Educação (72)

Dentre os casos, os com renda superior a exigida nos editais

Ao menos 21 alunos do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) correm risco de serem expulsos da instituição após denúncias, publicadas pelo Correio do Estado, sobre fraudes nas cotas. Ao todo, 23 estudantes tiveram de passar por uma banca de verificação das informações que prestaram para ter acesso à política social. Deste total, apenas dois tiveram os resultados deferidos. Eles ainda podem entrar com recurso.

No ano passado, estudantes espalharam cartazes pelo Centro Acadêmico de Medicina apontando para o problema e denunciaram o caso para a UFMS. Conforme a denúncia, alguns estudantes beneficiados tinham estilo de vida incompatível com o preconizado no edital quando o quesito se tratava da renda. Outros deixavam dúvidas em relação ao fenótipo e tinha até acusação de laudo médico falsificado.

Três denúncias sobre o assunto foram feitas junto ao Ministério Público Estadual, mas, dois casos já foram arquivados. Um deles em maio ano passado após chegarem a conclusão que não havia irregularidades. Outro arquivado em agosto de 2018 pelo mesmo motivo. Um terceiro foi transformado em inquérito e ainda está sob investigação. A Polícia Federal também foi informada sobre o caso.

Após as denúncias serem publicadas na imprensa e a PF ter sido acionada a UFMS acabou convocando uma banca para confirmar a veracidade das informações prestadas pelos estudantes. Os alunos que passaram pela nova avaliação ingressaram na instituição entre 2015 e 2017. O resultado foi divulgado nesta semana.

Professores e técnicos administrativos em Educação, do quadro de servidores da UFMS, fizeram parte da banca. O resultado definitivo será divulgado ainda este mês.

OUTRA POLÊMICA

Os critérios de avaliação para o acesso à política social foram postos em xeque novamente esta semana, quando candidatos começaram a reclamar porque foram reprovados pela banca. Este é o caso de Bellity Arruda, de 18 anos, que teve a avaliação do sistema de cotas indeferida por duas vezes por não ser considerada parda pela comissão avaliadora.

Victória Viana, de 17 anos, também teve o pedido indeferido e decidiu acionar a Justiça. Ela procurou a Defensoria Pública e entrou com mandado de segurança sobre o caso. A estudante passou em Administração e marcou a opção de cota destinada a pessoas pretas ou pardas. “Minha documentação não tem nenhuma falando que eu sou branca. Eu me considero parda e, é claro, que sou parda. É muita injustiça”, finalizou.

A assessoria de comunicação da UFMS enviou ontem uma nota sobre o assunto afirmando que, no processo de avaliação para cotas são levadas em consideração as características físicas (fenotípicas) do candidato, que são verificadas mediante a presença perante a Banca de Veracidade da Autodeclaração. Todos os candidatos inscritos em vagas reservadas sob o critério raça/cor são convocados para comparecer.

Ainda conforme a Universidade, após a divulgação do resultado, há um período reservado para os candidatos entrarem com recurso.

Fonte: Correio do Estado

 

Texto protocolado na Câmara exclui escolas particulares e não veta abordagem de gênero na universidade

Um novo projeto de Escola sem Partido foi apresentado já na abertura do ano legislativo, na segunda-feira (4). O texto atual traz novidades: quer assegurar aos estudantes o direito de gravar as aulas contra possíveis doutrinações e ainda regular as atividades de grêmios estudantis.

O texto do Projeto de Lei 246 foi protocolado na noite de segunda pela deputada Bia Kicis (PSL-DF). A ideia da parlamentar, no entanto, é que a discussão efetiva só ocorra após o trâmite das pautas econômicas do governo.

O novo projeto mantém as linhas gerais do que havia sido discutido no ano passado em uma comissão especial da Câmara e acabou arquivado. Alguns ajustes, entretanto, retiram e também acrescentam pontos polêmicos.

