Mundo (352)

Ponte cedeu no momento em que cerca dezenas de jovens, de diversas cidades, admiravam queda d'água.

Pelo menos cinco estudantes morreram e outros 12 estão desaparecidos após a queda de uma ponte em um local turístico da Caxemira paquistanesa neste domingo (13). As autoridades anunciaram que têm pouca esperança de encontrar sobreviventes.

A ponte cedeu no momento em que cerca de três dezenas de estudantes de diversas escolas de medicina da província do Pendjab se encontravam no local para admirar uma queda d'água.

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"Recuperamos os corpos de quatro rapazes e o de uma garota. Outros doze continuam a não responder à chamada e temos pouca esperança em relação a eles porque a água está muito fria", declarou à agência France Presse Chaudhary Imtiaz, um alto funcionário da cidade de Muzaffarabad.

"O acidente ocorreu no desfiladeiro de Jagran na zona de Kundal Shahi, a cerca de 60 quilômetros a nordeste de Muzaffarabad", adiantou, indicando que outros oito estudantes ficaram feridos.

Um responsável local da polícia, Saleem Durrani, confirmou o balanço e precisou que um painel perto da ponte adverte os visitantes para não se juntarem mais de cinco pessoas de cada vez.

Os vales e as montanhas da Caxemira paquistanesa são populares entre os turistas, mas as infraestruturas são fracas. A área de Caxemira está dividida em três zonas: uma sob controle do Paquistão, outra controlada Índia e uma terceira sob administração chinesa reivindicada pela Índia. Com informações da Lusa.

Fonte: Noticias ao minuto

Detenções resultaram de operação executada pelo Iraque e pelos norte-americanos, com colaboração da Turquia.

Minutos antes de anunciar no Twitter que já havia data para o seu encontro com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, o presidente norte-americano escreveu outra publicação que gerou curiosidade, mas que acabou por passar despercebida devido ao anúncio do encontro histórico.

“Os cinco líderes mais procurados do ISIS foram capturados”, escreveu o republicano, quatro minutos antes de revelar que o encontro encontro com norte-coreano vai acontecer no próximo dia 12 de junho, em Singapura.

Na verdade, com este primeiro post, Trump estava confirmando uma notícia da última quarta-feira (9).

O New York Times, citando duas fontes oficiais iraquianas, revelou que cinco líderes do autodesignado Estado Islâmico (EI) tinham sido capturados, resultado de uma operação executada pelo Iraque e pelos serviços secretos norte-americanos

No entanto, a notícia ainda não tinha sido confirmada oficialmente pela Casa Branca. Com a sua publicação, Trump acabou por confirmá-la, apesar de não ter revelado o nome dos líderes em causa.

Ao que tudo indica, nenhum dos cinco capturados seria Abu Bakr al-Baghdadi, líder do ISIS [acrônimo árabe para Estado Islâmico] que se autoproclamou como califa do território que o grupo de jihadista controlou na Síria e no Iraque.

De acordo com a notícia do site norte-americano, a operação se desenvolveu ao longo de três meses e começou por seguir um alto responsável do EI que esteve escondido na Síria e na Turquia.

Ismail Alwaan al-Ithawi, conhecido pelo nome de guerra de Abu Zeid al-Iraqui, foi localizado pelos serviços secretos iraquianos. É descrito como muito próximo de Abu Bakr al-Baghdadi, e foi responsável pela elaboração das regras religiosas do grupo, dos currículos escolares e fazia parte do corpo de segurança dos jihadistas.

Al-Ithawi vivia na Turquia com a sua mulher, de nacionalidade síria. As autoridades iraquianas enviaram a informação às autoridades turcas, que detiveram o alto responsável do grupo no passado dia 15 de fevereiro, tendo depois extraditado o jihadista para o Iraque.

Fonte: Notícias ao Minuto

Um menino de 13 anos que estava em coma no Estado do Alabama (EUA) recobrou a consciência pouco depois de seus pais assinarem a papelada autorizando o desligamento dos aparelhos e a doação de seus órgãos.

Trenton McKinley sofreu danos cerebrais graves após um acidente com um reboque de automóvel, em março deste ano, na cidade de Mobile. Ele sofreu várias fraturas no crânio.

No hospital, médicos disseram aos pais do menino que ele nunca se recuperaria, e que Trenton era compatível com cinco outras crianças que precisavam de transplantes.

Um dia antes da data marcada para o desligamento dos aparelhos, Trenton começou a dar sinais de consciência.

A mãe do menino, Jennifer Reindl, disse que seu filho já passou por várias cirurgias cranianas - além de ter sofrido falência dos rins e uma parada cardíaca.

