Economia (270)

Preocupação é não cumprir com a Lei de Responsabilidade Fiscal e perder recursos federais

Durante o Fórum dos Governadores realizado essa semana em Brasília, o chefe do Executivo de Mato Grosso do Sul, eleito para mais quatro anos de governo, Reinaldo Azambuja (PSDB) e mais 18 governadores, apresentaram documento durante reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) com a proposta de mudança na legislação para permitir a demissão de servidores públicos como uma maneira para cumprir os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) com a despesa com pessoal ativo e inativo.

O documento foi redigido após a reunião com Bolsonaro e ainda não foi entregue ao presidente eleito. Os governadores definiram os temas na reunião, com a proposta de elaborar uma carta que seria entregue depois a Bolsonaro. O fim da estabilidade no serviço público tem a simpatia de conselheiros do presidente eleito.

Azambuja e os outros governadores defendem a mudança na legislação para permitir a demissão de servidores como forma de cumprir os limites estabelecidos pela LRF para despesa com servidor ativo e inativo. O motivo desse futuro pedido, deve-se a crise financeira dos estados. Eles podem ficar sem verbas federais pelo descumprimento da Lei.

Fonte: Correio do Estado

Com pontuações recordes neste ano, instituição financeira cooperativa é vencedora na categoria Cooperativas Financeiras

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados e Distrito Federal, figura pelo oitavo ano consecutivo na lista das “150 Melhores Empresas para Trabalhar” (MEPT) no Brasil. Divulgado durante solenidade de premiação, ocorrida na noite de 6 de novembro, na capital paulista, o guia anual é elaborado em parceria pela revista Você S/A, Editora Abril e Fundação Instituto Administração (FIA), trazendo a mais abrangente, crítica e rigorosa pesquisa sobre clima organizacional do País.

Repetindo o feito do ano passado, o Sicredi obteve o primeiro lugar na categoria Cooperativas Financeiras, evidenciando a instituição financeira cooperativa como referência neste segmento, bem como o envolvimento dos, atualmente, mais de 25 mil colaboradores que nela atuam, valorizando e impulsionando o crescimento contínuo do cooperativismo de crédito no Brasil.

Nos índices do ranking, o Sicredi aumentou suas pontuações em relação a praticamente todos os dados da edição passada do ranking. No Índice de Felicidade no Trabalho (IFT), por exemplo, a instituição financeira cooperativa alcançou 82,1 pontos, ante 81,9 na classificação de 2017.

Já a nota do colaborador, que aponta o Índice de Qualidade no Ambiente do Trabalho (IQAT), foi de 92,3 pontos, contra 91,4 no ano anterior. Dentro deste índice, vale destacar os quesitos de Employer Branding, em que o Sicredi atingiu 98,4 pontos (foram 97,4 no ano passado), e de Sustentabilidade e Diversidade, com 97,5 pontos em 2018, ante 96,7 do ano passado.

No Índice de Qualidade na Gestão de Pessoas (IQGP), o Sicredi obteve 63,1 pontos – em 2017, foi de 59,8. Nesse índice, neste ano, o destaque foi o quesito Processos e Organização, com 92,3 pontos.

De acordo com o anuário da revista Você S/A, os pontos positivos do Sicredi em destaque apresentados pelos colaboradores entrevistados pelo guia foram os agentes de clima, que organizam os eventos interno e promovem a proximidade entre eles, assim como o esforço da instituição financeira cooperativa em desburocratizar e criar sistemas de melhorias internos.

A pesquisa “As 150 Melhores Empresas para Trabalhar” (MEPT) surgiu em 1997 com a missão de valorizar as empresas privadas, instituições públicas, organizações sem fins lucrativos, cooperativas, entre outras, que cuidam melhor de seus colaboradores. O resultado do anuário está disponível no link https://exame.abril.com.br/carreira/conheca-as-150-melhores-empresas-para-trabalhar-de-2018/ e na edição da Você S/A de novembro, com informações complementares sobre as eleitas e detalhes do levantamento.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Presidente eleito se reúne com políticos nesta manhã (8) com a finalidade é garantir a aprovação ainda este ano de algumas propostas de tramitação mais simples

O presidente eleito Jair Bolsonaro se reúne hoje (8), pela manhã, com parlamentares no apartamento funcional dele em Brasília, para negociar a parte da reforma da Previdência. A finalidade é garantir a aprovação ainda este ano de algumas propostas de tramitação mais simples no Congresso Nacional.

