Polícia Civil de Ivinhema apreende adolescente com revólver e jovem de 18 anos por efetuar tiro

08 Março 2018
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Revólver e munições apreendidas / Imagens: PC/Divulgação

Durante campana policiais presenciaram disparo de arma de fogo

Um adolescente de 16 anos foi apreendido pela Polícia Civil de Ivinhema pelos atos infracionais de porte ilegal de arma de fogo, residência e desobediência, já um homem de 18 anos preso por disparo com o revólver. Fato aconteceu nesta quarta-feira (7), no cemitério daquela cidade.

Conforme o Jornal da Nova apurou, investigadores do SIG (Setor de Investigações Gerais) e Delegado Titular, Dr. Ricardo Cavagna, estavam em diligências pela cidade, quando, receberam ligação informando que havia indivíduos dentro do cemitério com arma de fogo.

Diante da denúncia, a equipe foi para o local e flagrou seis pessoas na parte antiga do cemitério sentadas em cima de túmulos. Como visualizaram mais pessoas e que numa abordagem poderiam fugir, solicitaram apoio de mais agentes da Delegacia de Polícia Civil.

Enquanto a equipe aguardava o apoio, um dos adolescentes efetuou um disparo com a arma. Ao procederem à abordagem, os indivíduos se dispersaram, mas um deles investiu para cima de um dos policiais desferindo um golpe com os pés no peito do agente, que precisou fazer uso da força para contê-lo.

Em busca pelo local, os policiais localizaram um revólver calibre 32, com numeração suprimida, com cinco munições intactas e próximo da arma uma cápsula deflagrada.

Aos policiais um dos jovens disse que a arma pertencia ao adolescente que partiu para cima do policial e que outro menor disparou porque tinha uma dívida de R$ 10 com o proprietário do revólver, o qual seria o preço pelo disparo.

As seis pessoas foram levadas para a Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado, contra o adolescente de 16 anos e o jovem de 18 anos.

Dr. Ricardo Cavagna, lembrou que a ajuda da população contribui, e muito, para um resultado efetivo do trabalho da polícia. Ele garantiu que toda informação que chega até seus coordenados são apuradas.

“A população sempre pode ajudar com informações. A polícia às vezes não sabe, mas o cidadão sabe. Então eu até entendo que o cidadão de bem muitas vezes tenha medo, mas pode ser que ele tenha testemunhado um fato, algo que ajude a solucionar um crime. Basta ligar, o anonimato é garantido. Há vezes que eu passo até mesmo o meu telefone pessoal. Então, hoje em dia nós temos uma rede de informantes que ajuda muito”, destacou.

Fonte: Jornal da Nova

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Redação

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