Brasil (149)

O pagamento do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) do calendário 2017/2018, ano-base 2016, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Segundo a Caixa Econômica Federal, os valores variam de R$ 80 a R$ 954 conforme o tempo de trabalho em 2016. Os titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1 e movimentação receberam o crédito automático na última terça-feira (20).

Os pagamentos são feitos conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. Os recursos de todos os beneficiários ficam disponíveis até 29 de junho de 2018. Os últimos a sacar serão os nascidos em maio e junho, a partir de 15 de março.

São liberados R$ 15,7 bilhões para 22,1 milhões de beneficiários em todo o calendário. Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2,664 bilhões para mais de 3,745 milhões de trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

A Caixa lembra que tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2016.

Quem tem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da instituição. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco público, apresentando o documento de identificação. O trabalhador vinculado a empresa pública com inscrição no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

Fonte: Coxim Agora

 

Com a ajuda do ex-governador Sérgio Cabral, o presidente afastado da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio), Orlando Diniz, desviou, segundo a investigação, ao menos R$ 3 milhões de duas entidades do Sistema "S", o Sesc e o Senac-RJ, para a Thunder Assessoria Empresarial, firma na qual figura como sócio-administrador. Esta conexão, apontada pela força-tarefa da Operação Calicute, versão da Lava-Jato no Rio, é um dos fundamentos do mandato de prisão preventiva de Diniz nesta sexta-feira, ordenada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. Os agentes estão na casa do pai do empresário, no Leblon, zona sul do Rio e também na sede da Fecomércio. Outros três funcionários da entidade também são alvos de mandados de prisão.

A operação de hoje foi denominada "Jabuti", em referência à maneira como eram tratados os indicados por Cabral pelos funcionários da Fecomércio.

De acordo com a investigação, Diniz subtraiu o dinheiro das entidades entre 2010 e 2015. Para isso, segundo evidências colhidas pelos procuradores, usou notas fiscais frias emitidas, a pedido de Cabral, por duas empresas: a Dirija Veículos e a Viação Rubanil. Diniz - afastado atualmente do cargo por meio de uma liminar - e os demais suspeitos são acusados de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e de organização criminosa.

Fonte: Extra

 

Investigação apura corrupção em processo de licitação de rodovia federal no estado

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a 48ª fase da Operação Lava Jato, a primeira de 2018. Batizada de Operação Integração, a ação apura corrupção na concessão de rodovias federais no estado do Paraná que fazem parte da estrutura batizada de “Anel da Integração”.

São cumpridos sete mandados de prisão e outros cinquenta de busca e apreensão nos estados de Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. De acordo com a investigação da PF, os alvos da operação desta quinta utilizaram esquemas de lavagem de dinheiro descobertos em outras fases da Lava Jato, executados pelos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Durán, para pagar benefícios ilícitos a agentes públicos.

Os pagamentos foram repassados a funcionários que atuam no Governo do Paraná e em outros dois órgãos, no Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) e Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR). Os investigados serão autuados pelos crimes de corrupção, fraude a licitação e lavagem de dinheiro.

Fonte: Veja

Por 55 votos a 13

Senado aprovou no fim da noite desta terça-feira (20), por 55 votos a 13 (1 abstenção), o decreto que autoriza intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. O decreto vai a publicação no "Diário Oficial da União".

A intervenção federal foi assinada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16). A medida passou a vigorar imediatamente, mas, para continuar valendo, precisava do aval da Câmara e do Senado.

O tema foi aprovado pela Câmara na madrugada desta terça-feira (20), por 340 votos a 72.

O decreto estabelece que a intervenção durará até 31 de dezembro deste ano.

Enquanto vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário fluminense.

Segundo o decreto, o objetivo da intervenção é tratar do "grave comprometimento da ordem pública" no Rio. A medida foi tomada após o feriado de carnaval, período em que a capital do estado registrou vários episódios de violência.

