Saúde (122)

Estado vai perder 115 profissionais do programa Mais Médicos

Médicos cubanos, que participam do programa Mais Médicos, deixarão Mato Grosso do Sul no dia 27 de novembro. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, pelo menos, 115 postos de trabalho ficarão em aberto no Estado. Este é o número de vagas disponibilizadas no primeiro edital, divulgado pelo Ministério da Saúde, para repor os profissionais de Cuba, após o país cancelar acordo de cooperação com o Brasil.

O edital foi publicado na terça-feira (20). Nele, são ofertadas 8.517 vagas, disponibilizadas para 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Indígenas.

Em Mato Grosso do Sul, são 104 vagas para municípios e 11 para o Distrito Sanitário Indígena.
Neste primeiro edital, podem se inscrever médicos brasileiros e estrangeiros, que tenham registro no Conselho de Medicina do Brasil. As inscrições foram abertas às 8h de ontem e vão até as 23h59min de 25 de novembro. Há um sistema em que o médico deve acessar e fazer um cadastro. No ato de inscrição, o profissional escolhe o município disponível para a atuação.

Fonte: Correio do Estado

Governador disse que há médicos formados no exterior que querem trabalhar e não conseguem

Com a saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos, que vai desfalcar a saúde de Mato Grosso do Sul em 114 profissionais, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja sugeriu que não seja exigido o Revalida de médicos brasileiros formados no exterior para atuarem no Brasil.

“Eu acho que é um ganho, porque tem muitos brasileiros que não conseguem trabalhar aqui porque não fizeram o Revalida. Como abriu uma exceção para os cubanos, que abra para os brasileiros formados no exterior”, disse o governador, durante agenda pública, na tarde de hoje.

Conforme o governador, o edital aberto para chamamento de novos médicos ajudará a "cobrir a lacuna deixada pelos cubanos", mas retirar a exigência do Revalida pode aumentar o número de profissionais. "Se abrir a exceção, acho que teremos um grande números de formandos que virão", afirmou Azambuja.

O acordo com o governo brasileiro foi rompido quarta-feira passada (14) pelas autoridades cubanas, que não concordaram com algumas exigências feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro e anunciaram a retirada dos médicos do País.

Em Mato Grosso do Sul havia 114 profissionais cubanos atuando pelo Mais Médicos.

Para ocupar as vagas deixadas pelos cubanos, novo edital do Mais Médico foi publicado hoje no Diário Oficial da União. Inicialmente, estão abertas vagas para os médicos brasileiros com inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) ou com diploma revalidado no país. No Estado, são 115 vagas.

Fonte: Correio do Estado

 

Vagas estão distribuídas em 46 cidades do interior e 7 Diseis (Distritos Sanitários Especiais Indígenas) do Estado

Com 115 vagas distribuídas em 46 cidades do interior e 7 Diseis (Distritos Sanitários Especiais Indígenas) de Mato Grosso do Sul, o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (20) edital para contratação por meio do programa Mais Médicos. Os profissionais substituirão os cubanos que estão deixando o Brasil, depois que o governo de Cuba decidiu encerrar parceria.

A publicação ocorre no dia seguinte ao anúncio do Ministério da Justiça de que serão ofertadas 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 áreas indígenas, antes ocupadas por médicos cubanos.

O texto apresenta em detalhes os oito perfis das localidades que poderão ser escolhidas pelos profissionais que se candidatarem ao programa.

No Estado, por exemplo, há 11 municípios onde há percentual da população classificada como de extrema pobreza.

