Economia (257)

A estatal informa que as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências

A partir desta terça-feira (16), os Correios vão fechar e encerrar as atividades em 41 agências de 15 estados do país. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros. A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias. Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

“O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

Nenhuma outra agência foi desativada dentro desse processo de remodelagem do ano passado para cá e não há previsão de mais fechamentos até o fim de 2018. De acordo com os Correios, fechamentos pontuais que ocorreram foram relacionados a questões administrativas como reformas, aluguel e mudança de imóvel.

Serão fechadas agências nos estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, do Piauí, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Pará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de Roraima, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Fonte: Edição MS

Os contribuintes contemplados com a liberação do quinto lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2018 (ano-base 2017) já estão com o dinheiro na conta. O depósito foi feito nesta segunda-feira, dia 15, pela Receita Federal. Neste lote, estão incluídas 2.532.716 pessoas, totalizando R$ 3,3 bilhões. Essa leva de devoluções contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

No caso das restituições referentes a 2018, o dinheiro será devolvido com uma correção de 3,62%, equivalente à variação da taxa básica de juros (Selic) de maio a outubro deste ano. Para os lotes residuais de 2008 a 2017, as correções vão variar de 11,45% a 105,74% (dependendo do ano).

Se a pessoa tiver sido incluída neste lote, mas o dinheiro não estiver creditado na conta indicada por ela, é preciso procurar uma agência do Banco do Brasi (BB) ou ligar para a central de atendimento da instituição por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Neste caso, o interessado poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer outro banco.

Desse total a ser depositado, R$ 171.726.024,67 são restituídos a contribuintes prioritários, sendo 4.307 contribuintes idosos acima de 80 anos, 32.257 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.530 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 20.362 professores.

Confira o calendário de pagamento bancário das próximas restituições:

6º lote - 16/11/2018

7º lote - 17/12/2018

Fonte: Extra

  • §Instituição financeira cooperativa cresceu 17,1% em patrimônio líquido, alcançando R$ 13,8 bilhões
  • §Depósitos totais tiveram incremento de 20,8%, atingindo R$ 57,2 bilhões
  • §Poupança registrou crescimento de 49,9%, alcançando R$ 11,6 bilhões
  • §Carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, 23,5% a mais na comparação com 1º semestre de 2017

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – anuncia os resultados financeiros do primeiro semestre de 2018. De acordo com as Demonstrações Financeiras Combinadas, o resultado líquido cresceu 11% e o patrimônio líquido do Sicredi registrou aumento de 17,1%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando, respectivamente, R$ 1,36 bilhão e R$ 13,8 bilhões. Já os ativos atingiram R$ 87,8 bilhões, crescimento de 20,6% no comparativo com o primeiro semestre de 2017.

Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 20,8% em depósitos totais na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 57,2 bilhões. No mesmo período, a poupança – um dos focos da instituição financeira cooperativa, tendo em vista que incrementa e auxilia a fomentar o crédito rural – teve um aumento de 49,9%, atingindo R$ 11,6 bilhões. Já a carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, um incremento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2017. A carteira de crédito rural fechou em R$ 17,5 bilhões no primeiro semestre de 2018, com crescimento de 14% em comparação ao mesmo período de 2017.

Mesmo com a ampliação da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se decrescente, com 1,51% (no primeiro semestre de 2017 era 2,04%). Vale ressaltar que, por conhecer melhor o associado e manter com ele uma relação na qual o associado é o dono do negócio, as cooperativas de crédito apresentam um menor índice de inadimplência, o que permite oferecer taxas melhores e condições para empréstimos, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento regional.

“Mais uma vez, o Sicredi registrou um forte crescimento em seu balanço financeiro combinado, reforçando, assim, seu crescimento contínuo e robustez do trabalho realizado pelas nossas 116 cooperativas”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares. “Todo trabalho e resultados são fruto da cooperação de nossos colaboradores e mais de 3,8 milhões de associados, que são os donos do negócio e atuam, igualitariamente, nas decisões e rumos das cooperativas de crédito que compõem o Sicredi. Com a expansão para novas localidades, estamos fortalecendo a presença nacional com atuação regional”, enfatiza Tavares.