Em meio a dificuldades pela falta de consenso no Congresso Nacional, Bolsonaro indicou ontem (7) que a negociação passa por buscar a aprovação de medidas que não alterem a Constituição.

Segundo o presidente eleito, a aprovação da reforma da reforma da Previdência é um avanço também para buscar soluções para as contas públicas. “O que queremos é votar alguma coisa o quanto antes”, ressaltou Bolsonaro em entrevista ontem.

A aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) depende do apoio de dois terços dos 513 deputados e 81 senadores, em dois turnos de votação em cada Casa, antecedida por um processo de negociação. A demora é certa pela tradição do Congresso.

Portanto, a equipe de Bolsonaro pode deixar para uma segunda etapa eventuais mudanças sobre a fixação da idade mínima. O presidente eleito afirmou em várias ocasiões ser favorável à definição de idade mínima para aposentadoria para o setor público, consideradas as exceções.

A reforma da Previdência é tema constante das reuniões de Bolsonaro e sua equipe. Também nas conversas que manteve ontem (7) com os presidentes Michel Temer e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), o assunto veio à tona.

Também pela manhã, Bolsonaro vai se reunir com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) confirmada como a primeira mulher ministra do seu governo. Ontem (7) ele mesmo confirmou o nome dela para o Ministério da Agricultura.

Tereza Cristina teve o nome indicado pela bancada ruralista no Congresso Nacional reúne aproximadamente 260 parlamentares.

Engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina é presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária (FPA) e tem uma longa trajetória no setor. Ela foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB).

Após as reuniões com os parlamentares em Brasília, Bolsonaro retorna ainda hoje para o Rio de Janeiro. A previsão é que na próxima semana ele desembarque novamente na capital federal.

Na quarta-feira (14), o presidente eleito deve se reunir com os 27 governadores – eleitos e reeleitos – em Brasília. A disposição é para fechar o chamado pacto federativo.

Fonte: Noticias ao minuto

A cotação da moeda norte-americana manteve pelo segundo dia consecutivo a tendência de alta, encerrando o pregão de hoje (06) com valorização de 0,84%, cotada a R$ 3,7582. O Banco Central manteve a política tradicional de swaps cambiais, sem ofertas extraordinárias de venda futura do dólar.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou em queda de 1,04%, com 88.668 pontos. As ações das grandes empresas acompanharam a baixa, com Petrobras fechando com menos 3,37%, Bradesco com desvalorização de 1,35% e Vale em baixa de 0,61%.

Fonte: Mídiamax

Presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira (5) que se idade mínima para aposentadoria for aprovada pelo Congresso, ainda este ano, “já será um grande passo”. O presidente falou sobre o assunto em entrevista à TV Aparecida.

A reforma da Previdência é assunto de proposta do governo Michel Temer (MDB) que tramita na Câmara dos Deputados. O projeto prevê idade mínima de aposentadoria de 62 anos para mulheres e 65 para homens (para trabalhadores do setor público e privado), com a regra de transição até 2042.

Bolsonaro afirmou, ainda, que a idade mínima precisa ser analisada em casos e não generalizada. “Fala-se muito em 65 anos. Mas você não pode generalizar isso daí. Tem certas atividades que nem aos 60 é compatível a aposentadoria. Nós devemos manter essas questões. Você vê a expectativa de vida do policial militar no Rio de Janeiro, não tenho o valor exato aqui, mas está abaixo de 60 anos. Então, não é justo botar lá em cima isso daí”, disse.

O presidente eleito também afirmou que quer acabar com incorporações.”No serviço público, por exemplo, nós devemos acabar com as incorporações”, complementou.

Ele disse que, apesar do “desânimo em Brasília” após as eleições, vai tentar aprovar algo da reforma ainda este ano. “Eu tenho experiência do que acontece depois das eleições. Há um desânimo em Brasília. O que eu vou tentar é aprovar alguma coisa na reforma de Previdência”, disse.

Fonte: Midiamax

Economista de Bolsonaro ganhou com apostas contra Cruzado e Collor e a favor do Real

O carioca Paulo Guedes, 69, esteve alijado do centro de poder do país nas últimas quatro décadas e ficou milionário apostando contra ou a favor dos planos econômicos forjados por outros.

A partir de 1º de janeiro, ele finalmente terá a chance de colocar em prática suas ideias liberais de abertura do mercado, redução do tamanho do Estado e privatizações como o "superministro" da Economia de Jair Bolsonaro (PSL).

Quando voltou ao país, em 1978, depois de concluir o doutorado na Universidade de Chicago, Guedes estava ansioso para aplicar o que aprendera. Um dos profissionais mais brilhantes de sua geração, já dominava como poucos os instrumentos da macroeconomia.

