Salvar

Salvar

Mundo (178)

Cantor havia cancelado sua turnê após passar mal e descobrir câncer no fígado

Charles Bradley morreu aos 68 anos de idade. Um comunicado no Twitter da lenda do soul confirmou a morte do cantor. No início do mês, Charles havia cancelado sua turnê – incluindo apresentação no Rock in Rio – após passar mal e descobrir que o câncer havia se espalhado e atingido o fígado.

"É com grande tristeza que anunciamos a morte de Charles Bradley. Obrigada pelos pensamentos e orações durante esse difícil período", informou o comunicado.

Charles foi diagnosticado com câncer de estômago no outono de 2016 e, depois de ser submetido a tratamento e se recuperar, ele voltou à estrada. O cantor voltou a passar mal no início do mês e descobriu que o câncer havia se espalhado para o fígado.

Em recente entrevista ao G1 em agosto, Bradley comemorou o sucesso do tratamento para câncer no estômago. "Estou ficando cada vez mais forte", afirmou. "Nos shows que fiz [após o tratamento], deixei as pessoas bem felizes. Sinto que tenho uma segunda chance na vida.”

Bradley lançou seus primeiros discos depois dos 60 anos: “No Time for Dreaming” (2011) e “Victim of Love” (2013). Em 2016, saiu seu terceiro álbum, "Changes".

Nele, o músico reflete sobre o turbilhão político nos Estados Unidos e o risco de crescimento de ideias extremistas: "Se não tivermos cuidado, estaremos novamente segregados", canta em "Change for the world". Ele diz que é importante cultivar a humildade em tempos como esse. E avalia, sem se alongar: "Acho que a América está em perigo agora. Não só a América, o mundo todo."

Nascido em Miami, Charles Bradley se mudou para o bairro do Brooklyn, em Nova York, ainda criança. Lá, ia a shows de James Brown. Mais tarde, fez shows em clubes nova-iorquinos como sósia Brown. Também chegou a morar na rua por um tempo.

Fonte: G1

O presidente Michel Temer faz hoje, dia 19 de setembro, o discurso de abertura da 72ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, seguindo a tradição de o Brasil ser o primeiro a ter a palavra desde 1947.

De acordo com o representante permanente do Brasil nas Nações Unidas, Mauro Vieira, entre os destaques do discurso deste ano devem estar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o Tratado para Proibição de Armas Nucleares, que deve ser ratificado por 26 países, entre eles o Brasil, nesta quarta-feira (20).

Será a segunda vez que Temer discursará na abertura do evento. No ano passado, ele reiterou o compromisso "inegociável" do país com a democracia e abordou alguns conflitos internacionais, como o de Israel e da Palestina e a guerra na Síria.

Antes da abertura da assembleia, o presidente brasileiro se reúne com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Ainda nesta terça, Temer se encontra com líderes do Oriente Médio: Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, Abdel Fattah El-Sisi, do Egito, e Benjamin Netanyahu, de Israel. No mesmo dia, tem uma reunião com líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e com o presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab.

Fonte: Agencia Brasil

“Eu f*odo com empregadas que ponho e conecto na Câmara e depois faço campanha com nerds”. Essa foi a mensagem enviada em um grupo do Whatsapp pelo vereador Zebenzuí González, da Câmara Municipal de La Laguna, município da ilha de Tenerife, Espanha, que está causando revolta entre militantes de seu partido e na população espanhola.

O vereador foi suspenso da militância do Partido Socialista Espanhol (PSOE), nesta quinta-feira (14). Nas mensagens, González se gaba de colocar mulheres na Câmara de La Laguna como pessoas de confiança, após ter relações sexuais com as empregadas.

Após ser confrontado pelo grupo do Whatsapp, González respondeu apenas dizendo “perdão, errei de grupo”. Depois, o vereador pediu desculpas em um comunicado que reitera que as mensagens foram enviadas erroneamente em um grupo de conversa do PSOE, e que são uma “piada de mal gosto”.


“As frases estão absolutamente tiradas de contexto e não se ajustam ao sentido literal que transmitem, e nem deve ser interpretadas como certas. Quem me conhece sabe que esse tipo de comportamento e ação vão contra minha forma de ser”, disse o parlamentar.

O vereador seguiu dizendo que as mensagens deveriam ter sido enviadas a um amigo com quem tem “bastante confiança” e, em clima de humor, conversaria com “expressões vulgares”, que só seriam emitidas no contexto privado, e não teriam relação com sua função pública.

