Mundo (255)

Segundo a imprensa local, pelo menos 28 pessoas foram mortas pelo atirador

Um homem entrou em uma igreja batista no Texas (EUA) e fez vários disparos, deixando mortos e feridos, informou o xerife do condado Wilson, Joe Tackitt, à imprensa americana. Segundo a imprensa local, ao menos 28 pessoas foram mortas e outras 20 ficaram feridas. O atirador foi morto pela polícia, disse Tackitt.  Entre 15 e 20 pessoas ficaram feridas, segundo o comissário Paul Pheil.

Testemunhas afirmaram que o atirador entrou na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs pouco antes do meio-dia deste domingo e abriu fogo. Uma criança de dois anos está entre os feridos, informou o site Dallas "Morning News". Uma funcionária de um posto de combustível vizinho à igreja contou à rede CNN que ouviu cerca de 20 tiros disparados em sequência durante um culto.

A porta-voz de um hospital de Floresville, a 16 km de Sutherland Springs, afirmou à imprensa local que ao menos dez pessoas deram entrada para tratar ferimentos provocados por tiros.


Sutherland Springs, a 48 km de San Antonio, tinha cerca de 400 habitantes na época do Censo de 1990, mas sites de imobiliárias locais estimam a população atual em cerca de 700 pessoas. Uma moradora, Alena Berlanga, disse à Associated Press que todos se conhecem na pequena comunidade. "Isso é terrível para nossa cidadezinha. Todo mundo conhece alguém que foi afetado."

O FBI (polícia federal americana) e equipes de primeiros socorros estão no local do tiroteio. Helicópteros realizam transferências de feridos para hospitais de San Antonio.

Reações

O presidente americano, Donald Trump, que está em viagem ao Japão, prestou condolências às vítimas. "Que Deus esteja com as pessoas de Sutherland Springs. O FBI e a polícia estão na cena. Estou monitorando a situação do Japão."

O governador do Texas, Greg Abbott, se manifestou no Twitter: "Nossas orações estão com todos os que foram atingidos por este ato maligno. Nossos agradecimentos à polícia pela reposta."

O ataque acontece menos de um mês depois do maior ataque a tiros da história recente dos Estados Unidos, quando o aposentado Stephen Paddock abriu fogo contra uma multidão que assistia a um festival de música country, matando 59 pessoas e ferindo mais de 500.

Fonte: Gazeta do Povo

As autoridades americanas estão tratando o incidente como ato terrorista

Um homem atropelou várias pessoas em Nova York, nos Estados Unidos, nesta terça. O incidente está sendo tratado pelo FBI como ataque terrorista. Segundo a polícia, o motorista invadiu uma ciclovia e atingiu diversas pessoas antes de bater o carro em um ônibus escolar. Oito pessoas morreram e outras ficaram feridas, entre elas duas crianças.

De acordo com os reportes preliminares, depois de bater o carro, o homem teria saído correndo do veículo gritando e atirando contra pedestres. Contudo, novas informações divulgadas pela polícia de Nova York pelo Twitter apontam que o motorista carregava apenas armas falsas.

O suspeito, de 29 anos, foi baleado pela polícia e já está sob custódia. Segundo testemunhas, ele teria gritado “Allahu Akbar”, Deus é grande em árabe, após deixar o carro. A informação, contudo, não foi confirmada pelas autoridades.

Vídeos divulgados nas redes socais mostram duas pessoas estendidas no chão e diversas bicicletas destruídas. O incidente aconteceu na West Street, avenida próxima ao Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro, em Lower Manhattan, no sul da ilha. Foi reportado por volta das 15h15 (17h15 em Brasília). A polícia isolou os entornos do local.

Segundo a polícia, seis pessoas morreram no local do incidente, todos homens. Duas outras vítimas chegaram a receber atendimento médico, mas não resistiram. De acordo com o governador de Nova York, Andrew Cuomo, a segurança na cidade será reforçada nos próximos dias, porém não há indícios de ameaças adicionais.

Fonte: Veja

 

Um grupo de soldados transgêneros entrou com um processo contra a restrição implantada pelo presidente dos Estados Unidos

Uma juíza federal em Washington bloqueou nesta segunda-feira a decisão do presidente Donald Trump de proibir transgêneros de servirem nas Forças Armadas americanas.