Kicis é cunhada do fundador do Movimento Escola sem Partido, Miguel Nagib. Defensores do projeto entendem que ele busca a neutralidade na sala de aula contra uma suposta doutrinação de esquerda que dominariam as escolas brasileiras.

Para os críticos, a ideia de uma lei é autoritária, limita a pluralidade de ideias nas escolas e ainda constrange professores. Não há evidências que indiquem que doutrinação seja um problema amplo. Decisões judiciais de várias instâncias e uma liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) já consideraram inconstitucionais projetos similares a este.

A nova redação do Escola sem Partido traz um artigo que assegura aos estudantes "o direito de gravar as aulas, a fim de permitir a melhor absorção do conteúdo ministrado e de viabilizar o pleno exercício do direito dos pais ou responsáveis de ter ciência do processo pedagógico e avaliar a qualidade dos serviços prestados pela escola." Na prática, seria uma forma de os alunos gravarem casos de doutrinações.

No ano passado, uma deputada eleita pelo PSL pediu que alunos gravassem professores e os denunciassem. A Justiça determinou a retirada da mensagem, publicada nas redes sociais logo a pós a eleição de Bolsonaro. Essa decisão foi suspensa neste ano.

Várias redes de ensino proíbem o uso de celular na sala de aula. "[O projeto de lei] está ensinando o aluno a se proteger de um molestador", diz a deputada.

Um novo artigo fala sobre os grêmios, que são organizados por alunos e não por professores.

O artigo 8º diz: "É vedada aos grêmios estudantis a promoção de atividade político-partidária".

Segundo Bia Kicis, o artigo foi incluído para corrigir uma falha dos textos anteriores. "O grêmio fica dentro da escola, e é uma forma de os alunos exercitarem a cidadania", diz ela. "Se não a doutrinação que era na sala de aula só muda para o grêmio."

O novo projeto mantém a previsão de de um cartaz na sala de aula com os deveres do professor. Também declara que o poder público "não se imiscuirá no processo de amadurecimento sexual dos alunos nem permitirá qualquer forma de dogmatismo ou proselitismo na abordagem das questões de gênero".

Mas, no texto anterior, a abordagem de gênero era totalmente vetada, tanto na educação básica quanto no ensino superior. Esse trecho agora retirado, mantendo o veto ao que se chama de dogmatismo e proselitismo na abordagem. Também não usa o termo "ideologia de gênero", nunca usado por educadores.

As escolas particulares também ficam de fora dessa vez. Estariam sujeitos à lei apenas o sistema público, que inclui escolas e universidades municipais, estaduais e federais. "O projeto tentou melhorar todas as falhas do anterior", diz Kicis.

Havia previsão de análise no STF em novembro do ano passado, mas o presidente do Tribunal, ministro Dias Toffoli, mudou a ordem dos julgamentos e adiou indefinidamente o processo. Entendimento do Ministério Público Federal diz que o projeto é inconstitucional por impedir o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, negar a liberdade de cátedra e contrariar a laicidade do Estado (por permitir no espaço público da escola visões morais e religiosas particulares).

O projeto de lei do Escola sem Partido foi discutido no ano passado em uma comissão especial. A ideia é que isso ocorra novamente neste ano.

Apesar de ter maioria no colegiado, os defensores do projeto não conseguiram mobilização suficiente para a aprovação. Isso ocorreu tanto por manobras da oposição quanto pela perda de apoio ao projeto. Nomes como o presidente do DEM, ACM Neto, e Olavo de Carvalho, já declararam ser contra uma lei como essa. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

O ano letivo de 2019 da Rede Municipal de Ensino de Novo Horizonte do Sul terá seu inicio no dia 18 de Fevereiro. A informação foi dada ao portal de Noticias do ValemsNews, pelo Gerente Municipal de Educação Mauro Cesar Camargo.

Nós estamos trabalhando diuturnamente para deixar tudo organizado para receber os alunos e toda comunidade escolar. Aos educadores, desejamos que este recomeço de ano letivo seja de muito entusiasmo, que possamos contribuir a cada dia com a aprendizagem de todos os estudantes da Rede Municipal de Ensino de Novo Horizonte do Sul, afirmou o Gerente Mauro.

