Educação (64)

Nome de Mozart Neves Ramos foi ventilado ontem (21); com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas

A escolha do futuro ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) gerou uma crise da equipe de transição do presidente eleito com a bancada evangélica no Congresso.

O nome de Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, definido por Bolsonaro para assumir o cargo, causou reação de deputados contrários à seleção - Ramos é tido como moderado entre funcionários do ministério.

Com a pressão por uma desistência do educador, o colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi chamado às pressas de Juiz de Fora (MG) para conversar com Bolsonaro nesta quarta-feira (21). O nome do professor já circulava entre os cotados para a pasta.

Rodriguez é formado em filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana e em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Hoje é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A informação da escolha de Mozart vazou na quarta (21), um dia antes da reunião marcada com Bolsonaro para selar a indicação. Em nota, o Instituto Ayrton Senna disse que Mozart não foi convidado e que terá reunião com Bolsonaro nesta quinta-feira (22).

Nas redes sociais, após a veiculação do nome de Mozart e a reação da bancada, o presidente eleito disse que "até o presente momento não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação".

Ao site O Antagonista, Bolsonaro afirmou que "não existe essa possibilidade", ao comentar a nomeação do diretor do instituto.

Segundo relato à Folha de S.Paulo de pessoas próximas ao educador, ele foi sim procurado na semana passada e acenou ao futuro governo federal que aceitaria o posto.

O plano da equipe do presidente eleito era de que o nome fosse oficializado nesta quinta após a reunião, em Brasília, quando Mozart e Bolsonaro discutiriam condições para ele assumir a pasta.

Membro da bancada evangélica no Congresso, o deputado federal Sóstenes Cavalcanti (DEM-RJ) disse que os parlamentares levaram a insatisfação ao futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS).Onyx, segundo ele, confirmou que teve conversas com Mozart, mas que nada havia sido definido.

Cavalcanti afirmou que o nome de Mozart "desagradou e muito". "Para nós, o novo governo pode errar em qualquer ministério, menos no da Educação, que é uma questão ideológica para nós", disse.

O perfil do educador é classificado por servidores do Ministério da Educação como moderado. Em nenhum momento, por exemplo, ele deu declarações a favor do projeto da Escola sem Partido ou contra discussões sobre gênero em sala de aula.

Os dois temas, em debate no Congresso contra o que seria uma doutrinação partidária por professores, serviram para alavancar o nome de Bolsonaro no cenário nacional bem antes de sua pré-candidatura presidencial.

Com apoio dos evangélicos, o presidente eleito foi um dos líderes do movimento contra a discussão do que chamam de "ideologia de gênero" nas escolas.

No governo Dilma Rousseff (PT), ele denunciou a entrega para alunos do que, segundo ele, seria um kit em que se ensina a ser homossexual, o "kit gay", e de um livro de educação sexual para crianças.

A campanha envolvendo esse tema serviu de motor político para Bolsonaro, como o próprio reconheceu.Mozart chegou a ser sondado pelo presidente Michel Temer (MDB) para o mesmo cargo em 2016, mas, na época, recusou. Da mesma forma, declinou de um convite de João Doria (PSDB) para integrar o secretariado da Prefeitura de São Paulo.

Antes de assumir o cargo no instituto, Mozart foi presidente do Movimento Todos pela Educação e professor e reitor da Universidade Federal de Pernambuco. Ele também foi secretário de Educação daquele estado.

Em 2010, em entrevista à Folha, ele disse ser necessário criar uma agenda para a educação que não seja de governo, mas de Estado.

"Há uma clareza muito grande de que, após a redemocratização do país, após a economia ficar sólida, a terceira revolução que a gente tem de fazer é a da educação: é preciso envolver toda a sociedade nisso", disse.

O desejo inicial do presidente eleito era ter à frente da pasta a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, mas ela demonstrou resistência a assumir o posto.

Na semana passada, em um encontro sigiloso, Viviane e Mozart se reuniram com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Após a reunião, Mozart negou à Folha que tivesse havido sondagem para o cargo ministerial durante a reunião.

Caso a nomeação se confirme, ela representará um ponto para a deputada eleita Joyce Hasselmann (PSL-SP), que foi quem apresentou Viviane a Bolsonaro. Ainda na campanha, Viviane visitou Bolsonaro em sua casa, no Rio de Janeiro.

