Circula nas redes sociais um vídeo com um casal fazendo sexo nas arquibancadas do Mineirão, em Belo Horizonte. A dupla aparece no anel superior das cadeiras do estádio, local que tinha acesso proibido ao público, em um ato que aconteceu durante um festival de música eletrônica, chamado “Só Track Boa”, neste fim de semana, segundo o jornal “O Tempo”.

Nas imagens, é possível ver um rapaz nu e outra pessoa, que parece estar apenas com uma camiseta. O flagra foi feito por espectadores que estavam na cadeira inferior e também do gramado, já que há mais de um vídeo em circulação nas redes sociais.


Nesta terça-feira, o Santos resolveu brincar com a situação e alertou os seus torcedores a não praticarem o mesmo ato na Vila Belmiro ou no Pacaembu, onde o time tem mandado suas partidas.

“Torcedores, calma! Por favor, não façam isso na Vila. Att. Estagiário”, escreveu o Twitter oficial da equipe, que respondeu a cada comentário dos adeptos.

“Já contei uns sete casais organizados nesse tweet. Parabéns, estagiário! Seu pedido teve o efeito contrário! Sinto que minha mensagem mais vai empolgar a galera do que evitar alguma coisa”.

Fonte: Extra

O General Hamilton Mourão (PRTB), candidato à vice-Presidência na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), criticou nesta terça-feira (02), pela segunda vez, o pagamento do 13° salário.

Sobre o porquê de suas últimas declarações criticando o pagamento do 13°, o general disse à Folha que “simplesmente disse que tem que ter planejamento, entendimento de que é um custo. Na realidade, se você for olhar, seu empregador te paga 1/12 a menos (por mês). No final do ano, ele te devolve esse salário. E o governo, o que faz? Aumenta o importo para pagar o meu. No final das contas, todos saímos prejudicados”.

Segundo o candidato, um dos custos a serem diminuídos no Brasil, para que o país possa “concorrer” economicamente com outros países, é o pagamento do 13°. Entretanto, para ele, essa redução pode ser compensada com o aumento do valor pago mensalmente a título de remuneração.

“Se você recebesse seu salário condignamente, você economizaria e teria mais no final do ano”, afirmou o vice. Porém, para mexer no 13° salário, o próprio general afirma que seria preciso um “amplo acordo nacional para aumentar salários”.

Críticas

No último dia 26, durante uma palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, Mourão criticou o 13° o chamando de “jabuticaba brasileira”. O general afirmou que este ‘custo’ é o maior que existe, se tornando “uma mochila nas costas dos empresários”. Segundo ele, é necessário que haja uma “implementação séria da reforma trabalhista”.

Após as afirmativas, Mourão foi recriminado pelo presidenciável Jair Bolsonaro, que emitiu em suas redes sociais sua desaprovação com relação as falas de seu vice. “O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas. Criticá-lo, além de uma ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”, pontuou Bolsonaro.

Sobre ter sido repreendido por Bolsonaro, Mourão disse que é “a maneira dele de se expressar”.

Após o episódio, ficou estipulado que Mourão não participasse mais de eventos políticos. Até esta quinta-feira (04) o general cumprirá apenas agendas fechadas, sem público aberto ou participação da imprensa.

Fonte: Midiamax

Ao desembarcar em Brasília, o general Hamilton Mourão, vice de Jair Bolsonaro (PSL), disse que o cenário mais provável é de um segundo turno contra o candidato do PT, Fernando Haddad.

"Na minha visão não tem mais fuga de que se o Boslonaro não vencer no primeiro turno, o segundo turno será disputado contra o Haddad", afirmou.

Questionado sobre se esse seria um bom cenário, Mourão afirmou que sim e disse que acha que o petista seria o adversário mais fácil para ser derrotado em disputa no segundo turno.

"Eu acho que é bom porque nós vamos capitalizar o sentimento anti que existe no Brasil que não quer a volta desse grupo à Presidência da República."

Mourão disse ter vindo à capital para ver a família e que permanecerá em silêncio na reta final da campanha. Ele disse que vai se manter 'low profile', quietinho e que não vai aparecer.

