Para abertura de um Processo Administrativo Disciplinar, o corregedor nacional precisaria obter a aprovação do colegiado.

Com a retirada de Moro da agenda de oitivas os holofotes voltam-se para Favreto.

Os desdobramentos do caso no CNJ confirmarão se os autos que tramitavam em Porto Alegre terão desfecho mais rápido em Brasília. Ou se permanecerão na gaveta de processos que não são chamados a julgamento pelo órgão de controle externo do Judiciário.

Consultado, via assessoria, o corregedor Humberto Martins não comentou os fatos novos. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil

A segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2017 será aplicada neste sábado (17) e domingo (18) em Brasília (DF), Curitiba (PR), São Luís (MA), Manaus (AM) e Belo Horizonte (MG). Mais de 900 médicos farão as provas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil. O Exame é feito tanto por estrangeiros formados em medicina fora do Brasil, quanto por brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

A segunda etapa do Revalida é uma Prova de Habilidades Clínicas na qual o participante percorre dez estações para resolução de tarefas sobre investigação de história clínica, interpretação de exames complementares, formulação de hipóteses diagnósticas, demonstração de procedimentos médicos e aconselhamento a pacientes ou familiares.

São dois dias de prova e dois turnos de aplicação em cada um. As provas do primeiro turno começam às 13h e as do segundo turno, às 17h. Os portões são fechados meia hora antes. Os horários estão detalhados no Cartão de Confirmação e no Edital do Revalida – 2ª Etapa. É obrigatória a apresentação de via original de documento oficial de identificação com foto para a realização das provas.

A exigência do Revalida foi um dos pontos anunciados pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, como requisito para a participação de Cuba no programa Mais Médicos. Para as autoridades cubanas, o governo eleito questiona a preparação dos médicos ao exigir que eles se submetam à revalidação do título para serem contratados. Após declarações de Bolsonaro, Cuba decidiu deixar o programa.

O programa Mais Médicos foi criado em 2013, na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, para levar médicos a regiões distantes e periferias do país. A vinda dos médicos cubanos foi acertada por meio de convênio firmado entre os governos brasileiro e de Cuba, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), e que dispensava a validação do diploma dos profissionais. Na ocasião, o acordo foi questionado por entidades médicas brasileiras.

Desde que foi criado, em 2011, o Revalida é considerado uma prova com alto grau de dificuldade. No primeiro ano de aplicação, 12,13% dos participantes foram aprovados. Em 2012, a porcentagem caiu para 9,85% e, em 2013 chegou ao mínimo para 6,83%. Em 2014, os aprovados aumentaram para 32,62% e, em 2015, aqueles que conquistaram o direito de atuar no Brasil atingiu o nível recorde de 42,15% dos participantes.

Na primeira etapa do Revalida, realizada no ano passado, os médicos fizeram uma avaliação escrita composta por prova objetiva de 100 questões de múltipla escolha, e uma discursiva, com cinco questões. Se inscreveram no Revalida 8.735 candidatos de 56 nacionalidades.

Os brasileiros eram maioria dos inscritos, representando 59% dos participantes. Médicos bolivianos representavam 16% dos inscritos, enquanto os cubanos, 10%. Em relação à origem do diploma, o maior número de participantes se formou em medicina na Bolívia, 55%. Cuba, com 16% e Paraguai, 12%, vinham na sequência. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

A lista inclui todos os juízes federais titulares que atuam no âmbito do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que abrange os Estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Após a saída de Sérgio Moro da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba na próxima segunda-feira, 19, pelo menos 232 juízes federais titulares poderão se candidatar à cadeira deixada pelo magistrado e assumir o incrível acervo de processos da Lava Jato em primeira instância.

A lista inclui todos os juízes federais titulares que atuam no âmbito do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que abrange os Estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, o tribunal conta com 233 juízes titulares, mas com a saída de Moro na próxima segunda-feira, 19, o número cairá para 232.

No topo da lista estão, pela ordem, os juízes federais Luiz Antônio Bonat (Curitiba), Taís Schilling Ferraz (Porto Alegre), Marcelo de Nardi (Porto Alegre), Alexandre Gonçalves Lippel (Porto Alegre), Hermes Siedler da Conceição Júnior (Porto Alegre), Eduardo Vandré Oliveira Lema Garcia (Santa Cruz do Sul), Altair Antônio Gregorio (Porto Alegre) e Loraci Flores de Lima (Santa Maria).

Todos esses oito juízes titulares ingressaram no TRF-4 no mesmo dia: 25 de maio de 1994, quatro anos depois de Moro, que ingressou como titular no tribunal em 24 de novembro de 1998.

