Economia (212)

 O preço pode cair R$ 0,25 nos postos de combustíveis

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou na noite de desta quarta-feira (23) uma redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 15 dias. A decisão, segundo ele, busca contribuir com uma possível trégua no movimento dos caminhoneiros, que estão paradas nas estradas há três dias contra preço do combustível.

Na prática, a Petrobras avalia que a redução média será de R$ 0,23 nas refinarias, resultando numa queda média de R$ 0,25 nas bombas dos postos de combustível. A medida vale apenas para o diesel. A expectativa é de que a paralisação seja suspensa e, nos 15 dias em que vigorar a nova tarifa, governo e caminhoneiros encontrem uma solução definitiva.

A redução será nas refinarias e entra em vigor nesta quarta (23)

A partir desta quarta-feira (23), a gasolina e o óleo diesel ficarão mais baratos nas refinarias de todo o país. Informações divulgadas nesta terça-feira (22) no site da Petrobras indicam que o preço da gasolina cairá 2,08% e o do diesel, 1,54%.

A queda no preço da gasolina ocorre depois de 11 aumentos consecutivos nos últimos 17 dias e de o preço do produto ter fechado os primeiros 21 dias do mês de maio com alta acumulada de 16,07%. Com a queda de 2,08% que entra em vigor amanhã, o preço da gasolina nas refinarias cairá para R$ 2,0433.

No caso do diesel, com a queda de 1,54%, após sete aumentos consecutivos, o produto passará a custar a partir desta quarta-feira nas refinarias R$ 2,3351. O diesel acumula desde o dia 1º de maio alta de 12,3%.

A queda de preços anunciada desta terça pela Petrobras se dá um dia depois de a companhia ter informado mais um aumento nas refinarias de todo o país nos valores do diesel, que subiu 0,97%, e nos da gasolina, com alta de 0,9%.

No mesmo dia, mais cedo, caminhoneiros de todo o Brasil iniciaram uma greve geral contra os aumentos do diesel, o que levou à paralisação dos transportes de carga e ao bloqueio de rodovias em vários estados.

Ainda na segunda (21), o governo convocou uma reunião, no Palácio do Planalto, em caráter de emergência, para discutir a alta dos combustíveis. Participaram do encontro o presidente Michel Temer, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Minas e Energia), Eduardo Guardia (Fazenda) e Esteves Colnago (Planejamento) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.

O aumento dos preços dos derivados voltou a ser discutido hoje em Brasília. Os ministros Eduardo Guardia e Moreira Franco se reuniram com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, no Ministério da Fazenda. Após o encontro, Parente afirmou que a redução dos preços da gasolina e do diesel, anunciada hoje, foi tomada em função da queda do dólar ontem.

Há discussões no governo sobre a possibilidade de redução da cobrança de tributos sobre os combustíveis. Existem situações em que a composição de impostos chega a quase a metade do valor final do preço da gasolina e do diesel nas bombas de todo o país.

Segundo a Petrobras, os aumentos são consequência das oscilações do preço do barril do petróleo no mercado externo. De acordo com a estatal, “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo”.

A companhia destacou que a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que a empresa possa competir de forma eficiente no mercado brasileiro.

Fonte: Agencia Brasil

Os caminhoneiros realizam a manifestação querendo a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias.

 

Os caminhoneiros voltaram a protestar nas rodovias de Mato Grosso do Sul nesta terça-feira (22). A Polícia Rodoviária Federal informou que hoje já são 10 locais que ocorreram a manifestação dos caminhoneiros que querem a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias.

Os veículos de passeio estão sendo liberados para passar e o congestionamento tem sido relativamente pequeno, não passando de 1 quilômetro em cada ponto.

Confira:

Maracaju, na BR-267, no km 364.

Rio Brilhante, na BR-163, km 324.

Eldorado, na BR-163, km 39.

Naviraí, na BR-163, km 117.

Três Lagoas, na BR-262, no km 325.

Caarapó, na BR-163, km 206.

Sidrolândia, na BR-060, km 420, teve manifestação, mas no momento a pista está liberada.

Paranaíba, na BR-158, km 96.

Campo Grande, na BR-163, km 477, no Anel Viário de Campo Grande.

Bandeirantes, na BR-163, km 548.

A PRF informa que o Código de Trânsito Brasileiro prevê uma multa no valor de R$ 3.800 e suspensão do direito de dirigir para condutores que utilizam seus veículos para interditar rodovias e que a PRF poderá fazer uso de expediente caso não seja atendida a solicitação para liberação da rodovia em que seja utilizado veículos automotores.