O garoto chegou a passar 15 minutos sem sinais vitais na mesa de cirurgia durante as tentativas médicas para salvá-lo, afirmou a mãe. Os médicos disseram que ele "nunca seria normal de novo".

À rede de TV americana CBS, Reindl disse que ela concordou em autorizar a doação de órgãos depois de saber que a atitude poderia salvar as vidas de outras cinco crianças.

"Depois que nós concordamos com a doação, eles tiveram que manter o Trenton vivo para 'limpar' seus órgãos para doação", disse Reindl, descrevendo como o filho recobrou a consciência em março.

"No dia seguinte, estava marcado o último teste de atividade cerebral para determinar o desligamento dos aparelhos. Mas os sinais vitais tiveram um pico, então, eles cancelaram o teste", conta a mãe.

Jennifer Reindl / Facebook - reprodução A última lembrança é a da pequena carreta de reboque caindo sobre sua cabeça, contou Trenton

Trenton agora está passando por um lento processo de recuperação.

"Eu bati no concreto (do chão), e o reboque caiu bem em cima da minha cabeça. Depois disso, eu não lembro de mais nada", disse o menino a uma emissora de TV.

O garoto já voltou a andar e a falar, e até mesmo a fazer exercícios de matemática, mas ainda tem dores nevrálgicas e convulsões. Ele precisará de mais cirurgias para recuperar seu crânio. Apesar disso, a mãe diz que a recuperação é "um milagre".

O próprio Trentou disse, numa entrevista, que pensou estar no céu enquanto estava inconsciente.

"Era como se eu estivesse caminhando num campo aberto", disse o menino.

"Não há outra explicação a não ser Deus", acrescentou ele.

A família iniciou uma campanha de arrecadação de fundos no Facebook para ajudar nos custos médicos. Até agora, 240 pessoas já doaram e US$ 12,7 mil foram arrecadados, três vezes mais que os US$ 4 mil pretendidos.

Fonte: MSN

 

Uma girafa matou um cineasta sul-africano que fazia uma filmagem num safári a noroeste de Johanesburgo, capital do país. A agência de filmagem CallaCrew disse que Carlos Carvalho estava filmando um longa-metragem na fazenda Glen Afric, em Broederstroom, quando "teve um confronto fatal com uma girafa no set".

Ainda de acordo com a agência de filmagem, Carvalho foi levado para um hospital em Joanesburgo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na última quarta-feira a noite, mesmo dia do incidente. Segundo veículos locais, o cineasta estava perto da girafa quando ela balançou o pescoço e derrubou-o com a cabeça.

O site do Glen Afric promete aos turistas que "é possível se aproximar de alguns de nossos animais selvagens residentes". A série de televisão britânica "Wild at Heart" foi filmada em Glen Afric, que convida os visitantes a visitar a área onde as filmagens ocorreram.

Fonte:Extra

Adolescente é sequestrada, estuprada e queimada viva na Índia

A polícia indiana prendeu 14 pessoas suspeitas de sequestrar, estuprar e queimar viva uma adolescente de 16 anos, no que é o mais recente caso de violência contra mulheres, apesar do endurecimento de leis que tratam do assunto no país.

Autoridades locais afirmam que a vítima foi levada à força de um casamento na quinta (3) na vila de Chatra, no estado Jharkhand, e, então, estuprada.

Depois da família denunciar o ocorrido, o conselho local estipulou uma multa de 50 mil rúpias (U$ 770) para os acusados. Ainda segundo as autoridades, os suspeitos espancaram a família e atearam fogo na adolescente, que morreu.

A polícia ainda procura pelo principal acusado. Em 2016, foram registrados cerca de 40 mil casos de estupro no país, mas estima-se que muitos outros não tenham denunciados.

A Índia tem sido abalada por escândalos de violência sexual que ganharam mais visibilidade desde 2012, quando uma estudante foi violentada em uma van em movimento, em Nova Délhi. O caso causou uma onda de protestos no país.

Em resposta à recente violação e morte de meninas e outros ataques à crianças, o governo indiano aprovou, no mês passado, a pena de morte para condenados de estuprar menores de 12 anos. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao Minuto

A jovem Pamela Mastropietro, encontrada desmembrada em duas malas em Pollenza, na Itália, foi estuprada antes de ser assassinada.

Segundo a Procuradoria de Macerata, ela foi violentada pelo traficante nigeriano Innocent Oseghale e estava sob condições físicas “reduzidas” pelo consumo de heroína quando o abuso ocorreu.