Até o momento, a direção do PSOE não se posicionou sobre o assunto. Políticos de partidos opositores e aliados, como o IUC, pediram a exoneração de González do cargo de vereador.

Fonte: Midiamax

Lançamento foi reportado pelas autoridades sul-coreanas

A Coreia do Norte disparou um míssil não identificado nesta quinta-feira (sexta-feira no horário local), do distrito de Sunan, na capital Pyongyang, em direção ao leste, informaram as Forças Armadas da Coreia do Sul.

O governo do Japão emitiu um alerta de emergência em cidades na região norte do país. Segundo a imprensa local, o projétil sobrevoou a ilha japonesa de Hokkaido e depois caiu no Oceano Pacífico, como no teste do dia 28 de agosto.

Os militares sul-coreanos e dos Estados Unidos estão analisando o possível lançamento, disse o gabinete do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.

No início da semana, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou um novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte pelos testes nucleares e balísticos que vem realizando desde 2006. A resolução, que contou com o apoio unânime dos 15 integrantes do Conselho, foi proposta pelos americanos.

Em resposta, os norte-coreanos emitiram um comunicado nesta quinta-feira ameaçando usar armas nucleares para “afundar” o Japão e reduzir os Estados Unidos a “cinzas e escuridão”. O regime de Kim Jong-un também pediu a dissolução do Conselho de Segurança, que chamou de uma “ferramenta do mal”.

Segundo a emissora CNN, desde fevereiro a Coreia do Norte disparou 21 mísseis em 14 testes militares. Se o lançamento de hoje for confirmado, será o 22º do ano.

Fonte: Veja

Agência norte-coreana pediu a dissolução do Conselho de Segurança da ONU, que aprovou novas sanções recentemente.

 

Uma agência estatal da Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira (14) usar armas nucleares para "afundar" o Japão e reduzir os Estados Unidos a "cinzas e escuridão" por apoiar uma resolução e sanções do Conselho de Segurança da das Nações Unidas (ONU) contra o mais recente teste nuclear do regime norte-coreano.

O Comitê da Coreia para a Paz na Ásia-Pacífico, que lida com os laços externos e propaganda da Coreia do Norte, também pediu pela dissolução do Conselho de Segurança, que chamou de uma "ferramenta do mal" constituída por países "subornados" que avançam sob ordem dos Estados Unidos.

"As quatro ilhas do arquipélago devem ser afundadas no mar por uma bomba nuclear do Juche. O Japão não é mais necessário para existir perto de nós", disse o comitê, em comunicado divulgado pela agência de notícias estatal norte-coreana.

O Juche é a ideologia governista da Coreia do Norte que mistura marxismo com uma forma de nacionalismo isolado pregado pelo fundador do Estado, Kim Il Sung, avô do atual líder norte-coreano, Kim Jong Un.

Novas sanções
O Conselho de Segurança da Organização impôs, por unanimidade, a proibição das exportações de produtos têxteis do país e limitou as importações de petróleo em 11 de setembro.

As novas sanções são uma resposta ao sexto e mais poderoso teste nuclear do país, ocorrido em 3 de setembro. Segundo o governo da Coreia do Norte, o teste 'bem-sucedido' com uma bomba de hidrogênio, que pode ser carregada no novo míssil balístico intercontinental.

A comunidade internacional considera os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte violações contra as resoluções da ONU.

Fonte: G1

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs por unanimidade sanções contra a Coreia do Norte nesta segunda-feira devido ao sexto e mais poderoso teste nuclear do país, em 3 de setembro, estabelecendo a proibição das exportações de produtos têxteis do país e limitando as importações de petróleo.

Foi a nona resolução de sanções aprovada por unanimidade pelo conselho de 15 membros desde 2006 sobre os programas de mísseis balísticos e nuclear da Coreia do Norte. Os Estados Unidos atenuaram um primeiro esboço de resolução mais rígido para ganhar o apoio de China e Rússia, aliadas de Pyongyang.

Há uma semana, a embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, pediu as sanções "mais fortes possíveis" e buscou um embargo de petróleo contra a Coreia do Norte.

Nesta segunda-feira, Haley afirmou que os Estados Unidos não estavam à procura de guerra com a Coreia do Norte e que Pyongyang "ainda não passou o ponto de não retorno".

"Se (a Coreia do Norte) concordar em interromper o seu programa nuclear, pode retomar seu futuro. Se provar que pode viver em paz, o mundo viverá em paz com ela", disse a embaixadora ao Conselho de Segurança depois que o conselho adotou as novas sanções.