Veja a lista de cidades de MS que solicitaram contratações e o respectivo número de vagas:

ALCINOPOLIS 1
AMAMBAI 1
ANGELICA 1
ANTONIO JOAO 2
AQUIDAUANA 2
ARAL MOREIRA 1
BANDEIRANTES 2
BATAGUASSU 1
BELA VISTA 3
BONITO 2
BRASILANDIA 2
CARACOL 1
CHAPADAO DO SUL 3
CORGUINHO 1
CORONEL SAPUCAIA 2
CORUMBA 10
COSTA RICA 5
COXIM 6
DEODAPOLIS 4
DOIS IRMAOS DO BURITI 1
DOURADOS 9
ELDORADO 1
FIGUEIRAO 1
GLORIA DE DOURADOS 2
GUIA LOPES DA LAGUNA 1
IGUATEMI 3
ITAQUIRAI 1
IVINHEMA 2
JAPORA 2
JARAGUARI 1
JARDIM 2
JATEI 1
LADARIO 2
MUNDO NOVO 1
NOVA ANDRADINA 1
PARANHOS 3
PEDRO GOMES 2
PORTO MURTINHO 1
RIBAS DO RIO PARDO 1
RIO VERDE DE MATO GROSSO 4
SANTA RITA DO PARDO 2
SAO GABRIEL DO OESTE 2
SETE QUEDAS 3
SELVIRIA 1
SONORA 1
TACURU 3

Também há vagas abertas para Diseis:

DSEI AMAMBAI 3
DSEI ANTÔNIO JOÃO 1
DSEI AQUIDAUANA 2
DSEI CORUMBÁ 1
DSEI NIOAQUE 1
DSEI PARANHOS 2
DSEI TACURU 1

Médico presta atendimento em comunidade indígena (Foto: Arquivo)

Salário e inscrições – Os profissionais selecionados receberão salário de R$ 11.865,60 por 36 meses, contrato que pode ser prorrogado. Para o médico que se candidatar para trabalhar em áreas distantes, será repassada ajuda de custo para o médico que solicitar.

As vagas são para médicos brasileiros com inscrição no CRM (Conselho Regional de Medicina) e com diploma revalidado no país.

O Ministério da Saúde prevê que o médicos comecem a trabalhar em 3 de dezembro.

Os profissionais podem se inscrever no site maismedicos.gov.br.

Impasse - No dia 14 de novembro, o governo de Cuba divulgou nota anunciado a interrupção da cooperação técnica com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) que permite o envio de médicos para o Brasil. O comunicado cita "referências diretas, depreciativas e ameaçadoras" feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) à presença dos médicos cubanos no Brasil.

O país caribenho envia profissionais para trabalhar nas regiões mais carentes do país desde 2013, quando a gestão de Dilma Rousseff (PT) criou o Mais Médicos.

Com a decisão do governo cubano, Mato Grosso do Sul deve perder ao menos 110 profissionais, conforme dados do Ministério da Saúde divulgados na semana passada. Todos eles atuam no interior.

O número de médicos cubanos no Estado corresponde a metade dos profissionais que atuam por meio do programa – 205 no total, segundo a SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Fonte: Campo Grande News

Com dez médicos, Corumbá será a cidade mais afetada pela decisão do governo de Cuba

Pegos de surpresa com a decisão de Cuba de sair do programa Mais Médicos, gestores de municípios do interior de Mato Grosso do Sul temem um colapso na saúde pública, caso o governo federal não tome uma medida urgente para suprir as vagas dos médicos cubanos. Em cidades como Deodápolis, onde há quatro médicos de origem cubana, restará apenas um profissional para atender a população de 12.868 habilitantes.

“Não temos nenhum plano B, porque fomos pegos de surpresa. Estamos aguardando que o Ministério da Saúde tome alguma providência. Temos um plantonista no hospital, outro que pediu afastamento e outro que se aposentou. Talvez seja a situação mais grave do Estado. Nós temos quatro médicos cubanos que são exemplares, não há queixa nenhuma da população, são os melhores médicos que temos, é uma perda irreparável”, disse o prefeito Valdir Luiz Sartor, de Deodápolis.

Em São Gabriel do Oeste, há apenas dois médicos cubanos, mesmo assim,a saída deles preocupa a secretária municipal de Saúde, Michele Alves Pauperio. “Temos 10 unidades de básicas de saúde da família, em duas o atendimento é feito por cubanos. Nós não temos condições financeiras de repor médicos cubanos ao custo do médico brasileiro. A gente acredita que a vinda não será imediata. Como vamos ficar meses sem esses médicos? Estamos esperando que venha uma resposta do governo federal o quanto antes”, pontua.