A acusação descartou que Pamela tivesse uma relação consentida com Oseghale, pelo “cuidado maníaco” que ele teve em eliminar os rastros da violência sexual, através da limpeza com água sanitária e da remoção dos órgãos genitais da jovem.

A hipótese contradiz a tese anterior de que Pamela e Innocent estavam em um clima “amigável” até o momento em que ela alegou um mal-estar, gerando pânico no nigeriano, que acabou assassinando-a.

O procurador Giovanni Giorgio solicitou e obteve uma medida cautelar de prisão por “homicídio” para Oseghale. Suas acusações iniciais eram somente de “ocultação, profanação e destruição de cadáver”. O nigeriano já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas.

Dois compatriotas de Oseghale também estão sendo investigados: Lucky Awelima e Desmond Lucky. “No dia 30 de janeiro [data em que os delitos ocorreram], Innocent me telefonou e perguntou se eu queria estuprar uma mulher que estava dormindo”, revelou Awelima em uma ligação com Lucky, interceptada pelos investigadores.

Awelima negou o pedido, mas, em outra conversa, veio à tona que Pamela havia sido estuprada mesmo assim. A jovem foi encontrada desmembrada em duas malas em uma fossa em Pollenza. Ela tinha acabado de sair de uma clínica de reabilitação.

Sua morte gerou polêmica e motivou um atentado contra imigrantes negros pelo neofascista Luca Traini, italiano que havia sido candidato pela Liga Norte em eleições municipais.

Fonte: Midiamax

Uma coalizão de sete estados americanos, liderados pelo Texas, apresentou nesta terça-feira (1) um processo contra o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por ter continuado com o programa Ação Diferida para os Chegados na Infância (DACA, na sigla em inglês), que protege da deportação 690.000 jovens que chegaram ao país quando crianças e hoje são conhecidos como “sonhadores”.

O procurador-geral do Texas, o republicano Ken Paxton, entrou com a ação no tribunal do distrito sul do estado para que a corte declare ilegal o DACA e proíba o Executivo de continuar renovando o programa de alívio migratório. “A nossa reivindicação é sobre o Estado de Direito e não sobre a sensatez de uma política migratória em particular”, afirmou Paxton, em comunicado.

No passado, o procurador texano já havia apresentado processos contra o DACA, promulgado em 2012 pelo então presidente Barack Obama, porque considera que a Casa Branca não tem poder para dar forma às leis migratórias, prerrogativa que, sustenta Paxton, é exclusiva do Congresso.

Além de proteger seus beneficiários da deportação, o DACA lhes outorga uma licença de trabalho temporária e permite ter acesso a uma carteira de motorista – benefícios que devem ser renovados a cada dois anos.

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“Deixar o DACA intacto estabelece um precedente perigoso porque dá ao Poder Executivo a autoridade para ignorar as leis promulgadas pelo Congresso e mudar as leis de imigração do nosso país para adaptá-las às preferências políticas do presidente”, acrescentou Ken Paxton.

Promessa de Trump
Em junho de 2017, Paxton ameaçou pela primeira vez apresentar um processo contra Donald Trump e garantiu que levaria o presidente aos tribunais se não cumprisse sua promessa de campanha de acabar com o DACA.

Finalmente, em setembro do ano passado, Trump anunciou que o programa deveria expirar em 5 de março se o Congresso não chegasse a um acordo sobre imigração. Entretanto, dois juízes – um de Nova York e outro da Califórnia –obrigaram o governo a manter o DACA ativo.

Nessa decisão, os magistrados estabeleceram que só poderiam renovar sua permissão os imigrantes que já tivessem se beneficiado anteriormente. Na semana passada, porém, um juiz de Washington determinou que o governo de Donald Trump deve aceitar novas solicitações de adesão ao programa.

Os estados com maior número de “sonhadores” são Califórnia e Texas, onde vivem mais de 100.000 beneficiados pelo DACA, segundo dados do Serviço de Cidadania e Imigração (USCIS).

Fonte: Midiamax

 

O cientista mais velho da Austrália, que deu o que falar aos 102 anos quando uma universidade tentou demiti-lo, viajará no início de maio à Suíça para encerrar sua vida, anunciou uma associação de defesa do direito à eutanásia.

David Goodall, de 104 anos, não sofre de nenhuma doença em fase terminal, mas sua qualidade de vida piorou e ele programou um encontro com uma organização assistência à eutanásia da Basileia, informou a associação Exit International, que apoia o cientista.

“Lamento profundamente ter chegado a esta idade”, disse o ecologista ao canal australiano ABC no dia de seu aniversário, no início do mês.