Sobre seu papel no segundo turno, disse que vai aguardar decisões de Bolsonaro. "Depende das missões que ele me der. Eu farei o que ele disser", disse.

Declarações recentes do vice, como críticas ao 13º salário, afirmações sobre mulheres e sugestão de uma Constituinte sem o Congresso, incomodaram a campanha. A orientação foi de que Mourão deveria diminuir o tom e se manter discreto.

O general da reserva explicou que não deve ir a debate de vices, e sua agenda ficará restrita a atos de apoio à campanha de Levy Fidelix, presidente de seu partido, o PRTB, e candidato a deputado federal.

Mourão minimizou declarações recentes de Bolsonaro sobre a possibilidade de fraudes nas urnas. O candidato do PSL disse que suspeitaria de qualquer resultado das eleições que não fosse sua vitória.

"Ele já voltou atrás, aquilo foi no calor da disputa. Derrotou, perdeu, perdeu. Na minha visão é o seguinte, se o Brasil voltar a eleger o PT nós vamos voltar a ter incompetência, má gestão e corrupção. Será muito ruim para o país."

Mourão fez ainda críticas ao ex-ministro petista José Dirceu que, em entrevista ao jornal El País na última semana, falou em "tomar o poder". O petista, que já foi condenado na Operação Lava Jato, criticou ainda as ações do Ministério Público, defendendo tirar do órgão o poder de investigação.

"Não são as Forças Armadas que estão falando que querem tomar o poder. Isso é o José Dirceu que anda falando por aí. Falando aí que quer acabar com o Ministério Público. Imagina se eu falasse um negócio desses? E ninguém comenta."

Mourão esteve no domingo (30) com Bolsonaro, no Rio de Janeiro, e afirmou que o presidenciável está bem, mas precisa manter repouso para se recuperar.

Ele defendeu que o cabeça de chapa não vá ao debate entre os candidatos a presidente na quinta (4), na Rede Globo, para seguir recomendação médica. Contudo, disse que o deputado reformado tem vontade de ir ao encontro.

Fonte: Correio do Estado

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou medidas judiciais em casos criminais assinadas às vésperas das eleições. A declaração foi dada em resposta a uma pergunta sobre o efeito eleitoral da decisão do juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, que nesta segunda (1º) levantou o sigilo de parte da delação premiada de Antonio Palocci.

O ex-ministro acusa o ex-presidente Lula de corrupção. Gilmar ficou sabendo da decisão de Moro por jornalistas após palestra a estudantes da faculdade de direito da USP, no Largo São Francisco, na tarde desta segunda-feira.

"Eu não vou falar sobre o caso. Eu tenho feito muitas críticas a todas essas intervenções do Judiciário e acho que vai ter que se pensar em um modelo institucional. Decretar prisões de candidatos, fazer operações de matérias que estão sendo investigadas há muito tempo ai vem a decisão em período eleitoral. Acho isso absolutamente impróprio", disse Gilmar.

Gilmar também foi questionado sobre as decisões envolvendo dois colegas do STF sobre a permissão para que o ex-presidente Lula concedesse entrevista à colunista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo.

"Eu tenho a impressão de que temos que trabalhar em casos que tais mais em consenso e evitar decisões de caráter liminar. Encerrar um pouco esse modelo de decisões monocráticas na medida do possível e passar a conversar sobre essas questões de temas sensíveis em plenário", disse o ministro."

Eu não vou emitir opinião (sobre erros ou acertos no caso), mas em questões institucionais importantes devemos trabalhar mais de forma colegiada", disse o ministro.

Gilmar Mendes também afirmou que recentes decisões da corte em favor dos direitos individuais impediram que o país estivesse no momento em uma ditadura implantada pelo Ministério Público e Polícia Federal.

"Se não fosse o STF ter mitigado com súmula das algemas e possibilidade de acesso a inquérito nós já estaríamos em uma espécie de ditadura", disse o ministro.