A PRF também ressalta que interdições de rodovias são extremamente perigosas para a segurança do trânsito. “Já tivemos registros de graves acidentes (ocorridos em outros Estados) como consequência da interdição, além de todos os prejuízos que esta manifestação ilegal pode causar a terceiros em seus compromissos e danos a cargas perecíveis”, ressaltou.

Aos condutores que puderem adiar suas viagens, recomendamos que assim procedam. A CCR MS Vias e a PRF (191) estão à disposição em seus telefones de emergência para demais esclarecimentos.

Fonte: 94fmdourados

Campanha é protesto contra a taxa do imposto no Estado

A fila para abastecer em posto de combustível começou desde às 20h de ontem(18) e quase 200 veículos aguardam abastecimento na manhã deste sábado (19) em Campo Grande. O motivo da gasolina com valor reduzido, é devido a campanha realizada pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje) que está protestando contra a alta nos impostos tanto na gasolina quanto em outros produtos comercializados.

O primeiro da fila foi o motorista Odinei Valejo, 35, morador do Bairro Nova Campo Grande que chegou no posto de combustível, na Avenida Duque de Caxias, ás 20h de ontem. De acordo com ele, a espera valeu a pena, já que se ele fosse abastecer no valor normal iria gastar R$ 80 e com esse valor, conseguiu economizar R$ 30.

Para o soldador Everton Marques, 31, que chegou hoje por volta das 7h, é necessário ter paciência, já que a fila anda e para. Porém, mesmo com a demora e a quantidade de pessoas que já estavam na fila, a espera ainda compensa para garantir os 20 litros de gasolina com o valor reduzido.

Campanha

De acordo com o Coordenador Estadual do Feirão do Imposto do MS Rodney Junior, o objetivo da campanha é mostrar ao consumidor, de modo prático, a realidade sobre o quanto a população paga em impostos e o quanto disso é destinado e bem empregado em ações para benefício público. Além disso, o coordenador friza que não é uma promoção, mas um protesto contra o abuso nos impostos.

Tumulto

Durante a formação das filas no posto de gasolina, alguns moradores reclamaram do tumulto que os veículos estavam realizando no trânsito e atrapalhando o tráfego de ônibus. Outros motoristas reclamaram da demora do posto em realizar os abastecimentos.

Fonte: Correio do Estado

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros recuaram em 13 Estados e no Distrito Federal nesta semana, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas. Em outros 12 Estados, os preços subiram. No Amapá, não variaram.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado apresentou baixa de 0,38% ante a semana anterior, de R$ 2,613 para R$ 2,603 o litro. No período de um mês, os preços do combustível recuaram 8,60% nos postos paulistas. A maior queda no preço do biocombustível nesta semana, de 2,84%, ocorreu em Goiás. A maior alta semanal, de 2,42%, foi registrada em Alagoas. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve queda de 0,64% no preço do etanol ante a semana passada.

Além de São Paulo, no período de um mês os preços do etanol recuaram em 13 Estados e no Distrito Federal. O destaque de queda mensal foi Goiás, com 16,20% de baixa no valor médio do etanol no período. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou queda de 7,78% na comparação mensal.

O preço mínimo registrado em um posto para o etanol nesta semana foi de R$ 2,079 o litro, em São Paulo, e o máximo individual ficou de R$ 4,790 o litro, no Rio Grande do Sul. São Paulo tem também o menor preço médio estadual, de R$ 2,597 o litro, e o maior preço médio ocorreu no Acre, de R$ 4,073 o litro.

Vantagem

Os valores médios do biocombustível são vantajosos sobre os da gasolina em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e São Paulo nesta semana, segundo dados da ANP, compilados pelo AE-Taxas.

Em Goiás, o preço do biocombustível ficou em 59,54% do cobrado pela gasolina, em Mato Grosso, 66,10%, em Minas Gerais, 65,05%, no Paraná, 68,33%, e em São Paulo, 64,18%. O levantamento considera que o combustível de cana, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Na média brasileira, a paridade é de 64,99% entre os preços médios do etanol e da gasolina.

A gasolina é mais vantajosa no Amapá. Naquele Estado, o preço do etanol atinge 90,71% do cobrado em média pela gasolina.