“Não sou feliz. Eu quero morrer. Não é particularmente triste. O que é triste é se alguém é impedido.”

“Meu sentimento é que uma pessoa velha como eu deve ter plenos direitos de cidadania, incluindo o direito ao suicídio assistido”, completou.

O suicídio assistido, ou eutanásia, é ilegal na maioria dos países do mundo. Era totalmente proibido na Austrália, mas no ano passado foi legalizado no estado de Victoria.

Mas esta legislação, que entrará em vigor apenas em junho de 2019, contempla apenas os pacientes em fase terminal, com expectativa de vida de menos de seis meses.

“É injusto que um dos cidadãos mais idosos e proeminentes da Austrália seja forçado a viajar para o outro lado do mundo para morrer com dignidade”, afirmou a Exit International em seu site.

“Todos os que desejam devem ter direito a uma morte pacífica e digna”, completa a nota.

A associação iniciou uma campanha de financiamento colaborativo para elevar à primeira classe as passagens de avião de David Goodall e da pessoa que o ajuda. Até o momento foram arrecadados 17 mil dólares australianos (US$ 12.800 dólares).

O professor Goodall, pesquisador associado honorário da Universidade Edith Cowan de Perth, virou manchete em 2016, quando o centro de ensino solicitou que abandonasse o cargo, alegando riscos vinculados a seus deslocamentos.

A universidade recuou em sua decisão após a indignação provocada pela notícia. Goodall publicou dezenas de estudos ao longo da carreira e até recentemente colaborava com várias revistas especializadas em ecologia.

Fonte: Midiamax

Segundo Netanyahu, Teerã "mentiu" sobre programa nuclear

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o Irã de planejar a construção de ao menos cinco bombas nucleares equivalentes àquela lançada pelos Estados Unidos sobre Hiroshima, no Japão.

Segundo ele, os serviços secretos tiveram acesso a "55 mil documentos", incluindo fotos, que comprovam o projeto de Teerã. Além disso, Netanyahu afirmou que, com seus mísseis, o Irã poderia atingir locais a "milhares de quilômetros" de distância.

"O acordo nuclear é baseado em mentiras. O Irã mentiu quando afirmou não ter um programa para a produção de ogivas nucleares. Mesmo depois do acordo, o Irã continuou a proteger e a estender os próprios conhecimentos sobre armas atômicas, para o futuro", acusou o primeiro-ministro.

Netanyahu chamou as denúncias de "um dos maiores sucessos" dos serviços de inteligência de Israel. O premier é o maior crítico do acordo nuclear com o Irã, assinado também por Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e União Europeia.

+Trump propõe reunião com Kim na fronteira entre Coreias

Com o pacto, Teerã se comprometeu a limitar seu programa atômico e a usá-lo apenas para fins pacíficos, em troca da redução das sanções internacionais. Por outro lado, aceitou submeter suas atividades nucleares a inspeções regulares.

O pronunciamento de Netanyahu chega pouco depois de uma base na Síria usada pelo governo iraniano ter sido bombardeada, em um ataque que deixou 40 mortos. Principal suspeito da ação, Israel vê com preocupação o crescente ativismo político e militar de Teerã em território sírio e no Oriente Médio.

Além disso, as acusações são uma forma de aumentar a pressão para os EUA apressarem a iminente saída do tratado nuclear. "Estou certo de que Donald Trump fará a coisa certa", declarou o premier. O Irã é um dos países que não reconhecem o Estado de Israel. Com informações da Ansa.

Fonte: Noticias ao minuto

Kim Jong-un e Moon Jae-in estão em zona desmilitarizada na Coreia do Sul

Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, chegou ao vilarejo de Panmunjom, na zona desmilitarizada na fronteira com a Coreia do Sul, para a histórica reunião com o presidente Moon Jae-in.

Com um longo aperto de mãos, os dois - ambos sorridentes - trocaram algumas breves palavras e posaram para fotos. Em seguida, Kim puxou Moon para o lado norte-coreano da fronteira, em um gesto simbólico.

Lado a lado, eles "entraram" na Coreia do Sul, e Kim Jong-un se tornou o primeiro líder do Norte a pisar no território vizinho desde a guerra entre os dois países, interrompida por uma trégua em 1953.

Após cumprimentos às delegações presentes, Kim e Moon entraram na chamada "Casa da Paz", centro de conferências no lado sul da fronteira, para sua reunião. O encontro ocorre na manhã de sexta-feira (27), pelo horário local (noite de quinta em Brasília). (ANSA)

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Fonte: Noticias ao Minuto

 

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