"Eu tenho a impressão de que se o Supremo não tivesse atuado fazendo esse tipo de tempero, nós veríamos hoje espancamento de presos na rua", disse Gilmar. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

O ministro do STF Ricardo Lewandowski determinou o cumprimento da decisão tomada por ele na última sexta (28); o ex-presidente falará ao jornal Folha de S.Paulo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou nesta segunda-feira (1º) o cumprimento da decisão tomada por ele na última sexta-feira (28) que autoriza uma entrevista do ex-presidente Lula à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

Na sexta, após a autorização de Lewandowski, o ministro Luiz Fux, vice-presidente do STF, suspendeu a decisão e determinou ainda que, caso a entrevista já tivesse sido realizada, a publicação estava censurada.

"Verifico que a decisão proferida pelo ministro Luiz Fux (...) não possui forma ou figura jurídica admissível no direito vigente, cumprindo-se salientar que o seu conteúdo é absolutamente inapto a produzir qualquer efeito no ordenamento legal (...) Reafirmo a autoridade e vigência da decisão que proferi na presente reclamação para determinar que seja franqueado, incontinenti, ao reclamante e à respectiva equipe técnica, acompanhada dos equipamentos necessários à captação de áudio, vídeo e fotojornalismo, o acesso ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a fim de que possam entrevistá-lo, caso seja de seu interesse, sob pena de configuração de crime de desobediência, com o imediato acionamento do Ministério Público para as providência cabíveis, servindo a presente decisão como mandado”, disse Lewandowski no novo despacho.

Ontem, domingo (30), os advogados da Folha entraram com uma petição e defenderam que que a proibição era "inaceitável” “manifestamente ilegal”.

Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba desde abril deste ano, após ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).

Fonte: Noticias ao Minuto

Empresário disse que o governador não está envolvido em esquema de propina

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o arquivamento do inquérito contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A decisão do MPF foi baseada em um novo depoimento do empresário José Alberto Miri Berger, que retirou a acusação de pagamento de propinas ao governador. Em depoimento à Polícia Federal, o empresário alegou ter sido, na verdade, vítima de golpe de José Ricardo Guitti, conhecido como Polaco.

O Correio do Estado teve acesso exclusivo ao pedido do Ministério Público Federal de requerer o arquivamento das investigações contra o governador. Investigado perante a 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Campo Grande por supostos crimes tributário, Alberto Berger, sócio-administrador da empresa Braz Peli Comércio de Couros Ltda., declarou ter sofrido sistemática pressão de pessoas ligadas ao governo do Estado para pagar propinas em troca de continuar usufruindo dos incentivos fiscais, de acordo com os termos do Acordo nº 490/2010.

Ele foi surpreendido, no entanto, com autuação da sua empresa pela Secretaria de Fazenda. Por isso, decidiu procurar o governador Reinaldo Azambuja para tratar da questão, porque estava inconformado com a punição dada à sua empresa depois de pagar propinas a Polaco.

Azambuja pediu ao empresário para falar com o então chefe da Casa Civil, Sérgio de Paula. E este, por sua vez, o encaminhou a Polaco para resolver a questão. No depoimento, o empresário disse ter feito dois pagamentos a Polaco, sendo um de R$ 500 mil e outro de R$ 30 mil. O Polaco teria dito que Sérgio de Paula recebeu o dinheiro da propina e o governador teria “autorizado a fazer o acerto”.

Depois de analisar os depoimentos e os documentos juntados no inquérito, o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, constatou “a inexistência de indícios mínimos de crime a justificar pela continuidade da persecução penal” contra Azambuja.

Para Luciano Maia, “ocorre que o cenário apresentado por José Alberto Miri Berger [empresário] acabou sendo por ele próprio desconstruído, tornando sem justificativa a existência deste inquérito”.

O vice-procurador-geral da República destacou o depoimento do empresário, realizado no dia 4 de junho deste ano, em que declarou ter procurado o governador por “desespero” e se queixou da falta de atenção dele.

“Não deu muita atenção pra mim, não deu muita bola, muita ênfase ao foco, eu falei governador eu não posso, tal, tal, tal, e nesse meio tempo, nesse meio termo, eu procurei um monte de caminhos porque eu precisava conversar com alguém que me desse uma atenção e eu conheci esse tal de Polaco”, disse Berger à PF. Já o governador, afirmou o empresário, pediu para tratar diretamente com o “pessoal da Sefaz”.