Fonte: Correio do Estado

O Revalida é um exame nacional exigido por formados no exterior que queiram exercer a medicina no país

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta sexta-feira (16) que se já estivesse no cargo exigiria um "Revalida presencial" dos profissionais cubanos que integram o Mais Médicos.

"Se fosse presidente, exigiria um Revalida presencial. Assistir o médico a atender o povo. Porque o que temos ouvido são muitos relatos de verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém", afirmou Bolsonaro, sem detalhar como isso seria feito.

O Revalida é um exame nacional exigido por formados no exterior que queiram exercer a medicina no país.

O governo de Cuba anunciou na quarta-feira (14) o fim de sua participação do programa Mais Médicos no Brasil.

Em nota divulgada pelo Ministério da Saúde do país caribenho, a decisão é atribuída a questionamentos feitos por Bolsonaro à qualificação dos médicos cubanos e ao seu projeto de modificar o acordo, exigindo revalidação de diplomas no Brasil e contratação individual.

O presidente eleito voltou a falar que também exigiria o repasse direto e integral do salários aos profissionais cubanos. "A situação é de praticamente escravidão a que estão sendo submetidos os médicos e as médicas cubanos do Brasil. Já imaginou confiscarem 70% do seu salário?", afirmou o presidente eleito.

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Diferentemente do que acontece com os médicos brasileiros e de outras nacionalidades, os cubanos do Mais Médicos recebem apenas parte do valor da bolsa paga pelo governo do Brasil. Isso porque, no caso de Cuba, o acordo que permite a vinda dos profissionais é firmado com a Opas (Organização Panamericana de Saúde), e não individualmente com cada médico.

Pelo contrato, o governo brasileiro paga à Opas o valor integral do salário, que, por sua vez, repassa a quantia ao governo cubano. Havana paga uma parte aos médicos (cerca de um quarto), e retém o restante.

Bolsonaro falou sobre o caso em visita ao 1º Distrito Naval, ao lado do comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira. Ele só respondeu à primeira pergunta sobre o Mais Médicos.

Ao ouvir a segunda, decidiu sair. "Como o assunto saiu da área militar, quero agradecer a todos vocês", disse, saindo do salão.

O presidente eleito comentou apenas que não conversou com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a proposta de dividir com os governos estaduais o valor arrecadado no próximo leilão de poços de petróleo.

Bolsonaro afirmou também que o comandante da Marinha foi convidado a assumir o Ministério da Defesa. Ele recusou o convite por razões familiares - o escolhido em seu lugar foi o general Fernando Azevedo Silva. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Governo de Cuba informou ontem que irá sair do programa Mais Médicos

O governo de Cuba informou ontem que irá sair do programa Mais Médicos. O país manda profissionais para atuar no Brasil desde o início do programa, em 2013, em meio a polêmica sobre diploma e salários. O acordo teve início quando a então presidente Dilma Rousseff criou o programa para atender regiões carentes de cobertura médica.

O motivo da decisão, segundo o governo cubano, são “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) com relação à presença dos médicos de Cuba no Brasil. “O Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos e assim comunicou à diretora da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam a iniciativa”, diz a nota do governo caribenho.

O comunicado não informa a data em que os médicos cubanos deixarão de trabalhar no programa. A Opas disse apenas que foi comunicada da decisão, sem dar mais detalhes. Na campanha, Bolsonaro afirmou que expulsaria médicos cubanos com base na prova Revalida. Nesta quarta-feira, afirmou que ‘ditadura cubana’ demonstra ‘irresponsabilidade’ e explora seus cidadãos.

PREJUÍZO

Em Mato Grosso do Sul, 114 profissionais cubanos fazem parte do programa e devem ser afetados pela decisão, no entanto, não há informações pontuais quanto aos prejuízos para a população.

Fonte: Correio do Estado

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul, através da Gerência Municipal de Saúde, realizará no dia 30 de Novembro, sexta-feira, exames de próstatas para homens acima de 50 anos.