A juíza Colleen Kollar-Kotelly ordenou um “retorno ao status quo”, isto é, a continuidade de uma medida adotada pelo ex-presidente Barack Obama, que determinava que transgêneros podiam ser aceitos em fileiras militares a partir de julho de 2017.

O governo americano havia anunciado em junho um adiamento de seis meses na aplicação deste decreto e, em julho, o presidente surpreendeu seus próprios comandos militares ao anunciar no Twitter o veto à incorporação de soldados transgêneros às Forças Armadas. Trump também paralisou o uso de fundos do governo para cirurgias de adequação sexual para membros ativos.

Um grupo de membros transgêneros das forças militares entrou com processo em agosto para tentar bloquear a restrição. Kollar-Kotelly decidiu que os autores da ação têm direito a uma injunção, pausando o cumprimento da restrição até que seus casos sejam resolvidos.

Segundo a juíza, a proibição instaurada por Trump “não aparenta ser apoiada por nenhum fato”, o que deve garantir uma provável vitória dos militares no processo. Além disso, Kollar-Kotelly afirmou que “as circunstâncias incomuns acerca do anúncio do presidente” sobre a restrição pesaram em sua decisão.

Para ela, o anúncio repentino do presidente pelo Twitter veio “sem qualquer formalidade ou processo deliberativo que geralmente acompanha o desenvolvimento e anúncio de grandes mudanças em políticas que vão afetar gravemente a vida de muitos americanos”.

As estimativas sobre o número de militares transgêneros atualmente nas Forças Armadas americanas oscila, porém acredita-se que seja algo entre 1.320 e 15.000 de um total de 1,5 milhão de soldados.

Fonte: Veja

Reino Unido, França, Alemanha e Itália apoiaram o governo da Espanha

 

Os governos do Reino Unido, França, Alemanha e Itália se recusaram a reconhecer a independência da Catalunha. Já a Organização do Atlântico Norte (Otan) e a Comissão Europeia (CE) pediram que a crise local seja resolvida de forma legal e segundo a soberania espanhola.

Um porta-voz da primeira-ministra Theresa May afirmou que o Reino Unido “não reconhece, nem reconhecerá” a declaração unilateral de independência aprovada pelo Parlamento da região espanhola da Catalunha nesta sexta-feira. “Continuamos a querer ver o império da lei ser preservado, a Constituição espanhola ser respeitada e a unidade da Espanha ser mantida”, afirmou.

O porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, afirmou que apoia a postura do governo de Mariano Rajoy em defesa da “ordem constitucional”. “Esperamos que os envolvidos aproveitem todas as oportunidades para o diálogo”, disse.

O ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, também reforçou que seu país não reconhecerá a independência e que seu único interlocutor é o governo da Espanha em Madri. Pouco antes, o presidente da França, Emmanuel Macron, se expressou da mesma forma durante uma visita à base aeroespacial europeia de Kourou (Guiana Francesa) e ressaltou que a situação na Catalunha é um “assunto interno” espanhol.

A Itália também foi firme em seu posicionamento. “A Itália não reconhece nem reconhecerá a declaração unilateral de independência proclamada hoje pelo Parlamento regional da Catalunha. Trata-se, de fato, de um gesto gravíssimo e fora da lei”, afirmou o chanceler italiano, Angelino Alfano, em comunicado.

Ordem constitucional e democracia

A Otan, por sua vez, disse nesta sexta-feira que a crise na Catalunha deve ser resolvida “dentro do marco constitucional espanhol”. Segundo fontes da organização, “a Espanha é um aliado comprometido que faz uma contribuição importante para a segurança compartilhada”.

A Espanha é, desde 1982, membro da Otan, uma aliança política e militar da qual atualmente fazem parte 29 países.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou que respeita as decisões que serão tomadas pelo governo da Espanha contra a declaração unilateral de independência por parte da Catalunha. “É um processo no Estado espanhol e respeito todas as decisões que o governo tomar”, disse Juncker também durante uma visita à base de Kourou.

Até mesmo o governo da Escócia, que debate com o Reino Unido atualmente seu próprio processo de independência, defendeu uma solução que respeite “a democracia e a legalidade” para a crise espanhola. “A prioridade de todos aqueles que se consideram amigos e aliados da Espanha deveria ser impulsionar um processo de diálogo para encontrar uma solução que respeite a democracia e a legalidade”, afirmou a secretária de Cultura, Turismo e Relações Exteriores escocesa, a nacionalista Fiona Hyslop.