Berger comentou que procurou Polaco por indicação de pessoas do ramo de frigoríficos por ser pessoa próxima a Sérgio de Paula. Ele disse ainda à PF que estava tão nervoso quando foi fazer a denúncia de corrupção ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público Estadual, que “tinha plena convicção, certeza absoluta de que era o governador Reinaldo que estava por trás de tudo isso, manipulando esse esquema todo de corrupção”.

Mas depois viu que o governador não estava envolvido nesse esquema. “Hoje, eu me cai por si que eu fui vítima de um golpe, por Deus, porque esse José Ricardo Guitti [Polaco], pra mim, ele é um estelionatário”, afirmou. Por não ter provas contundentes, o empresário ressaltou que “não posso jamais acusar o governador”.

Ele chegou à conclusão de que, se Azambuja estivesse envolvido na propina, a sua empresa não estava sendo fiscalizada e multada pela Sefaz.

Fonte: Correio do Estado

Levantamento mostra que tucano também lidera índice de rejeição

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que busca a reeleição, está tecnicamente empatado com a soma das intenções de voto dos demais candidatos a governador de Mato Grosso do Sul e pode vencer já no primeiro turno, aponta pesquisa DATAmax, realizada entre os dias 27 e 29 de setembro.

Na amostra estimulada, onde são apresentados os nomes dos candidatos ao entrevistado, Reinaldo Azambuja lidera com 37,5%, seguido por juiz Odilon (PDT), com 23,9%; Junior Mochi (MDB), com 6,2%; Humberto Amaducci (PT), com 5,4%; Marcelo Bluma (PV), com 2% e João Alfredo (PSOL), com 1,3%. Brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 12,6% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

Considerando a margem de erro, Reinaldo teria entre 34,5% a 40,5%, Odilon oscila entre 20,9% a 26,9%, Mochi fica entre 3,2% a 9,2%, enquanto Amaducci teria entre 2,4% a 8,4%. Marcelo Bluma poderia chegar a 5% e João Alfredo a 4,3%. Brancos e nulos oscilam de 8,2% a 14,2%, e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder ficam de 9,6% a 15,6%.

Considerando a projeção de votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Reinaldo tem 49,1%, seguido pelo candidato do PDT, Juiz Odilon, que tem 31,4%.

Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, Reinaldo Azambuja oscila entre 46,1% a 52,1%. Juiz Odilon oscila entre 28,4% a 34,4%.

Em terceiro está o deputado estadual Junior Mochi, do MDB, que tem 8,1% ; Humberto Amaducci, do PT, aparece com 7,1%; Marcelo Bluma (PV) registra 2,6% e João Alfredo Danieze, do PSOL, 1,6%..

Levando em conta a margem de erro há empate técnico entre três candidatos, uma vez que o emedebista teria entre 5,1% a 11,1%, o petista oscila entre 4,1% e 10,1%, enquanto o candidato do PV poderia ter de 0% até 5,6%. Ainda dentro da margem de erro dos votos válidos, Danieze, que pode oscilar de 0% a 4,6% empata tecnicamente com Bluma e Amaducci.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta nome dos candidatos, Azambuja lidera com 31,3%, seguido por Odilon, com 18,8%; Mochi, com 5,1%; Amaducci, com 4,4%; Bluma, com 1,1% e João Alfredo, com 0,4%.

Considerando a margem de erro, o tucano teria entre 28,3% a 34,3%.Odilon oscila entre 15,8% a 21,8%. Em terceiro, Mochi fica entre 2,1% a 8,1%, empatado tecnicamente com Amaducci, que teria entre 1,4% a 7,4%. Os três últimos empatam dentro da margem de erros, já que Bluma pode ter de 0% a 4,1, também empatado com o petista, e João Alfredo ficaria entre 0% a 3,4%.

Brancos e nulo somam 10,2%, oscilação entre 7,2 a 13,2%, enquanto 28,8% não souberam responder, patamar que pode chegar a 31,8%, ou cair a 25,8%.

