Saúde (64)

Bebê estava na unidade intermediária; segundo a Santa Casa, estado de saúde é estável. Hospital informou que afastou profissional e vai apurar o caso.

Um premauturo de 71 dias foi parar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após uma técnica em enfermagem da Santa Casa de Campo Grande injetar leite materno na veia do bebê. Segundo a família, antes do episídio, a criança estava na unidade intermediária.

O hospital informou que afastou a profissional e abriu uma sindicância para apurar o que aconteceu. O resultado deve sair em uma semana. "Ele está reagindo bem. Mas a gente precisa completar o tempo de tratamento. Ele já tem uma melhora em termos de exames laboratoriais e clínica", afirmou Walter Lopes, coordenador infantil da Santa Casa.

A família registrou boletim de ocorrência na polícia e disse que na quinta-feira (16), os médicos precisaram fazer uma punção no coração da criança, de onde retiraram 12 ml de leite. A Santa Casa negou que o procedimento tenha acontecido. O hospital afirma que, o que realmente aconteceu, foi uma complicação no acesso por onde ele recebe medicamentos.

"A respeito desse erro, infelizmente ia cuidar a vida do meu filho. Começa a doer e eu me apavoro por lembrança. Eu estava esperando a alta do meu filho. Eu estava contando vinte dias pra gente ir embora, e não pra eu ficar mais vinte dias no hospital. Quatorze dias são só antibiótico", desabafou a mãe Jaqueline Pereira de Moura.

Fonte: G1

Cinco medicamentos de dois fabricantes internacionais foram suspensos pela Anvisa ontem (26).

A medida foi adotada após a realização de inspeções internacionais feitas pela Anvisa nos locais de fabricação.

Com isso, a importação, o comércio e o uso dos medicamentos ficam suspensos até que os fabricantes corrijam os problemas identificados.

Confira os medicamentos:

Fonte: MSN Noticias

Desde o final de 2015, as vacinas hexavalente e pentavalente acelulares -- que não fazem parte do Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde (SUS) -- estão escassas na rede privada. O laboratório francês Sanofi Pasteur anunciou nesta quarta-feira, dia 18 de outubro, que passará a vender até o final deste mês a hexa, também chamada de sêxtupla acelular.

A hexacelular protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite provocada pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, hepatite B e poliomielite. A pentavalente protege contra as mesmas doenças, exceto poliomielite.

"Tudo o que a gente deseja é ter mais de um fabricante para cada vacina, porque hoje a questão do desabastecimento é um problema grave. A vacina hexa, que tinha um fabricante só no Brasil, está em falta há muito tempo", disse Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

De acordo com a Sanofi, a vacina já está disponível em outros 86 países e será fabricada na França para ser importada ao Brasil. A empresa já vende a pentavalente acelular no mercado brasileiro. A outra versão da hexa vendida no país é da empresa GSK, de acordo com Ballalai.

O esquema vacinal da hexavalente é de três doses, com uma dose de reforço em crianças de seis semanas a dois anos de idade.

Nos postos e hospitais públicos, é encontrada apenas a vacina pentavalente, dada em associação com a vacina contra poliomielite. "São duas vacinas, em vez de uma, mas o risco de ficar desprotegido contra as doenças é muito pior" do que o inconveniente de tomar uma vacina a mais, disse Isabella.

Qual a diferença entre vacina do SUS e vacina privada?

A diferença entre a vacina da clínica particular e a vacina dos postos de vacinação públicos é que a da clínica privada é acelular e a do posto é de células inteiras. Na prática, as duas são muito eficazes, mas a acelular tem a vantagem de provocar menos reações adversas. "Para quem pode se dar ao luxo de pagar a vacina acelular, ela é menos reatogênica”, diz Isabella.

"Mas, na falta dela, não só é seguro, como muito importante que as mães não deixem de procurar a rede pública para fazer a vacinação de seus filhos", completa a médica. Informações sobre as vacinas recomendadas para cada faixa etária podem ser acessadas no site da SBIm.

Fonte: G1

A partir do dia de 2 de outubro, a Carreta do Hospital de Câncer de Barretos estará em Novo Horizonte do Sul, para oferecer exames preventivos e de câncer de mama.

A Carreta do Hospital de Câncer atenderá próximo ao Posto de Saúde de Novo Horizonte do Sul, com previsão de permanecer no local até o dia 04.

Sistema será implantado também no Regional e no Universitário

Após teste na Santa Casa de Campo Grande, o sistema de regulação municipal será implantando ainda no mês de setembro no Hospital Regional (HRMS) e o Hospital Universitário (HU).

Para a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), as regras válidas há um mês no maior hospital de Mato Grosso do Sul e que ajudaram a desafogar os corredores da Santa Casa, serão colocadas em prática nos outros dois hospitais públicos da Capital.