Já a Abecásia, uma região autônoma que rompeu com a Geórgia em 2008 e só é reconhecida internacionalmente por Rússia, Venezuela e Nicarágua, declarou nesta sexta-feira que tem intenção de reconhecer a independência da região espanhola. “Estamos dispostos a estudar o assunto do reconhecimento da Catalunha em qualidade de Estado independente, mas falar disso é prematuro”, disse o vice-ministro de Relações Exteriores da república autoproclamada, Kan Tania.

O diplomata ressaltou que, para que a Catalunha seja considerada um Estado independente, ela ainda precisa cumprir com uma série de normativas legais, mas ressaltou o interesse da Abecásia em estabelecer relações com líderes, políticos e o povo catalão em seu conjunto. “Depois disso, se eles se dirigirem a nós com um pedido de reconhecimento, nós, certamente, estaremos dispostos a estudá-lo”, comentou Tania.

Intervenção espanhola

Nesta sexta, o Parlamento catalão votou e aprovou o início do processo de independência da região. A proposta autorizada pela maioria dos deputados da casa deveria dar início à redação de uma Constituição própria.

Mais tarde, porém, o Senado espanhol autorizou a aplicação do artigo 155 da Constituição, que permite ao governo intervir na autonomia da Catalunha e destituir todos os membros do governo catalão. Após uma reunião com todos os seus ministros, o premiê Mariano Rajoy anunciou a dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições locais em dezembro.

Além disso, o presidente catalão, Carles Puigdemont, seu vice, Oriol Junqueras, e outros membros da administração regional foram depostos. O diretor da polícia local, a Mossos d’Esquadra, também foi retirado de seu cargo.

Fonte: Veja

O peruano Watson Franklin Mandujano Doroteo, de 24 anos, estava sendo velado pela família e amigos na última sexta (21). O rapaz tinha sido declarado morto no Hospital Contingência da cidade de Tingo María, região central do Peru. No meio de seu velório, no entanto, o inesperado ocorreu. Uma parente que veio de Lima, a capital, levantou a dúvida: cochichou a outro familiar sobre a possibilidade de Franklin estar vivo. "Ele está respirando, vejam!", alguém berrou. Presentes ao velório ficaram chocados e se desesperaram. "Nós já íamos fechar o caixão", disse um deles.

Chamaram um médico, que constatou: Watson, deitado no caixão, estava respirando. O rapaz foi, de novo, levado à pressas a um hospital. Mas essa história inacreditável, retratada por câmeras de celulares e emissoras de TV, teve um desfecho trágico.

O drama do peruano começou numa simples ida ao dentista. Na quinta (19), dois dias antes do velório, o rapaz tinha ido ao consultório para fazer uma extração. Tomou anestesia antes de fazer o procedimento. Mas a operação foi desastrosa. A família do rapaz contou à reportagem do jornal Diario Correo que Watson não teve o dente extraído. O dentista errou ao manipular os instrumentos e feriu a raiz. Ele deu mais remédios ao rapaz. O peruano não reagiu bem à medicação excessiva: começou a sentir náuseas, calafrios e febre, como contou sua mulher (que não teve o nome informado) ao diário peruano. O rapaz foi levado, segundo familiares, ao Centro de Saúde de Aguaytía e dali encaminhado ao hospital. Watson havia piorado: teve convulsões e sua febre aumentou.

No Hospital Contingência de Tingo María, a equipe médica deu ao paciente injeções de diazepam, um forte sedativo e calmante. Ele ficou internado mais de 24 horas, e recebeu nesse período mais doses do mesmo remédio. Os médicos declararam, às 4h10 da madrugada do dia 21, que Franklin havia morrido. Às 6 da manhã, lembra a família, o rapaz já tinha sido levado ao necrotério. Parentes, chocados, providenciaram os preparativos para o funeral. Familiares, como a irmã de Watson, se queixaram aos médicos que não foi pedida uma necrópsia.

Também alertaram à equipe do hospital: o corpo de Watson estava quente, como se ele estivesse ainda sedado. Os médicos rebateram dizendo que ele morrera, lamentaram e insistiram para que o levassem para o funeral.

Durante o velório, uma parente (que também não teve o nome divulgado) percebeu que Watson respirava. Observou ainda que o rapaz até suava. Houve um rebuliço no velório. Parentes se desesperaram. Alguns tentaram acordar Watson. Até que um presente chamou um médico particular.

