Região (151)

Os meteorologistas já avisaram: a chuva deve chegar na próxima quarta-feira (2), para dar um alívio aos dias extremante secos em Mato Grosso do Sul. Mas, enquanto ela não chega, a terça-feira (1°), segue com tempo aberto e temperatura em elevação.

De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o tempo segue com poucas nuvens e baixos índices de umidade, especialmente no período da tarde.

Devido à circulação anticiclônica que permanece atuando sobre o Estado, os dias seguem quentes com rápido resfriamento noturno das superfícies durante a noite. A previsão nesta terça é de dia claro com névoa seca e baixos índices de umidade à tarde, especialmente no centro e sul do Estado. A máxima é de 32°C.

Em Novo Horizonte do Sul, dia de sol, com nevoeiro ao amanhecer. As nuvens aumentam no decorrer da tarde. A máxima é de 31°C.

Na quarta-feira, uma frente fria se aproxima do sul de MS, onde ocorre chuva isolada no final do dia. Na quinta-feira a frente se afasta para o oceano, mas a massa de ar fria e seca entra no Estado deixando o tempo nublado, com ligeiro declínio nas temperaturas.

Fonte: Midiamax / ValemsNews

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Policiais Militares Ambientais do Grupamento do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema (PEVRI) realizavam fiscalização fluvial na área do parque, no município de Naviraí e prenderam domingo (30) à tarde, três pescadores praticando pesca predatória no local.

Os infratores, residentes em Naviraí, estavam pescando no rio Ivinhema, dentro da área do Parque (local proibido para a pesca). No local foram apreendidos dois molinetes, duas carretilhas com varas e uma caixa com material de pesca.

Os infratores, de 19, 23 e 50 anos receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Naviraí, onde foram autuados em flagrante por crime ambiental de pesca predatória. Eles também foram autuados administrativamente e multados em R$ 1,5 mil cada um.

Fonte: Jornal da Nova

Durante fiscalização nas propriedades rurais do município de Amambai, policiais militares ambientais de Naviraí fiscalizaram, uma fazenda no município de localizada a 25 km da cidade à margem da rodovia MS-485, e constataram a degradação ambiental devido a existência de voçorocas. As erosões eram extremamente profundas que atingiram o lençol freático, havendo carreamento de sedimentos para um curso d’água que corta a propriedade.

Os processos erosivos surgiram devido à remoção da vegetação sem ações de conservação do solo, que são obrigatórias pela legislação nas intervenções feitas para a produção em propriedades rurais.

A pecuarista de 39 anos, residente em Amambai, foi autuada administrativamente e multada em R$ 10 mil. Ela também poderá responder por crime ambiental, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão.

A PMA determinou a interdição da área, para proteção e recuperação, com proibição de atividades agrícolas e pecuárias. A infratora também foi notificado a apresentar Prada (Projeto de Recuperação de Área Degradada e Alterada) junto ao órgão ambiental.

Fonte: Jornal da Nova

Policia Militar Rodoviária da Base Operacional de Amambai atendeu um acidente com vítima fatal.

Segundo site valedoivinhema, por volta daso18h30min destá terça (25) nabrodovia MS-386 sentido de deslocamento Ponta Porã x Amambaí transitada o V1 (evadido), quando no km 68 veio a colidir a frontal com o v2 (bicicleta).

Do acidente resultou em danos nois dois veículos e um vítima fatal sendo o condutor da bicicleta (v2) Valdemir Vargas de 23 anos, indígena natural de Amambai-MS.

O caso foi registrado na Delegacia de Amambai e a Polícia Civil vai investigar o casó.

Fonte: Vale do Ivinhema

Evandro Marques Gonçalves, 27 anos, ficou gravemente ferido após se envolver em acidente na manhã desta quinta-feira (20), por volta das 9h:45min, na Linha Caraguatá, que é estrada vicinal, próximo a usina de Vicentina.

A vítima - que é montador de Móveis e trabalha na empresa Mais Móveis com matriz em Fátima do Sul e filial em Vicentina - seguia num Fiat/Strada, sentido a usina, quando colidiu frontalmente numa caçamba.