Outra deputada federal com ascendência sobre Bolsonaro, Bia Kicis (PRP-DF), no entanto, reprova a nomeação de Mozart por considerá-lo "globalista", ou seja, não alinhado ao Escola sem Partido.

Viviane é irmã de Ayrton Senna, piloto tricampeão brasileiro de Fórmula 1 que morreu em acidente em 1994, enquanto competia na Itália. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Na noite da última quarta-feira, 07 de novembro, foi realizada na Escola Municipal Professor Eduardo Pereira Calado, em Novo Horizonte do Sul, a formatura de 56 alunos do 5º ano do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) da rede municipal de ensino.

Fizeram parte da mesa de honra, o Prefeito de Novo Horizonte do Sul, Marcilio Alvaro Benedito, o Instrutor do PROERD, o 3º Sargento PM José Roberto dos Santos, a Diretora da Escola Municipal Professor Eduardo Pereira Calado, a Senhora Sebastiana de Paula Teixeira, a Professora do 5º ano A e B, a Senhora Nelsi Sciavi, o Gerente Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, o Senhor Mauro Cesar Camargo, o Senhor Comandante do 1º GPM do 8º Batalhão de PM 1º SGT PM, Geraldo Machado Vaz, o Vereador Ademir de Oliveira representante da Câmara Municipal, a Comunidade escolar, Pais e Alunos do 5ª que foram as estrelas da noite.

O Comandante do 8º BPM, Tenente Coronel Josafá Pereira Dominoni, foi representado no ato pelo comandante do GPM de Novo Horizonte do Sul, 1º Sargento Vaz.

As aulas foram ministradas pelo 3º Sargento PM José Roberto dos Santos da Polícia Militar de Glória de Dourados, na Escola Municipal Eduardo Pereira Calado.

Receberam certificados pela Redação os alunos do 5ª ano “A”: Ana Carolina Aleixo Dalazem, com o título da redação: Eu Gosto Muito do Proerd, Késia Pereira da Silva Mello, com o título da redação: Minha Redação Proerd e Sara Karina Gaklik do É, com o titulo da redação: Proerd Antidrogas, e alunos do 5º ano “B”: Pablo Rodrigues Deola, com o título da redação: O que aprendi com as aula do Proerd, Thaeme Bernardo Haagsma, com o titulo da redação: O Proerd Na minha Vida e Ana Clara Souza Fernandes, com o título da redação: Eu Adorei o Proerd.

Os alunos dizerem não às drogas e à violência, apresentando um modelo positivo de vida.

A cerimônia foi marcada pela entrega dos certificados aos alunos e pelo juramento, onde firmaram o compromisso de permanecerem longe das drogas e da violência.
O Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) é um projeto educacional voltado a crianças e adolescentes. Por meio de atividades educacionais em sala de aula, policiais militares fornecem aos jovens as estratégias adequadas para tornarem-se bons cidadãos e resistirem à oferta de drogas e ao apelo da violência.

Fonte: Assessoria

Orientação é para que candidatos preparem documentos um dia antes do exame

Neste domingo (4), 72.393 sul-mato-grossenses farão a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Serão aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Redação; Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Em Mato Grosso do Sul, os portões serão abertos às 11h e fechados às 12h. O tempo limite para fazer o exame é até as 18h. A orientação é para que os candidatos preparem documentos um dia antes do exame e estejam atentos às regras.

Conforme o Ministério da Educação (MEC), é essencial que o aluno cheque o local da prova no cartão de confirmação da inscrição. É possível imprimir ou conferir no site do exame. Levá-lo não é obrigatório, porém, é recomendável que o candidato leve para eventuais consultas.

Fonte: Correio do Estado

Carga horária é de 20h semanais e os selecionados devem receber remuneração no valor de R$ 1.851,36

Concurso público para a contratação de mil professores na educação básica, da SED (Secretaria de Educação de Mato Grosso do Sul), encerra as inscrições neste domingo, 4 de novembro.

As oportunidades são para aulas de arte, ciências da natureza - biologia, educação física, filosofia, física, geografia, história, língua estrangeira moderna - inglês, língua portuguesa/literatura, matemática e química.

A carga horária é de 20h semanais e os selecionados devem receber remuneração no valor de R$ 1.851,36. Os interessados podem fazer a inscrição pelo endereço eletrônico www.funrio.org.br, com a taxa de R$ 216,16.