Logo ao chegar, sem examinar o rapaz, ele notou que Watson tinha sinais vitais. Avaliou e constatou que o peruano estava, sim, vivo. Parantes correram e levaram o rapaz exatamente nessas condições até uma caminhonete.

Quando foi levado à emergência, a família, que alimentara esperanças de ver o rapaz com vida, ouviu a notícia trágica: ele foi declarado morto mais uma vez. Os médicos que o atenderam disseram que ele não resistiu: morreu assim que deu entrada ao hospital.

"Ele teve uma reação ao excesso de medicamentos e não foi tratado a tempo. Se ficasse no hospital no dia em que foi equivocadamente dado como morto, teria sobrevivido", disse um dos médicos.

Parantes organizaram um protesto em frente ao Hospital Contingência, onde Watson teve o óbito declarado pela primeira vez. Acusaram os médicos de negligência.

Fonte: R7

Reunião de ministros da Espanha aconteceu neste sábado. Medidas precisam de aprovação do Senado

Neste sábado, o governo espanhol decidiu assumir o controle da região autônoma da Catalunha e destituir do poder o presidente regional, Carles Puigdemont, e todos os seus conselheiros — em aplicação do artigo 155 da Constituição –alegando “desobediência rebelde” das autoridades regionais, que iniciaram processo de independência.

Em entrevista coletiva, o presidente espanhol Mariano Rajoy argumentou que os objetivos da aplicação do Artigo 155 são, nesta ordem, retomar a legalidade, restabelecer a normalidade, manter a recuperação econômica e realizar eleições na Catalunha.

O governo também anunciou que fará eleições regionais na Cataluna em um prazo de seis meses.

Madri vai aplicar o artigo 155 da Constituição depois do prazo dado pelo gabinete do chefe do executivo espanhol, para que o presidente do governo regional da Catalunha, Carles Puigdemont esclareça se realmente declarou a independência da região durante a sessão plenária, no último dia 10.

Em carta enviada ao governo central, o líder catalão pede um diálogo para a opção de renunciar essa declaração de independência que, afirma ele, o parlamento regional não votou no dia 10. Puigdemont alerta, no entanto, que se a Espanha persistir em impedir o diálogo, o Parlamento poderá proceder a votação da declaração formal de independência.

A ativação do artigo 155 representa um movimento sem precedentes desde que a Espanha retomou a democracia, na década de 1970. Se a medida prosperar, a suspensão da autonomia não é automática, pois depende da aprovação do Parlamento, o que pode acontecer até o fim da próxima semana.

O que diz a Constituição:
A Espanha é um país descentralizado e a Constituição adotada em 1978 confere a suas 17 comunidades autônomas amplos poderes, com nos setores de saúde e educação, por exemplo. Mas inclui uma disposição que permite ao poder central intervir diretamente nos assuntos de uma região caso não opere de forma legal.

Histórico
No dia 1º de outubro, a Catalunha realizou um referendo pela independência, que teve comparecimento de 43% do eleitorado, dos quais mais de 90% afirmaram que querem a separação do país e a formação de uma república.

Desde o princípio, a votação foi considerada ilegal pelo governo de Madri, que enviou as forças de segurança para reprimir a votação. O confronto entre independentistas e forças de segurança terminou com mais de 800 feridos.

O governo espanhol considera que todo o processo do referendo foi ilegal.

No dia 10 de outubro, Puigdemont anunciou no parlamento o resultado do referendo em que aprovou o “sim” à independência catalã . Para o líder da região autônoma, com esse resultado, a região ganhou o “direito de ser independente, a ser ouvida e a ser respeitada”, mas propôs a abertura de um processo de diálogo com Madri.

Após a declaração, foi assinado um documento que proclamava a “República Catalã”, classificado no dia 11 como ato simbólico pelo governo catalão.

O pronunciamento frustrou os independentistas que esperavam a declaração unilateral da separação. O discurso não deixou evidente a posição do governo catalão, o que gerou dúvidas sobre o futuro da relação da região com a Espanha. Após a declaração, Madri pediu formalmente esclarecimentos.

Em resposta ao pedido de Rajoy, na segunda-feira 16, Puigdemont propôs ao governo espanhol dois meses de negociações, mas evitou responder claramente se declarou ou não a independência da região.

