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Economia (116)

A turbulência que agita a holding J&F respinga sobre a produção da JBS em Mato Grosso do Sul. Alvo de operações da Polícia Federal e de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), a empresa contabiliza queda expressiva no volume de abates nas unidades do Estado. São 133.433 bovinos a menos abatidos neste ano.

De acordo com dados da SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul), os frigoríficos da JBS em Mato Grosso do Sul – Nova Andradina, Anastácio, Campo Grande, Cassilândia, Naviraí e Ponta Porã – abateram 860.773 bovinos de janeiro a agosto deste ano, 13,42% a menos que nos mesmos meses de 2016 (994.206).

A produção frigorífica sul-mato-grossense reduziu como todo, mas a retração foi muito abaixo do apresentado pela JBS. No total, foram abatidos, de janeiro a agosto, 2,112 milhões de cabeças de gado neste ano, leve recuo de 0,86% em relação ao volume acumulado no mesmo período de 2016 (2,131 milhões de toneladas).

Em termos absolutos, são 18.341 animais a menos neste ano. O número é sete vezes menor que a retração absoluta da JBS (133.433 bovinos). Com isso, a participação da JBS no mercado da carne bovina de Mato Grosso do Sul caiu de 46,65% para 40,74%.

Procurada para falar sobre a queda da produção de carne no Estado, a JBS respondeu que não falará sobre o assunto.

Investigações – Além das cinco operações da Polícia Federal e CPI na Câmara Federal, investigação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul também têm a JBS como alvo. O grupo se tornou nos últimos anos a maior empresa processadora de carne do mundo.

Mesmo com a queda na produção, as exportações da empresa do produtos saídos de Mato Grosso do Sul resultaram em receita de US$ 275,88 milhões de janeiro a agosto deste ano, o segundo maior valor das vendas do Estado.

Na Assembleia, a CPI apura irregularidades em benefícios fiscais e tributários concedidos à JBS em Mato Grosso do Sul.

Fonte: Campo Grande News

A turbulência que agita a holding J&F respinga sobre a produção da JBS em Mato Grosso do Sul. Alvo de operações da Polícia Federal e de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), a empresa contabiliza queda expressiva no volume de abates nas unidades do Estado. São 133.433 bovinos a menos abatidos neste ano.

De acordo com dados da SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul), os frigoríficos da JBS em Mato Grosso do Sul – Nova Andradina, Anastácio, Campo Grande, Cassilândia, Naviraí e Ponta Porã – abateram 860.773 bovinos de janeiro a agosto deste ano, 13,42% a menos que nos mesmos meses de 2016 (994.206).

A produção frigorífica sul-mato-grossense reduziu como todo, mas a retração foi muito abaixo do apresentado pela JBS. No total, foram abatidos, de janeiro a agosto, 2,112 milhões de cabeças de gado neste ano, leve recuo de 0,86% em relação ao volume acumulado no mesmo período de 2016 (2,131 milhões de toneladas).

Em termos absolutos, são 18.341 animais a menos neste ano. O número é sete vezes menor que a retração absoluta da JBS (133.433 bovinos). Com isso, a participação da JBS no mercado da carne bovina de Mato Grosso do Sul caiu de 46,65% para 40,74%.

Procurada para falar sobre a queda da produção de carne no Estado, a JBS respondeu que não falará sobre o assunto.

Investigações – Além das cinco operações da Polícia Federal e CPI na Câmara Federal, investigação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul também têm a JBS como alvo. O grupo se tornou nos últimos anos a maior empresa processadora de carne do mundo.

Mesmo com a queda na produção, as exportações da empresa do produtos saídos de Mato Grosso do Sul resultaram em receita de US$ 275,88 milhões de janeiro a agosto deste ano, o segundo maior valor das vendas do Estado.

Na Assembleia, a CPI apura irregularidades em benefícios fiscais e tributários concedidos à JBS em Mato Grosso do Sul.

Fonte: Campo Grande News

Rabello disse ao jornal O Globo que não estava ciente do encontro entre os conselheiros

Parece que a eleição de José Batista Sobrinho, fundador da JBS, como presidente da JBS ganhará novos capítulos. O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, afirmou ao jornal O Globo, nesta segunda-feira (18), que tentará cancelar a reunião realizada pelo Conselho de Administração no último sábado.

Ao jornal, Rabello revelou que Claudia Santos, integrante do banco no Conselho, não o consultou sobre que decisão tomar. Ele informou que não estava ciente do encontro entre os conselheiros.