O Sicredi também registrou um aumento em seu número de agências, chegando a 1.611 em todo o Brasil. De janeiro a junho deste ano, foram 46 novas inaugurações, entre elas agências no Distrito Federal e em Minas Gerais, marcando a entrada do Sicredi nessas duas unidades federativas. Outro destaque deste primeiro semestre foi o lançamento da conta digital Woop Sicredi, uma solução financeira cooperativa para um público conectado e jovem de espírito, que procura resolver suas necessidades financeiras virtualmente, ao mesmo tempo em que colabora para o desenvolvimento da sua comunidade. O Woop Sicredi faz parte da transformação digital do Sicredi, que inclui a substituição progressiva dos sistemas que processam os produtos e serviços (core bancário). “O movimento de aumento do número de agências somado à oferta digital, o Woop Sicredi, demonstra a nossa visão de atender às demandas do consumidor de perfil mais digital, sem perder a essência de estarmos próximos dos associados”, contextualiza Tavares.

Pioneiro no segmento de cooperativismo de crédito no País e referência nacional e internacional pela organização em Sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta, atualmente, com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.238 cidades, sendo que em 199 delas é a única instituição financeira presente.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

O preço médio em Campo Grande é de R$ 4,33; filas se formam nos locais mais baratos

Andar de carro está cada vez mais difícil em Campo Grande. Isso porque o preço do litro da gasolina já pode ser encontrado por R$ 4,60 em postos de combustível da Capital.

Conforme a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 23 a 29 de setembro, foram levantados preços de 43 postos de Campo Grande. O litro do combustível mais barato foi encontrado por R$ 4,16 em um estabelecimento na rua Marechal Rondon.

Ainda segundo o levantamento feito pela ANP, o litro mais caro da gasolina, que chegou a R$ 4,60, foi encontrado em um posto da Avenida Mato Grosso. O preço médio em Campo Grande é de R$ 4,33.

O mesmo levantamento realizado em Campo Grande também foi feito em Corumbá, na fronteira com a Bolívia. Oito postos foram pesquisados e o preço do litro da gasolina chegou a ser encontrado por R$ 4,82 e o mínimo por R$ 4,56. O preço médio na cidade é de R$ 4,76.

Fonte: Top midia news

 

A maior alta foi em 21 de janeiro de 2016, quando chegou a R$ 4,163

O dólar encerrou o pregão de hoje (13) próximo dos R$ 4,20, no maior patamar desde a criação do Plano Real. A moeda norte-americana fechou em alta de 1,21%, cotada a R$ 4,1957 para venda, superando o teto de R$ 4,1655 de janeiro de 2016.

No acumulado do mês, o dólar já apresenta valorização de 3,03% em relação ao real. O Banco Central segue com a política tradicional de swaps cambiais, sem efetuar na semana nenhum leilão extraordinário de venda futura de dólares, como fez na última sexta-feira para conter a valorização da moeda norte-americana.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou o dia em baixa de 0,58%, com 74.686 pontos. Os papéis da Petrobras tiveram desvalorização de 1,27%, seguidos pelos do Itau com (-0,55%) e Bradesco (-0,40%). Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

Ao todo, 13,8 mil contratos foram fechados no primeiro leilão

Com o avanço do dólar comercial frente nesta quinta-feira (30), quando chegou a valer quase R$ 4,17, o Banco Central (BC) aunciou, no início da tarde, o leilão de US$ 1,5 bilhão em contratos de swap cambial – equivalente à venda de dólares no mercado futuro – para tentar conter a alta da moeda norte-americana.

Ao todo, 13,8 mil contratos foram fechados no primeiro leilão. Segundo o BC, 16 mil foram oferecidos na segunda rodada. A intervenção pode ter reduzido o apetite do mercado por dólares, já que, por volta das 14h, a moeda dos Estados Unidos dava sinais de recuo, passando a valer R$ 4,144 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, tinha queda de 1,88%, a 76.914,34 pontos. Mesmo com a atuação do BC, o dólar continua em alta na comparação com o dia anterior, quando encerrou o pregão vendido a R$ 4,114.