Posteriormente, autoridades espanholas afirmaram que esperavam uma declaração clara do presidente catalão até 10h (6h de Brasília) da quinta-feira 19.

Fonte: Veja

Comentários apontam para a diferença na forma como o mundo está reagindo a esse ataque e como respondeu a outros, ocorridos na Europa e nos EUA

No sábado, um ataque terrorista com caminhão-bomba em Mogadíscio, na Somália, matou 300 pessoas e deixou outras 200 feridas. Não só foi o pior atentado terrorista na história do país africano, mas também um dos mais mortais enfrentado por qualquer outra nação do mundo.

Contudo, muitas pessoas nas redes sociais questionaram a atenção dada à tragédia por outros internautas e pela imprensa. Os comentários apontam para a diferença na forma como o mundo está reagindo a esse ataque e como respondeu a outros, que ocorreram na Europa e nos Estados Unidos.

Nos últimos dias, hashtags como #IAmMogadishu (Eu sou Mogadíscio) ou #PrayForSomalia (Rezem pela Somália) foram usadas em todo o mundo, mas não figuraram entre os assuntos mais comentados do Twitter, como aconteceu em outros ataques. “A explosão de Mogadíscio não é nem trending [no Twitter]… África você está por conta própria…”, tuitou um usuário.

 

Depois de ataques em Paris, Nice, Berlim, Orlando, Manchester, Londres e Las Vegas, hashtags como #PrayforLondon (Rezem por Londres) ou #JeSuisParis (Eu sou Paris) rapidamente se espalharam pelas redes sociais. Agora, os internautas se perguntam por que foi registrado pouco apoio para as vítimas da Somália, apesar da cifra inacreditável de mortos.

Segundo a ferramenta de gestão de redes sociais Sprout Social, a hashatg #PrayForSomalia foi mencionada em no máximo 25.000 tuítes por dia entre 14 e 17 de outubro. Já #PrayForLasVegas foi usada quase 250.000 vezes nos dias após o atentado do início do mês na cidade americana.

“Essas vidas importam tanto como qualquer outra no mundo. Eles merecem nossa atenção. #Mogadíscio”, tuitou Peter Daou, criador do site Verrir.

Muitos brasileiros também lamentaram a falta de comoção mundial.

 

Qual o valor de uma vida? Um somali vale menos que um americano, francês, espanhol, inglês ou brasileiro?  

 

Já são mais de 300 mortos em ataque terrorista na Somália.
Sem pele branca, sem olhos claros, sem comoção na mídia. 

 

O ataque

Centenas de pessoas saíram às ruas na Somália nesta quarta para lembrar as vítimas do ataque. Com faixas vermelhas amarradas na cabeça, os participantes da manifestação passaram pelos locais da explosão de um caminhão-bomba em um bairro movimentado da capital, antes de se reunirem em um estádio, aos gritos de “estamos prontos para lutar”.

Apesar de habituada a atentados e ataques de extremistas, Mogadíscio ficou particularmente chocada com a explosão, que deixou 300 mortos e 200 feridos. O atentado não foi reivindicado, mas as autoridades não têm qualquer dúvida sobre a responsabilidade dos islamitas somalis do grupo Al Shabab, vinculado à Al Qaeda, que lançam frequentemente atentados suicidas em Mogadíscio e arredores.

Diante da multidão, o presidente Mohamed Abdullahi Mohamed prometeu intensificar a guerra contra os terroristas. “Se não respondermos hoje, é certo que chegará o momento em que serão nossos próprios corpos em pedaços que serão recolhidos do chão. Devemos resistir juntos e combater os shebab, que continuam a massacrar nosso povo”, disse.

Fonte: Veja

Americana é acusada de homicídio e crueldade com menor; Caso aconteceu na Flórida

 

Uma mulher de 150 quilos foi acusada de assassinato na Flórida por ter matado uma garota de 9 anos ao sentar-se sobre ela como forma de castigo. As informações sobre o caso foram divulgadas na mídia local nesta terça-feira.

Veronica Green Posey, de 64 anos, foi presa e acusada de homicídio e crueldade contra um menor, informou "The Pensacola News Journal", periódico da Flórida. A polícia do condado de Cambria afirmou que a vítima era a prima de Veronica.

Paramédicos e oficiais de Justiça correram para a casa da família em Pensacola após um telefonema ser feito para serviços de emergência. Veronica contou aos agentes que ela se sentou sobre a menina Dercika Lindsay como punição "porque ela estava fora de controle".