“O BNDES não mudou de posição. A conselheira votou por conta própria e pode ter sido pressionada. Ela votou no sufoco, é uma excelente advogada. Não tomei conhecimento da reunião antes. Foi uma reunião na calada da noite e convocada às pressas. Essa reunião pode ser invalidada por não cumprir com algumas regras de governança, como uma pauta prévia. Vou consultar o jurídico do banco para verificar a possibilidade de anular a decisão”, disse na entrevista.

BNDES quer substituto definitivo para Wesley Batista na presidência da JBS

O BNDES, o segundo maior acionista da JBS com 21% da fatia, é contra a permanência da família Batista no comando da empresa. O banco mantém a posição desde os escândalos envolvendo Joesley e Wesley Batista, hoje presos, dentro da companhia.

Fonte: Band

A dívida pública dos países emergentes somava US$ 11,7 trilhões no final do ano passado, um volume maior do que o dobro visto no fim de 2007 e com a maior parte desse montante (cerca de US$ 8 trilhões) emitida por Brasil, Índia e China. O raio X foi feito pela pesquisadora Kristina Bektyakova e publicado neste domingo, 17, pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) por meio do relatório de revisão trimestral de setembro, que trata dos "Desenvolvimentos dos mercados bancário e financeiro internacional". No documento, a autora comenta sobre a mudança do perfil da dívida promovido nos últimos anos pelo governo brasileiro, que passou a ter um terço de suas pendências indexado à inflação.

O artigo, intitulado "Tendências recentes do volume e composição da dívida dos governos de emergentes", destacou que a dívida pública desse grupo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 41% para 51% nesse período. A composição da dívida pública, no entanto, mudou "significativamente" ao longo do tempo. "À medida que os níveis da dívida aumentaram, os governos emergentes fizeram um maior uso dos mercados de títulos nacionais e internacionais: a parcela média de empréstimos com títulos de dívida aumentou de 62% em 2002 para 80% em 2016", comparou. Pelo levantamento, o empréstimo desse grupo de países é feito, principalmente, em moedas locais, com vencimentos mais longos e a taxas fixas. "A emissão doméstica excede muito à emissão internacional, embora o último esteja em ascensão", considerou a autora.

Nas 23 jurisdições estudadas, o empréstimo total do governo central representou cerca de US$ 4,4 trilhões, dos quais 14% foram denominados ou vinculados a moedas estrangeiras no final de 2016. A participação em moeda estrangeira diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos 15 anos, conforme o estudo: estava em 32% no fechamento de 2001. A maioria dos títulos da dívida denominados ou vinculados a uma moeda estrangeira foi emitida no exterior. Mais de 90% da dívida internacional emitida por esses países foi em dólares ou em euros, com a representatividade do dólar passando de 65% no encerramento de 2007 para 75% no fim de 2016.

A fatia internacional representa 35% do total de títulos de dívida pública em circulação na Arábia Saudita, 32% para a Turquia e 30% para a Indonésia e a Polônia. Em termos nominais, o principal emissor nos mercados internacionais é o governo central mexicano, com US$ 67 bilhões em dívidas, dos quais US$ 47 bilhões denominados em dólares. A parcela dos títulos do governo interno em circulação denominados ou vinculados a uma moeda estrangeira é mínima para a maioria das jurisdições.

Kristina ressaltou que muitos países reduziram esse empréstimo nos últimos anos, como a Turquia. A Argentina é uma exceção a esse padrão, já que aumentou a emissão de dívida nacional e internacional vinculada ou denominada em moeda estrangeira: o governo central tem US$ 56 bilhões em títulos de dívida internacional em circulação, dos quais US$ 37 bilhões são denominados em dólares. Outro progresso citado pela autora é a maturidade média, que aumentou acentuadamente e, para muitos emergentes, agora é comparável ao das economias avançadas. A maturidade da dívida pública do grupo analisado está agora em 7,7 anos, apenas um pouco abaixo do das economias avançadas, de oito anos. O prazo mais longo do grupo é o da África do Sul, de 16 anos.

Vencimentos mais longos, conforme o estudo, foram acompanhados de maior uso de instrumentos de taxa fixa, que teve participação média de 75% no fim de 2016 ante 60% do encerramento de 1999. Também houve mudanças notáveis, de acordo com o artigo, no uso de títulos de dívida indexados à inflação. "Alguns países fizeram um maior uso dessa indexação, aproveitando as condições de inflação geralmente benignas. Os governos brasileiro e mexicano têm substituído os instrumentos domésticos de taxa variável por taxas fixas e indexadas à inflação", citou. No fim de 2016, os títulos indexados à inflação representavam 34% da dívida do governo central brasileiro. Uma mudança semelhante ocorreu em economias avançadas, como na Austrália, no Canadá, na Alemanha, no Reino Unido e nos Estados Unidos.