O Corpo de Bombeiros de Fátima do Sul foi acionado e quando chegou ao local encontrou a vítima inconsciente e desorientada. Ele sofreu traumatismo craniano encefálico e suspeita de trauma no tórax, sangramento no nariz e várias escoriações pelo corpo e foi e encaminhado ao Hospital Municipal Maria dos Santos Bastos, em Vicentina.

O motorista da caçamba saiu ileso.

A Polícia Militar também atendeu a ocorrência.

Fonte: Vicentina On Line

Uma mulher de 48 anos foi encontrada morta na manhã de ontem (19) no bairro Vila Carlota, em Campo Grande. A vítima não atendeu ligações de familiares e o corpo foi encontrado pelo filho.

Conforme o boletim de ocorrências, a irmã da vítima teria ligado diversa vezes pela manhã, mas não foi atendida. A familiar contatou a sobrinha, que também não conseguiu falar com a genitora.

A irmã foi até a casa da mulher, mas também não foi recebida, em contato com o filho da vítima, que também foi ao local, decidiram chamar um chaveiro. Já dentro da casa, o filho encontrou o corpo ao lado de uma seringa. Um dos braços apresentou uma picada de seringa e um papel com manchas de sangue.

Segundo o registro policial, os familiares não encontraram sinais de arrombamento e acreditam em suicídio, pois a vítima teria se separado há dois meses e estava tratando de depressão. Os medicamentos e celular da vítima foram apreendidos pela polícia e o caso foi registrado como morte a esclarecer.

midimax

um vereador do município de Juru, no Sertão paraibano, recebeu alta hospitalar na segunda-feira (17), após ser picado por uma cobra cascavel e matar o réptil com uma mordida na região da cabeça. O caso aconteceu com o vereador Álvaro Teixeira (PSB), de 36 anos, na última quinta-feira (13). O animal não resistiu ao golpe e morreu.

Teixeira explicou que costuma ir diariamente a uma propriedade que possui a 5 quilômetros de Juru. Na quinta-feira, ele foi ao local sem bota para colher palma. Foi quando o animal deu o bote. Segundo o vereador, a cascavel tinha cerca de um metro de comprimento. "Senti a fisgada na perna. Quando olhei, era uma cascavel. Daí eu peguei e mordi ela, porque eu fiquei com muita raiva na hora, foi instinto", contou o vereador. 

Após revidar a picada, o político pegou o animal morto e foi direto para o hospital da região. Segundo ele, a equipe do local só acreditou que ele tinha sido picado por uma cascavel quando visualizou de fato o animal morto.

Depois disso, ele foi transferido para um hospital de Campina Grande, onde ficou internado até segunda-feira e chegou a tomar 15 soros. Nesta terça-feira (18), Álvaro Teixeira já está de volta a Juru, onde os moradores ficaram assustados com a notícia. "Reagiram com espanto pelo fato de eu ter pego e matado a cobra com o dente. Como é um animal muito repugnante, causa logo medo. A cascavel é bem característica porque tem a base, quando você vê, corre, desmaia, sai de perto. Eu não. Tenho um certo costume, fui criado no campo. E já tinha isso na cabeça: no dia que uma cobra me morder, eu mordo ela", disse.

Sobre as atividades no campo, o vereador afirmou que só não retomou ainda por conta das recomendações médicas. Por isso, deve passar mais dois dias de repouso. As atividades na Câmara Municipal só voltam na primeira quinzena de agosto, tempo suficiente para a recuperação do vereador.

 

Um acidente envolvendo um caminhão-baú, duas carretas e um carro de passeio no início da tarde desta quinta-feira (13) na BR-163, em Campo Grande, resultou na morte de dois homens carbonizados.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas foram o motorista da carreta que colidiu por último no engavetamento e um ocupante do carro. O condutor da outra carreta foi socorrido pela concessionária que administra a rodovia, mas não sofreu ferimentos. Já o motorista do caminhão-baú recusou ajuda. Os militares suspeitam que dentro do carro de passeio existiam mais gente. O pedreiro André Luiz Flores estava em uma estrada lateral quando o acidente aconteceu. Ele acabou testemunhando o ocorrido.

"Os outros estavam parados aqui na frente quando a carreta lá de trás veio com tudo e passou por cima do carro. Tentamos tirar o motorista da carreta, mas não deu tempo de socorrer por causa do fogo", disse.