Haley acrescentou que a mais recente resolução "não teria acontecido" sem o forte relacionamento que se desenvolveu entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping.

O embaixador da China na ONU, Liu Jieyi, exortou a Coreia do Norte a "levar a sério as expectativas e vontade da comunidade internacional" e pediu a todas as partes que continuem com "a cabeça fria" e não elevem as tensões.

Uma resolução do Conselho de Segurança precisa de nove votos a favor e nenhum veto para ser aprovada. Em negociações sobre a resolução mais recente, diplomatas disseram que a Rússia questionou que influência do Conselho de Segurança restará se a Coreia do Norte continuar a realizar testes de mísseis e nucleares.

"Este é um compromisso para levar todos a bordo", disse o embaixador francês, François Delattre, sobre o projeto antes da votação.

Os têxteis representaram a segunda maior exportação da Coreia do Norte após o carvão e outros minerais em 2016, totalizando 752 milhões de dólares, de acordo com dados da Agência Coreana de Promoção de Investimentos Comerciais. Quase 80 por cento das exportações de têxteis foram para a China.

A resolução impõe a proibição de exportação à Coreia do Norte de gás natural liquefeito e condensado, um limite máximo de 2 milhões de barris por ano em produtos petrolíferos refinados e um limite de petróleo bruto nos níveis atuais. A China fornece a maior parte do petróleo da Coreia do Norte.

Uma autoridade dos EUA, familiarizada com as negociações do conselho e falando sob condição de anonimato, disse que a Coreia do Norte importa anualmente cerca de 4,5 milhões de barris de produtos petrolíferos refinados e 4 milhões de barris de petróleo bruto.

Fonte: Extra

Raúl Sendic está envolvido em escândalo de uso de cartões corporativos

 

O vice-presidente do Uruguai, Raúl Sendic, apresentou sua renúncia "indeclinável" ao cargo neste sábado (9), depois de se ver envolvido em escândalo pelo uso de cartões corporativos oficiais e um título acadêmico que não tinha.

O comitê de ética do partido Frente Ampla (partido do governo) determinou que Sendic usou seus cartões de crédito da petroleira estatal Ancap para comprar itens pessoais, incluindo livros e móveis. Ele liderou a petroleira de 2008 a 2009 e de 2010 a 2013.

"Apresentei ao plenário da Frente Ampla (partido do governo) minha renúncia indeclinável à vice-presidência. Comuniquei também ao presidente Tabaré Vázquez", anunciou Sendic no Twitter, depois de uma reunião com o partido.

Fonte: G1

De acordo com Zeid Ra'ad Al Hussein, existe um 'perigo real' de uma 'escalada de tensões' e ações do governo venezuelano contra 'instituições democráticas e vozes críticas'.

 

O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos pediu nesta segunda-feira (11) uma investigação internacional sobre o uso excessivo da força pelas autoridades da Venezuela, por considerar que podem constituir "crimes contra a humanidade".

"Minha investigação sugere a possibilidade de que tenham sido cometidos crimes contra a humanidade (...) Peço ao Conselho (de Direitos Humanos da ONU) que inicie uma investigação internacional sobre as violações dos direitos humanos na Venezuela", afirmou Zeid Ra'ad Al Hussein na abertura, em Genebra, da 36ª sessão da instituição.

"No mês passado, meu escritório divulgou um relatório sobre a Venezuela, destacando o excessivo uso da força por parte de oficiais de segurança, assim como outras múltiplas violações dos direitos no contexto dos protestos contra o governo", completou Zeid Ra'ad Al Hussein.

De acordo com o Alto Comissário, existe um "perigo real" de uma "escalada de tensões" e ações do governo venezuelano contra "instituições democráticas e vozes críticas", por meio de "procedimentos judiciais contra líderes da oposição, o recurso a detenções arbitrárias, o uso excessivo da força e maus-tratos aos detentos, o que em alguns casos se assemelha à tortura".

A Venezuela enfrenta uma grave crise política, econômica e institucional. Os confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes antigovernamentais deixaram 125 mortos entre abril e julho.

Zeid destacou ainda que a Venezuela é atualmente um dos 47 Estados membros do Conselho de Direitos Humanos e tem, portanto, o dever de defender e promover os direitos humanos.

No relatório publicado em agosto, o Alto Comissário afirmou que existe na Venezuela "uma erosão da vida democrática", que "apenas está viva, se ainda estiver viva".

