O Flamengo terminou a primeira fase da Libertadores sem derrota. Mesmo assim, com atuação covarde como a desta quarta-feira , no empate sem gols diante do River Plate, terminou na segunda posição do Grupo 4, e vai decidir fora de casa nas oitavas de final. O sorteio acontece no dia 4 de junho, e há chance de pegar rivais brasileiros em partidas disputadas em agosto.

— Empate com sabor de derrota. O Flamengo tem sempre que ganhar — resumiu Cuéllar, após o 0 a 0 na Argentina.

O Flamengo se apresentou em campo totalmente diferente do que propõe como estilo de jogo. Recuado, aceitando o River controlar a posse de bola, e apostando nos contra-ataques. O bom início de Vinicius Junior indicava que poderia dar certo, mas com o tempo os argentinos aumentaram a pressão e não deram chances.

Com o setor de criação apático, o Flamengo sofreu. Sem Diego, suspenso, Paquetá esteve em péssima noite. Não executou bem a transição ao ataque e errou passes e dribles fáceis. Acabou suspenso das oitavas por ter levado o terceiro amarelo.

Como Jean Lucas foi a opção do lado direita, mas por dentro, Everton Ribeiro abriu muito, e também não organizou o time. O resultado foi um time espaçado, correndo atrás do adversário.

Apenas no último minuto do primeiro tempo o time criou. Rodinei foi ao fundo, mas ninguém completou na área. Enquanto isso, o River alternava os ataques pelos lados e assustava, mas nenhuma chance muito clara. Diego Alves esteve seguro a maior parte do tempo, assim como a linha de defesa, ponto alto da partida.

No segundo tempo, o jogo ficou mais aberto, e o River acertou a trave depois do Flamengo recuar mais. As alterações não surtiram efeito e deixaram a equipe ainda mais acovardada, com Jonas em campo para fechar ainda mais. Refleto da estratégia equivocada.

No sábado, o Flamengo volta a pensar no Brasileiro. Enfrenta o Atlético-MG, fora de casa. Ainda sem Juan, Réver e agora Rhodolfo, suspenso. Diego volta ao time.

Fonte: Extra

Na Avenida Bandeirantes

Uma confusão em um posto de gasolina, em Campo Grande, na Avenida Bandeirantes acabou com um cliente agredido com socos pelo frentista, na noite desta quarta-feira (23).

Segundo o relato do cliente, ele chegou ao posto por volta das 20 horas desta quarta (23) para fazer o abastecimento do seu carro ao ver que uma placa indicava que o pagamento podia ser feito com cartão de crédito.

Ao chegar a bomba de combustível, o frentista teria dito para ele se dirigir a outra bomba já que o pagamento seria com cartão de crédito, o que foi questionado pelo motorista de 42 anos.

Os dois começaram uma discussão, e o funcionário do posto passou a atender outras pessoas, momento em que a vítima foi até outra bomba e depois de abastecer foi tirar satisfação com o frentista, que estaria falando mal dele.

A confusão acabou com o homem agredido a socos pelo funcionário do posto. De acordo com a ocorrência existem câmeras de segurança no local que flagraram o que teria acontecido.

Fonte: Midiamax

 

 

 O preço pode cair R$ 0,25 nos postos de combustíveis

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou na noite de desta quarta-feira (23) uma redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 15 dias. A decisão, segundo ele, busca contribuir com uma possível trégua no movimento dos caminhoneiros, que estão paradas nas estradas há três dias contra preço do combustível.

Na prática, a Petrobras avalia que a redução média será de R$ 0,23 nas refinarias, resultando numa queda média de R$ 0,25 nas bombas dos postos de combustível. A medida vale apenas para o diesel. A expectativa é de que a paralisação seja suspensa e, nos 15 dias em que vigorar a nova tarifa, governo e caminhoneiros encontrem uma solução definitiva.

Estaduais preferem apoiar Azambuja e os federais querem André

A definição de aliança na sucessão estadual está dividindo o DEM em Mato Grosso do Sul. Os deputados federais Luiz Henrique Mandetta e Tereza Cristina se identificam mais com o MDB e os deputados estaduais Zé Teixeira e José Carlos Barbosa já manifestaram a preferência pelo apoio à reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

O presidente estadual democrata, Murilo Zauith, considerou normal esse racha, neste momento de discussão sobre aliança, por causa de interesse divergente dos parlamentares, mas afirmou estar trabalhando para unir o partido, até julho, dentro de um projeto eleitoral. “Hoje, os estaduais são atendidos pelo governo estadual e os federais pelo MDB, cada um defende o apoio que acha certo”, declarou.

No momento correto, ainda segundo o democrata, tudo será avaliado para poder então pensar na eleição. “O que for melhor para os cinco [parlamentares] o DEM vai seguir”, afirmou. Murilo disse ter conversado com todos os pré-candidatos a governador sobre aliança. Ele ainda considera prematuro tomar decisão antes de julho.