 

Queda nas matrículas provoca reordenamento de vagas

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), negou que a rede estadual esteja fechando escolas e explicou que em razão da diminuição do número de matrículas efetivadas é necessário realizar o reordenamento das vagas, a fim de reduzir gastos com infraestrutura e pessoal.

"Não estamos fechando escolas. Se você olhar, o número de alunos nas escolas estaduais vem diminuindo a cada ano, então não justifica ter duas unidades próximas funcionando com número menor que o definido inicialmente. É preciso readequar o setor educacional", argumenta o chefe do Executivo Estadual.

Azambuja lembra ainda que a diminuição da natalidade brasileira provocou esta situação que preocupa as redes estaduais e municipais de educação de todo País.

"Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, muitos municípios diminuíram drasticamente o número de estudantes, em razão da redução na natalidade. Então nosso objetivo é adequar os recursos que seriam utilizados para outros setores. Um exemplo prático é abrir um espaço no limite prudencial para diárias dos policiais, contribuindo para aumentar 30% no número de servidores na ativa, sem necessidade de realizar concurso público", detalha.

O governador apontou ainda que algumas estruturas são alugadas e o fechamento favorecerá na economia dos gastos públicos mensais. "Na gestão anterior já fizemos isso, com algumas agências fazendárias e otimizamos o atendimento no sistema online, no qual o cidadão resolve várias questões sem precisar ir presencialmente no prédio", acrescenta.

REUNIÃO NA CÂMARA

Um grupo de pais e responsáveis por estudantes matriculados nas escolas fechadas pela Rede Estadual de Ensino (REE), participou nesta terça-feira (8), de mais uma reunião na Câmara Municipal de Campo Grande, a fim de solicitar apoio dos parlamentares contra o fechamento das unidades.

Conforme informado pela organização, mais de 1,2 mil alunos estão matriculados nas seguintes escolas: Riachuelo, no Bairro Cabreúva, Consuelo Muller, na Vila Jacy, Otaviano Gonçalves da Silveira Junior, que fica dentro do residencial Flamingos, e a escola Zamenhof, localizada na Rua Dom Aquino, região central de Campo Grande.

*Com colaboração de Maressa Mendonça

Fonte: Correio do Estado

 

Escolas terão ainda dois anos para tomar as providências e fazer as adaptações necessárias

Estudantes poderão faltar aulas e provas por motivos religiosos. É que estabelece lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União de hoje (4). A lei entrará em vigor em 60 dias, em março. A partir desse mês, as escolas terão ainda dois anos para tomar as providências e fazer as adaptações necessárias para colocar a medida em prática.

A nova lei estabelece que estudantes de escolas e universidades públicas e privadas poderão se ausentar de provas ou aulas, em dias que, “segundo os preceitos de sua religião, seja vedado o exercício de tais atividades”. Para isso, os estudantes terão que apresentar um requerimento com a devida antecedência.

Para repor as atividades, as instituições de ensino poderão aplicar prova ou aula de reposição, conforme o caso. Poderão ainda solicitar dos alunos um trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa. Os estudantes que fizerem essas atividades terão garantida a presença.

A lei não se aplica, no entanto, às escolas militares. Isso porque o ensino militar é regulado em lei específica, admitida a equivalência de estudos, de acordo com as normas fixadas pelos sistemas de ensino.

De acordo com Agência Senado, a estimativa de líderes religiosos é que cerca de 2 milhões de brasileiros guardam o sábado e, por razões de fé, não podem estudar ou trabalhar até o pôr do sol.

Fonte: Midiamax

 

Dados do Ministério da Educação avaliam instituições em notas de 1 a 5; estado tem quatro representantes na lista das 278 piores

Mato Grosso do Sul tem quatro universidades na lista das piores instituições de ensino superior do país, de acordo com o MEC (Ministério da Educação). Na avaliação, as unidades receberam notas abaixo de 2 em uma escala de 1 a 5.