Pelo texto, o interventor está subordinado ao presidente da República e não está sujeito a regras estaduais que entrem em conflito com o objetivo da intervenção.

O general Braga Netto pode, se necessário, solicitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Rio para restabelecer a ordem pública.

Ele também poderá, segundo o decreto, requisitar a órgãos civis e militares da administração pública federal meios necessários ao sucesso da intervenção.

O decreto preserva, sob a responsabilidade do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), as atribuições sem relação com a área de segurança pública.

A sessão
Por se tratar de uma medida de urgência, o decreto seguiu da Câmara direto para o plenário do Senado, sem passar pelas comissões da Casa. O tema foi analisado em sessão extraordinária que começou por volta das 20h30 deste terça.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), designou como relator o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), que votou favoravelmente à intervenção. Segundo Eunício, 11 parlamentares o procuraram para assumir a função.

Durante a apresentação do relatório, Eduardo Lopes afirmou que a situação do Rio é "grave", acrescentando que a população do estado está com "medo de sair de casa.

"Sabemos que a situação não é exclusiva do Rio de Janeiro, sabemos que existe violência e altos índices de violência em outros estados, mas, sem dúvida, o Rio de Janeiro repercute muito mais, tanto internamente, como internacionalmente", disse.

"No momento que nós vimos ladrões assaltando carrinho de cachorro-quente com fuzil, isso mostra que a situação realmente é grave. Arrastões por toda cidade, um medo imperando, pessoas com medo de sair, cancelando compromissos, não participando de eventos sociais, com medo da violência", completou o relator.

Eduardo Lopes é suplente de Marcelo Crivella (PRB-RJ), que deixou o Senado em 2017 para assumir a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Argumentos pró e contra o decreto
Durante a sessão, parlamentares favoráveis e contrários ao decreto se revezaram na tribuna do Senado.

Gleisi Hoffmann (PR), por exemplo, presidente do PT, foi a primeira a falar contra a intervenção federal.

A senadora disse que outros estados – como Sergipe, Alagoas, Ceará e Rio Grande do Norte – apresentam índices de violência mais altos e questionou o critério do governo ao decidir pela intervenção no Rio.

"O Ceará é um estado hoje que também tem um índice de violência muito maior que o do Rio de Janeiro. O que vão fazer lá? Vão fazer intervenção também? Ou será que o estado do Ceará tem que se contentar com os 36 homens da Força Nacional que o Temer mandou para lá?".
Já o senador Lasier Martins (PSD-RS) defendeu a intervenção no Rio de Janeiro. Para o parlamentar, é "quase inacreditável insinuar" que não se deve mexer no que o Rio de Janeiro se tornou.

"Estamos em uma situação de exceção porque, neste momento, o Rio de Janeiro está entregue à bandidagem, onde as crianças não podem ir a escolas porque estão sujeitas às balas perdidas".
Lasier também defendeu que o governo edite um segundo decreto, estabelecendo "orçamento continuado" para a intervenção.

Líder da minoria, Humberto Costa (PT-PE) seguiu a linha do discurso de Gleisi Hoffmann e criticou o decreto presidencial, chamando a medida de Temer de "intervenção Tabajara" de um governo "paspalhão".


"Uma intervenção que não tem qualquer planejamento, não diz sequer de onde virão os recursos. [...] Se der errado, nós vamos recorrer a quem? Ao Vaticano?".
Vice-presidente do Senado, o tucano Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) declarou voto a favor da intervenção federal.

Ele disse que a crise na segurança do Rio “está diretamente vinculada ao desmonte que foi feito no estado por práticas de corrupção, crime organizado e formação de quadrilha não só de traficantes, mas de governantes” do estado.

"Não há o que se fazer hoje no Senado a não ser aprovar o decreto presidencial. Não há alternativa. Qualquer posição contrária é, naturalmente, um embate político. Não é defesa efetiva da população do Rio de Janeiro".
Depois que cinco senadores favoráveis e cinco contrários se manifestaram sobre o assunto, líderes partidários encaminharam suas bancadas e a votação foi iniciada, com os votos registrados em painel.