O relatório da polícia diz que, durante o incidente, a menina disse a Veronica e aos pais — que também se encontravam em casa naquele momento — que não conseguia respirar. Quando a moça se levantou, a criança já não estava consciente. As autoridades dizem que Veronica chamou de serviços de emergência e tentou ressuscitar a Derika.

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O relatório de prisão diz que os pais da pequena, Grace Joan Smith e James Edmund Smith, são acusados de negligência com menor.

Grace Smith chamou Veronica, que é sua sobrinha, para ir à sua casa ajudá-la a disciplinar a criança, de acordo com o relatório. Ela contou aos investigadores que Veronica atingiu Derika com uma régua e um tubo de metal antes de se sentar sobre ela.

Já James Smith disse aos investigadores que Veronica sentou-se sobre a menina por alguns minutos antes de ela reclamar que não podia respirar e que se levantou somente dois minutos depois disso.

Fonte: O Globo

Choirul Huda, do Persela Lamongan, bateu cabeça, pescoço e peito contra o brasileiro Ramon

 

O goleiro Choirul Huda morreu neste domingo em decorrência de um choque sofrido contra o companheiro de Persela Lamongan.

Nos acréscimos da etapa inicial , o jogador de 38 anos foi cortar um cruzamento e bateu cabeça, pescoço e peito contra o brasileiro Ramon.

A partida foi contra o Semen Padang pela primeira divisão do Campeonato Indonésio.

O jogador acusou fortes dores, começou a passar mal ainda no gramado e foi levado às pressas para a ambulância direto ao hospital já em estado grave.

Poucos minutos depois de chegar ao hospital, porém, ele sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

Os jogadores dos dois times lamentaram a situação e foram informados da morte de Choirul Huda ao final da partida, transtornando a todos.

"Choirul Huda sofreu uma colisão traumática com seu companheiro, resultado no que nós chamamos de parada cardiorrespiratória", explicou o médico Yudistiro Andri Nugroho. Ele disse que tudo o que foi possível para reanimar o goleiro foi feito, mas que "a condição seguiu piorando. Estímulos no coração e no cérebro foram feitos, mas ficou uma hora sem resposta. Sem sinais de reflexos de vida normal, então nós declaremos a morte às 16h45 (horário local)".

O goleiro atuou em toda sua carreira profissional no Persela, clube de sua cidade-natal, Lamongan. Ele era casado e deixa dois filhos.

Fonte: Band

Em resposta às palavras do presidente americano

O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, afirmou que a vontade do país asiático é “fazer chover fogo” sobre os Estados Unidos, em resposta às palavras do presidente americano, Donald Trump, que ameaçou perante a ONU destruir Pyongyang.

O chanceler norte-coreano se pronunciou desta maneira ao receber a uma delegação da agência de notícias russa “Tass” que visitou Pyongyang, segundo informou hoje a imprensa local.

“A vontade de todo o pessoal militar e das pessoas da República Popular Democrática da Coreia (RPDC, nome oficial do país) é fazer chover fogo sobre os EUA, que falou em destruir totalmente a RPDC”, disse Yong-ho.

Ele também afirmou que o programa nuclear norte-coreano é “fruto precioso da sangrenta luta do povo coreano para defender o destino e a soberania do país, diante da prolongada ameaça nuclear dos imperialistas americanos”.

O chanceler norte-coreano participou da sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas, no mês passado, onde Trump, durante seu discurso, ameaçou “destruir totalmente a Coreia do Norte” por conta de seus seguidos testes de armas.

Os seguidos testes armamentísticos e a troca de provocações entre Washington e Pyongyang elevaram no último ano a tensão regional para níveis sem precedentes desde o fim da Guerra da Coreia (1950-1953).

Um representante de uma delegação russa que visitou o país explicou após sua visita que as autoridades norte-coreanas lhes asseguraram que preparam o próximo lançamento, como um teste, de um novo míssil balístico intercontinental (ICBM) com capacidade real para alcançar a costa oeste americana.

Os especialistas especulam com que Pyongyang poderia realizar este lançamento coincidindo com o Congresso do Partido Comunista Chinês, que começa no próximo dia 18 de outubro, ou durante a visita de Trump à região, marcada para acontecer entre os dias 2 e 14 de novembro.

Veja

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