Só que, à época, o país tinha mentalidade estatizante e havia pouco espaço para suas ideias. Acabou não seguindo carreira acadêmica em razão de brigas entre os grupos da PUC do Rio e da FGV.

Ao contrário do que ele próprio havia imaginado, seu destino foi o mercado financeiro.

"Paulo saiu de Chicago pronto para ajudar a tocar o governo, mas não teve chance. Só por isso consegui levá-lo para o mercado", relembra o ex-banqueiro Luiz Cesar Fernandes.

De saída do Banco Garantia, que pertencia ao hoje bilionário Jorge Paulo Lemann, Cesar convidou Guedes para se tornar o economista-chefe de sua nova empreitada -a Pactual DTVM, que depois se transformou no Banco Pactual.

Criada em 1983, a corretora ganhou esse nome por causa dos sócios fundadores: P de Paulo Guedes, A de André Jacurski (que era diretor-executivo do Unibanco) e C de Luiz Cesar Fernandes. Havia também um quarto sócio, Renato Bromfman, que presidia a distribuidora do Credibanco.

Em pouco tempo, Jacurski e Guedes se tornariam lendas do mercado. Pessoas que conviveram com eles utilizam um metáfora futebolística para descrevê-los. Guedes era o "Zico", o armador do time, e Jacurski, o "Romário", o goleador.

A função de Guedes era traçar a estratégia de investimentos da corretora, baseada em palpites certeiros dos rumos da economia. Já Jacurski utilizava aquela base para montar as posições na Bolsa. Juntos, ganhariam muito dinheiro.

A primeira goleada do Pactual foi marcada contra o Plano Cruzado, implementado no governo Sarney e que congelou os preços na tentativa de debelar a hiperinflação.

Guedes dizia que aquela aposta heterodoxa não ia dar certo porque deixava "pontas soltas". Batia duro nos autores do plano –João Sayad, Edmar Bacha, Persio Arida e André Lara Resende, desafetos desde os tempos da academia.

Com as prateleiras dos supermercados vazias, o congelamento foi abandonado. A crise foi tamanha que o Brasil declarou moratória da dívida externa em 1987. O Pactual, que ainda era um banco pequeno, quadruplicou seu patrimônio.

O próximo alvo foi o Plano Collor. Eleito em 1989, Fernando Collor de Mello escolheu Zélia Cardoso como ministra da Economia e Ibrahim Eris como presidente do Banco Central. Guedes conhecia bem as ideias de Ibrahim e disse aos seus colegas que não se espantaria se ele fizesse um confisco.

Jacurski então aplicou o capital do banco em títulos de empresas exportadoras, que tinham receita em dólar fora do país. Quando Collor confiscou a poupança, em 16 de março de 1990, os investimentos do Pactual estavam protegidos.

Com a expansão do banco, Guedes assumiu a renda fixa e contratou uma turma jovem para ajudá-lo. Saiu de suas asas boa parte da segunda geração do Pactual, como André Esteves, hoje um dos donos do BTG Pactual, e Gilberto Sayão, sócio da Vinci Partners.

As relações entre Guedes e Esteves -ambos de temperamento forte- não são as melhores atualmente, mas o banqueiro já disse a amigos que o futuro ministro é o "o melhor economista de farol alto" que conhece. Por "farol alto", Esteves quer dizer aquele que enxerga longe na economia.

No Plano Real, em 1994, Guedes inverteu a mão e cravou que iria dar certo.

Os autores eram seus antigos rivais -Arida, Lara Resende e Bacha-, mas mesmo assim ele não se fez de rogado. Guedes entendeu que seria necessário elevar os juros e atrair um montanha de capitais para estabilizar a moeda.

Com esse diagnóstico, Jacurski de novo entrou em cena. Não só vendeu dólares como fez uma imensa aposta que é conhecida no mercado como "carrego": pegar dinheiro emprestado lá fora pagando 1% a 2% ao ano de juros e comprar títulos do Tesouro no Brasil, que remuneram à taxa Selic.

Guedes e Jacurski não podiam ter acertado mais. A Selic bateu em estratosféricos 45%, e instalou-se a âncora cambial, que mantinha o real em paridade com o dólar. Foi o maior lucro da história do Pactual.

Guedes enriqueceu, mas nunca gostou de ostentar. Não faz questão de relógios caros ou iates. O surrado paletó parece o mesmo há anos.