O processo interno de seleção, denominado remoção, deverá durar um mês. Ainda não há previsão para a publicação de edital de remoção, mas uma vez divulgado, os juízes titulares deverão apresentar suas candidaturas nos dez dias seguintes. O critério de seleção será baseado na antiguidade, ou seja, no tempo de atuação do magistrado como juiz titular e, depois, como juiz substituto.

Em caso de empate, será utilizado o critério de colocação no concurso público. Neste critério de classificação, o juiz Luiz Antônio Bonat, da 21.ª Vara Federal de Curitiba, aparece na primeira colocação.

Se nenhum juiz titular apresentar candidatura, a vaga será aberta em um edital de promoção aos juízes federais substitutos, que poderão concorrer à cadeira pelos mesmos critérios de antiguidade e colocação no concurso público.

Até a escolha do substituto de Moro, os processos da Lava Jato continuarão sob a tutela da juíza substituta Gabriela Hardt, que na quarta-feira, 14, interrogou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal do sítio de Atibaia.

Fonte: A critica

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, assinou, na tarde desta sexta-feira (16), o ato de exoneração do juiz federal Sérgio Moro, que tem vigência a partir de segunda-feira (19).

Thompson Flores recebeu, na manhã desta sexta-feira, o pedido de exoneração do titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava Jato em 1º grau.

Temporariamente, as ações da Lava Jato estão sendo comandadas pela juíza substituta Gabriela Hardt.

Ela fica à frente dos processos até que seja escolhido um novo titular – ela não pode assumir em definitivo por ser juíza substituta. A seleção é responsabilidade do TRF-4.

Vaga na 13ª Vara Federal

Depois da publicação do ato de exoneração do magistrado federal no Diário Oficial da União (DOU), o edital para concurso de remoção deve ser publicado.

A remoção é um concurso interno entre magistrados da Justiça Federal da 4ª Região, para preenchimento de vagas, de acordo com as regras estabelecidas na Resolução 32/2007 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Resolução 1/2008 do Conselho da Justiça Federal (CJF) e no Regimento Interno do TRF4, artigo 371.

Após a publicação do edital, os juízes federais que desejarem concorrer à vaga de remoção têm o prazo de 10 dias para manifestação de interesse e três dias para desistência.

Depois, o processo é instruído e deve ter a duração de cerca de um mês.

O candidato deve ser escolhido de acordo com o critério da antiguidade.

Primeiro, leva-se em conta o tempo no cargo de juiz federal na 4ª Região. Depois, a antiguidade no exercício no cargo de juiz federal substituto na 4ª Região e, por fim, o critério de classificação no concurso público.

A deliberação sobre o pedido de remoção cabe ao Conselho de Administração do TRF-4. O ato de remoção é expedido pelo Presidente do TRF-4 e publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região.

Até que seja preenchida a vaga, a substituição até o exercício do novo juiz titular fica a cargo do juiz federal substituto da própria vara.

Não há redistribuição de processos, eles continuam atribuídos ao Juízo Federal, ou seja, a 13ª Vara Federal de Curitiba.

Fonte: G1

Presidente eleito disse que ministro é a melhor pessoa para explicar suspeita de caixa dois

Jair Bolsonaro disse que o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, é a melhor pessoa para responder sobre a suspeita de ter recebido R$ 100 mil em caixa dois da J&F, controladora da JBS, nas eleições de 2012. O presidente eleito participou de entrevista coletiva no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, nesta quarta-feira (14).

Segundo o jornal "O Globo", quando questionado se ainda tinha 100% de confiança em Onyx, que foi indicado para a Casa Civil, Bolsonaro disse: "O Onyx é a pessoa mais adequada para responder à pergunta de vocês. Ele é a pessoa mais adequada. Pelo que sei, ele não é réu em nada. 100% (de confiança), ninguém. 100% só confio no meu pai e na minha mãe".

Ainda na quarta (14), Onyx rebateu a acusação em um pronunciamento à imprensa. Sem fazer referência direta ao suposto repasse, classificou a informação como "requentada", disse não conhecer os delatores e que o “sistema” tenta envolvê-lo com corrupção.

Fonte: Notifcias ao minuto

O futuro chefe da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro usou tom irônico ao responder um pergunta sobre o país europeu, e as palavras dele foram confrontadas pelo embaixador Nils Martin Gunneng

 

O futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira (12) que a Noruega precisa aprender com o Brasil sobre preservação do meio ambiente.