Ao todo, foram avaliadas 26 instituições de todo o estado que cumpriram com os pré-requisitos básicos estabelecidos pelo ministério. A que teve a menor do estado nota do IGC (Índice Geral de Cursos) foram as Faculdades Integradas de Cassilândia, com nota 1,3132.

O índice é calculado com base na nota dos alunos da graduação, que fizeram a prova do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), a dos alunos de pós-graduação, se a faculdade disponibilizar e na distribuição dos alunos nesses cursos. A instituição que tem nota inferior a 2 não poderá abrir novas turmas.

Outra faculdade que teve nota insatisfatória foi a Salesiana Santa Teresa, de Corumbá, com média 1,8757. A faculdade Batista Ana Wollerman, de Dourados, também recebeu uma avaliação ruim, com nota de 1,8977.

A quarta instituição com a pior nota é a FCG (Faculdade Campo Grande), que recebeu 1,9358 de média nos conceitos do MEC.

As melhores – No estado nenhuma universidade atingiu a nota máxima no parâmetro, mas duas foram classificadas como ótimas, são elas a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e a Unigran (Universidade da Grande Dourados). Elas atingiram, respectivamente, 3,1910 e 3,1356 de média, se enquadrando na faixa dos quatro pontos.

A UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) também teve um desempenho dentro do desejável, mas ainda assim ficou dentro da faixa dos três pontos, com média de 2,9001.

Fonte:Campo Grande News

 

A Prefeitura Municipal de Novo Horizonte do Sul, através da Gerência Municipal de Educação, comunica que o período de matrículas e rematrículas para o próximo ano letivo da rede municipal de ensino, acontecerá entre os dias 26 a 30 de novembro de 2018, das 7:00 às 11:00 e das 13:00 às 16:30.
Documentos necessários:

CEI
• Certidão de nascimento;
• Carteira de vacinação;
• Comprovante de residência;

ESCOLA EDUARDO PEREIRA CALADO
• Certidão de nascimento;
• RG – do aluno e dos pais
• CPF –
• Comprovante de residência;

APAE
• Certidão de nascimento;
• RG – do aluno e dos pais;
• CPF –
• Comprovante de residência.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou na noite desta quinta- feira (22), pelo twitter, a indicação do filósofo colombiano Ricardo Velez Rodriguez, para o cargo de ministro da Educação. Autor de mais de 30 obras, atualmente é professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

"Velez é professor de Filosofia, mestre em Pensamento Brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutor em Pensamento Luso-Brasileiro pela Universidade Gama Filho e pós-Doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, de Paris, com ampla experiência docente e gestora", informou o presidente eleito pela rede social.

Desde ontem (21), havia a expectativa sobre o anúncio para o ministro da pasta. Nesta quinta, um dos nomes ventilados foi de Mozart Neves, diretor do Instituto Ayrton Senna. No entanto, o educador negou em nota o convite e Bolsonaro, informou por meio de rede social, que o nome para o comando da pasta estava indefinido. Já na manhã de hoje, o presidente eleito disse que estava em análise o nome do procurador da República da 1ª Região Guilherme Schelb, que apoia projetos como o Escola sem Partido. Os dois se reuniram na Granja do Torto e Schelb deixou o local dizendo que não foi convidado para ocupar o cargo.

Durante o dia, Bolsonaro reiterou que a escola deve ser destinada a ensinar disciplinas e que temas relativos a questões de gênero devem ser abordadas pela família.“Quem ensina sexo para criança é papai e mamãe”, afirmou. “Escola é lugar de se aprender física, matemática, química e fazer com que no futuro tenhamos um bom empregado, um bom patrão e um bom liberal. Esse é o objetivo da educação.”

Ao mencionar a relevância do Ministério da Educação, Bolsonaro destacou sua preocupação. “É um ministério importantíssimo [o da Educação] porque o futuro do Brasil passa por ali. Situação complicada por ali, porque nas últimas décadas gastou-se mais com educação e a qualidade caiu. Portanto é um ministério que tem de ser muito bem escolhido.”