Este certame, válido por dois anos, compreenderá de provas escrita objetiva, escrita discursiva e de títulos. A prova escrita objetiva é prevista para o dia 16 de dezembro de 2018.

Outras informações podem ser obtidas no edital de abertura disponível em nosso site, onde também é possível adquirir as Apostilas Digitais específicas deste certame, elaboradas conforme o conteúdo exigido.

Inscrições são feitas neste site - https://funrioms.selecao.net.br/informacoes/1/ .

Fonte: Campo Grande News

O Vereador Ademir de Oliveira (PR) na sessão ordinária da ultima segunda feira (22) solicitou o envio de Moção de Aplausos e Congratulações a Escola Estadual Dorcelina de Oliveira Folador estendendo a todos integrantes da escola: direção, professores e alunos, pela realização da II Mostra Cientifica e Cultural.

Na noite do dia 17 de outubro de 2018, ocorreu a realização do evento II Mostra Cientifica e Cultural nas dependências da Escola Estadual Dorcelina de Oliveira Folador, com Apresentação Cultural e Exposição dos Trabalhos realizados pelos alunos sob a orientação dos professores, marcando uma expressiva contribuição na qualidade do ensino ofertado pela escola.

Moção foi encaminhada pelo Gabinete da Presidência da Câmara a Escola Dorcelina, a homenagem tem como objetivo transmitir o reconhecimento da Câmara Municipal de Vereadores ao importante trabalho, realizado naquela instituição de ensino em prol de uma educação de qualidade, o que é um motivo de orgulho para todos nós, afirmou o vereador Ademir.

Data foi atrasada a pedido do TSE e do MEC; início do horário de verão agora está programado para 18 de novembro

A Presidência da República decidiu adiar o início do horário de verão este ano de 4 de novembro para 18 de novembro.

O começo do horário já havia sido adiado para não entrar em conflito com o segundo turno das eleições gerais (em 28 de outubro) e agora será atrasado novamente para não prejudicar a realização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que será realizado em 4 e 11 de novembro.

A decisão foi comunicada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), vinculado ao MEC (Ministério da Educação).

O início do horário de verão estava previsto para 4 de novembro, após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) solicitar o adiamento. Porém, a data coincidiria com o primeiro domingo de provas do Enem. Então, o Ministério da Educação solicitou mais um atraso para minimizar confusão e problemas aos participantes.

O decreto presidencial com a data de vigência do horário de verão será publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias. Atualmente, o horário de verão é adotado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

O primeiro turno das eleições está programado para ocorrer em 7 de outubro e o segundo turno vai acontecer em 28 de outubro. Em ambas as datas, o pleito ocorre das 8h às 17h — sempre no horário local.

O Enem 2018 será realizado em 4 e 11 de novembro, em todo o Brasil. O Inep prevê a aplicação do exame para 5,5 milhões de participantes. Os portões dos locais de aplicação fecham às 13h e as provas começam às 13h30. Todos os estados devem seguir o Horário de Brasília.

Fonte: R7

 

Mato Grosso do Sul retrocedeu no desenvolvimento dos alunos de Ensino Médio em matemática e português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), com tabelas de 2015 e 2017.

Segundo lugar em educação no país em 2015, perdendo apenas para o Espírito Santo, dois anos depois Mato Grosso do Sul aparece em 7º lugar na tabela, atrás de Roraima, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e o ainda primeiro colocado Espírito Santo.

A pontuação dos alunos do ensino médio em matemática caiu no Estado, já que em 2015 MS aparece com média de 270, quando a média adequada seria 350. Em 2017, os dados foram ainda menores e Mato Grosso do Sul aparece com 267 de pontuação na tabela.

Já na disciplina de Língua Portuguesa, o Estado também apresentou queda na pontuação. No ano de 2015, os alunos alcançaram a pontuação 274, quando o ideal apresentado pelo MEC seria 300. Em 2017, a pontuação foi ainda menor, com uma média de 266.

De acordo com o MEC, os números mostram os níveis de aprendizagem dos alunos ao fim de três etapas de ensino: anos iniciais (5º ano) e finais (9º ano) do ensino fundamental e ainda o ano final do ensino médio. As notas dos dois ciclos do ensino fundamental melhoraram no ano passado, considerando as redes pública e privada de todo o país.