Fonte: A Crítica

Caminhoneiros protestaram nesta quarta-feira, 16, contra os aumentos nos preços do óleo diesel impedindo o acesso de veículos ao Porto de Santos. Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o protesto atrapalhou o transporte de carga para o local, mas não houve incidentes. "O acesso de veículos rodoviários de carga às instalações do Porto de Santos ficou comprometido, apesar de o sistema de agendamento de caminhões, realizado previamente, ter acusado forte redução na demanda, já em virtude do protesto anunciado", disse a Codesp em nota. "O movimento afetou significativamente as operações de recepção e entrega de mercadorias pelos terminais." Já as operações de carga e descarga de navios ocorreram normalmente, conforme a Codesp. A companhia ressaltou que não houve registro de qualquer incidente decorrente das manifestações na área portuária.

De acordo com a Codesp, os manifestantes se concentraram sobretudo em dois pontos: na rotatória da Alemoa e ao longo da Rua Xavier da Silveira. Nesses locais houve maior fiscalização por parte da Guarda Portuária (Gport) e da Polícia Militar (PM). A Codesp informou, ainda, que nesta quinta-feira, 17, será realizado balanço a partir dos dados consolidados pelo sistema de agendamento, quando será possível ter uma dimensão do represamento do tráfego de cargas pelo modal rodoviário.

Na segunda-feira, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) ameaçou fazer uma paralisação geral em nível nacional dos transportadores caso não obtenha apoio do governo federal para as suas reivindicações sobre o custo do diesel. A associação protocolou ofício na Presidência da República e Casa Civil para cobrar medidas do governo contra os aumentos do combustível e pela redução dos tributos sobre o diesel, segundo nota. A associação sugere que o governo federal crie um Fundo de Amparo ao Transportador Autônomo destinado ao custeio de um programa para aquisição de diesel ou um sistema de subsídio para aquisição do combustível por parte dos transportadores autônomos.

Segundo a nota, as recentes paralisações feitas em rodovias do País refletem o desespero e a insatisfação da categoria, "que não tem seus pleitos ouvidos pela governo". "Além da correção quase que diária dos preços dos combustíveis realizada pela Petrobras, que dificulta a previsão dos custos por parte do transportador, os tributos PIS e Cofins, majorados em meados de 2017 com o argumento de serem necessários para compensar as dificuldades fiscais do governo, são o grande empecilho para manter o valor do frete em níveis satisfatórios."

Fonte: A Crítica

“Cenário Econômico e Perspectivas”, é o tema da palestra com o economista e superintendente de riscos e economia do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Englert Barbosa

A Sicredi Centro-Sul MS em parceria com o Sindicato Rural de Dourados traz para 54ª Expoagro a palestra com o economista e superintendente de riscos e economia do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Englert Barbosa. O evento será realizado na quarta-feira, dia 16, às 10h, no auditório do Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, dentro da programação do Simpósio e Palestras da Feira de Agronegócios em Dourados. A entrada é gratuita.

Com o tema: “Cenário Econômico e Perspectivas”, Barbosa apresentará a atual conjuntura e o ritmo de recuperação da economia, a situação das contas públicas do país, tópicos relacionados a atividade econômica brasileira, taxas de câmbio, juros, inflação e também a relação da economia com o cenário político.

De acordo com o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, “o objetivo do evento é disseminar conhecimento aos associados, produtores rurais e profissionais da área sobre a situação da economia brasileira e suas perspectivas para o futuro, contribuindo para o crescimento da região e comprovando o que está na essência do cooperativismo: crescer gerando desenvolvimento para todos”.

Palestrante

Alexandre Englert Barbosa é economista formado pela UFRGS, mestre em Economia Internacional e doutor em Economia Aplicada também pela UFRGS. Atualmente, exerce o cargo de superintendente de riscos e economia do Banco Cooperativo Sicredi.

Responsável pela área premiada por suas projeções econômicas no ranking da Agência Estado e figurando entre os dez melhores do país em diversas oportunidades nos últimos anos. Frequentemente, também leva o Sicredi ao topo dos rankings mensais do Banco Central e da Bloomberg em vários indicadores econômicos.

Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS

A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 23 municípios da região sul do Estado: Amambai, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Dourados (5), Eldorado Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã e Rio Brilhante. Atualmente são mais de 70 mil associados atendidos pela Cooperativa.

Os números da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de março, divulgados ontem (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), levaram a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a rever de 5% para 5,4% a projeção de crescimento do varejo em 2018. De acordo com o IBGE, o chamado varejo restrito, que abrange oito segmentos do comércio, apresentou alta de 0,3% nas vendas em março, ante fevereiro, na série com ajuste sazonal.