Com a colisão, o carro de passeio ficou destruído pelo fogo. As chamas ainda queimaram a traseira de uma carreta e consumiram a cabine da outra. Funcionários da CCR MSVia disseram que sinalizaram para o motorista da última carreta diminuir a velocidade por causa do sistema de pare e siga, mas ele pode ter dormido ao volante ou estava distraído. "Os levantamentos apontam que a de trás não parou e bateu nos que estavam parados. Aqui está em sistema de pare e siga", afirmou o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Divo Bottari.

O motorista da outra carreta, que não se feriu, era colega de trabalho do caminhoneiro que morreu carbonizado. "Somos da mesma empresa. Tínhamos acabado de almoçar. Saímos de Paranaguá (PR) com destino a Rondonópolis (MT). Eu vi o caminhão-baú com o pisca alerta ligado. Eu estava parado também quando a carreta de trás chegou e bateu. Só ouvi o barulho de explosão", contou sem se identificar. As duas carretas envolvidas no acidente estavam carregadas com cloreto de potássio. Para conter as chamas, os bombeiros usaram uma carreta com 27 mil litros de água e um caminhão com mais 5 mil litros.

Como o quilômetro 464 ficou fechado, o trânsito foi desviado para uma estrada de terra lateral. Por causa disso, o fluxo de veículo ficou lento tanto para quem seguia para Campo Grande quanto para quem fazia o caminho contrário.

g1

O professor mineiro Antônio Teodoro Dutra Júnior, que foi encontrado nesta quinta-feira (13) após ficar quatro dias desaparecido no Parque Nacional do Caparaó, em Ibitirama, no Espírito Santo, contou que sobreviveu comendo uma barra de chocolate meio amargo que tinha na mochila. Ele passa bem, mas ainda vai passar por exames antes de voltar para casa.

Rosca, como é conhecido, fazia uma trilha até o Pico da Bandeira, em Dores do Rio Preto, mas, por motivos ainda desconhecidos, se perdeu no domingo (9). Ele foi encontrado após uma cadela farejadora guiar a equipe de bombeiros até o local. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi resgatado lúcido e bem.

No hospital, em entrevista à repóter Mônica Camolesi da TV Gazeta Sul, ele contou em poucas palavras o que passou. "De domingo até hoje, o que comi foi uma barra de chocolate meio amargo. Estava muito frio, principalmente quando caía a noite. A água estava muito fria", lembrou o professor.

Na entrevista ele também agradeceu aos militares que o encontraram e também às pessoas que fizeram orações. "Graças a Deus consegui sair de uma aventura inesperada, estou bem. Gostaria de agradecer ao pessoal do resgate, a todo mundo que torceu e orou por mim. Foi o que me tirou de lá, essa força. Foi o que impulsionou o meu querer, o meu querer andar, o meu querer sair dali", disse.

Resgate

Segundo o coronel Cardoso, do Corpo de Bombeiros, cerca de 40 homens participaram das buscas, entre bombeiros do Espírito Santo e Minas Gerais, brigadistas e voluntários. Foi a cadela farejadora Beck, do Corpo de Bombeiros, que indicou onde o professor estava.

“O guia da cadela, cabo Breno, estava de férias. Sabendo da ocorrência, se apresentou à Corporação, se colocou à disposição e teve papel fundamental. Foi a cadela que ele guiava que indicou a localização da vítima”, disse.

O coronel ainda contou que o momento do resgate foi de grande comoção, tanto das equipes, como do professor. Segundo ele, as condições físicas de Antônio contribuíram para que ele fosse encontrado em bom estado de saúde.

“Contou muito a favor de toda ocorrência o fato de ser um homem de porte, jovem. Não era a primeira vez que ele subia no parque, tinha condição física boa, tinha levado suprimento. Há relatos de que consumiu a última barrinha de chocolate ainda ontem. Tudo isso contribuiu para que fosse achado com vida”, disse.

Para Cardoso, Antônio pode ter vivido momentos de tensão enquanto esteve sozinho na mata. “Houve registro de temperatura abaixo de zero em algumas noites lá. A área é muito grande, navegar naquele ambiente é difícil, porque a vegetação é muito densa, fechada”, completou.