Tanto a avaliação quanto o índice são produzidos a cada dois anos.

Fonte: Top mida News

Até o dia 17 de agosto o gabarito das provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos - Encceja - 2018 será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame foi aplicado no domingo (5) em todo o país. O resultado individual estará disponível a partir de outubro, na página do participante.

O Encceja é direcionado aos jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada nível de ensino e querem obter certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio. Para obter o certificado é preciso atingir o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do exame.

No total, 1.695.608 pessoas se inscreveram para o Encceja, sendo 356.326 para conquistar o certificado do ensino fundamental e 1.339.282 em busca do certificado do ensino médio. Ainda hoje, o Inep deve divulgar um balanço com o número de presentes e de abstenções nas provas.

Além de provas de Português, História, Geografia, Matemática, Artes e Educação Física, ontem os estudantes fizeram uma redação. Para o ensino fundamental o tema foi "Possibilidades de uma alimentação segura para a população brasileira” e, para o médio, “Os riscos do trabalho noturno para a saúde do trabalhador".

Fonte: Agencia Brasil

O adolescente Jorge Luis Freitas Costa, de 17 anos, ganhou a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), como um dos melhores alunos de matemática do país. Jorge é estudante da Escola Estadual Cândido Mariano, de Aquidauana, cidade a 135 quilômetros de Campo Grande.

Luiz participou da primeira etapa de provas que foi aplicada na própria escola e, em seguida, participou da segunda fase em outra escola estadual da cidade, ainda no ano passado. A premiação foi entregue durante o Congresso Internacional de Matemáticos no Rio de Janeiro.


"É algo importante para mim, porque depois que recebi essa medalha, já fui convidado pela Fundação Getúlio Vargas para fazer vestibular. Acho que muitas outras coisas devem acontecer agora, porque o prêmio mostra para as instituições que o aluno é bom", comentou o jovem ao site O Pantaneiro.

Fonte: Campo Grande News

Mesma regra se aplica às crianças de quatro anos para que possam entrar no ensino infantil, decide o STF nesta quinta-feira (1º)

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 6 votos a 5, que crianças precisam ter seis anos completos até 31 de março para poderem ingressar no ensino fundamental, conforme exige hoje uma norma do Ministério da Educação.

O mesmo corte se aplica às crianças de quatro anos para que possam entrar no ensino infantil, decidiram os ministros, validando a exigência.

Os magistrados retomaram nesta quarta-feira (1º) um julgamento iniciado em maio e adiado por pedido de vista de Marco Aurélio. Foram analisadas duas ações em conjunto que abordavam o mesmo tema.

Uma delas foi ajuizada em 2007 pelo governo de Mato Grosso do Sul, que pediu ao Supremo para declarar constitucional três artigos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação que tratam do assunto, com a interpretação de que o ingresso no ensino fundamental se limita a crianças com seis anos de idade completos no início do ano letivo.

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A outra ação foi ajuizada em 2013 pela Procuradoria-Geral da República contestando duas resoluções do CNE (Conselho Nacional de Educação) que estabelecem que a criança precisa ter seis anos completos até 31 de março para se matricular no fundamental e quatro anos completos até a mesma data para ingressar no ensino infantil.

Os ministros Luiz Fux (relator de uma das ações), Luís Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia votaram pela constitucionalidade das normas que exigem que a criança tenha a idade completa para poder entrar nos ensinos fundamental e infantil.

Já os ministros Edson Fachin (relator da outra ação), Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli e Celso de Mello consideraram inconstitucional esse corte etário, que restringiria o acesso à educação. Eles votaram por excluir da norma do CNE a expressão "completos até 31 de março", mas foram vencidos.

O ministro Marco Aurélio afirmou que os dispositivos legais que criam o corte etário foram regularmente aprovados pelo Legislativo e por órgão do Executivo (o CNE) composto por especialistas em educação, mediante amplo debate e estudos técnicos.

"Não cabe ao Judiciário o exame da controvérsia", disse, destacando que os ministros não sabem o impacto que uma decisão contrária às normas vigentes teria nas escolas.

A presidente da corte, Cármen Lúcia, disse que o CNE levou em consideração as condições dos alunos nacionalmente para estabelecer o corte em 31 de março. "E se demonstrou que haveria uma desordem dentro do sistema educacional se não houvesse esse corte", afirmou. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

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