Em abril, os democratas divulgaram revelar apenas em julho qual decisão seria tomada em relação à coligação.

Fonte: Correio do Estado

Em São Paulo, o aeroporto de Viracopos, o segundo maior em volume de carga, foi abastecido nessa quarta-feira (23) e tem estoque para dois dias, até sexta (25)

Seis aeroportos enfrentam problemas de abastecimento nessa quarta-feira (23) e podem ter voos cancelados. Administradoras alegam que os caminhões com combustível não estão conseguindo chegar devido a greve dos caminhoneiros.

Em São Paulo, o aeroporto de Viracopos, o segundo maior em volume de carga, foi abastecido nessa quarta-feira (23) e tem estoque para dois dias, até sexta (25).

O aeroporto internacional de Guarulhos, o maior do país, não deve sofrer os impactos desta greve, segundo a concessionária GRU Airport, porque tem um centro de armazenamento no local.

Em Brasília, havia combustível disponível até as 18h. O aeroporto consome diariamente vinte caminhões de querosene de aviação. Uma escolta tentava garantir a chegada de cinco caminhões ao aeroporto.

No Recife e Goiânia, haverá combustível suficiente até as 20h, segundo a Infraero. Até as 15h, dessa quarta-feira (23), Aracaju operava sem combustível, mas uma carga chegou ao aeroporto e a situação está normalizada até a sexta.

Confins (MG), Foz do Iguaçu (PR) Maceió (AL) e Cuiabá (MT) enfrentarão problemas a partir de amanhã. Curitiba e Porto Alegre têm combustível para até quinta-feira. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Greve de caminhoneiros para 60% das indústrias do Estado e preocupa presidente da Fiems

O terceiro dia seguido de greve dos caminhoneiros em todo o Brasil já provocou a paralisação das atividades em 60% dos 6.201 estabelecimentos industriais de Mato Grosso do Sul, ou seja, já estão sem produzir 3.720 indústrias no Estado, conforme levantamento parcial realizado pela Fiems junto aos empresários do setor. O número preocupa o presidente Sérgio Longen, que alerta para atraso no pagamento dos salários dos 121.501 trabalhadores das indústrias sul-mato-grossenses.

“Se as indústrias estão paradas, elas não produzem e, se elas produzem, também não podem vender e, se não vendem, também não podem ter os impostos recolhidos. Na próxima semana, não tem como pagar a folha de pagamento dos nossos trabalhadores e, portanto, essa paralisação é uma preocupação imediata das empresas, pois elas não podem parar. Os caminhoneiros precisam entendem que os fretes também não serão pagos porque não têm faturamento, então é um momento grave para a economia brasileiras, mas não é com paralisação do transporte de cargas que vamos resolver essa situação”, destacou o presidente da Fiems.

Na avaliação dele, a forma de protesto utilizada pelos caminhoneiros preocupa, pois vem no momento em que o Brasil dá os primeiros passos para sair da crise. “Entendo que é justa a manifestação e está dentro do direito democrático da categoria, mas interromper a produção de setores que abastecem a sociedade não é correto e isso eu não posso concordar. Entendo como justa a reivindicação deles, precisamos redefinir o modelo de reajuste dos preços dos combustíveis porque não é aceitável simplesmente acatar os parâmetros adotados pelo Petrobras, que enxerga apenas o seu lado como empresa, sem levar em consideração a situação do resto da sociedade. É muito difícil hoje que seja mantida essa política de aumento”, analisou.

Com a experiência de mais de 30 anos no setor, Sérgio Longen acrescenta que, no passado, o Brasil migrou para o populismo também no que se refere ao preço dos combustíveis, fazendo com que a gasolina ficasse com os mesmos valores do óleo diesel. “Por que fizeram isso? É que a grande massa de trabalhadores do Brasil trabalha com veículos próprios movidos à gasolina e é óbvio que trazer o combustível a um preço mais competitivo significaria dividendos políticos para o pai da ideia e agora o custo está aí”, reclamou.

Na verdade, conforme ele, o Governo Federal precisa rever a política de preço dos combustíveis. “Claro que a política de preço da Petrobras, de avaliar o mercado internacional e a variação do dólar está correta, mas entendemos que distribuir a gasolina com um preço parecido com o do óleo diesel é complicado. Defendemos, por exemplo, que a gasolina seja mais cara e que o diesel seja mais barato, na condição de que o diesel é o combustível utilizado para o transporte da produção brasileira. Se a gente conseguir desonerar o diesel e retornar à condição que tínhamos há 15 anos, quando o preço do diesel era bem diferente do preço da gasolina, é uma maneira de acabar com essa crise”, assegurou.