O coordenador de urgência da Sesau, Yama Higa explicou que o órgão vai implatar o mesmo sistema, que já deu certo na Santa Casa, nos demais hospitais. “A gestão da saúde na Capital é da prefeitura, feita pelo município. Apesar do HR ser um hospital que atende o Estado, é nossa responsabilidade”, afirmou.

Por isso, de acordo com o coordenador, “vamos estender a regulação para o HU e HR. Estamos fazendo a inversão do fluxo do hospital para as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e CRS (Centros Regionais de Saúde) e depois para as unidades próximas da casa do paciente”, sustentou.

Fonte: Correio do Estado

Policiais Militares Ambientais de Aquidauana receberam reclamações ontem (11), de que uma moradora estaria incendiando a vegetação no terreno de sua residência, causando transtornos aos vizinhos.

A PMA foi ao local e surpreendeu a infratora (53), no momento em que ela provocava o incêndio na vegetação e resíduos na área do terreno, gerando muita fumaça, que dispersa no ar, prejudicava toda a vizinhança. Os Policiais conseguiram conter o fogo que ameaçava as residências vizinhas. A proprietária da residência foi autuada administrativamente e foi multada em R$ 1.211,50.

Apesar dos esforços e das orientações, inclusive pela mídia, em relação à proibição de dos incêndios, algumas pessoas insistem com esse costume, que é bastante prejudicial ao ambiente e à saúde da população afetada.

Fonte: Ivinoticias

O Governo do Estado repassou, nesta semana, mais de R$ 26 milhões aos hospitais de Mato Grosso do Sul, incluindo as unidades de Campo Grande, que receberam cerca de R$ 6,5 milhões. Na Capital, o valor foi destinado à Santa Casa, Hospital do Câncer, Hospital São Julião e Maternidade Cândido Mariano. No município de Dourados, os hospitais da Vida e Universitário receberam R$ 2,4 milhões. O montante pago pelo Governo é reflexo de esforços e remanejamento de recursos, manobra exigida pelo governador Reinaldo Azambuja para que a gestão esteja em dia com os incentivos na área de saúde, mesmo diante da crise financeira que afeta o país.

Além de quitar o repasse mensal referente ao mês de julho – cerca de R$ 12 milhões -, o Governo do Estado também quitou alguns atrasos com os municípios e, assim, selou a saúde como prioridade na gestão. O total depositado nessa semana, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), contempla 65 municípios de Mato Grosso do Sul.

Diretores de hospitais reafirmaram a importância do convênio entre Governo e entidades. Em Fátima do Sul, município que recebeu mais de R$ 336 mil, a diretora do Hospital SIAS (Sociedade Integrada de Assistência Social do Hospital SIAS), Rose Conceição da Costa Villasboas, lembrou que “o governo sempre esteve empenhado em cumprir com seus compromissos”.

“O Governo do Estado representa uma importante parceria com o hospital em Fátima do Sul. Sabemos que a situação econômica não é favorável devido à crise atual em todo país, mas desde então. Os nossos recursos estão em dia, o que significa muito para a rotina do hospital que é uma grande referência para outros municípios. O nosso hospital foi responsável por 850 cirurgias durante a Caravana da Saúde”, afirmou Rose.

Para Três Lagoas foram repassados mais de R$ 2,7 milhões. Já para o município de Ponta Porã foram depositados R$ 1,3 milhão e Paranaíba recebeu R$ 1,7 milhão, sendo R$ 85 mil destinados ao Hospital de Psiquiatria Bezerra de Menezes.

“O Hospital de Psiquiatria de Paranaíba é uma referência para receber pacientes de praticamente todo o estado. O Governo do Estado nunca mediu esforços para atender a instituição, até mesmo com seus incentivos financeiros, na atual condição econômica que o país enfrenta, e mesmo assim estão em dia. A atual política nacional de cuidados psiquiátricos não favorece as instituições filantrópicas, por isso o compromisso do Governo do Estado tem sido de grande importância. Sem esses repasses não conseguiríamos custear o hospital por conta própria”, explicou o gerente de planejamento do hospital, Wagner Alves Oliveira.

Nos últimos dois anos de gestão – 2015 e 2016- mais de R$ 2,4 bilhões foram investidos em saúde pelo Governo do Estado, valor quase 5% maior do que o investimento determinado por lei, de 12% ao ano.

Entre os inúmeros investimentos realizados na saúde, estão a implementação de 48 novos leitos de UTI em todo Estado – 10 em Dourados, 10 em Nova Andradina, 10 em Ponta Porã, 10 na Maternidade Cândido Mariano e oito no Hospital do Câncer, ambos na Capital. Também houve aumento no repasse de hospitais e incremento na realização de cirurgias eletivas por meio do programa Caravana da Saúde.


Municípios Beneficiados


Água Clara, Amambai, Anastácio, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bandeirantes, Bataguassu, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Campo Grande, Caracol, Cassilândia, Coronel Sapucaia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Inocência, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Jardim, Jateí, Juti, Laguna Caarapã, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Rio Negro, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Sete Quedas, Sidrolândia, Sonora, Santa Rita do Pardo, Tacuru, Taquarussu, Três Lagoas e Vicentina.