Fonte: G1

 

Empresário relatou que pagou propina a políticos em MS

Os ministros da sexta turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concederam habeas corpus aos irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios da JBS, presos há cinco meses.

A decisão foi tomada por três dos cinco ministros da turma. O habeas corpus foi concedido na prisão por insider trading.

Os ministros decidiram que Wesley fica proibido de se ausentar do país, de participar de operações no mercado de capitais e deve usar monitoramento eletrônico, além de ter de comparecer em juízo periodicamente e manter endereço atualizado. Ele também está proibido de ter contato com outros réus.

Já Joesley permanecerá preso porque tem uma prisão determinada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Eles estão presos desde setembro, quando tiveram os acordos de delação rescindidos pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

RESCISÃO DA DELAÇÃO

No dia 4 de setembro, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou abertura de investigação sobre o acordo da JBS, que foi rescindido por parte da PGR dez dias depois. Ele apontou indícios de omissão de informações sobre práticas de crimes no processo de negociação do acordo.

Depois, procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reiterou o pedido. Para ela, os colaboradores omitiram fatos criminosos de que tinham conhecimento.

O problema surgiu após os delatores entregarem novos áudios à PGR. Na gravação, datada de 17 de março, em que Joesley e Saud indicam possível atuação do ex-procurador da República Marcello Miller no acordo de delação quando ainda era estava no cargo - o qual deixou oficialmente em 5 de abril. O áudio foi entregue pelos delatores no dia 31 de agosto.

Em sua manifestação, Dodge sustentou que Joesley e Saud descumpriram cláusulas do acordo ao omitirem intencionalmente da PGR três informações relevantes: o pagamento de R$ 500 mil ao senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ele se posicionar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, a existência de uma conta bancária no Paraguai em nome de Saud e a participação de Miller na elaboração da delação, enquanto ele ainda era membro do Ministério Público Federal.

Para a PGR, houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam de omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.

O acordo de delação está suspenso até que o ministro Edson Fachin, do STF, decida homologar ou não a rescisão.

DELATOR SOBRE MATO GROSSO DO SUL

O empresário Wesley Batista, um dos sócios da JBS, disse em delação premiada no âmbito da operação Lava Jato que esquema de propina em Mato Grosso do Sul era negociado diretamente com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele indicou que houve pagamento de R$ 10 milhões pelo grupo. O governador já negou as acusações reinteradas vezes. Depoimento foi dado em Curitiba, em 4 de maio de 2017.

Conforme Wesley, foi feito pagamento em espécie no total de R$ 10 milhões para Reinaldo Azambuja. A propina seria para garantir que a empresa, que domina o setor de frigorífico no Estado, mantivesse benefício no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

No esquema de corrupção, JBS era obrigada a arcar com 20% do valor devido. Segundo o empresário, o acordo, que teria iniciado na gestão de José Orcírio de Miranda, o Zeca do PT, garantia redução de pagamento de ICMS se houvesse contrapartida com pagamentos irregulares.

Fonte: Correio do Estado

 

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio decretou alerta máximo nas 54 unidades prisionais do estado, onde estão presos 51 mil detentos. A medida foi tomada para evitar possíveis tentativas de fuga, após a divulgação da notícia da intervenção federal na Policia Civil, na Polícia Militar, nos Bombeiros e na própria Seap. Na sexta-feira, a PM do Rio chegou a entrar em prontidão: quem estava em expediente só podia voltar para casa, após o fim do serviço, com ordem do respectivo comando. Ainda no fim da noite do mesmo dia, o esquema foi desmobilizado.

Já na Seap, com a deflagração do alerta máximo, as fiscalizações nos presídios, feitas por agentes penitenciários, passam a ocorrer com uma frequência maior do que a habitual. Juntas, todas as unidades prisionais têm capacidade para receber cerca de 26 mil, mas atualmente operam 96% acima da capacidade. Segundo Gutembergue de Oliveira, presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio de Janeiro, há unidades que estão funcionando acima do dobro da capacidade original.