O dólar turismo, usado em viagens internacionais, está sendo vendido a R$ 4,56 em casas de câmbio de São Paulo, segundo consulta da Agência Brasil. O valor não inclui taxas de serviço e tributos, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado de quem compra a moeda na hora da transação.

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Na última quarta-feira (28), dia em que a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível desde a criação do real, o BC já havia anunciado a venda de US$ 2,15 bilhões das reservas internacionais do Brasil com compromisso de recomprá-las mais adiante.

Entenda os swaps

Por meio das operações de swap cambial, o Banco Central vende dólares no mercado futuro, mas sem transferir o recurso de fato. Ao fim do contrato, o BC garante ao investidor o pagamento da variação do dólar no período, e o investidor restitui a variação da taxa de juros no período. Se a taxa de juros for superior, o investidor embolsa os rendimentos. Se a moeda subir mais que os juros no período, o BC ganha num primeiro momento, mas troca de rendimentos com os investidores e sai perdendo. Esse contrato faz com que os investidores diminuam o interesse na compra da moeda norte-americana e com que seu valor frente ao real seja reduzido no mercado de câmbio. Com informação da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

A primeira parcela corresponde a 50% do valor do 13º salário

Os pagamentos da primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começarão a ser efetuados nesta segunda-feira (27).

Terão direito a essa parcela do abono anual 30 milhões de beneficiados. O Governo Federal estima que a antecipação da chamada gratificação natalina injetará R$ 20,6 bilhões na economia do país nos meses de agosto e setembro.

A primeira parcela corresponde a 50% do valor do 13º salário e será depositada junto com o benefício mensal da folha de pagamento. O calendário de pagamentos começa no dia 27 e vai até o dia 10 de setembro. O decreto presidencial que garantiu esse direito anual de aposentados e pensionistas foi publicado no último dia 17 de julho no “Diário Oficial da União”.

O advogado Bruno Souza Dias, do escritório Stuchi, Dias & Andorfato Advogados, informa que têm direito ao 13º salário os segurados do INSS que durante o ano receberam benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

“Já aqueles que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS), e o Renda Mensal Vitalícia (RMV), não têm direito ao 13º salário”, alerta o especialista.

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A Constituição Federal prevê que o 13º dos segurados da Previdência Social deve ser pago com base no valor integral dos benefícios ou aposentadoria recebida durante o ano, considerando-se o valor dos proventos do mês de dezembro, e deverão ser depositados até o fim do ano.

Cálculo

O advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados afirma que gratificação natalina do INSS é dividida em duas parcelas. Para calcular quanto receberão os aposentados e pensionistas devem levar em consideração duas variáveis: total de mês de vigência do benefício no ano e total de dias de pagamento dentro de um mês. Só é considerado o mês quando o benefício foi pago por mais de 15 dias.

Segundo exemplo dos especialistas, um benefício pago de 20 de fevereiro de 2018 até 16 de dezembro de 2018 terá o 13º salário calculado levando em conta o mês de dezembro, pois este teve mais de 15 dias de pagamento, e desconsiderado o mês de fevereiro, por este ter tido menos de 15 dias de pagamento normal.

Assim, o 13º salário será calculado com base no salário integral do mês de dezembro, dividindo o valor por 12 (número de meses de um ano) e multiplicando o resultado por 10 (quantidade de meses de vigência do benefício).

Badari observa que na primeira parcela, 50% do valor antecipado entre agosto e setembro, não há incidência de Imposto de Renda. Entretanto, os segurados que recebem benefícios que ultrapassam o limite do teto do IR, há taxação sobre a segunda parcela – isso quando a renda ultrapassa R$ 28.559,70, o equivalente a renda mensal de mais de R$ 1.903,98.

Cuidados

Como existem regras específicas, o advogado João Badari aconselha que o segurado do INSS requisite um extrato detalhado de seu pagamento. “Assim, ele poderá calcular se o valor depositado corresponde aos 50% do valor pago no último mês nesta primeira parcela. Caso não concorde com o valor depositado, poderá se dirigir ao INSS e solicitar a análise pelo atendente da agência”, ensina.