Ele gosta de exibir sua inteligência, inebriando as audiências de suas palestras, e é também um polemista, que quer vencer todas as discussões. Os inimigos o acusam de arrogante, os mais próximos dizem que ele é veemente.

Os sócios se separaram em 1998. Cesar queria que o Pactual entrasse no varejo e fez uma frustrada tentativa de adquirir o BCN. Guedes e Jacurski foram contra, saíram e fundaram a JGP Investimentos.

E começaram acertando. Ainda na campanha de reeleição de FHC, naquele mesmo ano, Guedes previu uma maxidesvalorização do real.

Depois das crises asiática (1997) e russa (1998), o economista observava a queda das commodities e a redução do fluxo de capitais e percebeu que não dava para continuar queimando reservas para manter a paridade real e dólar.

Na época, Guedes disse à equipe da JGP: Gustavo Franco vai deixar a presidência do BC (ele pediu demissão em 13 de janeiro de 1999), vai haver uma maxidesvalorização do real (o dólar saltou de R$ 1 para R$ 2 dois dias depois), mas o efeito na economia real não será tão grande assim.

E recorreu a uma de suas metáforas: "Vai ser uma bomba, mas no fundo do mar".

Jacurski e sua equipe compraram títulos de exportadoras e papéis atrelados ao dólar e, de novo, ganharam dinheiro.

Mas a trajetória de Guedes como financista não é feita só de vitórias. Foi na época da JGP que se agravou um problema que já vinha desde do Pactual: o economista estava apostando uma fatia de sua fortuna num mercado altamente especulativo -o "day-trade" do índice Bovespa- e perdendo muito dinheiro.

Segundo experientes operadores que o conhecem, esse ramo exige qualidades opostas às de Guedes. Não dá para brigar com o mercado e é preciso frieza e humildade para desmontar posições equivocadas. E o futuro ministro é do tipo que vai até as últimas consequências por suas ideias.

Em 2006, Guedes deixou a JGP e encerrou uma sociedade de 23 anos com Jacurski. Ambos se recusaram a dar entrevista para esta reportagem.

Foi um período complicado para Guedes, que se reencontraria na fundação da BR Investimentos em 2008. Nessa fase, ele voltou a fazer o que sabe melhor: prever tendências e aplicá-las à economia real. Nessa época, repetia outra de suas máximas: "O Brasil é o paraíso dos rentistas e o pesadelo dos empreendedores".

Guedes tinha experiência com investidor na área de educação. Ao mesmo tempo que atuava no Pactual, havia comprado anos antes, com Claudio Haddad (ex-banco Garantia), a marca Ibmec e as atividades de ensino do instituto. Em 1984, o Ibmec foi pioneiro a trazer para o Brasil os cursos de MBA.

Na BR Investimentos, Guedes decidiu apostar de novo em educação. Captou R$ 360 milhões para comprar pedaços de empresas do setor e ajudá-las a acelerar seu crescimento e depois abrirem capital na Bolsa. As estrelas do portfólio foram a Abril Educação e a Anima Educação.

Em 2013, a empresa mudou de nome para Bozano Investimentos. Guedes, porém, vai vender sua participação para comandar a área econômica de Bolsonaro. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (31) uma nova redução no preço da gasolina nas refinarias. Desta vez, a queda anunciada é de 0,84%. Com isso, o litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,8466 a partir desta quinta-feira (1).

Esta é a décima redução consecutiva do preço do combustível, desde que ele atingiu R$ 2,2514 em setembro. A queda acumulada desde 25 de setembro (quando o preço começou a recuar) chega a 17,98%, ou seja, 40 centavos por litro.

Fonte: Agencia Brasil

Deputados se reuniuram com o senador do MDB, Waldemir Moka, em Campo Grande

A bancada federal vai assegurar que o Governo federal invista R$ 168 milhões no Mato Grosso do Sul em 2019 por meio de emendas impositivas ao Orçamento da União.

Os parlamentares decidiram em reunião na tarde de ontem recursos para seis ações, cada uma no valor de R$ 28 milhões, sendo prioridade o aparelhamento das polícias militar e civil; compra de equipamentos para hospitais e postos de saúde; e ônibus escolares.

Também os parlamentares sul-mato-grossenses garantiram o recapeamento das ruas de Campo Grande, construção do Contorno Rodoviário de Três Lagoas e recursos para compra de máquinas agrícolas.