As autoridades venezuelanas rejeitaram a entrada no país dos investigadores da ONU, o que levou Zeid a solicitar a uma equipe de especialistas em direitos humanos que entrevistasse à distância 135 vítimas e suas famílias, assim como testemunhas, jornalistas, advogados, médicos e membros do escritório da Procuradoria Geral.

Fonte: G1

 

BRASÍLIA. O governo brasileiro deslocou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para resgatar 32 brasileiros na ilha de St. Martin, no Caribe, após a passagem do furacão Irma. O resgate deve ocorrer na próxima terça-feira. Também há negociações com o Reino Unido para que o mesmo seja feito nas ilhas britânicas de Tortola e Turcas e Caicos, onde há outras 33 pessoas.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que está monitorando diretamente a situação dos brasileiros afetados. Segundo o Itamaraty, essas três ilhas foram as que apresentaram situação de crise com colapso total ou parcial da infraestrutura de transportes, comunicações e abastecimento.

O MRE informou ainda que montou um núcleo de atendimento emergencial em Brasília e uma rede de comunicação em tempo real nos postos consulares no Caribe para viabilizar a troca de informações.

“Até o momento, o núcleo de atendimento e os postos no exterior já receberam centenas de ligações e mensagens de brasileiros que se encontram nas regiões afetadas e de seus familiares e amigos. Graças a esta rede de contatos, vêm sendo superadas as dificuldades de comunicação causadas pela interrupção das linhas em algumas regiões”, apontou a nota.

O governo brasileiro informou também que, nas primeiras horas após a passagem do furacão, enquanto se aguardava uma melhoria das condições meteorológicas, foi solicitado às Embaixadas do Brasil na França, nos Países Baixos e no Reino Unido (responsáveis pelas ilhas) que realizassem contato urgente com as respectivas chancelarias para averiguar se um plano de socorro e evacuação estaria sendo elaborado.

Fonte: Extra

Pelo menos quatro pessoas morreram no Caribe

O furacão Irma, uma das tempestades mais poderosas no Atlântico em um século, passou por Porto Rico nesta quarta-feira depois de atingir o Caribe com chuvas fortes e ventos que deixaram um rastro de destruição. Pelo menos quatro pessoas morreram em quatro ilhas diferentes.

A nação de Antígua e Barbuda foi especialmente atingida. A ilha mais setentrional, Barbuda, que abriga cerca de 1.700 pessoas, foi “totalmente demolida”, com 90% de todas as habitações afetadas, disse o primeiro-ministro Gaston Browne.

“Barbuda virou literalmente entulho”, afirmou Browne em uma entrevista à Rádio Antígua. As 1.800 pessoas que vivem na ilha estão atualmente sem serviços de água e luz, segundo o premiê

Browne informou que uma pessoa foi morta em Barbuda. Uma segunda fatalidade relacionada à tempestade, a de um surfista, foi registrada em Barbados, enquanto o governo francês disse que pelo menos duas pessoas morreram nas ilhas caribenhas de São Martinho e São Bartolomeu.

O Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) americano registrou ventos máximos sustentados de 300 km/h causados pelo Irma, um furacão de categoria 5 na escala Saffir-Simpson. Deve chegar à Flórida entre sábado e domingo, tornando-se o segundo grande furacão a atingir território dos Estados Unidos em duas semanas. O Harvey matou cerca de 60 pessoas e causou até 180 bilhões de dólares em danos após atingir o Texas no final do mês passado.

Dois outros furacões se formaram nesta quarta-feira. Katia no Golfo do México não representa uma ameaça aos Estados Unidos, de acordo com os analistas norte-americanos. Mas o furacão José, no Atlântico, agora a cerca de 1.600 km a leste das Pequenas Antilhas, pode eventualmente ameaçar o continente americano.

Autoridades na Flórida instruíram os moradores da região a iniciar a evacuação da área dias antes da chegada do Irma. Os moradores e turistas do arquipélago de Florida Keys, na ponta sul do Estado, começaram a deixar o local a partir desta quarta-feira. Em Cuba, a apenas 145 km de Keys, as autoridades lançaram um alerta de furacão para as regiões central e leste da ilha.

Homens protegem janelas com placas para a chegada do Furacão Irma, em San Juan, Porto Rica (Alvin Baez/Reuters)

 

 

Fonte: Veja

Pagina 1 de 13

Salvar

Template Settings

Theme Colors

Blue Red Green Oranges Pink

Layout

Wide Boxed Framed Rounded
Patterns for Layour: Boxed, Framed, Rounded
Top