Em Bangu 3, por exemplo, onde estão recolhidos presos da maior facção criminosa do Rio, há 2.300 detentos. Originalmente, a capacidade de acolhimento era de 950 presos. No Plácido de Sá Carvalho, também em Bangu, há 3.500 presos, mas a capacidade é de 1.700 apenas - disse ele.

De acordo com o sindicato, há um déficit de 2.5 mil agentes. Mesmo assim, ele vê a intervenção federal no comando da Seap com uma ponta de esperança.

- O resultado da crise de segurança sempre deságua no sistema penitenciário. Ficamos com o maior ônus, que são os presos. Sou favorável a intervenção. Se o paciente está doente e recebe algum remédio, isso sempre traz esperança. Só não sei se o remédio vai só baixar a febre ou se vai mesmo resolver o problema - concluiu Gutembergue.

Em nota, a Seap afirma que, desde 24 de janeiro, quando o Secretário de Estado de Administração Penitenciária, David Anthony Gonçalves Alves, tomou posse, as medidas de controle e mudanças já estavam em andamento. O secretário diz, também por meio de nota, que "embora a crise na segurança pública do Rio de Janeiro tenha sido alvo de atenção agora, a crise da Seap ocorreu há um mês, quando assumimos a atual administração , justamente com o objetivo de reorganizar a pasta, visando um novo modelo de gestão, promovendo maior integração com a Secretaria de Segurança Pública".

Segundo a secretaria, "a intervenção abrange todos os setores da segurança pública e, dessa forma, coube ao Secretário antecipar algumas medidas de controle, na intenção de evitar qualquer reação da população carcerária". "Uma série de medidas operacionais foram adotadas, com o objetivo de impedir as instabilidadea no sistema carcerário", finalizou o Secretário David Anthony.

A Seap afirma ainda que mais informações não serão divulgadas por questões de segurança.

Intervenção já havia sido cogitada

A intervenção no estado vinha sendo cogitada pelo governo federal há algum tempo. A decisão foi tomada agora por conta do entendimento do governo federal de que não bastaria uma ampliação das tradicionais operações de Garantia de Lei e da Ordem (GLO), como inicialmente desejava Pezão. Ao convocá-lo para uma conversa no Palácio da Alvorada, na noite de quinta-feira, Temer deixou claro que o governo federal só daria nova ajuda se tivesse a possibilidade de fazer mudanças mais profundas na estrutura de segurança do estado, o que demandaria também poderes de intervenção.

Apesar do anúncio com pompa, até a noite de sexta-feira não estava claro o volume de recursos que serão empregados na intervenção, qual efetivo militar de fato irá para as ruas e quando as ações de patrulhamento se iniciariam. O próprio interventor, Braga Netto, voltou de férias para assumir a missão e evitou dar detalhes de sua missão:

— Eu a recebi agora. Vamos entrar numa fase de planejamento. Temos um relacionamento muito bom com as forças do estado. No momento, não posso adiantar nada.

Embora o presidente tenha deixado claro que a preocupação federal não se restringe à segurança do Rio, o ministro da Defesa foi categórico ao afirmar que não existe plano de ampliar a intervenção para outros entes da federação.

— Não existe essa possibilidade — garantiu Jungmann.

Ao GLOBO, o governador Luiz Fernando Pezão disse acreditar que as forças federais não sairão mais do Rio. No entanto, ele se mostrou cético em relação ao impacto da intervenção sobre a violência no estado.

— Eu acho que não sai mais, não. Qualquer um que sentar na minha cadeira vai querer o Exército, a Marinha e a Aeronáutica lá — afirmou Pezão, após destacar que a questão da segurança é nacional. — A violência não vai cessar. A violência hoje é um mal no país inteiro. Esse vai ser o grande debate nas eleições. A gente está fazendo um grande laboratório para o país.