"Em conjunto, essas tendências devem ajudar a fortalecer a sustentabilidade das finanças públicas, reduzindo os desajustes monetários e os riscos de rolagem", avalia Kristina. Para ela, a queda na participação da dívida ligada ao câmbio no início dos anos 2000 pode ter ajudado a proteger os emergentes da turbulência do mercado global na crise de 2007 a 2009.

Fonte: A critica

Dezenas sorteadas no concurso 1.967 foram: 13, 30, 32, 39, 46 54; apesar de ninguém acertar as seis dezenas, 43 apostas irão levar a premiação da Quina

 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.967 da Mega-Sena, cujo prêmio estimado era no valor de R$ 5,5 milhões para quem acertasse todos os números. O sorteio foi realizado pela Caixa Econômica Federal na noite desta quarta-feira (13) em Ituiutaba, cidade no interior de Minas Gerais localizada a cerca de 675 quilômetros da capital Belo Horizonte.

Confira as seis dezenas sorteadas nesta noite:

13 – 30 – 32 – 39 – 46 – 54

Fonte: Último Segundo 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.966 da Mega-Sena, sorteadas no último sábado. A expectativa de prêmio era de R$ 2,5 milhões, e o sorteio foi às 20h (horário de Brasília) no município de Salto (SP).

As dezenas sorteadas foram: 10-13-19-32-40-60.

A Quina teve 29 ganhadores. Cada um leva R$ 47.097,01. Outras 2.758 pessoas acertaram a Quadra. Neste caso, o prêmio é de R$ 707,45 para cada uma.

O concurso 1.967 da Mega-Sena será realizado nesta quarta-feira (13), e a estimativa de prêmio é de R$ 5,5 milhões.

Fonte: A Critica

Meirelles apresentou projeto ao presidente ontem no Palácio do Jaburu

O ministro Henrique Meirelles afirmou ter apresentado ao presidente Michel Temer e a ministros a nova lei de recuperação judicial de empresas e de falências, após almoço ontem no Palácio do Jaburu.

“É o projeto da nova lei de recuperação judicial e de falências, e é muito importante por que ele dá celeridade e permite que várias empresas que estão em dificuldade possam sair do processo de recuperação, tomar crédito e voltar a crescer”, afirmou.

O ministro, porém, não deu data para a apresentação do projeto que permite que empresas falidas tomem empréstimo com credores — quem liberar crédito ganha prioridade na fila de pagamentos.

Meirelles também reafirmou que o governo espera que a reforma da Previdência seja votada em outubro no plenário da Câmara.

A perspectiva é bastante otimista, já que uma nova denúncia contra o presidente deve chegar à Casa na próxima semana para ser analisada, e ainda não foram concluídas as votações da reforma política.

Participaram da reunião os ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). Antes, um almoço havia reunido também os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), além dos ministros Helder Barbalho (Integração Nacional), Torquato Jardim (Justiça), e o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).

SEM JOESLEY
Meirelles negou que os aliados do presidente tenham tratado do pedido de prisão dos delatores da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud, cujas delações embasam a primeira denúncia contra o presidente.

Também afirmou que não foi discutida a prisão de Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, ou a denúncia contra a cúpula no Senado do partido do presidente.

No entanto, ao final da reunião, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) chegou ao Palácio para tratar com o presidente e os ministros. Ele é presidente da CPMI da JBS, cujo relator deve ser anunciado na segunda-feira (11)— o nome mais cotado é o do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos mais aguerridos defensores de Temer na Câmara.

Presentes, no entanto, novamente negaram que o assunto tenha sido discutido. Disseram que Temer deve ir ao Tocantins na próxima quinta-feira (14) e que este seria o motivo da ida do senador ao Jaburu.

Fonte: Folha press

Comitê de Política Monetária do BC reduziu os juros abaixo de 8,5% nesta quarta e disparou 'gatilho' que faz correção da poupança se limitar a 70% da chamada taxa Selic.

A caderneta de poupança passará a render menos a partir desta quinta-feira (7). A norma vale apenas depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012.