Rejeição

Na rejeição apurada pelo Instituto DATAmax, Azambuja tem o maior percentual com 19,1%; Amaducci é o segundo, com 12,5%; Juiz Odilon tem 10% de rejeição na intenção de voto, Marcelo Bluma, 9,1%; e João Alfredo e Mochi aparecem empatados com 5,6%. O número de eleitores que afirma que não vota em nenhum dos seis é de 5,8%. Já 12,9% não rejeitam nenhum, poderia votar em todos, e 19,4% não souberam ou não quiseram responder.

Registro
A Pesquisa foi realizada ente os dias 27, 28 e 29 de setembro de 2018. No levantamento, com índice de confiança de 95% e margem de erros 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, foram realizadas 1.040 entrevistas e está registrada no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) e TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob os números MS-02838 e BR-04533/2018

Fonte: Midiamax

Ainda há dezenas de desaparecidos e mais de 500 feridos, muitos deles em estado grave

O número de mortos nos terremotos e no tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi dobrou e chegou a 832 em um balanço divulgado neste domingo (30). Porém, esse número pode subir, pois dezenas de pessoas seguem desaparecidas e mais de 500 estão feridas - muitas em estado grave.

Estima-se que 350 mil pessoas tenham sido afetadas pelo terremoto ou pelo tsunami, sendo que 16.732 estão desabrigados ou deslocados desde sexta-feira (28).

A maioria das vítimas foi registrada em Palu, cidade com cerca de 350 mil habitantes na costa oeste da ilha, de acordo com a Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio). Onze pessoas morreram na vizinha Donggala, a segunda cidade mais afetada.

Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami de pelo menos dois metros. A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais, mas ainda não se sabe a extensão exata da tragédia, porque há áreas isoladas.

As buscas por sobreviventes continuam. Há informações de que dezenas de pessoas estariam presas nos escombros de dois hotéis e um shopping na cidade de Palu. Uma mulher foi retirada com vida dos destroços do Hotel Roa Roa, onde estariam até 60 pessoas. Centenas de pessoas se reuniram no shopping destruído em busca de familiares, segundo a Reuters.

A Cruz Vermelha Internacional alertou que ainda há pouca informação sobre Donggala, mas que a situação pode ser "extremamente preocupante". Cerca de 300 mil habitantes vivem na cidade.

As falhas nas comunicações têm dificultado os trabalhos das equipes de busca e salvamento. As agências internacionais falam em centenas de feridos, que recebem tratamento médico em tendas improvisadas.

O porta-voz da BNPB, Sutopo Purwo Nugroho, afirmou que um enterro em massa será realizado na cidade de Palu, por questões de segurança sanitária.

Visita presidencial
O presidente de Indonésia, Joko Widodo, iniciou neste domingo uma visita às áreas mais afetadas. Ele chegou ao aeroporto de Palu, capital da província, algumas horas depois da sua reabertura para voos comerciais.

“Quero ver eu mesmo e assegurar-me de que a resposta ao impacto do terremoto e do tsunami chega a todos nossos irmãos. Peço a todo o país que reze por eles”, escreveu o presidente no twitter.

O Papa Francisco expressou neste domingo solidariedade às pessoas afetadas pela tragédia. "Oremos pelos mortos - infelizmente muitos - pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas e empregos. Que o Senhor os fortaleça e apoie os esforços daqueles que estão tentando trazer alívio", afirmou.

Esforço nas buscas
Apesar da reabertura do aeroporto de Palu, a organização AirNav Indonesia afirmou em comunicado que os voos comerciais serão limitados e que receberão prioridade nas operações de emergência e na ajuda humanitária.

A Força Aérea indonésia mobilizou aviões e helicópteros para que cumpram tarefas de salvamento, assistência humanitária, evacuação e logística.

O chefe da Força Aérea, Yuyu Sutisna, afirmou que serão enviados cem integrantes de unidades especiais.

O Ministério de Saúde está organizando a chegada de pessoal e material médico a Palu e as outras zonas afetadas, como Donggala.