Os exames será realizados pelo Dr. Jamal Mohamed, urologista e a iniciativa tem o objetivo de alertar os homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras Para realizar o exame os homens deverão comparecer no Posto de Saúde para agendamento.

“Assim como nos preocupamos com a saúde da mulher em Outubro, com várias ações, queremos que durante o Novembro Azul os homens possam cuidar de sua saúde. Temos que lembrar a importância dos homens acessarem os serviços de saúde disponíveis no nosso município e se prevenirem", disse o Prefeito de Novo Horizonte do Sul, Marcilio Alvaro Benedito.

Novembro Azul

O Novembro Azul é um movimento recente, porém já é realizado em diversas partes do mundo e simboliza a luta contra o câncer de próstata. O exame de próstata chamado de toque retal e o PSA (Antígeno Prostático Específico), que é feito no sangue, são de fundamental importância para a saúde do homem, por isso os exames preventivos são importantes, quanto mais cedo for detectado o problema, maiores as chances de cura, já que alguns tumores podem crescer de forma silenciosa, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte.

Fonte: Assessoria

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência de Saúde receberam nesta quarta-feira, dia 19 de setembro de 2018 duas camionetes Amarok.

Estes veículos fazem parte da Emenda Parlamentar destinada para área da saúde pelo Senador Pedro Chaves no valor de R$ 232.000,00 (duzentos e trinta e dois mil reais). A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul entrou com a contrapartida de R$ 33.800,00 (trinta e três mil e oitocentos reais), totalizando o valor dos dois veículos de R$ R$ 265.800,00 (duzentos e sessenta e cinco mil e oitocentos reais).

As camionetes, além de reforçar a frota da gerência, serão utilizadas para os serviços da saúde, dos ESF Rural e ESF Urbano, dando assim uma maior comodidade para a equipe da saúde atender a população de Novo Horizonte do Sul.

Divulgação

Fonte: Assessoria

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência de Saúde receberam nesta quarta-feira, dia 19 de setembro de 2018 duas camionetes Amarok.

Estes veículos fazem parte da Emenda Parlamentar destinada para área da saúde pelo Senador Pedro Chaves no valor de R$ 232.000,00 (duzentos e trinta e dois mil reais). A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul entrou com a contrapartida de R$ 33.800,00 (trinta e três mil e oitocentos reais), totalizando o valor dos dois veículos de R$ R$ 265.800,00 (duzentos e sessenta e cinco mil e oitocentos reais).

As camionetes, além de reforçar a frota da gerência, serão utilizadas para os serviços da saúde, dos ESF Rural e ESF Urbano, dando assim uma maior comodidade para a equipe da saúde atender a população de Novo Horizonte do Sul.

Divulgação

Fonte: Assessoria

Oito universidades oferecem curso, com mensalidade a R$ 700

Facilidade de acesso e mensalidade até dez vezes mais barata atraem pelo menos 10 mil brasileiros que hoje estudam Medicina em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Com a demanda crescente, novas instituições de ensino se preparam para se instalar na cidade – que fica na divisa com Ponta Porã, no Brasil –, enquanto universidades já estabelecidas ampliam suas unidades.

O alto investimento necessário para estudar Medicina em faculdades particulares brasileiras, aliado à concorrência grande dos processos seletivos em universidades públicas do País, ajudou a popularizar a alternativa paraguaia.

Thaís dos Santos, 22 anos, está a 1,5 mil quilômetros da cidade natal, a pequena Felixlândia (MG), de 15 mil habitantes, para realizar o sonho de se tornar médica. A mineira conta que a mensalidade durante o primeiro semestre pela Universidad Politécnica y Artística del Paraguay (Upap) custa 1 milhão de guaranis – aproximadamente R$ 700. “Uma das vantagens é que não tem vestibular. A gente passa por um curso de nivelação, apenas”.

O curso de Medicina foi o mais disputado do vestibular 2018 da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), instituição pública, com 144 candidatos por vaga.

Fonte: Correio do Estado

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