Fonte: Extra

Ação proposta por advogado questiona financiamento para construção do estádio

A juíza federal Maria Isabel Pezzi Klein, da 3ª Vara Federal de Porto Alegre, determinou que a construtora Odebrecht, o Corinthians, o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Fontes Hereda e a Sociedade de Propósito Específico (SPE) Arena Itaquera S.A devolvam R$ 400 milhões ao banco estatal.

A decisão foi publicada no último dia 5 e divulgada nesta quinta-feira no site da Justiça Federal do Rio Grande do Sul. Cabe recurso.

Esta ação foi movida em 2013 pelo advogado gaúcho Antônio Pani Beiriz , o mesmo que em 2012 tentou impedir na Justiça a Caixa de patrocinar o Timão.

Beriz questiona a legalidade do financiamento da Arena. Para o advogado, o negócio seria lesivo ao patrimônio público. Segundo ele, a decisão do banco estatal teria sido tomada sob influência política, já que teria ocorrido fora do prazo previsto, por agente financeiro que não era o inicialmente autorizado (Banco do Brasil) e sem a exigência de sólidas garantias de que o empréstimo seria pago.

Os quatro réus defenderam a regularidade da transação. Corinthians, Odebrecht, o ex-presidente da Caixa e a SPE) Arena Itaquera S.A afirmaram a existência de garantias suficientes à satisfação do crédito e que a dívida, então de R$ 475 milhões, estaria sendo renegociada com base em receitas futuras. Alegaram, ainda, que o Tribunal de Contas da União (TCU) já teria analisado e aprovado a contratação.

Em sua decisão, a juíza Maria Isabel apontou irregularidades no financimento e chamou a atenção para o fato de o empréstimo de R$ 400 milhões ter sido concedido a uma empresa – SPE Arena Itaquera S.A. – cujo capital social estimado, na época, era de R$ 1 mil.

Outro ponto ressaltado foi a composição societária da Arena Itaquera, constituída pelas empresas Jequitibá Patrimonial S.A e Odebrecht Participações e Investimentos S/A (O.P.I S/A), sendo esta última integrante do Grupo Odebrecht S/A, o mesmo da construtora que realizou a obra.

“Na realidade, o dinheiro captado junto a Caixa Econômica Federal, pela SPE Arena Itaquera S.A., foi destinado não propriamente à contratação originária dos serviços de engenharia da Construtora Norberto Odebrecht S.A, na medida em que, em novembro de 2013, quando foi firmado formalmente o contrato de financiamento entre a SPE Arena Itaquera S.A. e a CEF, a obra já estava praticamente pronta (mais de 90% concluída). Contudo, o numerário foi repassado à referida construtora que, ao que tudo indica, contava com o referido aporte financeiro para concluir as obras relativas ao estádio de futebol do Sport Club Corinthians Paulista”, argumentou.

A juíza ainda comentou o papel do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social) e da Caixa enquanto instituições financeiras responsáveis pelo gerenciamento de verbas públicas e valores destinados à implantação de políticas sociais, ressaltando sua consequente subordinação aos princípios, valores e regras de regência do Direito Público. Ela também levantou questionamentos sobre a própria natureza do Programa BNDES ProCopa Arenas, que permitiu o repasse de expressivas somas de programas sociais relevantes, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Seguro-Desemprego e PIS/PASEP, para obras em estádios pertencentes a clubes de futebol.

“A princípio, não existe previsão legal que autorize concessões de verbas públicas para este segmento”, pontuou a magistrada.

Ela também apontou que haveria a necessidade de licitação prévia para a escolha das construtoras que executariam as obras financiadas com dinheiro público.

“Ao fim de quatro anos, apenas, pequena parcela do principal foi paga, restando uma imensa dívida impontual, em evidentes prejuízos à Caixa Econômica Federal. E, é claro, porque estamos falando de recursos públicos federais, a maior prejudicada é, sem dúvida, a União Federal”.