Isso acontecerá porque o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica da economia, a Selic, de 9,25% para 8,25% ao ano, acionando o chamado "gatilho" que reduz o rendimento da mais tradicional modalidade de investimentos do país.

Regra em vigor desde maio de 2012 prevê um corte nos rendimentos da poupança quando a taxa Selic cai abaixo de 8,5%. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC.

Com os juros em 8,25% ao ano, a remuneração da poupança passa a ser de 70% desse valor a partir deste 7 de setembro, o equivalente a 5,77%, mais Taxa Referencial.

Desde 1991, a poupança rende ao menos 0,5% ao mês (6,17% ao ano), mais a Taxa Referencial, com exceção de um período entre maio de 2012 e julho de 2013, quando os juros básicos da economia também ficaram abaixo de 8,5% ao ano.

No fim do ano passado, dado mais recente, o país tinha mais de 148 milhões de contas poupança ativas, que concentravam R$ 658 bilhões. Em agosto deste ano, o valor já havia subido para R$ 687 bilhões.

Atratividade da poupança

Na avaliação do diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, mesmo com correção mais baixa, a poupança continuaria atrativa, especialmente quando comparada aos fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano.

"Se não tivesse mexido na regra da poupança, você ia ver a poupança ganhando [dos fundos de renda fixa] em todas as situações e o governo teria dificuldade de financiar a dívida pública. Essa mudança reduz a rentabilidade da poupança, mas ela ainda se destaca", declarou ele ao G1.

Independente do rendimento da poupança, especialistas avaliam que a aplicação ainda pode ser uma boa opção em alguns casos, como pequenos poupadores (com pouco dinheiro guardado), pessoas que buscam aplicações de curto prazo (poucos meses) ou que procuram formar um "fundo de reserva" para emergências.

Analistas avaliam que o Tesouro Direto, programa que permite que pessoas físicas comprem títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos, também pode ser uma boa opção para os investidores. O programa tem atraído a atenção de aplicadores nos últimos anos.

Fonte: G1

As ações da JBS lideraram as desvalorizações do principal índice da Bolsa brasileira, após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ameaçar rescindir o acordo de delação premiada do empresário Joesley Batista por considerar que houve omissão de informações.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, subiu 0,03%, aos 72.150 pontos.

O dólar comercial recuou 0,54%, para R$ 3,121. O dólar à vista teve queda de 0,49%, para R$ 3,123.
Pela manhã, a Bolsa chegou a subir 1,46% sob impacto da notícia de que Janot pode cancelar os benefícios da delação de Joesley. A Procuradoria abriu procedimento para revisar os acordos de três dos sete delatores do grupo J&F, que controla a JBS: Joesley Batista, um dos donos, Ricardo Saud e Francisco de Assis.

Para Janot, há indícios de omissão de informações sobre práticas de crimes no processo de negociação do acordo. O problema surgiu após os delatores entregarem à PGR, na semana passada, novos áudios.

A notícia melhorou o humor dos investidores ao sinalizar que o presidente Michel Temer poderia ganhar força no Congresso e destravar sua agenda reformista. Por outro lado, provocou a queda de 8,28% das ações da JBS.

"A gente teve uma resposta muito positiva aos acontecimentos internos, ao tropeço do Janot. Os dados de produção industrial hoje foram incríveis e mostram efetivamente uma recuperação estrutural", afirmou Adeodato Netto, estrategista da Eleven Finacial.

A produção da indústria subiu 0,8% em julho na comparação com o mês anterior. Foi o quarto mês seguido no azul, algo que não ocorria desde 2012.

"O fator de ontem [segunda] é um adicional, o otimismo vem de um mês para cá. Foram várias sinalizações positivas para os investidores locais, como as privatizações. De um mês para cá o mercado tem adotado um tom mais positivo", ressaltou Marco Saravalle, analista da XP Investimentos.

No entanto, as tensões envolvendo Estados Unidos e Coreia do Norte pesaram e derrubaram as Bolsas americanas, que estavam fechadas na segunda-feira por feriado local. O mau humor global acabou pesando e limitando a valorização da Bolsa brasileira.

As perspectivas, porém, são de que o Ibovespa rompa sua máxima história de 73.516 pontos nas próximas sessões, afirma Adeodato Netto. "A gente pode chegar rapidamente ao número se aliviarem as tensões lá fora. Estamos prontos para fechar o ano no maior nível da nossa Bolsa. O importante é que voltamos a esse patamar e é demonstração de reversão estrutural", afirma.

O dólar perdeu força ante 22 das 31 principais moedas do mundo.