O Ministério dos Assuntos Sociais enviou para Palu seis cozinhas públicas com capacidade para preparar 36 mil refeições diárias.

Tragédia em Lombok
Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.

Anel de Fogo do Pacífico
A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.

A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além de Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.

Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico.

Fonte: G1

Debaixo de garoa e vestindo camisas da seleção brasileira, manifestantes favoráveis ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) se concentram na avenida Paulista neste domingo (30).

O ato é uma resposta a eventos promovidos por mulheres contra Bolsonaro.

Entre os presentes estava o filho de Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL). "Quem aqui quer Maduro e Evo Morales na posse do presidente?", disse.

Ele questionou as pesquisas e pediu para todos votarem de verde e a amarelo. "Vai ser lindo. Vai ser como Trump nos Estados Unidos", afirmou.

Eduardo também questionou pesquisas de opinião. "Quem aqui já foi entrevistado pelo Datafolha e pelo Ibope?"

Eduardo fez críticas à imprensa que, segundo ele, tenta dividir aliados de Bolsonaro, em referência a polêmicas do vice da chapa, General Mourão.

"Nós somos radicais, contra bandidos e criminosos nós somos radicais", afirmou Eduardo.

O público gritava "ele sim", em resposta ao #Elenão, que reuniu milhares de pessoas contra Bolsonaro no sábado. Também houve muitos gritos contra a Rede Globo.

Um dos presentes no carro de som, o ruralista Nabhan Garcia focou críticas no PT. "Se o PT voltar não teremos dinheiro nem para limpar a bunda", disse.

Aliados de Bolsonaro também atacaram Geraldo Alckmin (PSDB). Major Olimpio, candidato ao Senado pelo SOL, afirmou que Bolsonaro está a "um Alckmin" de vencer no primeiro turno.

O homem que atuava como mestre de cerimônias no carro de som ainda cobrou que João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) manifestem apoio a Bolsonaro.

"Ou estão do lado do bem ou do PT", disse. "Quem está aqui e vota em vocês é pela pessoas que vocês representam e não pelo partido de vocês", disse.

Fonte: Correio do Estado

Candidato do PDT afirmou que os extremismos entre o PT e o candidato do PSL vão levar o país a uma guerra civil

A declaração do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) de que não aceitaria o resultado da disputa eleitoral, caso não saísse vitorioso, "deixou claro o anúncio de um golpe", disse o candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes. O pedetista participou de evento com profissionais da área da saúde, neste domingo (30), na capital paulista.

Na última sexta-feira (28), Bolsonaro disse em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, do programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, concedida do quarto do hospital Albert Einstein, onde se recuperou de um atentado à faca sofrido no início deste mês, que não poderia falar pelos comandantes militares, mas pelo que via nas ruas, não aceitaria um resultado diferente da sua eleição. Ele ainda reiterou que a única possibilidade de vitória do PT viria pela "fraude".

"Somando a fala de Bolsonaro com as declarações anteriores do vice, general Mourão, sobre a criação de uma nova Constituição, e 'juntando lé com cré' percebemos a iminência de um golpe", argumentou Ciro.

O candidato do PDT afirmou que os extremismos entre o PT e Bolsonaro vão levar o País a uma guerra civil, como na Venezuela. Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) permanecem na primeira e segunda colocação, respectivamente, nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência. "Eu reagi, enquanto Haddad ficou calado", alfinetou Ciro, novamente em referência às declarações de Bolsonaro.

Quanto às manifestações ocorridas ontem (29) contra o presidenciável do PSL, Ciro diz que "as mulheres brasileiras vão salvar o País desse precipício", que seria uma eventual vitória de Bolsonaro. "Ele já foi derrotado graças ao valor da mulher brasileira", acrescentou. Os protestos iniciados na internet com as hashtags #EleNão e #EleNunca foram promovidos pelo eleitorado feminino.

"Bolsonaro, agora você já está de alta médica e não tem mais desculpas. Te espero hoje à noite no debate", arrematou Ciro, sobre o debate que será realizado neste domingo na Rede Record.

Fonte: Noticias ao minuto

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