"O Brasil preservou a Europa inteira territorialmente, toda a União Europeia, com as nossas matas, mais cinco Noruegas. Os noruegueses têm que aprender com os brasileiros, e não a gente aprender com eles", disse em entrevista coletiva em Brasília.

A declaração foi feita após Lorenzoni ter sido confrontado por um repórter, ao dirigir críticas à Noruega, com o fato de que o país escandinavo ajuda o Brasil a preservar o meio ambiente.

"Ah é, sim, sim... A legislação brasileira não vale nada. O que nós fizemos não vale nada, o que vale é a Noruega. E a floresta norueguesa, quanto eles preservaram? Só uma pergunta importante que tem que ser lembrada", disse, demonstrando irritação.

A Noruega é a principal doadora internacional do combate ao desmatamento da Amazônia brasileira. Iniciado com um aporte de US$ 1,1 bilhão do governo da Noruega, o Fundo Amazônia chegou a US$ 1,2 bilhão (R$ 4,6 bilhões no câmbio atual) com doações da Alemanha e da Petrobras.

O dinheiro é depositado na proporção do sucesso obtido na redução do desmatamento. Quando a devastação cresce, o fluxo cai.

O futuro ministro, que coordena o gabinete do governo de transição de Jair Bolsonaro, demonstrou estar exaltado após jornalistas fazerem perguntas sobre meio ambiente.

O primeiro questionamento sobre o tema foi feito sobre se Bolsonaro já definiu o futuro ministro do Meio Ambiente.

"Estamos debruçados, existem vários nomes, amanhã [terça-feira] vamos conversar. Já temos uma linha. O presidente vai receber um pré-estudo que nós fizemos sobre uma série de questões que há no Brasil. Vocês lembram que ele mesmo falou na semana passada dos tais dos R$ 14 bilhões de multa, as ONGs nacionais e internacionais levam 40% desse dinheiro, só para a gente poder entender como é que estão as coisas acontecendo", disse.

Ele disse que o futuro governo está muito preocupado com a distribuição de recursos para ONGs brasileiras e internacionais.

"Porque se a gente for olhar tecnicamente -isso ele [Bolsonaro] vai ver amanhã- a média de conservação dos países que têm território semelhante ao nosso, das suas matas, é de 10%. O Brasil tem 31% de preservaçãodas suas matas. É três vezes mais."

Questionado sobre se sua afirmação indicaria que é possível elevar o nível de desmatamento no Brasil, Lorenzoni respondeu demonstrando irritação: "Claro que não, né, amigo? Seria uma irresponsabilidade escrever ou falar isso. Porque, primeiro, nós vamos preservar o Brasil. Agora, com altivez. Não dá para vir a ONG da Noruega ou lá da Holanda e vir aqui dizer o que é que a gente tem que fazer."

Em resposta via Twitter a críticas de Onyx Lorenzoni, o embaixador norueguês Nils Martin Gunneng, disse nesta terça-feira (13) que seu país "aprendeu muito a respeito de preservação com o Brasil" e convidou o futuro chefe da Casa Civil para uma conversa.

"São dez anos de parceria entre nossos países, e os resultados pelo Brasil, pelo Fundo Amazônia e pelo BNDES são impressionantes. Temos orgulho de ter contribuído", escreveu, em português.

Fonte: Noticias ao minuto

O ex-prefeito da cidade de Baraúna, no Curimataú da Paraíba, foi morto pelo pai após ser confundido com um assaltante na noite desta segunda-feira (12). De acordo com a Polícia Civil, Alyson Azevedo tinha 37 anos e foi até a casa do pai, Adilson Azevedo, também ex-prefeito da cidade, depois de ser chamado por vizinhos porque uma fumaça estava saindo da casa dele e ninguém conseguia acordá-lo.

Alyson correu até a casa do pai e tentou arrombar a porta. Nesse momento, o pai atirou de dentro da casa contra o filho achando que se tratava de um assalto. Alyson Azevedo foi baleado no peito, chegou a ser levado para o Hospital de Picuí, mas não resistiu e morreu.

A fumaça que saía da casa e chamou a atenção dos vizinhos era de uma panela que estava no fogão. O pai, Adilson Azevedo, vai prestar depoimento à polícia nesta terça-feira (13) sobre o caso.

Alyson Azevedo foi eleito prefeito da cidade de Baraúna em 2008, pelo MDB, enquanto seu pai, Adilson Azevedo, foi o candidato eleito das Eleições 2000, pelo mesmo partido, na época ainda PMDB.

Fonte: Valedoivinhema

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