O segurado deve tomar cuidado com os valores depositados, orienta o advogado Roberto Hadid, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias. “Se ocorrer algum problema relacionado ao valor do abono ou não for depositado nenhuma quantia, o segurado deverá procurar a agência do INSS em sua cidade e reivindicar os corretos valores referentes à parcela do 13º salário. Caso o erro persista e não seja resolvido, ele poderá ingressar com uma ação judicial para receber seu direito”, recomenda.

Fonte: Noticias ao minuto

Juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo são uma das causas do crescente endividamento dos brasileiros

O Brasil é o país onde a taxa de juros do cartão de crédito né a mais alta do mundo. No ano passado, segundo um levantamento da Proteste com base em dados dos bancos centrais de diversos países, a média anual da taxa do rotativo — aplicada quando se paga o mínimo da fatura do cartão — era de 352,76%. De acordo com o Extra, em 2018, considerando os cinco principais bancos do Brasil, a média chega a 231% ao ano, segundo uma pesquisa feita por Filipe Pires, professor do MBA em Finanças do Ibmec.

A publicação explica que a redução foi consequência de uma norma do Banco Central (BC) que estabeleceu o limite de 30 dias para o rotativo. Depois disso, as instituições financeiras entram em contato com os clientes para oferecer um parcelamento, que costuma ter juros reduzidos (em média, 154% ao ano).

A mudança pode ser considerada um ponto positivo, segundo destaca Pires. Ele ressalta que, antes, o consumidor que tinha uma dívida de mil reais, quando sujeito a juros anuais de 400%, por exemplo, via seu débito se multiplicar para R$ 125 mil ao fim de três anos.

"Nossa taxa é absurdamente cara, comparada a países emergentes ou até do primeiro mundo. Se utilizarmos como parâmetro todas as emissoras de cartão de crédito, a média sobe mais, chegando a 337%", afirma.

A Protesta afirma que os juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo são uma das causas do crescente endividamento dos brasileiros. Segundo dados da PEIC (Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), o cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 76,9% das famílias endividadas.

A orientação é para que os clientes sempre paguem o total da fatura no vencimento, pois caso pague o total após o vencimento o juros do rotativo também incidirá.

Fonte: Noticias ao minuto

Instituição financeira cooperativa conquistou colocações em 12 indicadores na edição 2018 do Valor 1000

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – está mais uma vez entre os maiores do País, de acordo com o Valor 1000. Nesta edição 2018, divulgada em evento ocorrido na capital paulista na noite de 20 de agosto, a instituição se destacou em 12 categorias do anuário. Todas elas levam em consideração o balanço combinado do Sistema.

Na classificação dos 100 Maiores Bancos, o mais amplo do anuário, o Sicredi ficou em 10º lugar, subindo uma posição em relação ao ano passado. Entre as instituições financeiras que mais cresceram em Operações de Crédito e em Depósitos Totais, figurou em 4º e 11º lugar, respectivamente.

Já nos rankings voltados para os 20 Maiores Bancos, o Sicredi se destacou em Operações de Crédito, ocupando a 9ª posição; em Depósitos Totais, 7º colocado; em Patrimônio Líquido e Lucro Líquido, 8º lugar em ambos; em Receita de Intermediação, 9º; e em Resultado Operacional Sem Equivalência Patrimonial, 7º.

Entre os 20 Grandes Bancos, a instituição financeira cooperativa ainda ficou na 9ª colocação no ranking de Rentabilidade Operacional sem Equivalência Patrimonial, em 3ª entre os Mais Rentáveis sobre o Patrimônio e em 11º na categoria Bancos que Mais Cresceram em Depósitos Totais.

Elaborado pelo jornal Valor Econômico e pelo Serasa Experian, com base em dados do ano contábil de 2017, o Valor 1000 conta com o trabalho de homologação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). A publicação traz informações completas sobre as mil maiores empresas do Brasil, com rankings comparáveis, demonstrações financeiras consolidadas, faturamento bruto e outros itens estratégicos retirados dos balanços ou informados pelas companhias ou instituições.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Fonte: Assessoria

Investidores reagem aos resultados da pesquisa Ibope/Estado/TV Globo

O dólar bateu R$ 4 por volta do meio-dia desta terça-feira (21), com o mercado reagindo a resultados de pesquisas para o cenário eleitoral brasileiro de outubro.