Rodriguez foi chamado às pressas de Juiz de Fora (MG) para conversar com Bolsonaro nesta quarta-feira (21) após reação de evangélicos ao vazamento, na quarta (21), de que Mozart Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, havia aceito convite de Bolsonaro.

Durante o dia, Bolsonaro afirmou que o procurador Guilherme Schelb era um dos cotados para a vaga. Eles chegaram a se reunir na Granja do Torto nesta quinta, criando expectativa de que seria anunciado.
Indicado como ministro da Educação, Rodriguez é formado em filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana e em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Hoje é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG).

Fonte: Agencia Brasil

 

Nome de Mozart Neves Ramos foi ventilado ontem (21); com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas

A escolha do futuro ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) gerou uma crise da equipe de transição do presidente eleito com a bancada evangélica no Congresso.

O nome de Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, definido por Bolsonaro para assumir o cargo, causou reação de deputados contrários à seleção - Ramos é tido como moderado entre funcionários do ministério.

Com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas de Juiz de Fora (MG) para conversar com Bolsonaro nesta quarta-feira (21). O nome do professor já circulava entre os cotados para a pasta.

Rodriguez é formado em filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana e em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Hoje é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A informação da escolha de Mozart vazou na quarta (21), um dia antes da reunião marcada com Bolsonaro para selar a indicação. Em nota, o Instituto Ayrton Senna disse que Mozart não foi convidado e que terá reunião com Bolsonaro nesta quinta-feira (22).

Nas redes sociais, após a veiculação do nome de Mozart e a reação da bancada, o presidente eleito disse que "até o presente momento não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação".

Ao site O Antagonista, Bolsonaro afirmou que "não existe essa possibilidade", ao comentar a nomeação do diretor do instituto.

Segundo relato à Folha de S.Paulo de pessoas próximas ao educador, ele foi sim procurado na semana passada e acenou ao futuro governo federal que aceitaria o posto.

O plano da equipe do presidente eleito era de que o nome fosse oficializado nesta quinta após a reunião, em Brasília, quando Mozart e Bolsonaro discutiriam condições para ele assumir a pasta.

Membro da bancada evangélica no Congresso, o deputado federal Sóstenes Cavalcanti (DEM-RJ) disse que os parlamentares levaram a insatisfação ao futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS).Onyx, segundo ele, confirmou que teve conversas com Mozart, mas que nada havia sido definido.

Cavalcanti afirmou que o nome de Mozart "desagradou e muito". "Para nós, o novo governo pode errar em qualquer ministério, menos no da Educação, que é uma questão ideológica para nós", disse.

O perfil do educador é classificado por servidores do Ministério da Educação como moderado. Em nenhum momento, por exemplo, ele deu declarações a favor do projeto da Escola sem Partido ou contra discussões sobre gênero em sala de aula.

Os dois temas, em debate no Congresso contra o que seria uma doutrinação partidária por professores, serviram para alavancar o nome de Bolsonaro no cenário nacional bem antes de sua pré-candidatura presidencial.

Com apoio dos evangélicos, o presidente eleito foi um dos líderes do movimento contra a discussão do que chamam de "ideologia de gênero" nas escolas.

No governo Dilma Rousseff (PT), ele denunciou a entrega para alunos do que, segundo ele, seria um kit em que se ensina a ser homossexual, o "kit gay", e de um livro de educação sexual para crianças.

A campanha envolvendo esse tema serviu de motor político para Bolsonaro, como o próprio reconheceu.Mozart chegou a ser sondado pelo presidente Michel Temer (MDB) para o mesmo cargo em 2016, mas, na época, recusou. Da mesma forma, declinou de um convite de João Doria (PSDB) para integrar o secretariado da Prefeitura de São Paulo.

Antes de assumir o cargo no instituto, Mozart foi presidente do Movimento Todos pela Educação e professor e reitor da Universidade Federal de Pernambuco. Ele também foi secretário de Educação daquele estado.