O presidente da Fiems defende que cabe ao Governo Federal fazer essa avalição. “Eu conversei nesta quarta-feira (23/05), em Brasília (DF), a respeito desse assunto com várias lideranças empresariais e políticas e entendo que foi colocado como projeto a sugestão de transferir aos Estados, via redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a solução para a crise. Porém, no meu entendimento, caso essa proposta avance, nós teríamos um novo tipo de problema. Se a União e os Estados não podem baixar impostos e se a Petrobras não pode rever a sua política de preço, como é que vamos sair desse impasse. Entendo que precisamos buscar a voz da experiência e colocar na mesa de discussões as melhores propostas para que seja encontrada uma solução que agrade a todos, pois é inaceitável hoje parar o País para discutir o preço dos combustíveis”, concluiu.

Fonte: Fatima News

Fábio Mahseredjian diz, no entanto, que jogador se recupera bem da cirurgia feita em março

O preparador físico da seleção brasileira Fábio Mahseredjian afirmou que ainda não tem como prever como estará o atacante Neymar para o jogo contra a Suíça, marcado para o dia 17 de junho, em Rostov, pela primeira rodada da Copa do Mundo.

De acordo com Mahseredjian, o jogador evolui muito bem após passar por uma cirurgia no início de março em razão da fratura que sofreu no quinto metatarso do pé direito no dia 25 de fevereiro durante partida pelo Campeonato Francês. Menos de uma semana depois, o atacante foi operado em Belo Horizonte.

Fonte: Notícias ao Minuto

Ex-governador de MG foi condenado a vinte anos e um mês de prisão no mensalão tucano, esquema que irrigou campanha dele em 1998 com dinheiro desviado

O ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) se entregou à Polícia Civil de Minas Gerais na tarde desta quarta-feira, 23. O tucano, que era considerado foragido pela polícia, chegou à 1ª Delegacia Distrital de Belo Horizonte, no bairro Santo Antônio, por volta das 14h50. Os defensores dele e a polícia negociavam desde a noite da terça-feira, 22, as condições para que ele se apresentasse.

Azeredo está preso para cumprir a pena de vinte anos e um mês de prisão a que foi condenado no chamado “mensalão tucano”, esquema que corrupção irrigou sua campanha à reeleição em 1998 com 3,5 milhões de reais desviados de estatais mineiras. Nesta terça-feira, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o último recurso possível do ex-governador contra sua condenação.

Fonte: Veja Abril

Uma colisão na tarde de hoje (21) deixou duas pessoas feridas após uma motocicleta atingir um ciclista que trafegava no mesmo sentido da via.

Conforme apurou o Site Ivinoticias, por volta das 15 horas uma colisão na Avenida Afonso Navarro Filho, próximo à praça de eventos, deixou duas pessoas feridas e com escoriações pelo corpo e na região da cabeça. Informações levantadas no local, são de que uma mulher transitava com a moto e teria atingido o ciclista que trafegava ao lado de sua esposa.

A guarnição do corpo de bombeiros atendeu ambas das vitimas, a mulher da moto com algumas escoriações pelo corpo e reclamando de fortes dores no braço, o ciclista sofreu algumas escoriações e um corte na cabeça, sendo que todos foram encaminhados para o HMI (Hospital Municipal de Ivinhema).


OUTRA OCORRÊNCIA

Outra chamada na mesma hora foi solicitada pela Escola Estadual Reynaldo Massi informando que uma aluna teria caído e não estava conseguindo andar por fortes dores na perna, a guarnição atendeu o chamando e encaminho a mesma para o Hospital Municipal por precaução, pois a mesma já estava conseguindo andar.

Fonte: IviNotícias

"Não dá para desligar em plena Copa. É meio arriscado", disse Quadros

 

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, disse que o desligamento do sinal analógico de TV poderá ser adiado em algumas capitais devido à Copa do Mundo e ao calendário eleitoral. O desligamento está previsto para ocorrer no dia 30 de maio nas cidades de Aracaju (SE), Belém (PA), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN) e Teresina (PI). A Copa do Mundo começa no dia 14 de junho.

No dia 14 de agosto, seria a vez de Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Macapá (AP), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).

"Não dá para desligar em plena Copa. É meio arriscado", disse Quadros.

Em relação às eleições, o problema é a propaganda eleitoral gratuita na TV, que começa em 31 de agosto e acaba no dia 4 de outubro. "Tudo vai depender da pesquisa."

O desligamento só pode ser feito após a realização de pesquisas que mostrem que o sinal digital alcançou a maioria da população dessas cidades.

O levantamento é feito pelo Ibope, a pedido do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired).

O índice da pesquisa tem que atingir 93%, com margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou menos. Quando o índice não é atingido, a Anatel orienta que o desligamento seja adiado em duas ou três semanas. No caso dessas cidades, o desligamento pode ficar para depois dos dois eventos.

Fonte: A Crítica

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