O CDS (credit default swap, termômetro de risco-país) teve queda de 1,28%, para 188,8 pontos.

No mercado de juros futuros, os contratos mais negociados fecharam em queda. As taxas para janeiro de 2018 caíram de 7,760% para 7,745%. Já o DI para janeiro de 2019 teve queda de 7,810% para 7,780%.

AÇÕES

Das 59 ações negociadas no Ibovespa, 36 subiram, 22 caíram e uma se manteve estável.

Os papéis da Petrobras avançaram nesta sessão, sob impacto de alta dos preços do petróleo no exterior e dos reajustes promovidos pela empresa. A valorização também ocorreu após acionistas da BR.

Distribuidora aprovarem a adesão da companhia ao Novo Mercado da Bolsa. Os papéis mais negociados da estatal subiram 1,69%, para R$ 14,41. As ações que dão direito a voto tiveram ganho de 0,88%, para R$ 14,85.

Os papéis da mineradora Vale fecharam em baixa, apesar da alta de 0,68% dos preços do minério de ferro. Os papéis ordinários da empresa caíram 1,39%, para R$ 35,60. As ações preferenciais recuaram 1,14%, para R$ 32,87.

No setor financeiro, o Itaú Unibanco teve leve alta de 0,05%. As ações preferenciais do Bradesco tiveram queda de 1,43%, e as ordinárias subiram 0,06%. O Banco do Brasil teve ganho de 0,50%, e as units -conjunto de ações- do Santander Brasil se desvalorizaram 0,53%.

Fonte: Folha Press

Profissionais reclamam da demora nas negociações com o governo

Fiscais da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) ameaçam fazer greve geral no Estado para reivindicar aumento salarial e melhores condições de trabalho. O assunto foi debatido no último encontro que aconteceu no dia 26 de agosto deste ano. A próxima reunião ainda não está marcada.

Os profissionais reclamam da morosidade no diálogo e negociação com o Governo do Estado nas reivindicações da categoria. De acordo com o Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuários do Estado de MS (Sifems), eles pedem igualdade salarial e de jornada de trabalho.

Na comparação de carreiras, a categoria afirma que trabalham por mais horas e recebem menos que outros servidores, como os da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), por exemplo.

Outra queixa é em relação a indenização de localidade e fronteira. Esse adicional já consta no Art. 50 da Lei Estadual nº 4.196/2012, que dispõe sobre a Carreira Fiscalização e Defesa Sanitária, mas ainda não foi regulamentado pelo governo do Estado.

“Existem municípios da fronteira que estão sem fiscais agropecuários por falta de incentivos. Há muita evasão de servidores das cidades fronteiriças. Muitos assumem o concurso, mas por causa da baixa remuneração e dos perigos da fronteira acabam deixando o cargo e assumindo outros concursos mais atrativos. A rotatividade de profissional nessas regiões é muito alta, portanto, é preciso que o governo invista em incentivo para manter o funcionário”, afirmou a presidente do Sifems, Kelcilene Azambuja.

O sindicato também denuncia o atraso no pagamento de diária estaduais que, em alguns casos, passa dos 60 dias. Os servidores do Iagro viajam e acabam pagando as despesas com dinheiro próprio. Por este motivo, a recomendação é que, a partir de agora, só viajem com o pagamento antecipado desta diária.

Paralisação geral pode ocorrer também por falta de condições de trabalho. De acordo com sindicato da categoria, falta combustível em algumas das 11 regionais para a realização de deslocamentos e trabalhos a campo. Também pela falta de equipamentos, os fiscais estaduais agropecuários já suspenderam o serviço de fiscalização de agrotóxicos em propriedades rurais, estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço em Mato Grosso do Sul.

Todos esses assuntos foram discutidos em reunião no dia 26 de agosto com a presença da diretoria e representantes regionais do sindicato, que trouxeram as principais queixas dos servidores. Em breve, a entidade deve marcar uma assembleia geral com a categoria para debater o rumo dos trabalhos e a aprovação de uma possível paralisação geral.

Fiscais Estaduais Agropecuários

É o fiscal estadual agropecuário do Iagro que garante o status sanitário animal e vegetal no Mato Grosso do Sul. Esse status que mantém as portas abertas para a exportação e o equilíbrio das finanças do Estado. Soja e carne são os produtos em destaques da balança comercial no MS. No primeiro semestre de 2017, houve aumento de 16,56% das vendas externas de soja em grão e 10,43% de carne bovina, em relação ao mesmo período no ano passado.

 

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