Outras nove emendas também serão apresentadas, só que não são impositivas – quando o governo federal tem a obrigação em usar o recurso na atividade proposta. São recursos para custeio da saúde; investimentos na UFMS e UFGD; na construção da BR-419, na continuidade das obras na MS-165, a Rodovia Sul-Fronteira; para a Rodoviária de Campo Grande; Aeroporto de Dourados; Hospital Regional de Dourados; e compra de equipamentos pela Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste).

Fonte: Correio do Estado

 

Agora os associados ao Sicredi – instituição financeira com mais de 3,8 milhões de associados presente em 22 estados e no Distrito Federal – têm mais uma alternativa para saques. Já é possível sacar sem o cartão nos caixas eletrônicos das agências, utilizando apenas o número da conta e o código gerado pelo aplicativo do Sicredi.

 

Os saques sem cartão podem ser feitos entre 7h30 e 22h, com o código gerado pelo aplicativo e o valor máximo é de R$ 300,00 (trezentos reais).

O aplicativo do Sicredi está disponível para smartphones e tablets nos sistemas IOS e Android.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Fonte: Assessoria

A proposta de reforma da Previdência, apresentada no Congresso Nacional em 2016, não foi votada este ano, conforme pretendia o presidente Michel Temer. E, como o prazo para a discussão e a aprovação após as eleições é curto, o mais provável é que as mudanças sugeridas pelo atual governo não saiam do papel.

Com isso, ficará a cargo do presidente eleito no próximo domingo, dia 28, propôr outras mudanças e apresentar um novo texto ao Congresso. Para saber o que pode mudar na Previdência com a nova gestão, o EXTRA reuniu as principais propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Alguns pontos constam dos programas de governo, que são enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início da campanha, enquanto outros fazem parte de afirmações em discursos e entrevistas.


Jair Bolsonaro

Uma das propostas do candidato Jair Bolsonaro, do PSL, é aumentar a idade mínima de aposentadoria para o serviço público de 60 para 61 anos, e o tempo de contribuição de 35 para 36 anos. A ideia é criar uma regra progressiva, em que esse limite aumente em mais um ano a cada período de tempo. O candidato, porém, não especifica como funcionaria o sistema.

Além disso, Bolsonaro propõe introduzir o regime de capitalização. Hoje, o sistema previdenciário brasileiro funciona sob o regime de repartição, em que os mais jovens contribuem para a aposentadoria das gerações futuras, e no qual há um teto para o benefício. Com o envelhecimento da população, o número de pessoas que o recebem aumenta em ritmo superior ao dos que contribuem, causando desequilíbrio nas contas públicas. No sistema de capitalização, não há essa relação de dependência, pois cada um é responsável por acumular sua própria reserva.

Em sua proposta, inspirada no modelo chileno, apenas quem entrar no mercado de trabalho teria a opção de aderir ao novo regime, fora do INSS. Cada um teria uma conta individual, gerida pela instituição privada que escolher, na qual seriam feitos aportes (depósitos) ao longo da carreira. Para quem não conseguir poupar, o governo garantiria uma renda mínima, menor do que o salário mínimo e maior do que o Bolsa Família.

Ao optar pelo novo regime previdenciário, o trabalhador também estaria enquadrado em um sistema alternativo de regras trabalhistas. A chamada carteira verde e amarela — em oposição à tradicional azul — não seria regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Não haveria representação sindical, por exemplo. O atual modelo do INSS também passaria por uma reforma, incluindo a adoção de uma idade mínima para a aposentadoria, mas os detalhes ainda não foram fechados.

Fernando Haddad

O candidato do PT, Fernando Haddad, não prevê a proposta de reforma em seu plano de governo. Mas, segundo publicações, o petista poderia discutir a proposta de Ciro Gomes, que foi candidato à Presidência pelo PDT, de usar a capitalização para as aposentadorias acima do teto pago pelo INSS, atualmente de R$ 5.645,80.

Pela proposta de Ciro Gomes, o grupo que recebe acima do teto entraria no sistema de capitalização. Para garantir benefícios maiores, esses trabalhadores fariam aportes a um fundo, desafogando o INSS. A proposta também seria aplicada para os servidores públicos.

Em entrevistas, Haddad também mostrou preocupação com os Regimes Próprios de Previdência de estados e municípios, que enfrentam dificuldades em quase todo o país. O candidato não deu detalhes do que pretende propor a governadores e prefeitos, mas afirmou que é preciso repensar o sistema de aposentadoria do funcionalismo.

Fonte: Extra

Pagina 1 de 20

Salvar

Template Settings

Theme Colors

Blue Red Green Oranges Pink

Layout

Wide Boxed Framed Rounded
Patterns for Layour: Boxed, Framed, Rounded
Top