Fonte: G1

A acusação foi publicada em uma rede social

O Presidente da Câmara de Capão Bonito (SP) Antônio de Siqueira está sendo acusado de tirar vantagem de seu cargo e furar a fila no atendimento da Santa Casa da cidade.

A acusação foi publicada em uma rede social no domingo (11). O vereador, quando viu a postagem, não gostou e criticou a mulher por ter feito uma foto dele de costas, sem que ele percebesse. Na rede social, ele chamou a mulher de “feia, otária, covarde, ridícula, tonta e fedida.”

Na publicação, a moradora, que preferiu não ser identificada, disse que acompanhava a mãe em atendimento no hospital, quando o vereador chegou com o irmão, que teria sido picado na perna por um inseto e que o homem foi atendido antes de outras pessoas que esperavam há horas na fila.

A TV TEM entrou em contato com o vereador, que por telefone, afirmou ter discutido na rede social por ter ficado nervoso.

Disse também que quando chegou com o irmão no hospital, preencheu a ficha como todas as outras pessoas fazem e só entrou na sala de atendimento porque foi chamado por enfermeiras.

Ainda por telefone disse que pretende processar a moradora por ter publicado fotos dele sem autorização.


A moradora disse que vai registrar um boletim de ocorrência pelas ofensas que sofreu na rede social e que vai pedir a cassação do mandado do vereador na Câmara.

A produção da TV TEM tentou entrar em contato com a Santa Casa da cidade, mas até a publicação não teve retorno.

Fonte: Midiamax

A vítima, Walas dos Santos Gomes, de 22 anos, teria mexido com a namorada de outro homem

Um homem foi assassinado na madrugada desta terça-feira, 13, com uma facada no peito ao fim de uma festa de carnaval no centro de Belo Horizonte, segundo informações da Polícia Militar

A vítima, Walas dos Santos Gomes, de 22 anos, teria mexido com a namorada de outro homem próximo a um banheiro público nocruzamento das ruas Bahia e Tupinambás, entre as praças Sete e da Estação, onde há grande concentração de foliões no carnaval da cidade.

Os dois homens teriam discutido e, na sequência, o namorado da mulher teria dado uma facada no tórax de Walas, de acordo com uma testemunha. A polícia realiza diligências em busca do assassino.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 3h da manhã. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Atendimento de Urgência (Samu) foi chamado mas, ao chegar ao local, já encontrou Walas morto.

Interior

No interior de Minas, em Barbacena, na Zona da Mata, um homem que não teve o nome revelado foi agredido com três facadas durante festa de carnaval. A ocorrência foi registrada por volta da 1h da manhã, segundo informações do Corpo de Bombeiros.

O homem, de 24 anos, foi atingido na nuca e nas costas. A vítima informou aos bombeiros ter sido atingida enquanto brincava carnaval, e que não teria visto o agressor. O homem foi levado para o hospital e seu quadro, segundo os bombeiros, inspirava cuidados.

Fonte: portaltanacidade

As gêmeas de Ivete Sangalo resolveram vir ao mundo no sábado de Carnaval, no primeiro dia de folia na capital baiana. A assessoria de imprensa da cantora afirmou que elas nasceram durante a madrugada, por volta das 4h30, na maternidade do hospital Aliança, em Salvador.

Cada bebê nasceu pesando cerca de 3kg. Ainda não se sabe os nomes escolhidos por Ivete e pelo marido dela, Daniel Cady. Pouco antes de dar à luz as gêmeas, Ivete havia postado um vídeo anunciando que estava indo para a maternidade.

No vídeo ela aparece cercada de amigos e familiares e dançando. "E é com muita alegria que a mamãe mais feliz do mundo vai fazer o maior carnaval da sua vida na maternidade!!! Orem por nós! Deus comigo sempre . Amo vcs!", escreveu a cantora. A baiana, que já é mãe de Marcelo, 8, passa bem.

Fonte: Correio do Estado

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