Em 2010, em entrevista à Folha, ele disse ser necessário criar uma agenda para a educação que não seja de governo, mas de Estado.

"Há uma clareza muito grande de que, após a redemocratização do país, após a economia ficar sólida, a terceira revolução que a gente tem de fazer é a da educação: é preciso envolver toda a sociedade nisso", disse.

O desejo inicial do presidente eleito era ter à frente da pasta a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, mas ela demonstrou resistência a assumir o posto.

Na semana passada, em um encontro sigiloso, Viviane e Mozart se reuniram com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Após a reunião, Mozart negou à Folha que tivesse havido sondagem para o cargo ministerial durante a reunião.

Caso a nomeação se confirme, ela representará um ponto para a deputada eleita Joyce Hasselmann (PSL-SP), que foi quem apresentou Viviane a Bolsonaro. Ainda na campanha, Viviane visitou Bolsonaro em sua casa, no Rio de Janeiro.

Outra deputada federal com ascendência sobre Bolsonaro, Bia Kicis (PRP-DF), no entanto, reprova a nomeação de Mozart por considerá-lo "globalista", ou seja, não alinhado ao Escola sem Partido.

Viviane é irmã de Ayrton Senna, piloto tricampeão brasileiro de Fórmula 1 que morreu em acidente em 1994, enquanto competia na Itália. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Na noite da última quarta-feira, 07 de novembro, foi realizada na Escola Municipal Professor Eduardo Pereira Calado, em Novo Horizonte do Sul, a formatura de 56 alunos do 5º ano do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) da rede municipal de ensino.

Fizeram parte da mesa de honra, o Prefeito de Novo Horizonte do Sul, Marcilio Alvaro Benedito, o Instrutor do PROERD, o 3º Sargento PM José Roberto dos Santos, a Diretora da Escola Municipal Professor Eduardo Pereira Calado, a Senhora Sebastiana de Paula Teixeira, a Professora do 5º ano A e B, a Senhora Nelsi Sciavi, o Gerente Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, o Senhor Mauro Cesar Camargo, o Senhor Comandante do 1º GPM do 8º Batalhão de PM 1º SGT PM, Geraldo Machado Vaz, o Vereador Ademir de Oliveira representante da Câmara Municipal, a Comunidade escolar, Pais e Alunos do 5ª que foram as estrelas da noite.

O Comandante do 8º BPM, Tenente Coronel Josafá Pereira Dominoni, foi representado no ato pelo comandante do GPM de Novo Horizonte do Sul, 1º Sargento Vaz.

As aulas foram ministradas pelo 3º Sargento PM José Roberto dos Santos da Polícia Militar de Glória de Dourados, na Escola Municipal Eduardo Pereira Calado.

Receberam certificados pela Redação os alunos do 5ª ano “A”: Ana Carolina Aleixo Dalazem, com o título da redação: Eu Gosto Muito do Proerd, Késia Pereira da Silva Mello, com o título da redação: Minha Redação Proerd e Sara Karina Gaklik do É, com o titulo da redação: Proerd Antidrogas, e alunos do 5º ano “B”: Pablo Rodrigues Deola, com o título da redação: O que aprendi com as aula do Proerd, Thaeme Bernardo Haagsma, com o titulo da redação: O Proerd Na minha Vida e Ana Clara Souza Fernandes, com o título da redação: Eu Adorei o Proerd.

Os alunos dizerem não às drogas e à violência, apresentando um modelo positivo de vida.

A cerimônia foi marcada pela entrega dos certificados aos alunos e pelo juramento, onde firmaram o compromisso de permanecerem longe das drogas e da violência.
O Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) é um projeto educacional voltado a crianças e adolescentes. Por meio de atividades educacionais em sala de aula, policiais militares fornecem aos jovens as estratégias adequadas para tornarem-se bons cidadãos e resistirem à oferta de drogas e ao apelo da violência.

Fonte: Assessoria

 

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