Desaparecimento

O professor estava na companhia de um amigo do grupo, que conseguiu sair do parque no domingo e avisou, na portaria, que Antônio continuava perdido. Os amigos disseram que ele é experiente e já tinha feito o trajeto outras vezes.

O amigo de Rosca, o comerciante de Guarapari Breno Alisson de Souza, que já fez esta trilha com o professor, acredita que ele tenha se perdido por causa da forte neblina que pairou na região neste fim de semana. “Foram condições adversas. Muito frio. Pelo Espírito Santo, (o trajeto) é muito traiçoeiro”, disse.

Antonio é de Manhuaçu, Minas Gerais. A família dele foi até o parque, na segunda-feira (10), para acompanhar as buscas. 

g1

 

Três bombeiros que salvaram da morte policiais militares que eram feitos reféns por índios na tarde do dia 14 de junho de 2016 em Caarapó foram promovidos por ato de bravura. Os socorristas atuaram na negociação com os agressores e conseguiram libertar três PM’s que haviam sido espancados, já estavam amarrados e com os corpos lavados por combustível, prestes a serem executados. Na edição de sexta-feira (7) do Diário Oficial do Estado, decreto assinado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) promoveu por ato de bravura, à graduação de Cabo BM, os então soldados Elton Oliveira dos Santos, Jhonny Pereira Grubert e Lucimar Maciel Piveta. Conforme a publicação, esses bombeiros foram promovidos “por terem praticado atos não comuns de coragem e audácia que, ultrapassando os limites do cumprimento do dever, representam feitos indispensáveis às operações desenvolvidas pela Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, devidamente comprovados em Investigação Sumária por Conselho Especial designado pelo Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado”. A OCORRÊNCIA A vida desses militares começou a mudar na manhã do dia 14 de junho de 2016, uma terça-feira. O relógio do 9º Subgrupamento de Bombeiros Militar de Caarapó marcava 10h51 quando houve o primeiro chamado, feito por um morador da Aldeia Te' Ýikuê. “Nos informaram que havia ocorrido o conflito e tinha gente ferida. Mandamos uma equipe de resgate e acionei todo meu efetivo para irmos ao local com outra viatura de resgate e uma administrativa”, informou à época o major Humberto Matos, que havia assumido o comando da unidade seis dias antes, em 8 de junho. Na ocasião, conforme posteriormente confirmado pelo MPF (Ministério Público Federal), fazendeiros dispararam com armas de fogo contra índios que ocupavam a Fazenda Ivú. Seis deles foram feridos e o agente de saúde indígena Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, de 23 anos, morreu antes de chegar ao Hospital São Mateus. Nem deu tempo de os socorristas chegarem à aldeia e já no caminho as viaturas davam de encontro com carros transportando feridos. “Nós fazíamos os primeiros atendimentos e trazíamos as vítimas para o hospital. Todos feridos por arma de fogo”, detalhou o comandante dos bombeiros na época. E foi em um dos retornos à área de conflito que os bombeiros se depararam com três policiais militares e o motorista de um caminhão feitos reféns por índios. Os PM’s haviam ido ao local em apoio aos socorristas, mas diante do clima tenso foram abordados, algemados com os próprios equipamentos e agredidos. Gasolina foi jogada em seus corpos, que só não foram incendiados vivos graças à rápida intervenção dos bombeiros, que precisaram negociar com os agressores para resgatar os reféns. A viatura da PM, um caminhão e uma colheitadeira foram incendiados. Elton Oliveira dos Santos, Jhonny Pereira Grubert e Lucimar Maciel Piveta estavam em uma das viaturas de resgate enviadas ao local e quando retornava à cidade com os policiais feridos, ainda precisaram passar por um bloqueio na estrada feito por índios. Naquele momento, mais uma vez agiram com bravura ao despistarem possíveis agressores aconselhando os PM’s a se esconderem sob as macas e transportadas na viatura. O agora cabo Elton Oliveira dos Santos atualmente está lotado no 2º Grupamento de Bombeiros Militar, em Dourados. Jhonny Pereira Grubert e Lucimar Maciel Piveta continuam atuando no 9º Subgrupamento, em Caarapó.
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