Já a CNC trabalha com o varejo ampliado, que pega dez segmentos do comércio varejista, incluindo o comportamento de veículos e materiais de construção. Falando à Agência Brasil, o economista Fabio Bentes, da CNC, disse que na análise da confederação, o varejo brasileiro evoluiu 1,1% em março em relação ao mês anterior, "melhor resultado do varejo nesse tipo de comparação desde 2013, quando a alta foi de 1,2%". Na comparação de março de 2018 sobre o mesmo mês de 2017, a alta no varejo ampliado atingiu 7,8%, melhor desempenho do setor desde março de 2012 (10,3%).

Recuperação do varejo

"Isso quer dizer para a gente que o varejo está recuperando parte do desempenho decepcionante que ele teve no primeiro bimestre do ano, quando os dados mensais praticamente não saíram do lugar". De acordo com a CNC, o dado positivo de março foi puxado pelo comércio automotivo, que deverá ser o segmento de destaque do comércio varejista este ano. As vendas de automóveis, que subiram 2,9% em março, vinham subindo acima de 3% a 4% nos últimos meses, acumulando alta superior a 12% nos últimos cinco meses.

Segundo Fabio Bentes, isso é importante porque esse segmento responde por um quarto das vendas do varejo e demanda um nível de confiança relativamente elevado, porque envolve financiamentos de longo prazo. "Se as pessoas estão consumindo mais automóveis nos últimos meses e de forma contínua, é um sinal que elas estão mais encorajadas a contrair esse tipo de financiamento". Por isso, o economista aposta que o varejo ampliado tem todas as condições de fechar o ano com um desempenho acima do crescimento de 4% observado nas vendas no ano passado.

Segmento de combustíveis

Bentes salientou que também o segmento de combustíveis influenciou o resultado de março. Ocorreu nesse mês uma trégua na alta dos preços. "Os preços não subiram em março pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Pelo contrário, até caíram 0,04%". Para os próximos meses, deverá se levar em conta dois fatores preocupantes no desempenho dos combustíveis: a alta do preço do petróleo no mercado internacional e a variação do dólar americano, porque boa parte dos combustíveis consumidos no Brasil é importada. A tendência é que os consumidores continuem pagando reajustes mais altos nos próximos meses por conta desses dois elementos, afirmou Bentes.

No acumulado do primeiro trimestre, o varejo ampliado acumula alta de 6,6% em relação a igual período de 2017. Destaque, mais uma vez, para o comércio automotivo, que subiu 17,9%.

Fonte: Agência Brasil

Indústria, repassada a grupo russo, terá consumo alto do insumo importado da Bolívia

Com a expectativa da venda da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados da Petrobras (UFN-3) para o conglomerado russo Acron, que está em negociação exclusiva com a estatal pelos próximos 90 dias, já se começa a especular todos os efeitos que o funcionamento da fábrica poderá causar à região de Três Lagoas
e ao Estado.

O impacto positivo pode representar acréscimo de milhões de reais na receita de Mato Grosso do Sul. Isto porque, quando entrar em operação, a unidade vai consumir 2,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, volume que deve ser importado da Bolívia. Consequentemente, Mato Grosso do Sul deverá arrecadar de R$ 8 milhões a R$ 10 milhões, mensais, em Imposto Sobre Circulação de Mercadorias
e Serviços (ICMS).

Além disso, a Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul (MSGás), que assinou contrato de prestação de serviço com a Petrobras, receberá, mensalmente, de R$ 600 a R$ 700 mil. As informações são do presidente da MSGás, Rudel Trindade, que fala da importância da concretização do empreendimento.

Fonte: Correio do Estado

A Petrobras anunciou hoje (11) novo reajuste para a gasolina, que entrará em vigor nesse sábado (12). O preço para as distribuidoras será de R$ 1,9330, mostrando aumento de 2,23% em relação ao valor de R$ 1,8908 que vigorou nessa sexta-feira. Essa é a sexta vez consecutiva que a estatal eleva os preços dos combustíveis em maio deste ano no país.

Também amanhã, o litro do diesel terá redução de 0,88%, passando de R$ 2,2361 para R$ 2,2162.


A política de preços adotada a partir de julho do ano passado pela Petrobras para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras se baseia no preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que os importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo, esclareceu a empresa.

Segundo ela, “a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”. O preço considera ainda uma margem que cobre eventuais riscos, como volatilidade do câmbio e dos preços.

Fonte: Campo Grande News

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