Fonte: Portal do MS

Paciente teria ficado 20 minutos aguardando atendimento

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde investigará), em paralelo ao inquérito policial, vai investigar o que motivou socorristas do Corpo de Bombeiros a deter porteiros da Santa Casa de Campo Grande, na noite de ontem, sábado (5).

O coordenador de urgências da Sesau, Yaga Higa, confirmou ao Jornal Midiamax abertura de processo administrativo, a partir de segunda-feira (7), para investigar possíveis excessos.

“Não cabe trancar o portão e dar voz de prisão”, resumiu Higa, ressaltando relato do hospital de que o paciente estaria estável e com fratura no pé decorrente de acidente de trânsito.

Boletim de ocorrência, registrado pelos bombeiros, informou que estes foram impedidos de entrar no pronto socorro da Santa Casa por 20 minutos, enquanto mantinham na viatura um paciente politraumatizado, que segundo assessoria do hospital, não estava regulado para unidade, ou seja, não havia vaga para este atendimento específico.

Registro

A apuração pode estar limitada ao relato dos envolvidos, caso a regulação da vaga hospitalar tenha ocorrido via rádio. O dispositivo, neste caso, não permite gravar os diálogos.

Os dados de atendimento seriam registrados em livro físico que será requisitado pela secretaria para averiguação. Isso porque sistema de digital está instalado em 70% das unidades de saúde e o Corpo de Bombeiros opta por regular via rádio ao invés do telefone.

Para o coordenador de urgências, mudanças no registro atual são essenciais a fim de que se permita averiguar por meio de “gravações e auditorias possíveis erros”.

Prisão

Dois funcionários da Santa Casa foram presos, no sábado (5), por omissão de socorro e desobediência por não abrir portão do pronto socorro a viatura do Corpo de Bombeiros. O caso foi parar na polícia, uma vez que militar teria danificado estrutura para que ambulância entrasse com vítima de acidente de 31 anos. Equipe do hospital verificava senha de regulação.

Para a delegada plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro, Priscilla Anuda Quarti, os funcionários da Santa Casa alegaram que cumpriam ordens da direção do hospital. O jovem ferido, por sua vez, apresenta quadro clínico estável.

Todos os envolvidos foram ouvidos e liberados. A Santa Casa, por meio de sua assessoria de imprensa, ressaltou que pretende representar contra os militares por abuso de autoridade e depreciação do patrimônio, tendo em vista os danos causados ao portão da unidade.

Hospital adotou, na quarta-feira (2), restrição de acesso a paciente não regulados pelo município devido a superlotação. Faixas informam inexistência de vagas no pronto socorro, centro de terapia intensiva e alas de internação.

Fonte: Midianax

HU é um dos que absorvem efeito das restrições

 

O fechamento do pronto-socorro da Santa Casa desde a noite de quarta-feira já provocou aumento de atendimentos no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), onde o setor de emergência chegou a atender três vezes mais pacientes que a capacidade normal.

A situação mais grave, no entanto, foi enfrentada no Centro de Terapia Intensiva (CTI), em que seis pacientes precisaram de ventilação mecânica. No Hospital Regional, o movimento também era maior na sexta-feira.

O hospital conta com oito leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no CTI, equipados com respiradores. Contudo, além desses, mais seis pacientes eram atendidos, mas respiravam por meio da ventilação mecânica, feita por enfermeiros ou técnicos por intermédio de ambu, que é um respirador artificial manual.

A quantidade estava bem acima do considerado “normal”, quando entre um e dois pacientes precisam ser submetidos a essa forma de respiração.

O Pronto Atendimento Médico (PAM) do Humap, que tem apenas 18 leitos, tanto para os casos mais graves quanto menos graves, chegou a manter, na quinta-feira, 58 pacientes em macas, mas também em cadeiras e nos corredores, onde se chegou a ter 41 pacientes.

Fonte: Correio do Estado

Faixa indicando superlotação foi afixada no hospital

 

Sem capacidade para receber mais pacientes de emergência, a Santa Casa encaminhou ofício ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e ao Ministério Público Estadual (MPE) informando a situação. Faixa, indicando a superlotação foi afixada no portão de entrada do pronto-socorro.

Área vermelha da emergência que disponibiliza apenas seis leitos, ontem à noite era ocupada por 22 pacientes. Foi quando a incapacidade foi informada às autoridades, inclusive à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, esta manhã são 10 pacientes emergenciais aguardando vaga no Centro de Terapia Intensiva (CTI) ou no Centro Cirúrgico, que estão 100% ocupados.

Ontem à noite, dois pacientes graves foram transferidos para o CTI do Hospital de Câncer Alfredo Abraão, mas um deles não resistiu e faleceu.

Segundo o hospital, possível reabertura do pronto-socorro só ocorrerá quando mais vagas no CTI ou no Centro Cirúrgico forem liberadas.

Fonte: Correio do Estado

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