Às 12h02 (horário de Brasília), a moeda avançava 0,90%, para R$ 3,994.

Investidores reagem aos resultados da pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada na noite desta segunda-feira (20). Nume cenário sem o ex-presidente Lula (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de voto à Presidência com 20% da preferência do eleitorado, seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, e Ciro Gomes (PDT), com 9%.

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, teria 7% das intenções de voto, e aparece tecnicamente empatado com o provável substituto de Lula, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que tem 4%.

"O mercado não considerava até poucos dias atrás um cenário sem Alckmin no segundo turno, mas já começou a precificá-lo", afirmou o economista da corretora Nova Futura, Pedro Paulo Silveira. Alckmin é, até o momento, o candidato preferido do mercado, que o vê como um nome mais reformista.

Na véspera, o dólar já havia fechado em R$ 3,958, maior patamar desde fevereiro de 2016, também refletindo resultados de pesquisa eleitoral.

O levantamento CNT/MDA mostrou, em um cenário com Lula, que o petista lidera as intenções de voto, com a preferência de 37,3% dos eleitores ouvidos na pesquisa estimulada. Em segundo lugar, Bolsonaro registrou 18,3%. Alckmin atingiu 4,9%, atrás de Marina, com 5,6%.

Segundo analistas, investidores ainda esperam, no entanto, que o início da campanha eleitoral na TV e no rádio possa impulsionar a campanha de Alckmin. A aliança entre o tucano e o chamado centrão rendeu ao candidato quase 40% do tempo de TV na disputa.

"Bolsonaro tem um piso de intenção de voto sólido, mas seu teto também é claro. Seus desafios seguem os mesmos: diminuir a rejeição e ser mais competitivo em um eventual segundo turno. Marina está em segundo lugar e se mostra forte na disputa do segundo turno. Haddad ainda têm espaço para crescer com maior exposição no Nordeste e herança de votos de Lula [...] Alckmin está estacionado e aposta as fichas no seu largo tempo de TV", escreveu a Guide Investimentos em relatório.

TRUMP E FED

No exterior, 25 das 31 principais divisas do mundo seguiam direção contrária à do real e avançavam em relação ao dólar, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltar a criticar o banco central do país por elevar a taxa de juros.

Trump disse nesta segunda que não está animado com o presidente do Federal Reserve (BC dos EUA), Jerome Powell, nomeado por ele próprio no ano passado para substituir Janet Yellen. O presidente americano afirmou ainda que o Fed deveria ser mais expansionista.

"Não estou animado com os aumentos de juros dele, não", disse Trump em entrevista à agência Reuters.Segundo ele, outros países se beneficiaram das medidas dos seus bancos centrais durante duras negociações comerciais, mas os Estados Unidos não estariam recebendo apoio do Fed.

"Estamos negociando de forma muito forte com outros países. Nós vamos vencer. Mas durante este período de tempo eu deveria receber alguma ajuda do Fed. Os outros países estão acomodados", declarou.

O Fed elevou os juros duas vezes neste ano e espera-se que ele aumente de novo as taxas no mês que vem.

Juros mais altos fortalecem o dólar ao atraírem para a maior economia do mundo recursos até então alocados em países de risco maior, mas prêmio teoricamente mais elevado, como o Brasil.

Quando Trump critica as taxas nos EUA, o efeito é o contrário: investidores entendem que o rendimento está ameaçado em dólar e buscam opções em ativos de risco maior, como ações e divisas de países emergentes.

Das 24 moedas emergentes, 18 ganhavam força em relação ao dólar, enquanto Bolsas globais operavam no azul.

O Dow Jones, principal índice de Nova York, avança 0,29%. O MSCI, índice de referência dos mercados emergentes, subia cerca de 1%.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas no Brasil, no entanto, recuava 0,21%, para 76.228,79, também refletindo incertezas eleitorais.

Para os dois cenários o Ibope ouviu 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 17 e 19 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01665/2018.

A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018 e ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09086/2018. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

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